Mostrando postagens com marcador fisting. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fisting. Mostrar todas as postagens

domingo, 28 de outubro de 2012

Não... não sou livre... e nem quero ser!


Hoje vou compartilhar com vocês o que vivi na quarta feira dia 11 de julho, terceira noite da semana q passei com o dono... Na terça eu tinha recebido uma amiga, foi o que contei na ultima postagem... na quarta ela tinha compromissos pessoais, então nos despedimos cedo, e ela foi embora já com a intensão de voltar na quinta prá ficar o restante da semana com a gente.

Eu tinha uma programação intensa para o dia, então não me demorei na cama... organizei o quarto, guardando o kit para que as arrumadeiras do hotel pudessem fazer a limpeza... imaginem o q elas pensariam se fossem arrumar o quarto e se deparassem com o kit exposto sobre o sofá, rssss... bom, poderiam me achar uma doida, ou poderiam querer esperimentar, tudo é possivel, rsss....


Arrumei todas as minhas coisas, e me arrumei, ia encontrar o dono... almoçaríamos juntos e depois iríamos dar umas voltas pelo centro atrás de um livro q eu precisava para o meu trabalho...

Encontrar o dono sempre me deixa nervosa, sobretudo ao dia, fora da nossa rotina...a gente sempre acha q não tem o q vestir na ocasião, nada tá bom, coisa de mulher mesmo, rssss.

cheguei ao centro no horário combinado, liguei pro dono e avisei q ja estava esperando, e em poucos minutos ele chegou e fomos a um restaurante perto do seu trabalho... é engraçado, pena q não posso almoçar sempre com ele, pois, estar com ele me deixa sem fome, rssssss.... é incrivel, seria fácil fazer dieta, rsssss

terminado o almoço, fomos prá rua, eu estava radiante de felicidade, pois finalmente o dono me permitiu lhe dar um presente, coisa mto rara neses quase 4 anos de convivência, ele nunca aceita nada... com muita insistência permitiu q eu lhe desse um sapato... e eu no meu íntimo já fantasiava como seria a escolha, rssss...

Já sabia q marca e modelo procurar, e qdo entrávamos na loja eu nem me sentava, na vdd, em segredo havia planejado eu mesmo me ajoelhar para lhe calçar qtos sapatos fossem preciso até achar o certo, porém, infelizmente não conseguimos achar o q procurávamos... eu fiquei bem frustrada, por outro lado, ele percebeu o q eu planejava fazer e ficou sorrindo e me dizendo q a intensão ja valia, e q teríamos outras oportunidades, isso me consolou um pouco...

fomos em busca do livro q eu precisava, andamos bastante, em várias livrarias e nada, no fundo eu nem liguei... melhor era não achar mesmo, pq assim demoramos mto na rua... e enquanto procuravamos conversamos, rimos mto, falamos de tanta coisa, foi uma tarde deliciosa...

meu dono me pôs num ônibus de volta para o meier e voltou ao trabalho... voltei ouvindo musica e admirando a paisagem do rio... é um sentimento mto estranho q me envolve nessas horas... as musicas no meu mp4 somadas a paisagem q não é minha... é dele... sei q não pertenso a este lugar, mas pertenso a ele... e ao mesmo tempo q tudo ao meu redor me parece tão grande e tão estranho... tudo q eu queria era poder ficar...

me peguei chorando copiosamente, olhando pela janela... por sorte poucas pessoas no onibus assistiam a cena... dentro de mim um sentimento tão forte parecia me devorar... eu sentia como se cada pessoa ao meu redor fosse infinitamente mais feliz q eu pelo simples fato de estar ali... como se o fato de me lembrar q eu preciso ir embora arrancasse um pedaço de mim e essa dor eu sentia físicamente como um ardor dolorido no peito, uma dor q nunca passa definitivamente apenas se acalma prá voltar depois ainda mais violenta nas horas de maior solidão...

mas ao mesmo tempo tudo isso tinha um motivo... eu vivo uma história que as pessoas ao redor jamais poderiam viver... cada pessoa é unica assim como sua história... e essa dor que eu sinto nada mais é do que o impacto das correntes que me prendem, tão fortes, tão apertadas q chegam a me esmagar...

sim... diferente das demais pessoas q me assistiam chorar, eu não sou livre... não possuo o controle sobre a minha vida, os meus atos, não possuo o controle nem sobre mim mesma... estou presa, atada a correntes invisíveis presa às mãos do dono... é ele quem decideo que faço, onde vou, o q compro, com quem saio... não, não sou livre, felizmente... esta dor que eu sinto é a sensação física de quem tem a alma aprisionada, e por mais longe q eu vá... o q eu quer q eu faça... a sua guia me aperta, me prende me trás de volta ao seus pés...


Não sou livre e nem quero ser, pq fui eu q me prendi, como ele sempre diz, foi uma escolha minha, desde então a minha liberdade se transformou em uma prisão invisivel, na qual estão presos minha consciencia, minha alma, minhas vontades e meu coração...

Pensar q esta dor vem exatamente destas correntes, me fez aceitá-la com mais resignação, e até com uma certa alegria, pois neste caso sofrer sempre valerá a pena... e considerando q a cada dia que se passa me torno cada vez mais cativa, esta dor vai aumentar sempre e sempre mais e será aceita de coração aberto...
mais calma, desci no meier... fui para o hotel, tomei meu banho, me arrumei e fiquei esperando o dono... eu estava calada pensando em tudo q se passava dentro de mim... lembro q o dono sempre me fala q eu as vezes engano, pareço calma mas tenho sempre uma tempestade por dentro...

dono chegou, fizemos sexo gostoso, claro q sempre com uns tapas e puxões de cabelo... e eu estava tão elétrica q acabei pedindo-o prá me fistar, quebrando a nossa rotina... rss, ele percebeu q eu estava desperada pra sentir o fisting, e resolveu atender o pedido... e eu estava tão excitada q nem dor senti, em poucos minutos... a mão dele estava inteira dentro de mim, fechada, girando, socando... me fazendo gozar tão forte e tantas vezes seguidas q eu cheguei a sentir q poderia desmaiar... só entao ele retirou a mão e eu desfaleci na cama junto ao seu peito até descansar...

depois fomospara a sessão, dono estava animado, rsssss... primeiro marcou minha pele como o lápis, nossa como dói... depois prendeu meus biquinhos nos palitos, impressando mtooooo, uma dor deliciosa, adoooooro essas torturas... e depois usou a colher de pau prá me bater até fazer alguns pequenos hematomas... não bateu com tanta força, mas a repetição dos golpes no mesmo lugar me dava a sensação de q a carne estava esmagada, e sentia as bolhinhas de sangue se formarem como agulhas debaixo da pele.

conversamos mto, e o dono sempre carinhoso, se preocupava pq eu parecia tão calada, introspectiva... nakele dia eu ainda não entendia tudo q eu estava sentindo... akela dor me atordoava.... o sentimento por ele é sempre tão forte q me deixa assustada, como um bicho acoado sabendo q seu predador o irá devorar...

ele me fez mtos carinhos, especialmente enquanto eu o chupava no fim da sessão... foram quase duas horas de sexo oral delicioso, até me alimentar com seu gozo quente, doce, saboroso...

me levou de volta ao hotel, se despediu com um beijo e me deixou dormir... eu estava cansada... do finsting, das torturas e da dor.... mas dormi... com a paz de uma escrava cativa, aprisionada, presa profundamente... imobilizada, acorrentada a ele, e em minhas correntes invisiveis eu descansei... feliz por saber q no dia seguinte eu acordaria para viver mais um dia de servidão, de prisão e de submissão ...

não, não sou livre, nem quero ser, por que tudo q quero é ser dele... nada mais!

beijos a todos,

{eliz}_DK escrava de DOM KALLUS



domingo, 19 de junho de 2011

MEMÓRIAS


Nossas memórias são marcadas... um conjunto de cheiros, sons, toques e sensações... são como sinais que nos guiam prá um lugar, prá um momento no qual queremos estar... Gosto de guardar estes sinais são eles que me levam e me trazem o que quero reviver...

Hoje coloquei as músicas q ouvimos no nosso ultimo encontro... ah o choro foi incontrolável... inevitável... faltam poucos dias pro nosso reencontro... mas a saudade vem cortando a alma como uma lâmina afiada e a sensação de solidão é tão profunda  que parece escurecer tudo ao meu redor....

Depois de um primeiro momento de melancolia, tento respirar e voltar a pensar... o coração se acalma... e relembro nossos últimos encontros... as musicas e o perfume dakeles dias me trazem de volta... nakela quarta feira,  20 de abril, nada me preocupava, nada me atordoava... a não ser as horas q não passavam até ele chegar... akelas musicas tocando... o cheiro no ar... o kit exposto sobre o sofá a espera prá ser usado... a noite caindo... a imagem dele surgindo na esquina... passos firmes, rosto alegre... seus olhos me procuravam em uma das janelas... e eu feito criança acenava ... sem me importar se mais alguém observava a cena...

Nakele dia assim como na quinta ele estava decidido a me dar prazer, e, entre beijos, amassos e beliscões,  me penetrou com todos os consolos, me fazendo gozar sucessivas vezes até ficar inerte sobre a cama... nesses dias não tivemos sessão... fizemos mto carinho... conversamos muito... infelizmente eu me comportei mal em alguns momentos, o que fez o papo ficar meio sério... horas difíceis essas, que eu preferia esquecer... mas eu sei q nessas horas eu cresci mto e foi graças a elas que consegui chegar até aki...

Na sexta como sempre, dia de despedida, DK opta pelo fisting prá me fazer apagar na viagem... nakele dia especialmente me deitei na cama prá ser fistada sentindo tamanha excitação que eu nem conseguia esperar a dilatação começar... ele costume me tocar primeiro prá me fazer gozar 3, 4 vezes, isso ajuda na dilatação... quando chega a começar a penetrar a mão já estou maluca... akele dia consegui ir até o fim do fisting sentindo bem menos dor do q de costume...

Geralmente começo a me masturbar durante a penetração prá conseguir agüentar a dor, nakele dia a excitação era tamanha que agüentei toda a penetração, e só depois q a mão estava inteira dentro de mim é q eu comecei a me masturbar... sentia os movimentos... ele fechava a mão, girava, socava, forçava.... gozei tão forte que senti meu corpo suar gelado, meus lábios perderam a cor e em desfaleci na cama... ficamos abraçados uns 40 minutos até eu conseguir me levantar pro banho...

Na despedida dakela noite eu consegui me controlar... pelo menos até entrar no ônibus... Dk como sempre me abraça forte, e eu fico grudada no seu peito ouvindo seu coração bater... sentindo seu cheiro o máximo de tempo possível...

Depois me troco, ele traz minha mala, me abraça na calçada, acena pro taxi... e qdo entro ele fala baixinho q me ama... essa é sempre a ultima imagem q tenho dele... isso me ajuda a segurar o choro até cruzar a ponte...

Ao cruzar a ponte Rio x Niterói vejo as luzes do Rio ficando prá trás... minhas lágrimas se libertam num choro incontido... é como se a paisagem da orla fosse  ficando prá trás significasse deixar prá trás todos os meus sonhos, fantasias, desejos... sinto como se eu o estivesse abandonando...

A escuridão de dentro do ônibus esconde meu choro... e me permite desabafar... as musicas agora no meu fone... ainda o trazem prá mim... choro até adormecer... tenho ainda 16 horas de viagem prá me refazer... e chegar em casa com um sorriso no rosto para que ninguém saiba...

Os dias passam, e na correria da minha rotina me acostumo com a saudade... seu cuidado e atenção na internet, no telefone todos os dias amenizam a espera... vou sobrevivendo até conseguir agendar uma nova viagem... agora estou vivendo novamente esta euforia... preparativos, espera ansiedade, dentro de poucos dias estarei novamente a seus pés...

Sei que mta coisa me aguarda... momentos deliciosos ... outros dolorosos... mas aguardo ansiosa e extremamente feliz, mesmo devendo castigo estar com o Senhor me realiza... estar de volta ao rio é mergulhar nos meus mais íntimos desejos e poder realizar as mais loucas fantasias...  estar aos teus pés é estar no paraíso, o meu paraíso...


Pra terminar quero lembrar a letra de uma música que está tocando neste momento... ansiedade, saudade e emoção se misturam dentro de mim... o cheiro de frutas vermelhas e o toque me carregam prá perto... e eu me deixo levar... neste momento sei exatamente onde quero e vou estar...

Eu já sei o que os meus olhos vão querer Quando eu te encontrar
Impedidos de te ver
Vão querer chorar
Um riso incontido
Perdido em algum lugar
Felicidade que transborda
Parece não querer parar
Não quer parar
Não vai parar

Eu já sei o que meus lábios, vão querer
Quando eu te encontrar
Molhados de prazer
Vão querer beijar
E o que na vida não se cansa
De se apresentar
Por ser lugar comum
Deixamos de extravasar
De demonstrar

Mas nunca me disseram o que devo fazer
Quando a saudade acorda a beleza que faz sofrer
Nunca me disseram como devo proceder
Chorar, beijar, te abraçar
'É isso que quero fazer
Isso que quero dizer

Eu já sei o que os meus braços vão querer
Quando eu te encontrar
Na forma de um C
Vão te abraçar
Um abraço apertado
Pra você não escapar
Se você foge me faz crer
Que o mundo pode acabar
Vai acabar...

domingo, 3 de janeiro de 2010

fisting na cama

Sempre adorei fisting, apesar do medo inicial, e de achar q ainda não fui até o fim...


Dk perguntou oq eu ia querer pra ultima sessão da semana, claro, eu sempre quero fisting, humilhação, spanking e sexo oral, rsrsrs, não precisamente nesta ordem, rsrsrs....

Então DK e eu combinamos q iríamos ter fisting nakela noite, foi legal, pq ele decidiu q iria fazer ainda no hotel, e a gente nunca tinha feito fisting na cama...

Sempre me fistou no sofá do escritório... apesar de parecer mto simples pra algumas subs, o fisting exige um relaxamento, e uma certa força física, desde o início DK percebeu q eu ficava melhor deitada, algumas vezes me fistou amarrada com as pernas pra baixo com os calcanhares amarrados ao banco... também já fistada com as pernas levantadas , bom, mas na cama poderia ficar ainda mais a vontade, com as pernas ainda mais abertas, o q talvez poderia me garantir mais flexibilidade e menos dor...

DK não perdeu tempo, assim que chegou pegou o óleo, tirei a sua roupa, ele tirou a minha, e me mandou deitar.... hunnnnn, eu tava excitada, mtooooo ansiosa... ele tinha pegado o vibrador e deixado ao alcance, mas não precisou usar, rsrsrs, só de me tocar, tocar meu clitóris, fui gozando várias vezes, é assim q ele garante q o fisting vai ser mais prazeroso e menos doloroso...

Adoro sentir qdo ele decide começar a fistar... adoro ver ele parar para lubrificar a mão... adoro me sentir entregue, saber q ele vai começar a penetrar mão dentro de mim, e me fazer continuar gozando...

Estiquei as pernas, ele se recostou no espelho da cabeceira, e começou a introduzir os dedos, e na medida q eu ia relaxando e gozando, colocava mais um, e mais um...

O fisting traz várias sensações primeiro o prazer de sentir a penetração, o sentimento psicológico de entrega total e absoluta... na medida q a penetração vai acontecendo o desejo vai aumentando, e o corpo força contra a mão por instinto, inconscientemente, mesmo q isso faça a dor aumentar, uma dor forte, as vezes cortante, ao mesmo tempo um desejo de ser cada vez mais penetrada não me deixa parar...

Senti q dessa vez DK mudou a posição da mão, antes eu sentia como se um dos ossos da minha bacia estivesse sendo forçado... mas dessa vez ele mudou a mão de posição e diminuiu um pouco a dor... claro q na medida q eu me contorcia a posição da mão mudava, mas de qualquer jeito a dor e o prazer foram incomparáveis... comecei a me masturbar, e gozar desvairadamente, enquanto DK introduzi um dedo no meu anus, meu corpo inteiro tremia e se contorcia, no fim, o orgasmo foi tão forte, que meu corpo amoleceu... passado o orgasmo, ficou a dor, q então parecia, mas forte mais aguda... como já sabe disso, na medida em q paro de me contorcer dk vai retirando a mão devagar, e pra encerrar o ritual pega água gelada e passa no meu corpo, e depois me dá de beber... em seguida fica me fazendo carinho, até q tudo passe...

O fisting é sempre assim, uma experiência intensa, forte e cheia de carinho... no início eu tinha medo, hj eu torço pra chegar a hora do próximo... apesar da dor, sei q é um momento de intimidade absoluta... um dos poucos momentos em q eu perco o controle dos meus instintos, perco o comportamento formal, e sou apenas mulher submissa... sem raciocínio, sem regras, sem pudores, apenas estou ali na frente dele, entregue, exposta, disposta a tudo q ele quiser...

TE AMO MAIS Q TUDO MEU DONO E SENHOR. {eliz}_DK

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

AMOR CEGO = ENTREGA SEM RESERVAS


Depois de um domingo de chuva, pensando nos acontecimentos, meu coração está leve, voltei a me sentir segura, afinal meu porto seguro está onde sempre esteve...
Venho descrever as emoções vividas na terceira sessão do mês de outubro...
Estava aproveitando minha estada no rio para descansar... acostumada a trabalhar até 15 horas diárias sem interrupção, eu realmente precisava de um tempo de descanso... considerando que meu dono nunca faz uma sessão se a gente estiver sentindo qualquer mal estar, nem q seja uma dor de cabeça, eu sempre procuro me poupar o máximo para estar inteirinha pra ele...
Acordei já era quase 11 da manhã e dk já estava on line, perguntei se ele queria q eu comprasse mais algo para a sessão e ele me disse q não precisava, ele já sabia o q queria fazer e tinha tudo que precisava... aproveitei pra perguntar o q ele queria q eu separasse pra sessão, é claro q ele percebeu q eu estava curiosa qto ao q me esperava nakela noite, e não fez mistério... me mandou separar cordas, vibrador, as velas coloridas, o isqueiro, um chicote e o óleo de amêndoas para lubrificar... sim, eu já sabia o q me esperava, ele iria me fistar...

Gosto de fisting... já tinha sido fistada 3 vezes até akele dia.... mas sempre dá akele friozinho na barriga lembrando da dor aguda q eu sinto na hora, porém o prazer é sempre maior.... pedi o almoço no quarto mesmo e passei a tarde cochilando e teclando com meu dono... tendo chegado as 18h ele saiu do trabalho e eu fui me arrumar...

Preparei a bolsa com tudo q ele mandou, tomei um banho gostoso, me perfumei, me vesti (com o vestido, sempre sem nada por baixo) e fui prá porta esperá-lo...

Não esperei mto, logo ele chegou e subimos... ao sair do elevador ele reclamou q não tinha ganhado beijo, e eu brinquei q esperei ser beijada, mas que dakele dia em diante eu ia aprender a ataca-lo, rsrsrs....
Fiz os cumprimentos e seguimos para os carinhos como ele gosta... tirei suas roupas, começando sempre pelos sapatos e meias, beijando com devoção os pés, chupando cada dedinho, tirei sua calça jeans, sua camisa e tudo mais, beijei suas pernas, coxas, barriga, suas mãos, seu pescoço, orelhas e me demorei beijando sua boca....
Nos acostumamos a brincar com o beijo, geralmente a língua dele persegue a minha, kkkkk, q tenta se esconder e qdo é pega é tão sugada q parece q vai arrancar... fez isso tantas vezes q qdo cheguei em casa percebi o motivo se sentir a língua tão dolorida, havia um calo de sangue debaixo da língua, kkkkk.

Meu Senhor continuou a me torturar e acariciar alternadamente, me dando tapas e apertões por todos os lados, principalmente nos seios, a cada gemido meu eu sentia que ele se excitava, e eu me empolgava sugando seu pênis com tanto gosto que nem senti o tempo passar... já estava em cima da nossa hora e corremos pro banho, jantamos rapidinho e fomos pra sessão...

Chegando ao escritório como sempre, meu dono deu uma importância especial aos cumprimentos, por mais q a gente ria juntos, fale de assuntos corriqueiros, e até discuta política, em nenhum momento nossos papéis se confundem, e a hora dos cumprimentos é uma recordação de q eu sou a escrava e ele o Senhor... no início eu ficava constrangida de parar o papo na metade pra me ajoelhar e beijar os seus pés, sobretudo nas sessões em q eu estava sozinha...

Com o passar do tempo, fui aprendendo a saborear esse momento, sentir q é carregado de importância e de significado e q pra mim é sempre um momento único, ainda q eu faça tantas vezes, cada dia uma entrega, e ele entende isso, é como se repetisse a cada vez q pertenço a ele inteiramente e a cada beijo q me dá ao final do cumprimento, é como se selasse o momento aceitando a minha entrega... não há portanto motivo pra nenhum constrangimento, por que este gesto não é uma humilhação, é um sinal de nós dois estamos conscientes de nossos papeis, e q nos entregamos akele momento com mta alegria por sem sempre um momento único...

Terminado o cumprimento dk começou a preparar o lugar para o fisting, tinha me dito q iria me amarrar prá me fistar, e isso não me assustava, pelo contrário, me deixava mais excitava, só ia dificultar o final, já q eu adoooro me masturbar durante o fisting.

Colocou o banco na frente da sua cadeira, e ao alcance o vibrador, o chicote, as velas, o isqueiro e o óleo de amêndoas... me mandou deitar, amarrou meus calcanhares nas laterais dos pés do banco deixando minhas pernas bem abertas, amarrou meus punhos na barra de ferro q tem debaixo da mesa, pouco acima da minha cabeça, e já foi me avisando q dessa vez não ia ter como eu me soltar sozinha como de costume, realmente tinha ficado mto bem amarrada...

Terminando de amarrar meus pulsos, já começou a dar tapas no meu rosto e nos meus seios, claro, ele não perde tempo, rsrsrs...

Pegou o chicote me deu umas chicotadas nas coxas e na vagina só pra esquentar, hummmmmmmmmmmm, em seguida pegou a vela, e comentou q achava q ela poderia me queimar mto pq tinha mta tinta, tanto q estava saindo no plástico, como eu já tinha ficado com uma queimadura no seio direito, q me deixou cicatrizes, disse a ele q estava com medo...

Foi mto bom ver a postura dele nessa hora, achei q ele ia insistir, mas não, apenas disse: “se vc está com medo, não vamos usar”, deixou a vela de lado, ligou o vibrador e começou a me estimular... enquanto eu me entregava ao prazer e deixa meu corpo reagir, comecei a pensar em como era bom saber q ele entendia o meu medo... eu estava amarra, não poderia escapar, e me conhecendo como conhece, ele sabia q eu não iria reclamar se usasse a vela contra a minha vontade, mas ao contrário, ainda q totalmente dominada e exposta, minha vontade foi considerada...

Bom eu sei q isso não é “regra” em mtas ocasiões dk dobrou a minha vontade, me submeteu, me obrigou a fazer o q ele queria, entendi q ele recuou pq desta vez eu correia o risco de ficar com outras queimaduras e futuramente outras cicatrizes, e portanto era a vontade dele me ouvir, sua vontade prevaleceu sobre a minha, como sempre foi...

Fui me deixando levar pelo prazer, e gozando inúmeras vezes enquanto ele estimulava meu clitóris e se preparava para me fistar, já penetrando minha vagina com os dedos, após alguns orgasmos ele parou e passou óleo de amêndoas por toda a mão, minha barriga gelou, estava na hora do fisting começar....

Como sempre, fechei os olhos e tentei esquecer o medo da dor, fui aproveitando os orgasmos, e sentindo a força dele se impulsionando dentro de mim, me sentia tomada por um prazer forte e doloroso, tão intenso q meu corpo inteiro tremia... ele forçava a penetração com calma, bem devagar, e a cada vez q eu gozava, avançava mais um pouco dentro de mim, comecei a sentir q ele mexia a mão, virando-a me arrancando gemidos alucinados, e dor e de prazer intenso, e eu tinha orgasmos tão fortes, e a dor era tão aguda, q meu corpo inteiro suava frio e tremia, de repente olhou pra mim, perguntou como eu estava me sentindo, e eu só respondi q não queria parar, mas seus olhos estavam preocupados, e ele me disse q eu estava com os lábios brancos, sem uma gota de sangue, e se ele continuasse eu poderia desmaiar....
Eu não queria realmente q ele parasse, mas me sentia tão mole e tão fraca q tb não duvidava da possibilidade de um desmaio... e ele foi retirando a mão devagar, fui sentindo a dor aliviando, com apenas uma mão ele desamarrou meus calcanhares, pra q eu pudesse descansar as pernas, e foi lavar a mão, me trazendo água em seguida, me dando de beber, e passando as mãos com água fria no meu corpo pra me acalmar. Desamarrou minhas mãos, se sentou novamente na cadeira e ficou acariciando meu corpo, com a pontinha dos dedos, me fazendo arrepiar...
Minha respiração foi voltando ao normal... fui relaxando, estiquei as pernas e braços pra descansar do tempo q estive amarrada, e qdo estava bem, me sentei e recostei no seu ombro...
Ele estava no msn contando o q tinha feito pra stela... na verdade sentia q ele queria mesmo era ter nós duas juntas nakela noite... já descansada tomei meu posto, sentando no chão a sua frente, como ele fala: “vem fazer sua obrigação” rsrsrs... e fiquei fazendo sexo oral até a hora de sairmos... estava acabando o meu 3º dia com ele, e eu já me preparava pra choradeira do dia seguinte, dia de ir embora...

Fiz novamente os cumprimentos, e fomos para o hotel... me despedi e entrei ainda sentindo meu corpo reagir aos prazeres dakela noite... estava feliz, me sentia realizada, e ainda teria mais um dia pra viver akele sonho...

Hj já é manhã de segunda feira meu Senhor, sei q qdo ler este relato, já vai ter uma breve noção do q eu passei esses dias longe do teu contato...
Sim, sofri bastante por alguns fatos, chorei, tive insônia, mas como sabe, depois das minhas crises, consigo pensar...
Vejo melhor as coisas, consigo ver onde errei e o q pode ser feito...
Errei me deixando levar por bobagens, por acontecimentos q, diante de tudo q somos e vivemos, não têm nenhuma importância...
Me entreguei a dúvida na hora em q fiquei triste, comecei a fraquejar...
Mas hj vendo e pensando melhor nos fatos, percebo q sou forte, pq o Senhor me fez forte e equilibrada, minha força vem do amor q eu sinto e da confiança cega q tenho no Senhor meu dono, apesar de todos as nossas tempestades, o Senhor continua sendo meu porto seguro, digno do meu amor, e da minha entrega incondicional, meu sentimento pelo Senhor não se abalou, e como eu já disse em outras oportunidades não vai se abalar...
Sim, mta coisa me assunta, o Senhor conhece meus medos e meus pontos fracos, e cuida pra q eu não me perca...
Há pessoas q tb conheceram meus pontos fracos, e q ao contrario do Senhor, tentaram me fazer desmoronar,
Não vou sucumbir conforme a vontade destas pessoas, pq meu sonho e sua vontade em minha vida são mtoooo mais fortes... nasci sub, cresci como sub aos teus pés, e não vou perder o q eu sou, o q o Senhor fez de mim por causa de acontecimentos banais... fui mto bem ensinada meu Senhor, mto obrigada, nessas horas, percebo o qto aprendi, e realmente sinto q sou sua extensão, o Senhor está em mim, dentro de mim, na minha mente, no meu coração, e na minha alma...

Eu entendo suas atitudes, sem q me explique, e nada vai mudar o q o Senhor é pra mim: é meu Dono, meu mestre. meu Senhor, o Dominador da minha vontade, e eu permaneço a seus pés: sou sua escrava, sua submissa, e tudo mais que quiser fazer de mim...


TE AMO MAIS Q TUDO, beijos em teus pés, sua eliz.


AMOR CEGO = CONFIANÇA CEGA


Nestas noites q se tornam mto mais escuras, mto mais longas e mto frias, qdo o amor q eu sinto de tão cego consegue me esconder as saídas, e me dói tanto e machuca a ponto de me desorientar, percebo que minha confiança precisará ser ainda mais cega que meu amor, diante da minha impotência, da minha pequenez, da minha insignificância, nada posso fazer a não ser amar e confiar e resistir a dor que a cada dia que passa me parece mais forte e mais cortante.

Quisera eu que essa dor estivesse na minha pele, na minha carne, e q cessasse segundo a vontade do meu dono... mas não está... fruto desse amor cego, minha dor ultrapassou meu coração, atingiu a minha alma e é uma dor q sei q ele não deseja q eu sinta... me sinto atada, humilhada, impotente, insignificante... e na minha insignificância sinto o abandono, o frio e a escuridão...

Nesse amor cego, minha confiança há de ser cega, e minha alma há de ser forte, e meu coração há de suportar, e apesar de todas as palavras q eu já calei, e apesar de todo meu silêncio, meu dono, q há tanto tempo aprendeu a ler meus sinais, há de decifrar meu sofrimento e trazer algum alivio para o meu coração.

Bem, isso é o q eu sinto no exato momento em q escrevo, madrugada de domingo, tão escura, tão longa e tão fria, mas me alivia lembrar dos últimos dias de sonho q passei aos pés do meu dono...

Era quarta feira, segundo dia de sessão, eu ainda ficaria até sexta, me sentia feliz e realizada, tinha ordens para comprar alguns itens: velas coloridas, um isqueiro, e material para confeccionar um chicote... não tinha mta noção de onde procurar, mas estava excitada com a idéia de confeccionar sozinha um chicote pro dono usar em mim...

Não demorei mto a encontrar, depois de passar por alguns camelôs, e por algumas lojas cheguei a uma galeria q eu já conhecia bem, e me lembrei de uma loja especializada em bijuteria que provavelmente teria o q eu precisava, e tinha....

Lá eu comprei tiras de couro pretas, tiras vermelhas de algodão encerado, q eu achei interessante, pingentes pra amarrar nas pontinhas, algumas peças q poderiam me ajudar a fazer o cabo, e umas cordinhas pra dar acabamento. Na mesma galeria achei uma loja de produtos esotéricos onde comprei as velas coloridas, e o isqueiro comprei num camelô no caminho de volta... precisava de material prá fazer os cabos, vi de longe uma loja de materiais de construção e enquanto eu mudava meu caminho fui pensando numa forma de explicar o q eu queria pro vendedor....

Perguntei se ele vendia o cano de pvc, mas q eu queria dois pedaços pequenos... ele disse q só vendia o metro, eu disse q não tinha problema, eu pagaria o metro, mas queria dois pedaços pequenos de quinze centímetros, constrangida sem coragem de falar pro q era, disse q precisava de encaixar em um conserto com akele tamanho, o vendedor insistiu q mesmo assim, deveria trazer o metro inteiro, bom, eu insisti mais, até q ele cortou os dois pedaços de cano, me fazendo trazer o restante do metro, aiaai, passei numa papelaria comprei fita isolante e fita adesiva vermelha, pronto, encontrei tudo q eu tinha pensado, voltei pro hotel, precisava começar a trabalhar...

Enquanto eu falava com meu dono no msn fui montando o chicote, e experimentando akela sensação de humilhação e entrega que isso me proporcionava, montar o chicote com o qual eu mesma iria apanhar, me parecia irônico e engraçado, ao mesmo tempo em que me dava um gostinho gostoso de sentir q evoluí mais um pouquinho como escrava...

Nesta tarde, nossa conversa tinha teor especial, eu e meu dono conversamos sobre a possibilidade da entrada da stela, e como já era de se esperar ele queria a minha opinião... isso é regra na família, alguém só entra se for do desejo de todos, nakele momento todos éramos só nós dois, rsrsrs... stela já vinha conversando com dk desde maio, já era outubro e vinha mantendo uma postura mto madura, mto centrada, como diz o dk, ele me pontuava o qto ela tinha amadurecido nestes meses e eu percebia nas palavras dele q ele realmente desejava q ela viesse... tb avaliei q ela tinha mto q somar se juntando a nós, e q sempre teve mta consideração e amizade por mim, concordei com a vinda dela, fato q percebo, alegrou mto meu dono.

Os chicotes estavam prontos... já eram quase seis da tarde... decidimos o jantar e ele saiu do trabalho pra vir me encontrar... tomei meu banho, pedi o jantar no quarto, deixei os chicotes sobre a cama e fui pra porta do hotel encontra-lo... enquanto eu estava chegando, já o avistei imponente vindo ao meu encontro... pra mim akela é a visão do paraíso, do meu paraíso...

Me deu um beijo no rosto, perguntou como eu estava e seguimos juntos pro hotel... como de costume nos beijamos no elevador, chegando ao quarto eu fiz os cumprimentos, entreguei os chicotes e fomos nos aconchegando na cama, fazendo carinhos, e como eu já esperava, enquanto me acariciava ele foi testando os chicotes em mim... aproveitei para completar o momento fazendo um delicioso sexo oral enquanto ele me batia... nossa, pra mim essa cena é sempre perfeita... e como ele gozou deliciosamente, acho q ele tb gosta, rsrsrs...

Nos levantamos, fomos pro chuveiro, e nos beijamos longamente durante o banho, comemos juntos e ele foi separar o que queria levar para a sessão: cordas, vibrador, plug anal e os chicotes novos, é sempre arrepiante e excitante assistir ele separar o q vai usar, e é delicioso o modo como ele me olha a cada peça q escolhe...

Chegamos ao escritório, beijei os pés, as mãos, ele me beijou, e logo em seguida começou a pensar em como iria me amarrar, foi gostoso ver ele mesmo pontuar a entrega e a confiança de quem se deixa amarrar, observando de maneira, quase ameaçadora: “vc fica totalmente imobilizada, e eu faço tudo q eu quiser”, hummm isso não me assusta, ao contrario, só expressa a maneira como eu me sinto durante as 24 horas de cada dia q eu vivo...

Me mandou deitar de bruços sobre um banco, procurou uma posição q eu agüentasse sem me forçar tanto... me mandou sentar bem na ponta... ou melhor deitar na ponta de forma q minha vagina ficasse exposta fora do banco, amarrou meus calcanhares nos pés do banco, esticou meus braços amarrando meus pulsos nos pés dianteiros... pelo modo em q eu fiquei esticada me sentia imóvel, com pouquíssima folga para movimentar as pernas e descansar de vez em qdo...

Não sei ao certo, mas fiquei mais de uma hora amarrada nakela posição... dk começou experimentando os chicotes nas minhas costas, enquanto me fazia chupar o vibrador e o plug anal afim de lubrifica-los para ele usar em mim... encaixou o vibrador ligado dentro da minha vaginha e me pôs o plug, e foi fazendo movimentos com eles dentro de mim até q eu gozasse várias vezes seguidas, nem sei qtas foram... com o plug encaixado e o vibrador ainda ligado continuou a bater, pelo jeito meus presentes tinham agradado, os chicotes novos renderam bons gemidos e minha pele bem marcada do jeito q o dono gosta... ele acariciava as minhas marcas, me cravando as unhas e fazendo arder ainda mais...

Depois de perceber q eu já estava mole de tanto apanhar e gozar ele me desamarrou, me deu água e me deixou descansando pertinho dele...

Como já era de se esperar, eu não demorei mto a pedir pra fazer sexo oral de novo, e assim fiquei sugando e saboreando até a hora de ir embora... enquanto isso meu dono entrou no msn, e todo feliz declarou a stela q a partir dakele dia deveria usar suas iniciais, estávamos os três mto felizes...

Os fantasmas q me cercavam estavam ficando pra trás, o sorriso dele, e a confirmação de q ele estava bem era o q eu precisava para me tranqüilizar, me vesti novamente, e viemos pro hotel, onde eu descansei nakela noite, repleta da dor e do prazer q eu senti, já sonhando como seriam os dias q estavam por vir...

Já está amanhecendo, é manhã de domingo... minha dor não passou... me resta tentar cochilar por algumas horas, o máximo q eu puder, para q o feriado passe rápido, para q a terça venha e traga meu dono de volta prá mim, para q ele possa me acalentar e acalmar meu coração... até lá... vai doer... e eu vou ter q agüentar...

Te amo dono, e percebo, q tenho a confiança cega q eu precisava para sobreviver a tudo isso... tenho medo de sofrer, ainda mais do q estou sofrendo... mais sei, por tudo q vivi, q essa dor vale a pela, pelas palavras de amor que tem dedicado a mim...

Beijos em teus pés, sua eliz...



sábado, 26 de setembro de 2009

3º sessão de setembro: a dor e a dooçura de ser escrava

Fiquei acordada a madrugada inteira, pensando na sessão anterior, um misto de sentimentos me invadia, e por vezes eu chorei me questionando sobre como eu deveria agir de agora em diante, em apenas uma noite, na verdade em poucos instantes eu conheci os dois extremos vividos por uma escrava: a dor e a doçura... a dor do spanking q eu não consegui aguentar e a doçura das palavras de amor nos lábios do meu dono...


o q mais me incomodava era exatamente essa contradiçãao de sentimentos, pois se resistir a dor é um sinal de entrega e do amor da sub por seu dono, eu estava longe de comprovar o amor q eu sentia, agindo como eu tinha agido...

precisava ser mais forte, e precisaria da ajuda do meu dono prá isso... precisava aprender a aguentar de forma q eu não fosse mais limitar as vontades dele... meu desejo era q ele pudesse fazer tudo q quisesse sem ter q se preocupar comigo... e eu iria pedir a ajuda dele prá isso...


tendo chegado a essas conclusões consegui dormir por algumas horas... mas tive q levantar cedo, tinha q resolver alguns assuntos da familia...

era minha responsabilidade, precisava solucionaar alguns problemas burocráticos q envolviam todos nós... passei o dia inteiro correndo atrás disso, sem mto sucesso, fiz o q eu pude, na verdade quase nada... mas tentei, e em todo o dia, em todo desgaste das negocições em pensava nele, e desejava resolver tudo para q ele se orgulhasse de mim... é uma pena... mas...

ao entrar no msn ele disse q queria estar comigo prá me ajudar, comentei q sentia ele presente, e sentia mesmo...

enquanto a maninha kika falava com ele no msn fui preparar minha mala, separar as coisas do kit e me preparar, tinha suado mto, tomado mto sol, e estava um caco...

tomei meu banho me arrumei, decidimos o jantar, e ficamos esperando ele chegar...
fui até a rua recebê-lo, subimo e eu fiz os cumprimentos e a kika em seguida... nos deitamos juntos, tiramos as roupas dele, e eu tirei meu vestido sem ele mandar...rsss
era goostoso fiicar abraçadinha sentindo a pele dele... fizemos mto carinho, e ele aproveitou prá fazer mais umas marquinhas em nós...

comemos juntos, rimos bastante e fomos prá sessão, esse dia era dia de brincar com os seios, eu adoreiiiiiiiiiiiiiiiii, qto mais forte é a dor nos seios mais prazer eu sinto... não sei nem explicar... e DK brincou a vontade... foram dores mto fortes... mas deliciosas...




fizemos alguns carinhos, e eu olhei com akele olhar pidão, dk já sabia o q eu queria, esticou as pernas, e disse: "tá bom pode vir" me ajoelhei na frente dele prá fazer akele sexo oral gostoso, fiquei uns 30 minutos de joelhos, aqté q meus joelhos começaram a doer, qdo eu ia me sentar no chão como de costume para continuar, estava toda contente, sorria como se nem fosse noite de despedida, mas minha irmãzinha brincou perguntando se eu não ia usar os raladores, acabou a minha alegria.... aiiiii

nós tinhamos brincado q iriamos usar os raladores prá ficar de joelho durante o sexo oral, mas nakela altura eu já tava com os joelhos doloridos, e eu sabia q eu nao ia aguentar, princialmente pq eu nunca tinha nem tentado, por outro lado eu não tinha coragem de falar q não queria por causa de ter fraquejado na sessao anterior...


ele me perguntou se eu queria tentar, e eu respondi engasgada q sim... minha irmã se levantou sorrinddo prá buscar os raladores, peguei coloquei no chão e fiquei olhando prá eles por um tempo, DK e kika conversavam sorrindo sem perceber meu desespero, segurei nas pernas dele coloquei meus joelhos, mas não aguentei soltar o corpo, meus joelhos estavam doloridos, e os raladores doiam de maneira insuportável, saí, tentei de novo, e de novo, até dizer a eles q eu realmente não conseguia...



DK disse q não tinha problema nenhum, pq meus joelhos já estavam doloridos, olhei pra eles no chão me sentindo mais frustrada do q nunca, nakele momento tive a impressao q eu era a pior escrava do mundo, afinal era a segunda vez q eu falhava em duas sessões seguidas, não me sentia capaz de suportar mais dor alguma, comecei a chorar desconsoladamente me sentindo sem valor algum prá ele... de q servia uma submissa tão fraca, tão fresca, incapaz de suportar coisas tão simples, como eu poderia serví-lo e amá-lo tanto se não conseguia fazer o q ele esperava de mim...debrucei sobre seus joelhos e me entreguei aos soluços sem conseguir me controlar, até q ele me disse: "eliz, olha prá mim" eu não sabia como olhar, nem o q fazer, ele repetiu a ordem, ainda mais firme, eu olhei e ele me disse: "acaboou, tá ouvindo, acabou..." akela ordem era prá eu conter minhas lágrimas e claro voltar ao q estava fazendo...
comecei o oral meio sem graça, ainda engolindo o choro, mas logo senti a mão dele me fazedo um cafuné, olhei prá ele e li seus lábios novamente dizendo q me amava... akele "- eu amo você -" gesticulado com os lábios sem o menor ruido, invadiuu meu coração tirando toda dor q eu sentia, ele sabia q era a forma de tirar meu sofrimento, e percebendo q eu voltei a ficar bem em tão pouco tempo, ele sorriu prá mim...

o fim da sessão se aproximava, e eu já sabia q ia chorar mto, e ele tb...

de minuto em minuto eu o olhava mais um pouquinho prá matar a saudade como se eu pudesse compensar todo o tempo q eu passo com votade de vê-lo, eu evitava chorar, pq sei q ele não gosta de me ver assim, porém, minha tristeza era visivel, apesar do meu esforço...

me ajoelhei prá prá beijar os pés dele na despedida, sabendo q isso me faria mta falta, ele me jogou no armário, apertou minha garganta e me beijou, (nossa, eu adooooooro qdo ele faz isso) eu e kika nos abraçamos a ele, e ficamos nos consolando por um tempo... em seguida nos arrumamos e voltamos pra o hotel...

fui caminhando com eles calada, qualquer coisa q eu falasse poderia disparar meu choro, e eu não queria q ele me deixasse chorando como das outras vezes, pois isso poderia deixá-lo triste...

me despedi dele na porta do hotel, como se metade da minha vida estivesse sendo levada por ele... o choro estava preso na minha garganta, e eu não conseguia dizer nada, deu um beijo em cada uma de nós e nos esperou chegar a potaria... olhei mais uma vez pra tras, e o vi sumindo pela calçada...

kika e eu entramos para hotel, sem palavras, ainda tento entender pq sinto esse desespero toda vez q me despeço dele... é uma sensação de perda, como se eu nunca mais fosse vê-lo... sinto como se nada mais tivesse sentido, pq ele nao estará mais lá por mais q eu chore ou o q quer q eu faça... felizmente em algumas horas eu melhoro e nos dias seguintes volto ao sentí-lo perto como sempre...

faltam 14 dias para vê-lo novamente, agora em uma situaçao diferente... a dois dias minha irmãzinha kika deixou a familia por decisão de nosso dono...

pela primeira vez estou sozinha... em 2 meses passei de irmã mais nova, a irmã do meio, em seguida a irmã mais velha, e agora única... são coisas da vida, cada mudança um motivo, e uma nova postura da minha parte é necessária... só tenho certeza de q estou grudadinha aos pés do meu dono, e tudo que me preocupa agora é fazer o possível para q ele se sinta feliz, passo o tempo todo me perguntando o q eu posso fazer para ser melhor, para agradá-lo...

pedi a ele q me ajude com relação a minha resistência a dor, ele prometeu me ajudar a superar o medo e a aumentar a minha resistência, disse q é uma questão de treino, e q tem ccerteza q eu vou conseguir... (bom, eu não tenho tanta certeza assim, mas se ele diz, só me resta acreditar... rsss) vamos começar a trabalhar nisso essa semana, espero q na próxima sessão eu já veja algum resultado...

vivo um momento novo... entre a dor e a doçura... experimentando a cada instate a força, o medo, a fraqueza e a superação, a saudade e a presença constante, a autoridade e o amor de meu dono, a tortura e o carinho, a felicidade da atenção que ele me dá e a solidão das noites escuras e vazias...



a dor e a doçura q faz tudo valer a pena, tudo, absolutamente tudo q desejo agora é q ele esteja feliz, é prá isso q eu sirvo e prá isso eu vou dedicar todos os meus esforços... ainda q os outros não me entendam, ainda q eu faça coisas q ninguém espera de mim, farei tudo q eu puder para q ele esteja sempre feliz como merece...

eu sou sua meu Senhor, pra tudo q quiser, estarei sempre em suas mãos, prá fazer todas as suas vontades, sinto sim mto medo de ser insuficiente, também sinto medo de te perder... estou sozinha pela primeira vez... eu me entrego ao seu dominio, para ser o q quiser fazer de mim: sua escrava, sua cadela, sua submissa, ssempre a sua disposição, esperando suas ordens... e daki a 14 dias estarei diante do Senhor, completamente entregue diante de seus pés... te amo mais que tudo...

beijos em teus pés, {eliz}_DK

sábado, 29 de agosto de 2009

sessões de agosto: emoções fortes

as sessões deste mês já começaram meio malucas, eu tinha planejado viajar na quarta, mas na terça amanheci com a idéia fixa de q não iria esperar mais, tinha q viajar... passei o dia inteiro correndo, tinha mto trabalho, mta coisa prá resolver, e aida tinha q preparar a mala, conseguir as passagens e comprar o presente da niice, em um horári de trabalho q iria até as 22 horas.

consegui um ônibus a meia noite prá vitória, não era meu percurso de costume, mas não tinha problema, porém, de vitória para o rio, não conseguia horários bons para chegar a tempo dde ver o DK, mas eu estava decidida a ir, não impotava como...
fiz minhas contas, entrei na internet e comprei uma pssagem de avião de vitória pro rio, ia apertar um pouquinho, mas minha saudade não me deixava esperar... 16 horas de ônibus iriam me deixar aflita, e mais um dia sem ele era uma agonia prá mim...

trabalhei o dia inteiro prá deixar tudo pronto, fui em casa rapidinho, em 40 minutos eu já estava de banho tomado e mala pronta, rsrsrs

voltei prá faculdade, dei minhas aulas e pronto, já podia viajar... nossa q felicidade...

a todo momento eu tocava o voolume da cane escondida dentro da mala...

eu já tinha dado uma cane pro DK, mas ela é enorme, então comprei outra pequena, mais fácil de

levar prás sessões... quem lê me perguntaria se eu gosto tanto assim da cane... mas quem já leu os meus outros relatos sabe o qto eu a temo, "era" a dor mais forte q eu tinha provado até akele dia (digo q era, pq nesse mês eu provei uma outra pior), mas mesmo assim, fez marcas lindas q meu dono adorou, e isso era mais importante prá mim.

passei a viagem olhando prá estrada, é incrivel coomo ée diferente a paisagem na ida, mesmo escuro, tudo parece mais bonito, mais alegre... desci em frente ao aeroporto antes das 5 da manhã, meu voo era as 7:00...

por um instante olhei prá estrada, chovia e fazia um frio de cortar, ninguém sabia onde eu estava, nem prá onde eu estava indo, nem o q eu estava fazendo... atravessei as pistas pensando em como é bonito tomar as rédeas do nosso distino e direcioná-lo para akilo q amamos, apesar de todos os preços pagos, de todos os riscos q eu corro, de toda dor e de todo sacrifício, eu preferia estar ali sozinha, no meio da estrada, de madrugada e com frio, do q no aconchego da minha cama...

cheguei ao rio ainda pela manhã, foi pouco mais de uma hora de vôo, conheci a kika, na verdade eu a abracei sentindo q já nos conheciamos, a nice tava indo pro trabalho, e eu passei a manhã inteira batendo papo com a kika, falando do nosso assunto preferido é claro, almoçamos com a nice, passamos no supermercado prá comprar as coisas pro jantar do nosso Rei, é mto boom tê-la comigo, eu estava acostumada a fazer isso soozinha, e a tensão de preparar as coisas prá ele era mto grande, estar com ela me dava uma certa segurança, e uma ajudava a outra...

tb é engraçado ver q ela tem algumas coisas em comum comigo, algumas coisas em comum com a nice e algumas características mto proprias dela... isso reforçava o q DK sempre me disse: "nenhuma substitui a outra, gosto exatamente pq são diferentes, mas tem o mesmo objtivo, cada uma é especial"

esse jeito dele falar de nós, sempre ajudou a gente a lidar com uma relação q agora é a 4, monstrar q cada uma é unica e exclusiva, e q é amada do jeito q é. (com alguns ajustes a fazer sempre, é claro, rsrsrs - nada q seja incorrigível)

foi dando a hora do meu amado dono chegar, tomei meu banho, preparei os ""detalhes", me perfumei, coloquei um vestido, passei um gloss, e estava pronta.... pronta prá ter um infarte... kkkkk, meu coração parecia q ia sair pela boca, de tanta ansiedade, saudade, emoção...

a nice chegou, e logo em seguida a campanhinha tocou, e eu fui correndo, como ja era de se esperar eu voei pro portão, ele tava lindooooooo, sorrindo da minha pressa... assim q ele entrou na sala, eu me ajoelhei, beijei os pés, fiquei uns segundos matando a saudade de estar ali, beijei as mãos, e fiquei de pé, q saudade dakele beijo, minha garganta apertada por uma mão, os cabelos da nuca puxados pela outra, mas eu nem sentia, só sentia o beijo.

Servimos o jantar q saiu meio atrapalhado, meio atrasado rsrsrs, estando as três ainda ficava mais fácil, tudo parecia mais descontraído... DK se diverte com isso... comemos juntos, e ele foi pro quarto separar o q ia usar em nós na sessão.

Eu já tinha alguma noção do q ele faria, pelo menos em parte.
Fomos para o ponto, pegamos o ônibus, e nós demos a preferência pra nossa estreante de se sentar com ele e ganhar seus “carinhos” em público....

Fomos para o local da sessão, após fazer os cumprimentos, ele fez algo q já não fazia a algum tempo, despiu as três e amarrou na mesa, lembro q passei por isso umas duas vezes apenas...
Ficamos ali nuas, as três, sentadas no chão e amarradas a armação da mesa, até q ele emparelhou 3 cadeiras e nos mandou ajoelhar sobre elas. Vendou uma por uma e ficou em silêncio...

Eu sabia q ele ia cumpri a vontade da kika pra nossa primeira sessão com a família inteira, um spanking coletivo... ele escolheu vários instrumentos: entre os q eu me lembro uns 3 chicotes diferentes, uma colher de pau e a cane, fiquei na cadeira da ponta e não conseguia manter os dois joelhos sobre a cadeira, na verdade eu imaginava q a qualquer momento ele poderia me bater com a cane, e como eu já sabia a dor q ela causava, temia perder o equilíbrio e cair, me mantive com o joelho esquerdo sobre a cadeira, e o pé direito no chão, mantendo a posição q ele tinha me mandado, senti uma dor forte, foi a primeira pancada, eu não definia o q era, depois descobri q era uma colher de pau, comprida e larga, q eu mesma comprei, hummmm,... rsrsrs

As vezes eu ouvia os guisos, e sabia q o chicote de esferas ia ser usado, nossa, parece q arranca a pele, o mais complicadoera ouvir minhas irmãs gemendo, sem saber pq, e ter q esperar minha vez, ai, acho q a espera doía tanto qto as chicotadas... ficava uns instantes em silêncio, aumentando nossa ansiedade, de repente senti uma dor cortante, era ele mordendo na minha bunda, aiiiiiiiiiiiiiiiii

Lembro das brigas q eu já tive com antigos namorados por causa de mordidas eu gritava, brigava, me debatia, dizendo “eu detestoooooo mordida”, mas.... agora só me restava respirar fundo e ficar bem calminha... kkkkk, (sob o risco de reclamar e ganhar mais).

Ele fotografou nossas marcas, bateu na bunda, nas costas, nos pés, no fim da sessão ainda me colocou junto com a kika de quatro pra fazer marcas com a cane... desta vez a cane doeu menos, na verdade ele quis q doesse menos... porém, tb marcou menos né...
Quase no fim da sessão, um momento tenso.... caí na besteira de brincar dias antes q eu ia tomar o gozo do dono sozinha, visto q eu adooooro sexo oral e tinha feito isso sozinha por várias sessões qdo minhas irmãs não estavam. DK sabia q era brincadeira, mas nunca deixava de me avisar q eu não podia fazer isso e q tinha q dividir, pois bem, começamos a fazer sexo oral nele, mas rapidinho as meninas se distraíram e, é claro, eu continuei, a nice foi pra internet e a kika ficou fazendo carinhos, dando beijos e fazendo cafuné... eu não queria fazer mais nada, me sentei no chão e continuei chupando meu dono com todo gosto, dedicação e vontade, até q ele tocou na minha cabeça, e disse: “tem q dividir”...

Ele estava gozando, e eu achei q ele mesmo daria o sinal pra q minhas irmãs viesse, continuei fazendo meu trabalho, esperando q elas chegasse perto, e nada, envolvida no prazer q eu sentia nakele momento qdo dei por mim, tinha tomado tudo sozinha, e elas nem tinham se mexido do lugar... terminando de saborear, foi como acordar de um sonho, me deparei com o olha de reprovação do meu dono e as duas irmãs me olhando desapontadas, cada uma no seu canto... ele só me disse: “eu falei q tinha q dividir”... ele não estava exatamente brigando comigo, mas akilo me soou como uma bofetada, eu não conseguia me explicar, e por causa da brincadeira q eu tinha feito dias atrás ficava mesmo parecendo q tinha feito de propósito...

Ele viu q eu estava constrangida e triste com a situação, repetiu q eu não devia ter feito akilo, mas acrescentou q não tinha problema, já tinha passado... eu disfarcei que tinha passado pra mim tb, me levantei e fui pro banheiro, na verdade queria chorar escondido... logo percebi q ele estava vindo atrás de mim, tentei me controlar antes q ele chegasse, mas não conseguia, ele entrou no banheiro, olhou pra mim e disse: “não fica assim, não estou brigando com você, não estou bravo, se eu estivesse bravo, não teria vindo atrás de você pra te dar um beijinho”, me abraçou me deu um beijo, e repetiu q não queria q eu chorasse mais.

Eu sai ainda constrangida com as minhas irmãs, ao mesmo tempo q ficava brava, por elas terem ficado paradas esperando, eu fazer o q não devia, rsrsrs. (só não pretendo brincar com esse tipo de coisa mais)

Nos despedimos, terminava o primeiro dia, o melhor de tudo era saber q haviam mais dois pela frente, nessa hora, já q não podemos dormir com ele, a gente fica grande parte da noite juntas, acordadas, beliscando coisas gostosas e comentando das sessões, dos medos e das excitações, a kika tava tão emocionada q desabou e qdo eu vi, já tinha dormido, a nice ficou me fazendo companhia, eu tava elétrica, mas felizmente consegui dormir, pra sonhar com meu dono, é claro... queria q a noite passasse depressa pra poder sonhar acordada outra vez...

Nas sessõs seguintes, conheci novas formas de prazer, experimetei um fisting em dupla, rsrsrs, DK fitou kika e a mim ao mesmo tempo... fizemos sexo oral juntas, e dessa vez eu dividi, rsrsrs...

ele foi ao banheio e me chamou, fui um pouco trêmula, fazia tempo q ele não me fazia beber urina, mas como ele havia feito isso com a kika recentemente, fiquei com medo sim...

felizmente ele se recostou na frente do vaso, esperando q eu abrisse sua calça pra ele urinar, bom, isso era fácil, o único risco q eu corria era errar a mira e deixar respingar no banheiro, eu estava grata por ele ter me poupado, por isso nem pensei, assim q ele terminou, não esperei me mandar limpar, me abaixei sem cerimônia (esperei q a ultima gota pingasse, é claro, rsrsrs) e chupei pra deixar limpinho... voltamos pra a sessão, e ele foi estrear a cane azul em nós, nossa, DK bateu uma vez, eu gemi, na segunda eu reclamei, na terceira eu pedi pra parar, dizendo q não ia agüentar, ele deu mais uma bem forte nas duas, q nós desmontamos sobre o sofá, e não bateu mais... era uma dor cortante, forte, desesperada, causada pelas três pontas de corta, q são tão duras q parecem ter arame por dentro...

no dia seguinte vi ele tc com uma sub amiga da família falando sobre o qto gosta de spanking, de como gosta de ver a pele ficando marcada e de ouvir os gemidos, fiquei me sentindo culpada por ter pedido pra parar... na verdade me arrependi mesmo...

O q dói é o sentimento de ter privado ele de algo q ele queria. Sinto uma culpa q não passa... sei q se ele quisesse teria continuado mesmo contra a minha vontade, foi o q ele me disse qdo eu toquei no assunto, disse q parou pq quis, mas eu sei q se eu não tivesse pedido, tinha batido mais... de todo modo, pedi q ele me deixei experimentar a cane azul da próxima vez, e q desta vez seja amarrada e amordaçada, pra não pedir pra parar e me acovardar de novo...

A cane azul, é a dor mais forte q eu já senti até hj, o fisting dói mto, mas com a excitação a gente não sente tanto, porém, nessa circunstância, dói mais pensar no q ele gosta e q eu não fui capaz de fazer, se torna cada vez mais incrível o qto eu mudei, nunca gostei de sentir dor, e ainda não gosto, não deixei de sentir medo da dor, especialmente das desconhecidas (como DK sempre diz), a vontade de servir ao meu dono é mais forte q o medo... o medo de desagrada-lo dói mais do q a cane azul... então entre todas as dores, e todos os medos, sempre faço a minha opção...

Escolho ser escrava a cada segundo de dor, a cada humilhação...
Me lembro q sou livre a cada vez q recomeça uma sessão...
Lembro quem sou toda vez q me ajoelho diante dele...
E toda vez escolho ser dele de novo...
Apesar de todos os desafios, medos e dificuldades....
É tudo o q eu quero...
Apesar da cane azul, estou ansiosa pela nossa sessão...
Ansiosa prá me entregar a ele sem medida, sem restrições, e agora sem covardia, nem q seja na base da mordaça, kkkk....

No fim da terceira sessão, ao nos despedir, minhas lágrimas começaram a escapar, mas eu disfarcei... DK percebeu, as meninas não... ele sempre me diz pra não chorar, e como eu sou “obediente” seguro sempre o máximo q posso... kika já estava se derramando no percurso de volta pra casa, e eu agüentando firme... até q ela comentou q estava admirada como eu tinha fama de chorona e estava segurando ainda... DK respondeu q eu estava me controlando... eu sabia q do portão de casa não passava, já estava explodindo...

Chegamos ao portão, nice se despediu e entrou, agora eu tinha kika pra chorar comigo...
Fomos até o portão, e eu pedi q a gente voltasse com ele pelo corredor até a rua, ele deixou, e eu comecei a chorar, ele pegou na minha mão enquanto a kika se abraçava pelo outro lado, nice chamou pra entregar a blusa dele q ela tinha usado, enquanto ele voltava pra pegar encostei na parede do beco e desabei, chorava tanto q não conseguia respirar DK veio apressado, me abraçou me mandou olhar pra ele, e me lembrou q eu voltaria em breve, abraçou a kika com o outro braço e ficamos uns instantes ali, chorando no peito dele... eu temia a hora dele cruzar o portão... depois q ele sai é o pior momento... chegamos ao portão, ele disse q queria nos ver entrar, então voltamos sozinhas olhando pra trás, até ver ele dar o ultimo tchau se sumir... aí sim eu chorei pra valer, kika antes de dormir, disse q sempre achou q era exagero meu sofrimento por causa da distância, e da despedida, mas q agora ela entendia...


Sei q mta gente q lê nosso blog pensa como ela pensava, q somos apegadas, dependentes demais... na verdade eu não espero q entendam, assim como minha irmã só me entendeu qdo viveu a mesma situação q eu... imagino q já fomos julgadas e até reprovadas por outras subs como nós, q não pensam o mesmo de seus dominadores, não sei explicar direito, só sei que sinto falta não é apenas do meu dono, nem só da dominação dele sobre mim, nem só do prazer ou das torturas q ele me proporciona, sinto falta do q eu sou qdo estou diante dele, sinto falta de me sentir completa e autentica, sinto falta do olhar, do sorriso, e do abraço, sinto falta das palavras sérias e da segurança q ele me dá, sinto falta da sensação de que tudo na minha vida faz sentido, e todas estas coisas estão reunidas em uma só pessoa... se vcs conseguiram encontrar tudo isso em um único homem, em um único dominador, vão entender o q eu sinto... a quem não entende, não posso julgar vcs, na verdade eu apenas encontrei o q busquei a vida inteira, mesmo antes de me tornar sub, e desejo profundamente que cada um q tenha passado por aki, tenha encontrado na vida akeles a quem procuravam, se não encontraram, não desanimem, nossa busca, é como a nossa escolha, recomeça a cada dia.

Um beijo em seus pés meu Senhor, a ti meu amor e minha entrega incondicional.

sua escrava {eliz}_DK