segunda-feira, 3 de maio de 2010

Três erros: traição e castigo

Há fantasmas que mesmo tentando deixar prá trás, por mais q o tempo passe sempre voltam prá nos assombrar... erros cometidos no passo, ou melhor um erro (grave) cometido em um momento de medo, de insegurança a mais de um ano atrás, voltou agora como um vendaval sacudindo minhas raízes e abalando meus sonhos... porém me fazendo rever mta coisa, conhecer as pessoas e consolidar meus sentimentos...

Na época, a mais de um ano, o arrependimento já me machucava, a possibilidade de perder a coleira me deixava desnorteada, e por mais q eu precisasse contar a verdade pro meu dono, o medo de perdê-lo era maior... eu sabia q tinha o dever de contar... a maior lei de Dom Kallus é “sempre falar a verdade, não importa qual seja”, e isso incluía a omissão que prá ela é o mesmo q mentir.... isso me fez chorar uns 2 meses, mas o medo de perdê-lo prevaleceu e eu decidi me calar...

Ainda hj, acredito q se eu tivesse contado nakela época eu teria perdido a minha coleira, mas hj eu vejo q meu segundo grande erro foi não ter contado... meu terceiro erro foi confiar na pessoa errada... na época eu tinha a Nice como irmã, mas eu sabia q ela iria ficar brava comigo, q iria brigar comigo e talvez exigir q eu contasse a verdade pro Dono, então em vez de confiar na minha irmã e desabafar, acabei desabafando com uma sub (VENUS DO MESTRE SÁDICO) que na época parecia ser mto amiga... o terceiro erro estava cometido...

Contei tudo prá ela, chorei com ela todas as minhas inseguranças e tanto qto eu ela sabia da gravidade e da seriedade do q eu tinha feito, pedi segredo, e ela me prometeu q jamais contaria, me deu alguns conselhos e nunca mais falamos do assunto...

O tempo passou, a vida é imprevisível e as pessoas também... a vida nos leva por caminhos q não esperamos, assim como as pessoas fazem coisas q não temos como prever... essa minha “amiga” quase se tornou minha irmã... por razões pessoais não ficou, apesar de ter inclusive conhecido meu dono pessoalmente... e ter desejado mto ser dele... sempre teve meu apoio, e até meu incentivo pois eu realmente acreditava q era uma pessoa verdadeira, que merecia ser bem cuidada, e meu dono na época mantinha uma grande afeição por ela... entre várias tentativas de consolidar a relação, cheguei a considerá-la como minha irmã por uma semana, ou menos, não me lembro, mas por mais q ela se afeiçoasse ao meu dono, a idéia de ter irmãs de coleira não a agradava, e ela nos deixou...

Passaram-se alguns meses, e eu q já era membro da masmorra, com a mudança de endereço fui convidada a entrar pelo Mestre Sádico, q por sinal foi mto educado e gentil comigo, porém na mesma semana recebi um email de minha “quase ex-irmã” dizendo q eu não era bem vinda, eu a tinha excluído do meu Orkut e do meu MSN, pois achei q ela deu mtas esperanças e criou expectativas com meu dono, e isso me deixou chateada... nesse email ela argumentava q se eu a excluí, eu não deveria entrar na masmorra também...

Eu não levei o email mto a sério, me parecia engraçado, já q eu tinha sido convidada pelo Dono do site, e resolvi brincar com a situação, respondi dizendo q se eu não entrasse na masmorra quem me convidou deveria saber pq, e eu teria q explicar pq ela não agüentava me ver por lá... claro q eu não ia fazer isso, mas foi nisso q eu me surpreendi... (as vezes eu acho até q mereci) mas ao mesmo tempo, o q ela fez em seguida, foi cruel demais...

Ela respondeu com um email com cópia para o meu dono contando o Segredo q eu tinha confiado a ela a mais de um ano, em detalhes... qdo li akilo minha vista escureceu, meu chão sumiu... eu não conseguia pensar em mais nada...



DK manteve a calma, eu não sabia o q dizer, liguei prá ele desesperada, chorando, querendo ir pro rio no dia seguinte, mesmo estando cheia de compromissos no trabalho, minha vontade era largar tudo e ir encontrá-lo...

Eu não sabia qual seria a reação dele, poderia me tirar a coleira, na melhor das hipóteses me castigaria severamente... mas no telefone continuava com a mesma calma, com o mesmo tom de voz, e eu não sabia se isso era motivo prá me acalmar ou me desesperar mais... nos dias q se seguiram tive o apoio incondicional de três grandes amigas, minha irmã Stela a quem eu contei toda verdade, e me entendeu... minha madrinha, Jade de Dom Kali e minha eterna irmã Nice, que me perdoou por não ter confiado meu segredo a ela, mesmo reprovando o q eu fiz elas me entenderam, me ouviram e me apoiaram... por causa da tensão e da tristeza, tive alguns problemas de saúde... ou melhor todos os probleminhas de saúde que eu tinha se manifestaram e pioraram... Dom Kallus sempre atento ao q acontecia, antes de mais nada me disse q levaria em conta tudo que se passou neste tempo, que por várias vezes provei minha obediência e minha fidelidade e q por isso não tiraria a minha coleira, apesar de deixar claro que iria me castigar, afinal eu havia faltado com a verdade...

Eu mesma não me perdoava, e realmente achava q devia ser castigada... então ficou combinado entre nós que a primeira coisa que faríamos no encontro seguinte seria ter uma conversa séria e definitiva sobre o assunto, que em seguida eu seria castigada, e depois disso tudo seria esquecido...

Na verdade o castigo já havia começado, eu sentia a dor do arrependimento e a vergonha pelo que havia feito, somada ao receio de receber um castigo ao vivo, coisa inédita prá mim... geralmente DK aplicava os castigos em sessões virtuais... dizia que ficávamos mto pouco tempo juntos prá perder tempo com castigos... então nas sessões reais sempre havia spank, torturas de todos os modos, mas sempre por prazer... além do mais ele sempre diz q castiga com o q a gente mais teme, então torturas e spank não seriam exatamente castigos, pois ele mesmo nos ensinou a não temer e gostar prá agradá-lo...

Eu ficava imaginando como seria constrangedor o momento do castigo... se eu teria coragem de olhar prá ele, e o q ele me diria nesse momento... esse sofrimento prévio foi me martirizando e tornando essa espera mto angustiante, afinal ainda faltava mais de 20 dias prá encontrá-lo...

DK decidiu como iria me castigar... me encomendou um consolo maior dos que eu já tinha, com no mínimo 5 cm de largura por 17cm de cumprimento... nossa, só de pensar eu já tremia, pois podia prever como seria usado... eu não tinha coragem de argumentar com o Dono sobre o castigo, afinal na minha condição, eu só podia aceitar tudo q ele quisesse e ainda agradecer a chance de continuar com a minha coleira... mas ficava apavorada imaginando como ia ser, afinal só tinha perdido minha virgindade anal a 2 meses... percebendo meu medo DK fez questão de repetir várias vezes q jamais iria me machucar, brincava ainda, dizendo “vai doer, mas não vou te machucar”, e me perguntava da minha confiança cega nele, e realmente, essa assim q eu confiava, e isso me confortava um pouco...

Bom nas próximas postagens contarei como foi essa nossa conversa e como aconteceu o castigo... preciso agora apenas deixar três coisas claras: primeiro q eu acabei crescendo mto com a situação, reconhecer um erro grave me ajudou a exercitar minha humildade, reconhecer meus defeitos e minhas limitações e isso me tornou mais forte... Segundo, pude perceber q minha relação com Dom Kallus está ainda mais sólida, é fácil aceitar e até amar alguém q sempre foi boazinha, perfeitinha e obediente, mas amar a alguém q errou como eu errei é para poucos, e ver nos lábios dele q ainda me amava fez toda dor finalmente passar, por ultimo quero agradecer akela ex amiga, quase ex irmã, q em sua traição pode me fazer aprender com a vida, depois de tudo isso pude me reconstruir, me reencontrar, me conhecer, e conhecer meu dono, como ele mesmo diz, prá nós está morta e enterrada, que seja feliz nas escolhas que fizer, pois nós estamos mto felizes, mesmo que vc não queira, continuamos juntos, mais juntos q nunca.

domingo, 11 de abril de 2010

Apostando tudo...

DK e eu temos uma mania deliciosa, a gente vive apostando, quase tudo é motivo prá fazer uma aposta, rsrs... bom no mês de fevereiro eu ganhei, no mês de março eu perdi....

Bom, não vou entrar em detalhes sobre o que apostamos, na verdade essas envolviam algumas “figuras” que “quase” entraram nas nossas vidas, algumas nunca entraram, algumas nunca saíram, algumas saíram antes de entrar, o fato é q apostamos tentando prever o comportamento de algumas pessoas, como eu disse a primeira eu ganhei, a segunda eu perdi... e quem ganha pode pedir o que quiser, qualquer coisa, hunnnnnnn....

Bom, o dono já tem poder absoluto sobre mim, mas ele fala q é mais gostoso qdo sabe q vai poder mandar e eu não vou fazer nenhum charminho pq tenho q pagar uma aposta, rsrs...

Como eu ganhei em fevereiro, queria algo q me excita mto... DK é sempre mto discreto, mto comedido na rua, então eu queria algo q desafiasse ele, rsrs... um amasso na frente de alguém... no meio da rua... lógico q ele tem suas estratégias prá tudo... qdo estávamos indo pro escritório ele me falou q na hora q a gente fosse passar em frente a um certo bar (q sempre está cheio) queria q eu pegasse na mão dele no meu ombro com as duas mãos..., bom, acontece q na hora q eu peguei na mão dele a mão dele desceu pro meu peito direito, tinha uns 6 homens no bar, mas não dava prá eles verem, meu dono amassando meu peito, pegando com força, apertando meu biquinho.... bom, eles não viram meu dono pegar no meu peito, mas viram a minha cara de safada, pq realmente eu não pude, nem tentei disfarçar, minha excitação foi tanta, q sem perceber tirei a mão das mãos do dono, e a mão dele continuou apertando meu peito, até pararmos no semáforo... rsrs, foi excitante e mto engraçado... na volta ele completou o pagamento da aposta, pegando na minha bunda em plena rua, passando a mão discretamente embaixo do meu vestido, e enfiando um dos dedos no meu kuzinhoo.... estávamos numa avenida onde os carros passam em alta velocidade, então passavam do mesmo jeito, acho q sem perceber q ele fazia isso, enquanto eu tentava andar disfarçando rsrs... prá finalizar me deu um tapa caprichado na bunda no meio da rua, dakeles ardidos q ele sabe dar mto bem... como o tapa no rosto na despedida na frente do hotel já é de costume, não contei esse como parte da aposta.... mas gostei, foi bem paga...

Bom, prá terminar de falar das apostas, já vou emendar com a ultima sessão de março, onde eu é q paguei a aposta q eu perdi... bom, depois eu conto as outras sessões de março, rsrsrs...

Minha irmãzinha já tinha ido embora, e eu tava bem tristonha, além de estar sozinha, eu é q tiinha q arrumar as malas pois tb iria. Stela foi embora na quinta a noite, e eu iria na sexta... fiquei sondando do dono o q ele iria fazer na sessão dakele dia e ele respondeu q iria cobrar a aposta q eu tinha perdido... perguntei como, mas ele adora torturar a minha curiosidade e não quis me responder...

Lógico q eu não me conformei com isso, e continuei importunando dia inteiro, até q disfarçadamente disse q precisava arrumar as malas e queria saber o q ele iria usar na sessão e no hotel... ele disse q prá sessão seria spanking que queria a cane azul e a cane comum... e que pro hotel não precisava de nada, pois eu ia pagar a aposta com um anal bem gostoso...

Eu tinha que comprar algumas coisas na rua, e perguntei como ele queria q eu fosse, ele me mandou vestir um vestido sem sutiã, colocar uma calcinha enfiada bem fundo e meu plug anal, eu devia ir fazer tudo q tinha q fazer na rua, almoçar assim, e tirar só qdo voltasse pro hotel... isso Tb já era parte do pgto da minha aposta... nossa, comecei a pensar em todo trajeto q eu tinha q percorrer... seria literalmente “duro” passar por akilo...

Me arrumei e saí, tão transtornada com a dor e desconforto q acabei comprando um pen drive de 2G pelo preço de um de 4G só pq estava sem paciência de atravessar a rua, comi num restaurante onde costumava freqüentar junto com a Nice, nessa hora me senti um pouco sozinha, queria q stela ou Nice estivessem ali comigo... qdo estamos acompanhadas geralmente fica mais fácil... mas...

Fui pro shoping do Méier, quase sem agüentar andar... cheguei ir ao banheiro, retirar o plug, eu sabia q se eu retirasse o dono não iria brigar, pq sabe q eu tentei o máximo q pude, porém, ele Tb poderia pensar q eu estava sensível demais, e isso poderia me geral alguns prejuízos, pq ele iria me poupar e eu deixaria de crescer em coisas q preciso superar... depois de pensar um minuto no banheiro, coloquei o plug no lugar novamente, encaixei a calcinha firme prá segurar, e fui fazer minhas compras... bom e continuou doendo é claro...

Já cheguei quase na hora do dono sair do trabalho, cumprimentei ele no MSN, contei das dificuldades prá suportar o plug, e como já era de se esperar ele disse q eu poderia ter tirado, já q não estava suportando... contei meus motivos, disse inclusive q pensei q se eu tirasse o plug talvez ele desistisse de fazer anal comigo, achando q eu Tb não ia agüentar... porém ele riu, e brincou: “eu não ia te poupar, você vai me pagar a aposta com seu cuzinho”...

Meu dono saiu do trabalho prá vir pro hotel me encontrar, nossa, e eu comecei a ficar nervosa, ansiosa, não sou mais virgem, mas sempre fica akela insegurança, se a dor vai ser a mesma, se dessa vez vou sentir prazer, sei lá, é uma situação de pura exposição, a gente fica totalmente indefesa e dá a impressão de q não há como reagir se quiser parar, nossa, nem imagino como me sentiria se algum dia tivesse q fazer anal a força, deve ser horrível...

Bom não deu prá pensar em mta coisa, tomei meu banho, o dono me mandou esperar nua, na porta, passei um creme no corpo, um perfume, deixei a camisinha e o KY em um local visível, e fiquei esperando... olhar para as malas feitas sempre me deixa melancólica...

liguei meu not com as musicas q DK gosta, apaguei as luzes, e fiquei por um tempo quietinha na cama, pensando na saudade q eu ia sentir... nesse instante, não senti nem a ansiedade, nem o medo, senti uma tristeza profunda por causa de todas estas despedidas... fechei os olhos como se já estivesse dentro do ônibus prá ir embora, e fiquei ali, pensando nesse destino de ver tantas paisagens, viajar 16 horas, na verdade 32 contando tudo... como se a vida estivesse me arrancando das raízes e me plantando num solo estranho... deixar minha casa, me mudar pro rio parece um sonho meio surreal, mas é um sonho... porém despedidas sempre haverão, essa é a minha realidade... assim como é real todo esse emaranhado de sentimentos q eu tenho... assim como era real a presença do DK ainda naquela noite, e o fato dele ainda estar prá chegar acalmou meu coração... qdo a campainha tocou lembrei q eu estava sentindo saudade antes da hora... corri nua prá porta e abri...

ele estava com um sorriso lindo, meio sádico, mas lindo... estranhou as luzes apagadas, mas eu disse q estava cochilando, ascendi as luzes, fiz os cumprimentos, ele se deitou, eu tirei suas roupas e fomos nos beijando... ele então olhou prá mim e me mandou pegar a camisinha... me levantei e peguei a camisinha e o KY...

dessa vez não houve prévia, ele apenas riu e me disse, bem vc me deve uma aposta... e me fez sinal prá ficar na posição na frente dele, ajeitei os travesseiros na cabeceira da cama, meio q tentando sentir minhas pernas, eu estava com um pouquinho de medo...

fiquei de quatro na frente dele com os ombros e a cabeça colados ao travesseiro, senti os dedos dele passarem o KY em mim, e percebi pela ereção que ele estava mto excitado, seu pênis estava mto grosso, latejando, e dessa vez não teve nenhuma brincadeirinha antes prá relaxar... colocou o pênis na entrada do meu kkuzinho, me segurou pelos quadris e forçou...

nossa, essa dor inicial é mto forte, e por instinto comecei a me esquivar, mas senti suas mãos segurarem forte na minha cintura, me fazendo voltar a posição inicial, sem recuar nem um centímetro, firmei os joelhos na cama, segurei nos lençóis, mordi o travesseiro, e pressionei o corpo em direção ao dele, ajudando a penetração...

a dor se intensificou, senti meus músculos tensos, e minhas entranhas se abrindo, num ardor inexplicável, qdo percebeu q já tinha penetrado tudo q podia, meu Senhor começou a dar estocadas fortes e rápidas, e foi então que o prazer começou prá mim... sem perceber meu corpo foi se mexendo nakele ritmo, a excitação e o prazer me levaram ao delírio, eu gemia e falava pequenas indecências, baixinho, mas meu dono ouviu, rsrsrs... depois me virou de lado, e continuou penetrando, segurando minha perna esquerda, enfiava fundo, dessa vez sim, usou meu cuzinho até cansar, na verdade, nem sei se ele cansou, só sei q parou olhando prá mim assustado, preocupado pq eu estava sem cor nos lábios, totalmente desfalecida de tanto gozar, e ainda pedindo mais, rsrsrs, disse q tinha q parar, pq pelo jeito eu estava prestes a ter um ataque, kkkkkkkkkkkkkk....

depois disso nos deitamos e ficamos juntinhos um tempo, abraçados, acho q os dois pensando na despedida, mas sem falar mto... nos beijamos bastante, ele sempre me fazendo carinho... tomamos banho, comemos juntos e fomos pro escritório prá sessão...

essa sessão foi particularmente especial pq adoro spanking, e nesse dia o dono Tb tava cheio de vontade, começou usando a cane, depois a cane azul, e depois me deu algumas palmadas q ficaram lindas Tb... fui embora já cheia de saudade, apesar de saber q nossas próximas sessões vão demorar a chegar, sinto que DK está aki, perto, presente, marcando minha pele, minha vida, meus dias... sinto ele, vejo ele nos lugares q eu vou, de repente percebo q ele está ali sim, mas não está comigo, está em mim... gravado em mim, é parte de mim... por isso as vezes falo como ele fala, rsrs, e acabo agindo como ele age, estou impregnada com sua essência, portanto, apesar de toda saudade, sei q está aki, e eu vou me preparando pras nossos próximas apostas q serão bem pesadas, mas igualmente divertidas, ansiosa pelo dia em q voltaremos a nos ver... dia 26 de abril, mais precisamente, está quase... até lá...



TE AMO MAIS QUE TUDO, sua cadelinha, {eliz}_DK

Desenhando o "K"

Sempre comento que com o passar do tempo, a escrava vai se moldando às vontades do Dono... a primeira coisa q identifiquei de DK em mim foi o fascínio pelas marcas... a necessidade de ficar marcada, especialmente qdo estou prá ir embora, a vontade de gravar os momentos na pele, de tê-lo gravado em mim, de ver as sensações tomarem forma... a dor, a autoridade, o poder dele sobre mim marcarem meu corpo, como se ele pudesse se tornar parte de mim, e por nossa semelhança, afinidade e cumplicidade, vou Tb me tornando parte dele...

Desse modo já desenhamos o K na minha pele de várias maneiras... me sentir marcada com a letra dele é como ganhar o título de propriedade, é lembrar, como tantas vezes ele repete ao meu ouvido “VOCÊ ME PERTENCE”, sabendo o prazer q ouvir isso me dá, e o poder que estas palavras tem de curar todos os meus conflitos...

Neste mês de fevereiro fui marcada de algumas formas diferentes, uma das formas foi a de agulha q eu já relatei, além dessas adorei desenhar o K nos seios com os prendedores de metal, eles queimam e doem bastante, mas adoro os prendedores, me excitam mto, especialmente pq tenho uma sensibilidade incrível nos seios, sendo q a tortura nos mamilos é quase capaz de me levar ao orgasmo... difícil foi suportar as velas, não sei explicar, já fui bem resistente a elas, mas ultimamente sinto q doem mais q o normal, não consegui ficar quieta, por isso o K saiu do desenho normal, DK brigava comigo prá ficar quieta, mas cada pingo q queimava a pele me fazia recuar um pouco... mesmo q não tenha ficado perfeito, foi um momento mto gostoso....

Porém a melhor parte dessas marcas foram as permanentes, feitas com a ponta de um lápis comum, bom, não posso mentir, dói bastante, nas duas vezes q DK me marcou, eu grudei nele, tentando suportar a dor, valeu a pena, pois as marcas ficaram lindas, apesar de doer depois Tb, adorei, pois ficou uma cicatriz permanente... inspirou alguns cuidados depois, tive q passar mertiolate e uma pomadinha cicatrizante (neomicina) prá não inflamar, afinal poderia estragar o desenho, rsrsrs... adorei o resultado, e recomendo... minha irmã stelinha já providenciou a dela...

Me sentir marcada, me sentir propriedade sua meu SENHOR, me faz a escrava mais feliz do mundo, me lembra q tenho dono, que sou sua por escolha minha, e q não escolhi servi-lo por falta de opção, escolhi pq senti q eu já estava destinada a ser SUA e não seria feliz aos pés de mais ninnguém... ser marcada pelo Senhor, me lembra q meu corpo te pertence, e com tudo q eu sou estou diante do Senhor para fazer as suas vontades, não as minhas...

Sendo sua, sinto q naturalmente vou me deixando moldar, e o Senhor com sua autoridade vai despertando novos instintos, cultivando as minhas qualidades, corrigindo meus defeitos, aparando minhas arestas, me ensinando, castigando, advertindo, acariciando, me fazendo encontrar meu lugar aos seus pés, de onde não quero sair jamais...

Obrigada Senhor meu Dono por me deixar ser sua, por aceitar meus defeitos, perdoar meus erros... sei q o único valor q eu tenho, é o valor q o Senhor me dá... sei q tudo q me tornei capaz de fazer e suportar foi pq o Senhor me deu confiança e segurança suficiente prá isso... sei q a obediência q hj sou capaz de dedicar ao Senhor Tb é mérito seu, fruto do domínio e da autoridade q sempre teve sobre mim... sei q me aceita, q me quer, sei q minha entrega aos teus pés é vista com os olhos de alguém q sabe q consegue transformar ferro em ouro...
É dessa forma q me entrego, não sou nada, não sou ninguém, mas o Senhor, é tudo prá mim... e sendo sua, marcada como sua propriedade, me torno tudo q eu sonhei ser...

TE AMO MAIS Q TUDO, SUA {eliz}_DK

domingo, 4 de abril de 2010

As agulhas, o medo e a dor...

O medo é um estado de espírito, domina a nossa mente, e as vezes não nos deixa ver as coisas com racionalidade... O medo das agulhas sempre foi assim, sempre via fotos com agulhas cravadas, ou até passadas apenas sob a pele, mas só por ser agulhas eu já entrava em pânico...


Qdo me entreguei a DK perguntei se costumava usar agulhas, como sempre ele disse q tudo tem seu tempo, que não iria prometer q nunca iria usar, mas que não pretendia por enquanto...

Esse medo com o tempo se transformou em desafio, e no meu aniversário de um ano DK e eu começamos a listar todos os desafios que deveriam ser superados, bom, as agulhas entraram na lista, ainda q o medo persistisse eu deveria ao menos tentar...

DK me deu ordens para compras as agulhas, eu poderia escolher agulhas mais finas, inclusive de insulina, porém, ele é quem decidiria como e onde iria usá-las...

Qdo perguntei onde seria, pensava q ele iria escolher nos seios, mas na pele, e logo ele me disse q o bico do peito era o local preferido... isso me fez gelar, os mamilos são durinhos, e eu já imaginava a agulha estalando prá entrar, imaginava a dor, o pânico, nossa, realmente não conseguia pensar como isso iria acontecer...

Comprei as agulhas, como as seringas da de insulina são mto compridas tive q cortar, preparar as agulhas, foi estranho, só de olhar prá elas eu suava frio...... preparei um estojinho só prá elas, tb preparei algodão, álcool, toalha de papel, metiolate e pomada cicatrizante. Coloquei na mala, tentando arrumar coragem prá enfrentar a situação...

Conversei com DK sobre o medo q eu estava sentindo, como sempre ele perguntou: “você confia em mim¿”, respondi q sim sem pensar, então ele continuou: “então fica tranqüila, vai ser um momento gostoso, vou adorar ver você com medo e com dor, mas você vai ver q é mais forte do que pensa, vai conseguir, com certeza”...

Bom, depois disso, tive que encarar a possibilidade de usar as agulhas como um fato real, ia acontecer, e tínhamos dia e hora marcados prá isso...

DK me mandou separar o estojinho de agulhas e o material de curativos prá sessão, meu coração já acelerou... na hora de começar, me mandou tirar o vestido e pegar as agulhas, levantei sentindo q o chão tava sumindo, foi nessa hora q vivi a contradição entre o medo e a confiança, mesmo tremendo, suando e sentindo as pernas bambas, entreguei a ele as agulhas, me sentei na cadeira em sua frente, fechei os olhos, e deixei meus seios a disposição prá q ele começasse...

Segurei no jeans de sua calça, respirando fundo, pensando q agora minha confiança tinha q ser maior q o medo, q eu devia isso a ele, e q como sempre ele sabia o q estava fazendo e q não iria me machucar, era apenas uma forma de me mostrar que eu podia vencer mais um limite... Senti sua mão tateando minha pele, escolhendo onde ia começar, mas não me atrevia a olhar, permaneci de olhos fechados até sentir q a primeira já havia sido colocada...

O medo era maior do que a dor da perfuração da pele, fui sentindo apenas a picada, e o queimorzinho na hora q ela ia entrando, olhei pros olhos dele, e ele sorria percebendo a luta interna q eu havia travado, e pelo jeito estava feliz pois mais uma vez era ele q estava ganhando a luta dentro de mim, começou a me falar de como era simples, ele estava colocando as agulhas apenas sob a pele, pegando o mínimo de pele possível, apenas para q eu perdesse o medo...

Realmente fui me soltando, perdendo um pouco do medo, e ele aproveitou para usar a criatividade, e desenhar em mim, rsrs... claro, q algumas doeram mais q outras, mas já senti dores bem mais fortes... era totalmente suportável... depois de desenhar bastante, ele partiu então para o bico, aiai...

Ficar parada ali na frente dele, era mto difícil, sempre achei q nesse momento eu fosse tentar fugir ou me esquivar, ou ainda tentar pedir para q não fizesse isso comigo, mas, fechei novamente os olhos, e fiquei esperando a dor... senti os dedos segurando meu mamilo, felizmente ele escolheu uma de insulina, bem menor e mais fina, senti a ardência da agulha perfurando a pele, apesar de parecer estar cravada, pegou apenas a pele do mamilo, doeu bastante, mas nada q fosse impossível suportar, finalmente eu tinha superado essa etapa... mas...

Em uma conversa mais tarde, DK me disse q agora podemos começar a testar as agulhas em outros lugares, já estava pensando em desenhar com elas em minhas costas, braços, mãos, pernas, pés e bumbum...

Bom, se consegui ver q o medo fazia a dor parecer tão grande, em contrapartida percebo q o medo do novo continua, medo das sensações q eu não conheço, medo do q ainda não experimentei, medo de não conseguir suportar, medo de ser covarde, me preparo para as novas experiências q virão nas sessões do mês de abril, ainda com medo, mas com a certeza de q minha confiança em meu Dono está acima de qualquer coisa, e q dessa forma sou capaz de suportar tudo, para provar a ele q minha entrega é incondicional e irrestrita... me entrego, tremendo, suando frio, com medo, (rsrs) mas de olhos fechados, pq sei que sou sua, tenho dono e ele tem todo poder sobre mim, minha confiança é cega, e eu totalmente entregue, só penso em olhar mais uma vez e ver o sorriso orgulhoso do meu dono, nakeles olhos, me dominando e conquistando tudo que quer de mim...

MÉTODO DOM KALLUS DE ADESTRAMENTO: 2ª Parte...

Na primeira parte contei das várias formas q DK usou prá me fazer gozar, mas faltaram algumas, rsrsrs, por isso fiz a parte 2, kkkkk.... prá ser justa, já q comecei a contar, tenho q contar tudo né, rsrs... tenho certeza q os leitores concordam comigo, bom, então vamos...

Além das várias maneiras q eu já contei, faltaram os orgasmos do ultimo dia, além do mais toda vez q eu falar em orgasmo vai ser no plural, pq sempre é mais de um, rsrsrs....

- após os cumprimentos o Dono me pegou pelos braços me deitou nos pés da cama, e se ajoelhou em cima de mim, prendendo meus braços com as suas pernas, geralmente ele usa essa posição prá me fazer chupar e me dar bofetadas ao mesmo tempo, é mto gostso pq fico totalmente imobilizada, e eu adoro me sentir entregue assim, porém nesse dia, ele me fez chupar, mas não foi no meu rosto q ele bateu... colocou o pênis na minha boca, pressionando-o na minha garganta, virou o tronco para trás, deu um tapa na minha coxa, é sempre o sinal prá eu abrir as pernas, abri então as pernas, e ele começou a dar tapas fortes na minha vagina, nossa, como tem a mão pesada... fazia questão de bater em cima do meu clitóris e alternava a força me fazendo chupá-lo no mesmo ritmo das palmadas... na medida q o ardor tomou conta da minha vagina, e meu clitóris começou a doer, comecei a sentir um prazer aliado a dor, eu gemia, sentia a dor aumentar, mas não queria q parasse, demonstrava isso abrindo ainda mais as pernas e arqueando meu corpo para frente de maneira q eu estivesse ainda mais entregue, qto mais eu gemia, mais ele batia, e mais sentia sua ereção em minha boca, sugava como q para diminuir a dor, e ao mesmo tempo desejava mais, e entre os tapas fortes e ardidos nelazinha e no meu grelinho, gozei pela primeira vez nakela noite...

- Era dia de ir embora, mas meu dono não me deu nem tempo de pensar em tristeza, me pôs deitada agora na cabeceira da cama, de barriga prá cima pegou o vibrador e começou a me excitar novamente...primeiro penetrou com o pênis na minha vagina, começou a impulsionar dentro de mim, e colocou o vibrador ligado no meu clitóris, fazia tudo bem devagar, mas como eu tinha acabado de gozar era como se fosse uma tortura prá mim... senti minha vagina arder, ele estava penetrando o vibrador junto com o pênis, doía, mas era mto bom, e foi forçando os dois dentro de mim, devagar, até me ver começar a gemer já quase gozando novamente, aumentou a força e a velocidade das estocadas e eu gozei mto forte, quase me desfalecendo sobre a cama... achei q ele ia parar por ali, aiai, estava enganada...

Antes q eu pudesse descansar, apenas mudou a forma de me penetrar e começou de novo... enfiou o vibrador ligado, bem fundo, na minha vagina, e com o pênis foi penetrando meu anus, nossa, eu já estava extasiada, mas a penetração anal me fez embarcar novamente em uma onda de excitação descontrolada, voltei a gemer, suava e me contorcia, novamente ele começou devagar, segurando o vibrador dentro da minha vagina, dava estocadas fortes e lentas no meu kuzinho, e sorria a cada gemido q eu soltava, comecei a deixar a dor tomar conta, e meus músculos foram relaxando, não tem como lutar contra, apesar do corpo se contrair nessas horas, a força dele, e o meu tesão são mais fortes, aos poucos fui me deixando levar pelo prazer, meu cuzinho foi se abrindo, só então ele aumentou a velocidade da penetração, mexendo tb o vibrador dentro de mim, nossa, tive um orgasmo alucinado, meu corpo inteiro tremia, eu me agarrei ao lençol, sentindo tudo se contrair, enquanto isso olhei prá ele, e percebi q olhava prá mim, sorrindo, extasiado com a cena, adora nos ver gozar desvairadamente, adora sentir nosso corpo se contorcer de prazer em suas mãos, adora ver nossa temperatura mudar, a cor da pele desfalecer, até nos amolecer de tanto prazer... e como sempre, só me largou na cama, qdo percebeu q eu não tinha mais condição de gozar, rsrsrs....

Era dia de partida, e nesses dias um tempo é sempre dedicado ao carinho, a ternura, e a escuta... ele se deitou do meu lado sorrindo, enquanto eu ainda tentava voltar a respirar, ofegante, cansada e feliz, rsrsrs... foi fazendo carinhos no meus rosto, passando a pontinha dos dedos no meu corpo, nas coxas, na barriga, na vagina, me fazendo arrepiar e ao mesmo tempo me fazendo acalmar... sabia q eu já estava pensando na partida, e estava calado olhando prá mim, como sempre, esperando q eu dissesse tudo q afligia meu coração, prá depois derrubar meus argumentos um a um, e me mostrar q não há motivos prá sofrer, pois o q temos é sólido, bom e precioso, apesar da saudade, e da distancia, estamos sempre juntos, apesar de todas as dificuldades temos o q é mais importante, a nossa cumplicidade, e nela a certeza de q tudo isso, apesar de parecer um sonho, é real...

Nos encontramos, nos descobrimos e nos conhecemos, a cada dia, a cada dia estamos mais juntos, e portanto, mais felizes...

Sangrandoo

Escrevo esta postagem no feriado da semana santa, é contraditório tudo q estou sentindo...



Apesar de não haver nada que possa abalar minha opção, e apesar de saber q meu Dono me aceita mesmo com todos os meus erros e defeitos, sinto q meus sonhos são preciosos demais, e de tão preciosos parecem frágeis, como uma peça de cristal em meio a um tiroteio, como se o chão estivesse prestes a desaparecer diante dos meus olhos, como se eu estivesse caminhando nas nuvens em um sonho, mas lá do alto sou capaz de ver um enorme precipício sob meus pés, q poderá me engolir a qualquer momento...


Meu coração se sente cansado, as noites estão escuras, estou sozinha, sinto como se estivesse perdida em uma grande jornada, e cada dia q sobrevivo é um dia mais perto de voltar...

Lembro de uma poesia q falava em “sangrar de bom grado”, e é exatamente assim q me sinto, sangrando por opção... tento entender tudo q se passa dentro de mim, pois apesar de tudo isso não lamento, não penso em fugir, é como sentir uma dor e ser grata por ela... sofro, e mesmo sangrando me sinto feliz por ter tantos motivos prá continuar minha jornada...


Fico me perguntando pq tudo isso se passa dentro de mim... não, não estou me sentindo ameaçada, meus sonhos são frágeis, mas tudo q vivo e descrevo é totalmente real, assim como são reais as palavras e gestos de afeto do meu dono, de onde vem então todo esse medo¿ simples, da saudade... portanto, vou sangrar de bom grado, até q esta dor possa se curar ao olhar akeles olhos sorrindo prá mim novamente.


~ O Amor ~

~ Gibran Kahlil Gibran ~



Então, Almitra disse: “Fala-nos do amor.”

E ele ergueu a fronte e olhou para a multidão,

e um silêncio caiu sobre todos, e com uma voz forte, disse:



Quando o amor vos chamar, segui-o,

Embora seus caminhos sejam agrestes e escarpados;

E quando ele vos envolver com suas asas, cedei-lhe,

Embora a espada oculta na sua plumagem possa ferir-vos;

E quando ele vos falar, acreditai nele,

Embora sua voz possa despedaçar vossos sonhos

Como o vento devasta o jardim.

Pois, da mesma forma que o amor vos coroa,

Assim ele vos crucifica.

E da mesma forma que contribui para vosso crescimento,

Trabalha para vossa queda.

E da mesma forma que alcança vossa altura

E acaricia vossos ramos mais tenros que se embalam ao sol,

Assim também desce até vossas raízes

E as sacode no seu apego à terra.

Como feixes de trigo, ele vos aperta junto ao seu coração.

Ele vos debulha para expor vossa nudez.

Ele vos peneira para libertar-vos das palhas.

Ele vos mói até a extrema brancura.

Ele vos amassa até que vos torneis maleáveis.

Então, ele vos leva ao fogo sagrado e vos transforma

No pão místico do banquete divino.

Todas essas coisas, o amor operará em vós

Para que conheçais os segredos de vossos corações

E, com esse conhecimento,

Vos convertais no pão místico do banquete divino.

Todavia, se no vosso temor,

rocurardes somente a paz do amor e o gozo do amor,

Então seria melhor para vós que cobrísseis vossa nudez

E abandonásseis a eira do amor,

Para entrar num mundo sem estações,

Onde rireis, mas não todos os vossos risos,

E chorareis, mas não todas as vossas lágrimas.

O amor nada dá senão de si próprio

E nada recebe senão de si próprio.

O amor não possui, nem se deixa possuir.

Porque o amor basta-se a si mesmo.

Quando um de vós ama, que não diga:

“Deus está no meu coração”,

Mas que diga antes:

"Eu estou no coração de Deus”.

E não imagineis que possais dirigir o curso do amor,

Pois o amor, se vos achar dignos,

Determinará ele próprio o vosso curso.

O amor não tem outro desejo

Senão o de atingir a sua plenitude.

Se, contudo, amardes e precisardes ter desejos,

Sejam estes os vossos desejos:

De vos diluirdes no amor e serdes como um riacho

Que canta sua melodia para a noite;

De conhecerdes a dor de sentir ternura demasiada;

De ficardes feridos por vossa própria compreensão do amor

E de sangrardes de boa vontade e com alegria;

De acordardes na aurora com o coração alado

E agradecerdes por um novo dia de amor;

De descansardes ao meio-dia

E meditardes sobre o êxtase do amor;

De voltardes para casa à noite com gratidão;

E de adormecerdes com uma prece no coração para o bem-amado,

E nos lábios uma canção de bem-aventurança.


domingo, 21 de março de 2010

Método DOM KALLUS de Adestramento:

1ª Parte: As várias formas de fazer uma escrava gozar rsrs

Li uma vez em um site do meio, acho q do Mestre JSM, q não há maneira melhor pra dominar uma escrava do q pela libido, na época, fiquei pensando se isso era verdade, se o desejo sexual tinha tanto poder de convencimento, afinal, eu acreditava q meu dono dominava a minha mente, meu coração, e q minha submissão só tinha relação com meus sentimentos, não conseguia entender q meus instintos também me arrastavam pra ele, apesar de perceber q em suas mãos eu sempre gozei bem mais rápido e intensamente, não percebia o fato de q o prazer sexual q ele me proporciona está intimamente ligado a minha pertença incondicional a ele.
Até q passei uma semana inteira gozando das mais variadas formas possível e imagináveis... DK só me soltava qdo tinha certeza de q eu já não agüentava mais gozar, e q meu corpo tinha atingido o êxtase absoluto... aki vou tentar descrever algumas destas formas, mesmo sabendo q alguns aspectos são indescritíveis, inexplicáveis, mas mesmo assim vou tentar... porém vou contar os modos q Ele usou pra me fazer gozar não pretendo contar qtos orgasmos tive, eu desisti de contar faz tempo, rsrsrs....

1 – DK chegou, fiz os cumprimentos, ele me beijou, me pegou forte pela garganta e me conduziu pra janela ainda aberta, estávamos no segundo andar, começou a me tocar, apertar meus seios, morder minha nuca, e todo o seu corpo imprensava o meu contra a janela, eu gemia alto sem me importar se quem passava na rua poderia ouvir meus gemidos, foi então que lê enterrou um dos dedos no meu kuzinho, fazendo movimentos de vai e vem, continuando mordendo, apertando, além de ir cada vez mais fundo dentro de mim, até sentir q todo meu corpo estremecia num orgasmo intenso e descontrolado, então passou para o segundo ato...

2 – me pegou pelo cabelo, me deitou no chão, abriu a calça e penetrou minha vagina sem nenhum cuidado... começou a movimentar e enquanto isso dobrou uma das pernas para q pudesse conseguir pisar meu rosto com a outro, sentia seu pé pressionar meu rosto, seus dedos entrando na minha boca, pisando meus olhos, adooooro ser pisada, imagina ser penetrada e pisada ao mesmo tempo, então gozei novamente....

3 – sem me soltar e lembrando q eu tb adoro bofetadas, meu Senhor, mudou de posição, levantou minhas pernas, recomeçou a penetração e começou a dar tapas e mais tapas no meu rosto, lembro q ele sempre me manda olhar pra ele qdo está me batendo assim, e eu tentava olhar, apesar de q o impacto das bofetadas tornavam essa tarefa quase impossível, ele batia com mta força, q eu chegava a sentir a pressão na mandíbula como se ela fosse sair do lugar, rsrsrs, claro q não ia, era só impressão, de vez em qdo ele parava e me mandava pedir, eu quase não respirava, falava com a voz ofegante: “bate Senhor...” e voltava a receber mais e mais bofetadas enquanto ele me penetrava forte e violentamente, e assim gozei mais uma vez....

4 – pode até parecer um conto, mas não é não, rsrsrs, eu vivi isso sim, hunnnnn.... na mesma posição, sentiu q eu tinha gozado, e teve mais uma idéia, rsrs... continuou penetrando e me pegou pelo pescoço assim q sentiu mais um orgasmo vindo..... hunnnn, adorooooooo asfixia, em qualquer posição, a qualquer momento, adoro me sentir absolutamente nas mãos dele, e não me importo de sentir o ar acabando, mas durante o orgasmo, nooooooossa, é mto bom, é como se o corpo todo pulsasse num orgasmo único, sinto o corpo relaxar, mas penetração continua...

5 – sinto seu pênis ainda presente, indo e voltando dentro de mim, as vezes devagar, as vezes com movimentos mais fortes e bruscos, vejo no olhar dele akele prazer de me ver totalmente entregue ao momento, ao prazer e as suas vontades, toca meu clitóris, aperta meus seios, bate neles, e continua penetrando, até sentir q vou gozar novamente, então volta a me asfixiar com uma das mãos, porém agora me dá bofetadas com a outra, e assim tive mais um orgasmo, sendo asfixiada e levando bofetadas ao mesmo tempo, aiai, nem tem como explicar o q eu senti, só provando, eu recomendo, rsrsrs...

6 – no outro dia logo após os cumprimentos mais uma seqüência deliciosa de orgasmos, ele me deitou na cama sem falar nada, e começou a passar a língua no meu clitóris, sem pressa, sem pressão, sem apertar, apenas tocar de leve, aiai, não demorou mto né, era incrível a sensação de prazer, akele toque gentil e cheio de cuidados, minha vontade ser penetrada foi crescendo de novo, aiai...

7 – porém, em vez de me penetrar, se deitou em cima de mim, em forma de 69, e começamos a nos chupar e estimular mutuamente, agora ele me tocava com um pouco mais de voracidade, como se estivesse me ordenando gozar de novo, enfiava os dedos na minha vagina, e sugava como se quisesse arrancar meu clitóris, minhas pernas tremiam, e meu corpo se encheu de espasmos, mais um orgasmo a caminho, e eu não tinha nem como me contorcer pois seu corpo imobilizava o meu, e assim eu gozei novamente...

8 – a vontade de ser penetrada aumentou ainda mais, minha vagina pulsava, e ele percebia q eu não conseguia me controlar, me jogou de 4 na cama, e qdo achei q teria meu desejo satisfeito, penetrou meu kuzinho com um dos dedos, pressionando por dentro o canal vaginal, não já como explicar a sensação de ardor misturada ao tesão e isso me fez gozar novamente...

9 – só então penetrou minha vagina puxando meus braços para trás fazendo com q eu me apoiasse só nos ombros e me pisando o rosto, eu respirava com dificuldade, a pressão da penetração na minha vagina era mto forte, ele dava estocadas q poderia até me derrubar se não estivesse me segurando tão forte, me senti totalmente tomada, uma cadela no cio, gozando como um cadela goza, asfixiada, pisada, de quatro, sem conseguir emitir qualquer som, ou fazer qualquer movimento, apenas servia ao meu dono como a puta q ele vive dizendo q eu sou, começou a dar tapas fortes na minha bunda, e então me senti completa, completamente dominada, não havia nenhuma forma de sentir mais prazer, e ele percebeu q eu estava amolecendo sobre a cama, extasiada, cansada de tanto gozar, e já não agüentava mais nada, precisava do seu colo... se deitou ao meu lado sorrindo, dizendo q eu estava a ponto de desmaiar, me estendeu o braço e me puxou para si, me acolhendo até q meu coração de acalmasse e q meu corpo pudesse sossegar... ficamos ali trocando beijinhos até q eu tivesse pernas pra ir pro banho...

10 – no mesmo dia mais tarde, estávamos no escritório do dono, e enquanto teclava com uma amiga, ele me tomou novamente, me puxou pra levantar, mas me mandou continuar teclando, e eu fui contando prá ela o q ele estava fazendo, me ordenou q não parasse de teclar, me pôs debruçada sobre o encosto da cadeira e me penetrou novamente, dando fortes estocadas... eu não conseguia pensar, nem tc, rsrs, queria me concentrar no q ele estava fazendo, e ele me dava pequenos tapas na bunda, mandando q eu me concentrasse na conversa, e ria do meu descontrole na tentativa de entender do q mesmo estávamos falando, rsrsrs....

Ao final deste orgasmo meu Dono fez uma coisa q eu já desejava experimentar a tempos, sentindo q tb estava gozando retirou a camisinha, gozou na própria mão e pôs sua cadelinha pra lamber... nossa, sempre tive isso como uma fantasia, uma cadelinha lambendo a mão do dono, se alimentando com seu alimento favorito, o gozo do dono... me abaixei e lambi tudinho sem desperdiçar nada, deixando sua mão limpinha, claro q eu me lambuzei um pouco, especialmente os lábios e o queixo, e ele se divertiu vendo como sou desajeitada, e ao mesmo tempo fascinada por cenas assim, qto mais humilhantes, mais prazer eu sinto, nossa, e o gozo do meu dono realmente é uma delícia, talvez seja psicológico, mas adoro o sabor, rsrs...

Bom estes foram apenas os dois primeiros dias do mês de fevereiro, e só falei dos meus orgasmos, as sessões tiveram mto mais do q isso, mas por enquanto é só... prometo não sumir de novo, tenho mto ainda pra contar, um beijo a todos e até mais..