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domingo, 28 de outubro de 2012

Surpresas incríveis


Na terça feira, teríamos um dia especial, receberíamos uma amiga e isso me deixou mto feliz... apesar de uma noite mal dormida eu estava elétrica... o tom vermelho das costas já havia clariado deixando apenas centenas de microbolinhas vermelhas, mas eu ainda me sentia dolorida... é estranho como a cabeça da gente funciona... geralmente qdo meu dono me bate apenas por prazer eu amo ficar olhando as marcas, as vezes toco o lugar pra fazer doer só pra poder me lembrar, é magico sentir ele ali presente nas marcas...

Mas qdo a surra foi por castigo, o sentimento é diferente... olhar prás marcas não traz nenhum prazer... a não ser um certo alivio, por ter passado, por estar tudo certo... mas é meio angustiante olhar...
 
 eu lembro de qdo eu ainda era recem chegada, e dk me disse isso: "Quando eu te marcar por castigo vai ser diferente"... na época eu não acreditava, tb ele usava várias formas prá me castigar, mas não costumava bater... mas realmente é assim... e eu sei vcs me entendem, qdo apanhamos por prazer do dono as marcas nos trazem felicidade, orgulho, são uma demonstração de entrega... mas qdo são por castigo, sentimos apenas vergonha e pesar... Não existe diferenteça entre uma marca e outra, podem ter a mesma aparencia, a mesma intensidade, mas nossa consciencia sabe mto bem diferenciar uma da outra... aliás, nós sabemos q até um olhar do dono serve de castigo, pq o q dói mais é o q vai dentro de nós...
 


Tentei me distrair, parei de olhar as "bolinhas vermelhas" no espelho, rs... me arrumei e saí... comprei minhas bugingangas na rua, dei uma volta, almocei e liguei prá minha amiga... ela estava quase chegando, mas eu resolvi esperá-la no hotel... voltei e fiquei vendo tv e falando com o dk no msn até q ela chegasse...

 
Ela chegou ,estava ansiosa, com vergonha, curiosa com tudo que iria acontecer... prá descontrair eu brinquei que iria fazer o enema, e perguntei a ela se queria fazer também, rsss... ela disse que sim, ainda mais envergonhada, mas continuei conversando mostrando que não precisava se sentir constrangida, então primeiro fiz em mim, depois a ensinei a fazer...
Ela nos conhece a vários meses, conhece nosso jeito de ser e de agir... conversamos mto e já conhecendo nossos costumes ela topou participar conosco da primeira parte da noite...
 
Nos arrumamos e ficamos na janela esperando o dono chegar... ela estava mto nervosa, e eu excitada, rssss, adoro ter companhia e a noite prometia ser mto gostosa... Dono chegou, eu pulei no pescoço dele, enquanto minha amiga, ainda tímida apenas assistia.
Eu me ajoelhei fiz os cumprimentos, me levantei e o beijei... ele a puxou e começou a acaricia-la, já estávamos as duas totalmente nuas... então, enquanto eu me ajoelhei sobre a cama fazendo sexo oral no dono, ele começou a conversar com minha amiga, enquanto estimulava seu clitóris fazendo-a relaxar e perder a vergonha de vez...
 
Ela a pôs de quatro e a penetrou mto forte, fazendo-a soltar um gemido alto e abafado q aumentou minha excitação... ele percebeu o brilho nos meus olhos e me puxou para um longo beijo... nosso beijo se misturava com o sorriso, o prazer de viver akele momento juntos... ele a fazia gemer com estocadas cada vez mais fortes e eu via em seu rosto o prazer me deixando louca de excitação e desejo...
Eu a agarrei pela cintura abrindo-a para o sexo anal, segurava sua bunda de encontro ao impacto, recebendo as estocadas fortes do meu dono... eu via em seu rosto a expressão do prazer... meu corpo inteiro queimava, minha vagina pulsava como se pudesse explodir de desejo a qualquer momento...
 
meu dono penetrava cada vez mais forte e mais rápido, então me encaixei embaixo deles, segurando nas coxas do dono, comecei a sugar seus testículos, acompanhando o ritmo da penetração...

nesse momento algo surpreendente aconteceu comigo... sentir o corpo do meu dono dakela forma penetrando com vigor e sem nenhuma pena, sentir seus testículos se mexendo em minha boca, sentir todo o corpo do dono envolvido nakele prazer intenso me fez perder por um momento o controle do meu próprio corpo... o toque da pele do dono em minha lingua... o sentimento de humilhação por vê-lo com outra mulher... tudo começou a ferver dentro de mim... e sem ao menos esperar eu comecei a gozar sem ao menos me tocar...

eu não acreditava no q estava acontecendo... comecei a sugar mais intensamente o dono e meu corpo reagia como se ele mesmo estivesse sendo estimulado, me proporcionando um gozo tão intenso a ponto de marcar a cama... eu me levantei de onde estava, e vim novamente acariciar meu dono... prá minha surpresa ele tinha percebi por causa das marcas na cama...

Ele estava com um sorriso lindu, assistindo akela cena... e eu ainda não acreditava... nos beijamos longamente enquanto ele ainda transava... e minha amiga já gozando não tinha nem noção do q havia acontecido... meu dono então, como recompensa... retirou a camisinha e me deu de beber do seu gozo que jorrou com abundancia... doce, quente, saboroso...

ficamos os três deitados conversando e rindo do acontecido... foi um momento delicioso... surpreendente, quase inacreditável... pedimos o jantar, tomamos um banho juntos, os três e saímos prá onde seria a sessão...

ela assistiu a sessão q nesse dia foi bem leve... Dono fez spank novamente em minhas costas q ainda estavam doloridas, e também brincou com os palitos nos meus seios... o q prá mim foi um prêmio, afinal a tortura nos seios é minha dor preferida...
 
  Foi uma noite agradável... dificil de esquecer... uma experiencia q me fez crescer... finalmente, fazer do prazer do dono o meu prazer não era algo apenas subjetivo, era real... físico... e mto, mto forte... eu consegui chegar a algo q eu jamais tinha sonhado e o olhar do dono nakele momento era a maior de todas as recompensas...
 
Nada, absolutamente nada é mais importante q isso... eu sei q é difícil superar o ciúme... mais dificil ainda é superar o medo de ser trocada por outra mulher... é complicado lidar com tudo isso... porém... poder viver isso diante do dono faz toda a jornada valer a pena...
 
Há mto tempo o dono vem me preparando para lidar com situações como esta... desde o início... tudo sempre ficou claro... eu sempre soube o q devia fazer, como me comportar e o quanto era importante q isso fosse absorvido por mim espontaneamente... não, meu dono não me força... se ele me forçasse não teria valor, pq ele sempre me deixou livre... veio mostrando, ensinando calmamente... ensinando q sou eu q o pertenço e q seu prazer está acima do meu, por seu prazer é o meu... ensinando que o ciúme pode ser transformado em humilhação na medida em q eu reconheço q estou abaixo de qualquer outra pessoa e ao mesmo tempo continuo tendo meu lugar e minha importancia prá ele... mostrando que agindo assim eu alcançaria o reconhecimento por todo meu esforço para superar as situações e mesmo sofrendo obedecer ao q ele deseja... mostrando que não pretende me trocar porque cada pessoa é unica e se alguém vier, virá sempre para acrescentar... mostrando q ele é quem tomará sempre todas as decisões e cuidará prá q eu esteja sempre bem, me defendendo, me guardando e protegendo...
Minha amiga voltou comigo pro hotel... conversamos até tarde tinhamos mtooooo o q conversar, rssssss... ela foi embora na quarta de manhã... mas voltaria na quinta feira... a experiencia para os três foi gostosa e mto válida... a cada dia descobrimos novas formas de viver intensamente tudo o que desejamos... na quarta eu sairia com o dono... foi uma tarde maravilhosa, que na próxima postagem estarei dividindo com vcs.

um beijo a todos e até a proxima.

domingo, 2 de setembro de 2012

Julho: Reencontro

 
Queridos amigos, vcs que me acompanham a muito ou pouco tempo, ou ainda vcs que pela primeira vez lêem o meu blog, estou em dívida, rs, uma dívida muito alta, rsssss, meses de atraso, na vdd uma divida comigo... com meu dono... pois, escrever sempre me faz crescer, me faz pensar, refletir... quando estou aki com vocês falando de experiências, sentimentos, ideias, ao mesmo tempo vou desatando nós que por vezes surgem dentro de mim, mas eu tenho motivos...
 
 
Primeiro pq meus nós tem se desatado cada vez mais rápido, com mais facilidade, rs, felizmente... graças a Deus... e ao empenho do meu dono a mto tempo não há nada que me tire a paz, o equilíbrio... tenho vivido uma fase muito feliz... vivendo tanta coisa q nem consigo parar prá escrever... esse é o segundo motivo, a correria, muito trabalho... família sempre por perto... se por um lado não há solidão que resista, por outro não há concentração que persevere também, rsss... a eterna energia dos adolescentes, rssss e a dificuldade que eles tem de perceber qdo a tia não quer mais bater papo e precisa passar um tempo sozinha, rssss...
 
Hoje consegui uma folguinha, depois de uma fase muito corrida, parei um pouquinho pra falar com vocês e, nossa, não sei nem por onde começar... tenho feito mtas experiências novas, evolui mto em algumas coisas que eu gostaria de compartilhar com vcs, e além disso tenho ainda as sessões do mês de julho, uma semana inteira com o dono pra contar...
 
 

Bom, mas vamos começar pelas sessões, já que as experiências não expiram...

Minha ida ao rio no mês de julho foi mais do q programada, como é mês de férias de um dos meus trabalhos, foi fácil conseguir uma semana inteirinha pra ficar com o dono... eu estava ansiosa e com muita saudade já faziam quase 4 meses q eu não o via, e apesar de ainda estar devendo um castigo, eu não conseguia pensar em nada a não ser em vê-lo...
 
 
Nestes quatro meses conseguimos arrumar novas formas prá aplacar a minha saudade, claro q nem todos os nossos segredos eu conto aki, rsss, esse ficará guardado... o q eu posso dizer é q arrumamos um jeito dele se fazer ainda mais presente, e uma dose diária e cavalar de carinho, presença e cumplicidade mantém qualquer carência afastada e o equilíbrio no ponto certo pra q eu me mantivesse bem até poder voltar...
 
 

Viajei num domingo a noite, era dia 08 de julho e eu estava tão ansiosa q nem senti a viagem... cheguei ao rio e cumpri minha rotina: taxi pro meier... parando em frente ao hotel... estar novamente nakelas ruas sempre me traz uma emoção indescritível, só vivendo pra entender... o cheiro impregnado do hotel em tudo ao meu redor me trazia de volta ao meu lugar dos sonhos... e cada detalhe, cada móvel, cada espelho... cada quadro me fazia me sentir um pouco em casa, afinal são 3 anos ali no mesmo lugar...
 
 

Subi, e felizmente não tive plateia pra me ver falando sozinha no elevador, rsss, agradecendo a Deus e a vida por me permitir viver tudo isso novamente, entrei no quarto e como sempre segui o mesmo ritual: liguei pra casa, desfiz a mala, tomei um banho, apaguei tudo e dormi pesadamente, acertando o despertador para as 12h quando eu entraria e falaria com o dono...
acordei e entrei na internet louca pra avisar q eu tinha chegado e que estava tudo bem... dono ficou feliz com a noticia, conversamos um pouco sobre a viagem e outras coisas do dia a dia, comi algo, q não me lembro, rsss e enquanto ele ia almoçar, eu dormi novamente, pra me refazer de uma noite inteira de viagem.
 
 

Acordei por volta de 16:30 entrei novamente na internet e recebi ordens para me preparar para a noite.... antes de viajar fui avisada pra trazer a bombinha de enema, pelo que entendi, essa semana o dono iria me usar muito para o sexo e a tortura anal... pelo msn me deu ordens para começar o enema como havia me ensinado... intervalos de 15 a 10 minutos que ele mesmo foi marcando e q vão diminuindo até os 3 minutos, num período de 1:30 para ficar limpinha...
 
 

O enema é sempre constrangedor e doloroso, mas é mto bom a sensação de segurança que proporciona... me arrumei e fiquei esperando o dono chegar... fiquei muito emocionada quando o olhei dobrando a esquina, meu coração pulava, e eu corri prá porta, como sempre o agarrei pelo pescoço deixando de lado as convenções, eram quatro meses de saudade e não havia como controlar o q eu sentia...
 
 
viemos para o quarto, e mais calma, fiz os cumprimentos como de costume, ele me deu mtas bofetadas e mesmo enquanto eu me ajoelhei prá tirar seus sapatos em nenhum momento parou de me bater... ele se deitou já nu e eu como sempre fiquei de quatro na cama fazendo sexo oral, matando a saudade, a vontade, nossa, como eu adoro isso...
 
 

Não demorou muito, ele me agarrou forte pelo cabelo e me puxou quase colocando meu rosto no espelho da cabeceira da cama... era uma imagem linda a q eu via pelo espelho... o olhar, a expressão do rosto dele, sério, faminto como uma fera q se prepara para devorar sua presa, desprendia tapas tão violentos em mim, q eu me desequilibrava e caía sobre a cama, levantando rapidamente para apanhar novamente...
 
 

Ele agarrava meus cabelos enrolando todo o cumprimento nas mãos a ponto de sentir que usava meus cabelos como se fosse uma rédea, rsss, que me imobilizava e obrigava a seguir todos os seus movimentos, e assim puxando meus cabelos com uma mão e batendo com a outra ele penetrou meus ânus sem qualquer cuidado ou preparo, fundo e forte como se quisesse tocar as minhas entranhas...
 
 

Eu urrei, gritei, naquele instante eu não era mais a mulher recatada, profissional conhecida de uma cidadezinha do interior... era apenas uma cadela, usada sem pena, eu o sentia mto fundo, cada vez mais fundo, enquanto os tapas estalavam fortes marcando de vergões minha bunda, costas e coxas em todos os lugares q ele podia alcançar...
 
Com a mão q estava em meu cabelo ele forçou minha cabeça prá baixo, encostando meu rosto de lado no colchão, eu agora não o via mais pelo espelho, mas, com algum esforço, conseguia vê-lo atrás de mim, ao me ver olhando, ele desferiu várias bofetadas no meu rosto... os tapas eram tão fortes q eu senti meu rosto como se estivesse inchando na medida em q ele batia, akela sensação de humilhação, somada as estocadas fundas q eu sentia abrindo meu anus, como se fossem me rasgar me faziam sentir mais ainda a minha condição e , apesar das bofetadas, eu não consegui segurar o sorriso, rssss...
 
 
meu dono então parou as bofetadas e ainda me comendo esticou a perna direita pisando primeiro meu rosto, depois enfiando o pé em minha boca ao máximo q cabia, até a garganta, me trazendo uma certa asfixia misturada com uma ânsia... aumentando ainda mais a sensação de humilhação: agora, além de estar sendo sodomizada, tendo meus cabelos puxados violentamente, ainda sentia o pé do dono me pisando, asfixiando, enquanto eu lutava para chupá-lo e tentar controlar a ânsia e respirar, ele voltou a me bater forte... meu corpo inteiro se envolvia em uma única sensação, eu estava ali embaixo dos seus pés, sendo usada, tudo doía, ardia, mas a sensação de prazer no seu rosto, e akelas olhos fixos nos meus me faziam delirar, como se eu pudesse me tornar parte do seu prazer e de repente senti algo escorrer de dentro de mim...
 
 

Sim, pro meu espanto, eu nunca havia acreditado em ejaculação feminina, principalmente sem qualquer penetração ou estimulação vaginal, mas pasmem, foi o q aconteceu comigo... bom, se eu não tivesse visto, tb não acreditaria, mas eu vi a imagem do gozo saindo em abundancia de dentro de mim como nunca havia visto antes em uma mulher, e então meu corpo inteiro se encurvou num espasmo fortíssimo q até o dono sentiu tudo em mim pulsar... eu soltei gritos de prazer enquanto ele aumentou a força e a velocidade das estocadas, parecendo q iria me rasgar, até q eu amoleci em suas mãos e ele me soltou...
 
 

Como sempre, toda vez q eu volto, após o primeiro orgasmo é como se eu recobrasse a consciência de toda falta q tudo isso me faz, meu corpo reage como se estivesse novamente inteiro, completo, eu me aconchego nos braços dele e choro... por sorte ele já está acostumado... estava toda dolorida, ardida e trêmula... e ele me amparou, me envolveu e ficamos ali por um bom tempo comentando do quanto era bom estar de volta... por sorte dono sempre entende minhas lágrimas e até mesmo meu silêncio, raramente me exige explicações, geralmente só de me olhar percebe o q se passa, e sabe q o q eu preciso é a sua presença e a segurança que ele sempre me dá...
 
 

Essa segurança q me faz ser forte, e sempre me traz de volta... e me faz crescer e estar sempre com ele, cada vez mais aberta a tudo que vier...

Como sempre a primeira noite é de acerto de contas... então, nesta mesma noite eu fui castigada... mas os motivos e o castigo são assunto prá uma outra postagem q, eu prometo, não vai demorar tanto, rsss. Um beijo a todos e obrigada pelo carinho.
 

{eliz}_DOM KALLUS.
 
 

domingo, 27 de maio de 2012

"Castigo e remissão... uma chance de recomeçar"


Era noite de segunda feira dia 16 de março... estávamos indo prá sessão, e esta sessão tinha um objetivo específico... eu tinha errado mto, em coisas simples, e Tb em situações bem complexas... eu sei... estou consciente de que se meu dono não me conhecesse tão bem, e fosse tão paciente, eu teria perdido minha coleira...
Eu sabia o risco q havia corrido, então, apesar de estar meio apreensiva pelo que iria acontecer no castigo, estava feliz por estar ali... por saber q apesar de todos os meus erros, ele ainda me queria... depois que o castigo acabasse eu teria seu colo, seu carinho e seu perdão...
No caminho o Dono falava de vários assuntos, mas não mencionou o castigo... brincava, ria, falava coisas da nossa rotina... enquanto meus pensamentos se prendiam na tensão... eu percebia q ele tentava me distrair... brincava sempre me passando pro canto da rua, como se estivesse me vigiando como se eu fosse uma criança... na vdd tentava me mostrar que apesar de tudo q havia acontecido, tudo permanecia como sempre foi... na vdd era uma forma de tentar me acalmar... e de me mostrar que estava tudo bem...

Subimos ao escritório, ele me fez sinal me mandando sentar, enquanto ajeitava algumas coisas do trabalho me deu ordens prá pegar meu not book e abrir em cima da mesa q ficava no centro da sala... achei estranho, apesar de sempre usar o not no escritório, geralmente durante a sessão ele não fica ligado, a não ser qdo o dono quer mostrar a sessão pela cam para alguém...
Como foi ordenado, eu liguei o not, entrei no MSN e no Orkut enquanto ele começava a trabalhar... sem q eu percebesse ele pegou os dois chicotes que havia levado e deixou ao alcance em sua mesa... encontrei uma amiga on line no chat do Orkut e comecei a tc com ela, comentei com o dono, e ele sorriu dizendo q eu podia conversar a vontade... como ele já estava cuidando de alguns afazeres continuei teclando... até q ele se virou, abaixou as alças do meu vestido, pôs meus cabelos de lado e começou a bater... meu primeiro instinto foi gritar, mas eu segurei, dono não gosta de escândalos...

No impulso, parei de tc, apertando as mãos conta o rosto, principalmente na boca, prá não soltar nenhum som... mas prá minha surpresa, meu dono, parou por uns segundos e me ordenou que continuasse tc, explicando q eu não podia parar de falar com minha amiga...
De repente, deu uma pausa, de alguns poucos minutos apenas, e começou novamente... e entre uma pausa e outra... ele batia mto, parecia q akele castigo nunca mais ia acabar... eu segurava prá não chorar pq sei q isso deixaria ele chateado... e poderia forçá-lo a me lembrar q eu estava sendo castigada, e portanto devia suportar como fui ensinada...
Desde o início, a 3 anos atrás, fui ensinada que durante o castigo não há espaço prá reclamações, nem lamentações... ao contrário, todo castigo deve ser suportado em silêncio até o fim... percebi que meu dono fez questão inclusive de me tirar todos os truques que geralmente utilizo prá aumentar minha resistência e suportar melhor as torturas...

Desde o início do meu adestramento dono e eu descobrimos algumas coisas me fazem suportar melhor a dor: estar vendada e amarrada me faz ficar concentrada, me torno mais forte, pensando fixamente apenas que preciso suportar, e me esquecendo de todo os outros pensamentos... também fico mais forte quanto meu dono segura a minha mão ou me deixa ao menos segurar nele, em qualquer parte do corpo durante a tortura, isso me acalma, me dá segurança e o pânico da dor passa... e por fim tb fico mais resistente qdo ele me dá uma ordem direta e firme durante a tortura: “suporta”... é como se meu corpo reagisse positivamente ao comando da voz do dono, tudo parece ficar mais fácil, mais suportável...
Porém, nakela noite ele me tirou todos os truques, permaneceu atrás de mim... longe, fora do meu alcance... não me permitia concentrar pq eu tinha q pensar no q estava tc, no que ia falar com minha amiga, e isso me fazia sentir a dor mais forte, despreparada, no susto... e em vez de me ordenar que suportasse... apenas cantarolava ao meu redor, se divertindo com minha aflição e meus gemidos...

As chicotadas traziam a sensação de q minha pele já estava sangrando... eu sei q ele não iria lesionar a minha pele, pq isso não faz o estilo do meu dono, mas eu segurava o choro já desesperada esperando o fim do castigo...
As vezes falar de castigo nos excita, mexe com a nossa libido, com nosso desejo... mas qdo ele realmente acontece, e chega ao nosso limite, percebemos que a situação não tem graça nenhuma, pelo contrário, é um momento de extrema dor e vergonha...
Nessas horas, quando sentimos o limite da dor... é q sentimos de vdd a nossa pequenez... enquanto não provamos o extremo nos achamos fortes, potentes, nos sentimos inatingíveis, tudo parece fácil no discurso, falar, falar é mto fácil... porém, quando chegamos ao limite, é que percebemos que não somos nada, nem fortes, nem invencíveis, nem inatingíveis... somos fracas... fomos vencidas por nossos próprios erros e estamos ali prostradas, esperando, abertas ao castigo, implorando prá que akele sofrimento possa nos reconciliar...
Experimentar o limite da dor nos leva a um sentimento intenso de solidão, pois sabemos que apesar de sermos amadas, apesar de não estarmos a sós, ninguém pode dividir conosco o que sentimos fisicamente, esta dor que está presa em meu corpo, pertence somente a mim, e assumi-la se torna condição para que eu possa merecer novamente a alegria de me sentir digna da coleira que possuo...

A dor extrema nos traz solidão pq percebemos que apesar de parecer insuportável esta é a única forma de recuperar a confiança perdida... pois esperamos o consolo justamente dakele que nos tortura... e é pro colo dele que pretendemos correr qdo a dor passar... apesar de ser dele que me vem tanta dor, é somente dele que eu quero o carinho depois que tudo acabar...
Depois de certo tempo apanhando, ele me contou que as pausas estavam sendo feitas a cada 50 chicotadas, e que ele já tinha feito 12 remessas de 50... e ainda ia continuar... ao todo foram mais de 2 horas de spanking distribuídas em 16 remessas de 50 totalizando 800 chicotadas...
Ao terminar dono procurava meu olhar analisando se eu estava bem... eu procurava sorrir, engolindo o choro... então finalmente ele se aproximou de mim... eu finalmente me agarrei as suas pernas, e então eu desisti de lutar contra as lágrimas, e me permiti chorar...
Dono ria, fazendo cafuné em minha cabeça, brincando com a situação falando q as marcas tinham ficado lindas... e que com certeza eu não me esqueceria desse dia... pegou em seguida um copo com água gelada, e molhando as mãos acariciava minhas costas ainda ardidas, quentes... até o carinho era dolorido... mas eu não queria q parasse mais... nunca mais...

Em seguida sentou-se em frente ao computador, e fez sinal prá eu ir “fazer minha obrigação” (rsrsss – prá quem ainda não segue o blog, é sexo oral mesmo, rsssss) porém, qdo me sentei no chão à sua frente ele começou a segunda fase do castigo, que inclusive eu já esperava...
Na vdd, é a conclusão... akela conversa séria q sempre temos antes ou depois do castigo... colocando todos os pontos em pratos limpos, e encerrando de vez o assunto...
Foi um papo complicado, na vdd nem conseguimos encerrar esse assunto definitivamente, considerando que alguns dos meus enganos cometidos neste período foi mto sério, dono falou de seu descontentamento olhando nos meus olhos... eu ainda sentia a dor do castigo físico, porém, doeu mto mais olhar prá ele percebendo o quanto eu havia contrariado a sua vontade...
Dono deixou claro que não admitiria outro erro como akele, que acompanharia de perto tudo q eu fizesse, e que meu comportamento seria analisado rigorosamente... akele era o basta que faltava para que eu percebesse que ele estava me colocando definitivamente em meu lugar... aos seus pés... que estava se posicionando como meu dono, mestre e Senhor e que toda e qualquer decisão em minha vida seria tomada por ele, sem discussão...
Eu sabia q tinha corrido o risco de perder minha coleira... dono não chegou a dizer isso... como em uma conversa anterior em q ele brincou sobre o assunto, disse nas entrelinhas: “não digo, que você merece perder a coleira, mas que merece uma surra, merece...” bom, ele brincou... nakele dia eu não sabia, mas era uma promessa... feita e cumprida...

Finalmente a dor física, moral, psicológica... emocional... me levaram a comprovar que de fato pertenço inteiramente a Ele... ainda que eu viva momentos de crise, cheia de dúvidas... meu coração... minha mente sempre estão presos a ele... é dele q sempre falo, é por causa dele que choro... sorrio... são dele as minhas palavras, minhas lágrimas e até o meu silêncio... foi ele q me prendeu... me adestrou de uma maneira singular... pq mesmo sem perceber acabo agindo e pensando como ele deseja... apesar de alguns tropeços é pros braços dele que eu sempre corro... e apesar de todas as dúvidas... é ele quem me toca de fato... que possui meu corpo para fazer o que tiver vontade, que manipula meus pensamentos como lhe convém, e que tem meus sentimentos nas mãos, manuseando-os com o cuidado de um menino que cuida de uma borboleta que pretende prender sem contudo machucar suas asas...
meu Dono... Mestre e Senhor... eu te agradeço pela paciência... por entender meus tropeços, meus enganos... meus erros... te agradeço pela franqueza, pelo cuidado, pela forma suave de me conduzir, me mostrando meus erros sem me fazer pagar proporcionalmente por eles... eu sei meu Senhor, errei mto... na vdd, apesar de ter passado o castigo... não me esqueço disso... não me esqueço das coisas erradas que falei, que pensei, que fiz... sei que após nossas ultimas conversas, em que lhe foram revelados novos detalhes desta fase, serei novamente castigada qdo eu voltar no fim deste mês... porém, já vou sabendo que fui totalmente redimida, não pelo meu merecimento... mas pela bondade do seu coração...

Não há nada que eu possa dar em retribuição a isso... tudo que eu posso é me colocar novamente diante do Senhor como uma sub obediente, resignada e disposta a fazer todas as suas vontades, sem restrições... te servir e viver os seus sonhos, como meus sonhos... estar ao seu lado em todas as situações... aos seus pés, em todas as circunstâncias... Obrigada por tudo...
bjs, sua eliz.

domingo, 15 de abril de 2012

Janeiro - 2012/2: Felicidade

Os demais dias de janeiro que passei com meu dono seguiram a mesma intensidade, porém nos concentramos mais no meu treinamento para imobilização e resistência... dependendo da posição os músculos ainda estranhavam... eu ficava tentando disfarçar prá aumentar o tempo e melhorar meus resultados... mas vendada, não sabia qdo ele me observava e várias vezes acabei deixando transparecer que o limite havia chegado... ele me perguntava se estava tudo bem, eu respondia q sim, mas a expressão do meu rosto afirmava que não... ele chegava ao meu ouvido e perguntava: “se está tudo bem, pq vc está perdendo a cor?” RS, eu ria... falava q estava bem mesmo, e ele perguntava: “então pq seus  lábios estão brancos?”... não adiantava disfarçar pq meus sinais são mto nítidos qdo estou no limite... mãos geladas, suor frio e palidez... isso não tem como negar...

Meu senhor então me tirava da posição... me deixando descansar por uns minutos em seguida me colocava prá “fazer minha obrigação”, rsss, é o q ele diz.... assim passava as 2, 3horas restantes fazendo sexo oral, sendo cospida e esbofeteada por vezes seguida... me lembro que a um tempo atrás isso me causava vergonha... nossa como eu mudei...

A tempos atrás uma bofetada me soava como uma ofensa... uma agressão... como se me batendo forte dakela maneira ele quisesse me magoar... porém... com o tempo fui percebendo akele desejo no olhar e o sorriso no canto da boca... os olhos fixos em mim como se me repetissem que eu me tornava cada vez mais dele a cada bofetada... nossa e foram mtas, mto fortes...
Percebi que passei a gostar das bofetadas no mesmo instante que percebi que estava totalmente entregue... já não havia mais vergonha... não havia mais nenhuma timidez, nenhum medo... foi então que eu aprendi a sorrir em cada bofetada, eu não precisava mais disfarçar meu prazer em ser humilhada, subjulgada... podia me deliciar da saliva que ele cuspia em mim, na minha boca sem nenhum medo de qualquer pré-julgamento, ser pisada, ser usada como um objeto prá lhe dar o prazer que quisesse e essa era a melhor forma de me levar ao gozo, ao êxtase...

Vendada por horas em todas as sessões dakela semana eu me reduzia a apenas um objeto, por isso não falava, ficava muda... esperando ser usada... não perguntava nada, raramente gemia mesmo apanhando... mas ele sabia, via no meu rosto... que me reduzir a um objeto me causava um extremo prazer... tanto que as chicotadas nem ardiam tanto mais, pois eu já esperava que ele me tocasse me acariciando admirando os lanhos e vergões que ele havia desenhado em sua cadelinha obediente....

Cadelinha obediente... isso tem tido um significado mto especial prá mim... em várias de nossas conversas, nas ultimas semanas, enquanto eu comentava sobre algumas situações que poderiam inclusive me levar a uma pirraça, uma birra, e por conseqüência a um castigo... meu dono não me responde, apenas repete a mesma frase: “você é minha cadelinha obediente”... quase como uma forma de me fazer entender q o assunto não está em discussão...
uma forma carinhosa de me lembrar meu lugar, sem contudo, me afastar ou magoar... “você é minha cadelinha obediente” isso ressoa como um coro, repetido várias vezes,  que é como se hipnotizasse e consegue me demover  de qualquer pensamento fixo, me fazendo voltar a postura q eu preciso ter, sim dono sou sua cadelinha obediente...
E foi como cadelinha obediente q me despedi dele nakele mês, no dia 19 de janeiro... mesmo sem saber qdo eu voltaria, não chorei... não peguei pirraça... fiquei triste, alguns instantes... principalmente no ultimo beijo... ele largou minha mão com um certo pesar... repetindo: “você não tem q ficar assim, você sabe que vc sempre volta, e q eu estou aki sempre te esperando”...

Minutos depois, eu liguei no seu celular... e em vez de ouvir uma fileira de lamentações chorosas, no telefone estava sua cadelinha obediente, falando apressadamente do quanto estava feliz por tudo que havia vivido, e q em breve estaria de volta...
Ainda lembro como se fosse agora, RS, ressoando em meus ouvidos,  repetindo sempre no momento necessário meu consolo sempre infalível: “linda, não esquece, eu te amo”...

Disfarçando o nó na garganta, e o choro de felicidade que brota descontrolado, eu repito, mas ele já sabe tudo que sinto, e me despeço me lembrando sempre, que o que vivemos é mto forte, a ponto de se tornar eterno. Vim embora chorando e sorrindo, olhando as montanhas verdes de minas, e no meu mp3 as musicas q fazem meu coração arder... lembrando o quanto é grandioso viver o que sonhamos, nem que seja por um tempo, nem que seja por um curto tempo, arriscando, vivemos, intensamente, realizamos tudo que sonhamos...

Parti na certeza de que sempre vou voltar, e já voltei,  estou sempre grudada a ele, rssss, passei 3 dias de março aos pés do meu dono, mas isso fica prá próxima postagem, rsss, bjs.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Felicidade...


Não sei se é possível definir a felicidade... tem mta gente q nem acredita q ela exista... o que eu acredito é que não existe ninguém q seja feliz o tempo todo... mas que cada pessoa tem uma forma única de definir a felicidade, e esta felicidade está exatamente em reconhecer a importância de cada momento e vivê-lo com intensidade...

Era um dia mto especial... o dia dos pais. Eu estava de malas prontas, tudo arrumado, ainda houve tempo prá sair com meu “velho” prá comemorar... este momento com ele tem sua importância... assim como a companhia marcante de minha mãe... sempre que olho nakelas rugas, e nakeles olhos azuis vejo uma parte de mim... assim como a percebo nas minhas atitudes mais sutis... mesmo com a agitação dakele dia foi gostoso estar com eles, tê-los por perto me ajuda a manter viva em mim a clareza do q é mais importante na vida, me faz lembrar sempre quem sou e o que eles me ensinaram a ser: dar mais importância para o ser do que para o ter... ser, antes de querer aparecer... e acima de tudo ser feliz porque a vida é linda, mas é única.

E foi tendo isso em mente q eu parti rumo ao rio... na mala, o kit do dono, meus vestidos, perfumes... minha coleira... viajei durante 16 horas sem cansaço... eu estava elétrica... dessa vez quase não dormi na viagem... não sei se pelos vários problemas q havia deixado no trabalho, ou pela saudade do dono q me fazia ficar tão ansiosa, ou ainda pelo receio dos dois castigos q eu tinha pra pagar... acho q tudo se misturando dentro de mim... me manteve quase toda noite acordada... nem mesmo quando cheguei ao hotel, consegui relaxar...

Eu só queria q a noite chegasse logo, e q o castigo passasse logo... falei com ele no MSN, e ele, feliz com a minha chegada, repetiu várias vezes q eu não devia me preocupar... uma das coisas q meu dono mais reprova é q eu tenha medo... ele sempre diz q medo é falta de confiança, e q quer meu respeito, não meu medo...

Dormi um pouco... e finalmente a noite chegou... ele dobrou a esquina no horário previsto... e deu um sorriso lindo ao me ver na janela... eu estava mais calma, mas mto ansiosa... qdo ele entrou eu nem quis saber de cumprimentos, ataquei, rssss, beijando, abraçando, cheirando, agarrando... até ele me arrastar pro quarto...

Eu fiquei olhando prá ele, dando uma de desentendida, enquanto ele esperava q eu me ajoelhasse... ajoelhei beijei seus pés, e senti uma chicotada forte na bunda, levantei num susto, enquanto ele se divertia... beijei as mãos, levantei, e ele me beijou, me asfixiando até q eu perdesse totalmente o fôlego e começasse a me debater...

Meu coração estava acelerado... quando se passa mto tempo depois da ultima sessão parece q a gente fica mais sensível prá dor, pq sempre se espanta com as primeiras pancadas...

Ele se sentou, e como sempre eu comecei a tirar seus sapatos e a beijar e lamber seus pés... conversávamos sobre diversas coisas, mas por dentro eu só sentia vontade de perguntar em q momento ele me castigaria... porém, ele não iria me responder, pq sempre diz q a surpresa é q faz ser divertido... tirei toda sua roupa e fiquei quietinha fazendo sexo oral, até q ele se levantou e pegou o chicote de couro que estava sobre o sofá...

Começou a dar chicotadas fortes nas minhas costas, bem mais fortes do que de costume... na vdd eu acho q ele nunca tinha me batido com tanta força... as chicotadas queimavam nas minhas costas e eu, sem querer soltava pequenos gritos, quase q incontroláveis, ele me mandou pegar uma camisinha, mas continuou batendo... no nervosismo, minhas mãos tremiam, fazendo a simples tarefa de abrir um pacote de camisinha algo quase impossível...

O impacto das chicotadas era mto doloroso, ardia, queimava e qdo eu entreguei a camisinha a ele, achei q ia parar, mas só parou o tempo suficiente para colocá-la, me pegou pelo cabelo para me colocar de quatro sobre a cama, na direção que ele queria, penetrou minha vagina e continuou batendo com a mesma força... e mesmo apanhando, sentir meu dono dentro de mim me fez gozar, mto forte, o q na verdade era o sinal q ele esperava prá passar para a segunda parte...

De repente, ele puxou meus joelhos, me fazendo ficar deitada de bruços, com o quadril levemente levantado, e ajoelhado em torno nas minhas coxas  penetrou meu kuzinho sem qualquer cuidado...

 Eu não estava entendo meu senhor... ele não costumava me bater assim... e sempre que fazia sexo anal comigo, tinha todo cuidado de me preparar antes, me estimular, lubrificar... nakele momento a dor era tão aguda q eu fiquei alucinada... tentei me esquivar e olhei prá ele pelo espelho suplicando que parasse pq estava doendo mto...

Acho q nunca vou esquecer da expressão do seu rosto, olhando prá mim pelo espelho... eu estava apavorada, e ele sério, com olhar altivo fazendo questão de mostrar que não se importava, respondeu apenas: “suporta, este é seu castigo... suporta”...  Akelas palavras me deixaram ainda mais apavorada, pq sendo castigo, eu não podia mais reclamar, ou pedir clemência... apenas me agarrei eu travesseiro, e respondi: “sim senhor”... era como se akela dor estivesse me cortando... percebendo q eu havia entendido a situação ele ordenou q eu me tocasse, claro q com o objetivo de diminuir um pouco a dor...

Eu obedeci imediatamente, percebendo q ele aumentava a força das estocadas, e me penetrava sem qualquer pena... a sensação era como se meu kuzinho estivesse rasgando... ele tinha parado de me bater, mas a dor era mto mais forte do q a do chicote... então ele me perguntou se eu ia voltar a cometer o mesmo erro... me fazendo inclusive falar em detalhes o q eu tinha feito... as palavras se misturavam a gemidos, e quase chorando eu pedi perdão...

Ele não me respondeu... mas eu vi q fui perdoada pela mudança de atitude... ele sorriu... me lubrificou melhor e passou a dar estocadas mais compassadas fazendo a penetração se tornar prazerosa e me fazendo gozar várias vezes, inclusive depois que parei de me tocar...

Qdo se deu por satisfeito, se deitou ao meu lado, me puxando pro seu braço... era mto gostoso sentir q o castigo havia passado, e q agora era hora só de carinho, começamos a brincar com nossos corpos, fazendo carinhos em lugares inusitados, e eu realizei fantasias que me encheram tanto de tesão que pela primeira vez meu corpo reagiu e gozou sem qualquer toque, todo o conjunto da situação, me levou a uma excitação indescritível, uma sensação que jamais vou esquecer...

Ficamos na cama descansando o máximo que podíamos, tomamos nosso banho e seguimos pro local onde seria a sessão, na bolsa, apenas o chinelo, que eu já sabia q seria usado para o segundo castigo... chegamos, fui cuidar de umas coisas do meu trabalho, enquanto ele tb trabalhava, e as 10h ele decidiu começar...

Mandou q eu pegasse o chinelo, puxou uma cadeira para o seu lado, onde me mandou debruçar e começou a bater... como já era de se prever todas as chineladas no mesmo lugar...

Eu senti o calombo inchar na pele, as chineladas queimavam, ardiam, mas dessa vez me segurei calada, pq ele já tinha avisado que era castigo... e o motivo era mto justo... apesar de ser sempre bastante submissa eu tinha respondido ele, tinha sido mto malcriada, desrespeitando meu senhor em uma ordem mto simples q ele tinha me dado... passado o momento me senti tão mal q eu mesma pedi a ele q me castigasse... ele como sempre estava esperando que eu me tocasse do q tinha feito, e já sabia inclusive q isso iria acontecer em poucos minutos...

Eu felizmente agüentei calada, (tirando, uns gemidos, pq tb não sou de ferro, né) e ele bateu o quanto julgou q era justo... terminado o segundo castigo, ele me mandou sentar prá fazer “minha obrigação”, rssss (sexo oral no dono, rssss) o q obedeci toda feliz, pq adoro, e também pq sinalizava q os castigos felizmente tinham terminado...

Nakele dia minha tarefa foi mais difícil, pq eu estava com a bunda dolorida, e com dificuldade prá sentar por causa da penetração anal forçada... na vdd isso me fez ficar dolorida por mais dois dias... mas não me lamentei... akela noite, dormi sentindo akela dor e me lembrando do dono... eu sei q meu dono não é de ficar castigando... gosta de bater, torturar, mas por prazer...

Mas castiga qdo é preciso, inclusive, pela necessidade de me tornar como ele quer... o q o impede de fechar os olhos pros meus defeitos... e na adversidade senti o gosto de uma felicidade diferente... me sinto cuidada, conduzida, e portanto segura... sei q o caminho prá me tornar uma boa sub é um caminho difícil, duro, doloroso... mas mesmo sofrendo as vezes, mesmo castigada, enquanto o dono segurar minha mão eu serei feliz... esta presença constante, essa sensação de segurança, este sentimento de pertença é a minha tradução da felicidade, isso é a minha felicidade...