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domingo, 28 de outubro de 2012

Não... não sou livre... e nem quero ser!


Hoje vou compartilhar com vocês o que vivi na quarta feira dia 11 de julho, terceira noite da semana q passei com o dono... Na terça eu tinha recebido uma amiga, foi o que contei na ultima postagem... na quarta ela tinha compromissos pessoais, então nos despedimos cedo, e ela foi embora já com a intensão de voltar na quinta prá ficar o restante da semana com a gente.

Eu tinha uma programação intensa para o dia, então não me demorei na cama... organizei o quarto, guardando o kit para que as arrumadeiras do hotel pudessem fazer a limpeza... imaginem o q elas pensariam se fossem arrumar o quarto e se deparassem com o kit exposto sobre o sofá, rssss... bom, poderiam me achar uma doida, ou poderiam querer esperimentar, tudo é possivel, rsss....


Arrumei todas as minhas coisas, e me arrumei, ia encontrar o dono... almoçaríamos juntos e depois iríamos dar umas voltas pelo centro atrás de um livro q eu precisava para o meu trabalho...

Encontrar o dono sempre me deixa nervosa, sobretudo ao dia, fora da nossa rotina...a gente sempre acha q não tem o q vestir na ocasião, nada tá bom, coisa de mulher mesmo, rssss.

cheguei ao centro no horário combinado, liguei pro dono e avisei q ja estava esperando, e em poucos minutos ele chegou e fomos a um restaurante perto do seu trabalho... é engraçado, pena q não posso almoçar sempre com ele, pois, estar com ele me deixa sem fome, rssssss.... é incrivel, seria fácil fazer dieta, rsssss

terminado o almoço, fomos prá rua, eu estava radiante de felicidade, pois finalmente o dono me permitiu lhe dar um presente, coisa mto rara neses quase 4 anos de convivência, ele nunca aceita nada... com muita insistência permitiu q eu lhe desse um sapato... e eu no meu íntimo já fantasiava como seria a escolha, rssss...

Já sabia q marca e modelo procurar, e qdo entrávamos na loja eu nem me sentava, na vdd, em segredo havia planejado eu mesmo me ajoelhar para lhe calçar qtos sapatos fossem preciso até achar o certo, porém, infelizmente não conseguimos achar o q procurávamos... eu fiquei bem frustrada, por outro lado, ele percebeu o q eu planejava fazer e ficou sorrindo e me dizendo q a intensão ja valia, e q teríamos outras oportunidades, isso me consolou um pouco...

fomos em busca do livro q eu precisava, andamos bastante, em várias livrarias e nada, no fundo eu nem liguei... melhor era não achar mesmo, pq assim demoramos mto na rua... e enquanto procuravamos conversamos, rimos mto, falamos de tanta coisa, foi uma tarde deliciosa...

meu dono me pôs num ônibus de volta para o meier e voltou ao trabalho... voltei ouvindo musica e admirando a paisagem do rio... é um sentimento mto estranho q me envolve nessas horas... as musicas no meu mp4 somadas a paisagem q não é minha... é dele... sei q não pertenso a este lugar, mas pertenso a ele... e ao mesmo tempo q tudo ao meu redor me parece tão grande e tão estranho... tudo q eu queria era poder ficar...

me peguei chorando copiosamente, olhando pela janela... por sorte poucas pessoas no onibus assistiam a cena... dentro de mim um sentimento tão forte parecia me devorar... eu sentia como se cada pessoa ao meu redor fosse infinitamente mais feliz q eu pelo simples fato de estar ali... como se o fato de me lembrar q eu preciso ir embora arrancasse um pedaço de mim e essa dor eu sentia físicamente como um ardor dolorido no peito, uma dor q nunca passa definitivamente apenas se acalma prá voltar depois ainda mais violenta nas horas de maior solidão...

mas ao mesmo tempo tudo isso tinha um motivo... eu vivo uma história que as pessoas ao redor jamais poderiam viver... cada pessoa é unica assim como sua história... e essa dor que eu sinto nada mais é do que o impacto das correntes que me prendem, tão fortes, tão apertadas q chegam a me esmagar...

sim... diferente das demais pessoas q me assistiam chorar, eu não sou livre... não possuo o controle sobre a minha vida, os meus atos, não possuo o controle nem sobre mim mesma... estou presa, atada a correntes invisíveis presa às mãos do dono... é ele quem decideo que faço, onde vou, o q compro, com quem saio... não, não sou livre, felizmente... esta dor que eu sinto é a sensação física de quem tem a alma aprisionada, e por mais longe q eu vá... o q eu quer q eu faça... a sua guia me aperta, me prende me trás de volta ao seus pés...


Não sou livre e nem quero ser, pq fui eu q me prendi, como ele sempre diz, foi uma escolha minha, desde então a minha liberdade se transformou em uma prisão invisivel, na qual estão presos minha consciencia, minha alma, minhas vontades e meu coração...

Pensar q esta dor vem exatamente destas correntes, me fez aceitá-la com mais resignação, e até com uma certa alegria, pois neste caso sofrer sempre valerá a pena... e considerando q a cada dia que se passa me torno cada vez mais cativa, esta dor vai aumentar sempre e sempre mais e será aceita de coração aberto...
mais calma, desci no meier... fui para o hotel, tomei meu banho, me arrumei e fiquei esperando o dono... eu estava calada pensando em tudo q se passava dentro de mim... lembro q o dono sempre me fala q eu as vezes engano, pareço calma mas tenho sempre uma tempestade por dentro...

dono chegou, fizemos sexo gostoso, claro q sempre com uns tapas e puxões de cabelo... e eu estava tão elétrica q acabei pedindo-o prá me fistar, quebrando a nossa rotina... rss, ele percebeu q eu estava desperada pra sentir o fisting, e resolveu atender o pedido... e eu estava tão excitada q nem dor senti, em poucos minutos... a mão dele estava inteira dentro de mim, fechada, girando, socando... me fazendo gozar tão forte e tantas vezes seguidas q eu cheguei a sentir q poderia desmaiar... só entao ele retirou a mão e eu desfaleci na cama junto ao seu peito até descansar...

depois fomospara a sessão, dono estava animado, rsssss... primeiro marcou minha pele como o lápis, nossa como dói... depois prendeu meus biquinhos nos palitos, impressando mtooooo, uma dor deliciosa, adoooooro essas torturas... e depois usou a colher de pau prá me bater até fazer alguns pequenos hematomas... não bateu com tanta força, mas a repetição dos golpes no mesmo lugar me dava a sensação de q a carne estava esmagada, e sentia as bolhinhas de sangue se formarem como agulhas debaixo da pele.

conversamos mto, e o dono sempre carinhoso, se preocupava pq eu parecia tão calada, introspectiva... nakele dia eu ainda não entendia tudo q eu estava sentindo... akela dor me atordoava.... o sentimento por ele é sempre tão forte q me deixa assustada, como um bicho acoado sabendo q seu predador o irá devorar...

ele me fez mtos carinhos, especialmente enquanto eu o chupava no fim da sessão... foram quase duas horas de sexo oral delicioso, até me alimentar com seu gozo quente, doce, saboroso...

me levou de volta ao hotel, se despediu com um beijo e me deixou dormir... eu estava cansada... do finsting, das torturas e da dor.... mas dormi... com a paz de uma escrava cativa, aprisionada, presa profundamente... imobilizada, acorrentada a ele, e em minhas correntes invisiveis eu descansei... feliz por saber q no dia seguinte eu acordaria para viver mais um dia de servidão, de prisão e de submissão ...

não, não sou livre, nem quero ser, por que tudo q quero é ser dele... nada mais!

beijos a todos,

{eliz}_DK escrava de DOM KALLUS



domingo, 16 de setembro de 2012

Quando a cabeça não pensa...

É, foi essa frase que eu ouvi qdo fui informada de que seria novamente castigada quando voltasse ao rio em julho deste ano...
Fiquei quatro meses sem ver o dono e nesse período cometi alguns enganos...uns até perdoáveis, outros não, principalmente pq ele me avisou para não confiar tanto nas pessoas, para me resguardar...
Mas infelizmente eu fui teimosa... não acreditei e qdo dei por mim percebi que estava completamente errada, e mais uma vez dono tinha acertado...
Então, durante uma de nossas conversas eu admiti prá ele que finalmente havia enxergado o q ele já havia me dito, mas que era tarde, pq por consequência outros erros já haviam sido cometidos... por confiar demais, falei de mais, fiz demais, e por mais q fosse constrangedor e embaraçoso admiti prá ele tudo q eu havia dito, contei absolutamente tudo q havia acontecido nos mínimos detalhes, e no fim, antes mesmo que ele me dissesse eu sabia q seria castigada...
Ele me informou que repetiria o castigo q eu recebi em março, mas em vez de 800 chicotadas, desta vez seriam 1000... eu arrepiei, sei mto bem o quanto foi duro aguentar as 800, não conseguia imaginar como faria para suportar mais do q isso, ao mesmo tempo q eu sabia q ele não passaria dos meus limites...
Porém, se 1000 já era mto prá mim... nada é tão ruim que não possa piorar, rsss... quinze dias antes da viagem pro rio, durante uma conversa, eu fui malcriada com ele... meu dono sabe diferenciar mto bem uma provocação de uma malcriação... e na vdd, eu reconheço perdi o controle por uma coisa boba... (tava de tpm, dificilmente escapo de uma tpm sem um castigo, rsssss) então, na hora ele não falou nada... simplesmente disse q não queria mais falar do assunto...
Pra quem o conhece, sabe q isso indica q está contrariado, qdo ele para de falar é um péssimoooooo sinal, ele sabe q em poucos minutos vou cair em mim, e perceber o que fiz, então não briga, nem fala nada, eu mesma percebo... e foi o q aconteceu... nakela noite não dormi... nossa conversa terminou sem q eu pudesse lhe falar sobre minha malcriação, e eu sei, e ele sabe q uma noite com essa culpa já é um bom castigo... no outro dia, logo que ele entrou, na primeira oportunidade, eu falei sobre o assunto, disse q estava arrependida, que fui grosseira e malcriada, e q estava sofrendo mto pq havia faltado com o respeito com o meu Senhor...
Ele riu, disse q já esperava por isso, mas q eu não precisava me preocupar pq akilo seria acrescentado ao meu castigo, agora seriam 1.200 chicotadas...
Se por um lado isso me aliviava a culpa pela malcriação, por outro isso me preocupava pq eu sabia q não ia conseguir suportar sem chorar ou me lamentar... DK geralmente gosta de silencio no castigo, e lamentações não são bem vindas... então eu fiquei sondando o que ele faria se eu chorasse, e ele disse q não tinha problema, ele não ia parar ou se comover com isso.. eu ainda brinquei se ele não ia ficar com pena... ele respondeu que não pq se era castigo com certeza seria merecido...
Então, na primeira noite com ele no mês de julho, dia 09, logo após um momento de muito carinho e prazer, depois de um reencontro maravilhoso, nos encaminhamos para o local da sessão...
Na bolsa apenas dois chicotes: o vermelho e o preto, e a máquina fotográfica... ele não teve pressa... (e nem eu, rssss) cuidou de alguns afazeres e por volta das 21:30 me mandou me preparar dizendo q ainda seria bonzinho, me deixaria numa posição que eu pudesse ver a novela, rssss...
Virou a cadeira me sentando de frente pro encosto, isso foi bom pq eu fiquei debruçada, e os braços na altura da boca poderiam ajudar a abafas meus gemidos... segurei meu agasalho junto a boca enquanto ele me olhava de canto, rindo de mim... ele tem essa mania de demorar a bater só prá ver minha fisionomia esperando já apertando os olhos e mordendo nos lábios, até q eu percebo q ele ainda não bateu e vejo que está rindo de mim, rssss... claro q nessa hora não tem como não rir tb...
Isso ajudou a aliviar a tensão e então ele começou... batendo com força moderada, mas sempre no mesmo lugar... percebi q ele concentrava as chicotadas quatro cantos separados, com remessas de 50 chicotadas... não dava pancadas fortes, girava o chicote como se queimasse a pele aos poucos... na medida em q as chicotadas iam se repetindo no mesmo lugar eu sentia a pele arder, queimar, e por fim, parecia cortar...
A cada 200 chicotadas ele parava fotografava e me olhava, eu estava segurando prá não chorar... tinha realmente merecido o castigo, então era justo q eu suportasse sem lamuriar... então fotografava e começava novamente... em outra remessa me perguntava se tava tudo bem, as vezes parecia q a voz nem ia sair... e as vezes ele nem parava prá conversar comigo, me perguntava ainda batendo pq gosta de ouvir a voz saindo junto com os gemidos...
Meu dono se divertiu... rsss., distribuiu as 1.200 chicotadas em 5 pontos diferentes, que no fim pareciam todos um vermelhão só... eu estava com vergonha, pois apesar dele me poupar de um sermão nesse momento, eu sabia mto bem pq recebia cada uma daquelas chicotadas...
Terminado o castigo ele fez um cafune na minha cabeça, me deu um beijo na testa e acariciou as minhas marcas dizendo que não tinha sido tão ruim assim.
Eu ainda estava sentindo mta dor, e queria colo... o nó estava agarrado na minha garganta, mas eu não disse nada... então ele se sentou na cadeira em frente a um dos computadores, e me mandou “fazer o meu serviço” (sexo oral)... eu disfarcei, engoli o choro, fui ao banheiro e lavei o rosto, tomei um copo de água e fui “fazer meu serviço”... voltei disfarçando, tentando sorrir, e ele fazendo de conta que não estava percebendo... então apensar fiquei em silencio, me ajoelhei e comecei... enquanto eu chupava, ele sorriu e passou as mãos no meu cabelo... não precisávamos falar nada, ele sabe como eu me sinto, então aproveitei... ajoelhada eu debrucei em seu colo, eu precisava de um longo abraço prá me sentir em paz... Então perguntei se estava perdoada, e se finalmente eu podia esquecer toda akela história...
Ele riu, respondendo que sim, que já havia me perdoado antes mesmo que o castigo começasse, no dia em q eu admiti prá ele tudo que havia feito de errado mesmo sabendo q seria castigada e q corria o risco de perder a coleira... o castigo era apenas uma forma de quitar minha dívida, zerar tudo...
No fim, ao analisar as fotos comentei que apesar de tanta dor, as marcas não tinham ficado tão fortes... ele riu e me perguntou se eu tinha achado pouco, claro que não né, rssss, eu respondi. Então ele explicou que sabe q eu não sou masoca, exatamente por isso pode me castigar com spank, além disso, apesar de ser castigo, ele não precisava me machucar... disse q não fazia nenhum sentido me tratar como um “pedaço de carne” prá esfolar e espancar de qualquer maneira... por fim me disse q mesmo sendo castigo, e mesmo eu sendo apenas uma sub, uma cadela, ele continuava se importando comigo, com os meus sentimentos, e exatamente por ser meu dono, continuava me vendo como mulher, como pessoa que precisa ser cuidada e respeitada...
Sinceramente essa resposta me surpreendeu... na vdd durante o castigo a alma sangra, dói, se despedaça... realmente ele não precisava me cortar prá isso... ao contrário, com essas palavras ele só confirmava que merece minha obediência absoluta e irrestrita, minha confiança cega, e meu amor... amor incondicional...
Esse gesto me fez reavaliar meus conceitos, e perceber que apesar de se intitular, nem todo top é realmente dominador... não basta fazer discurso, saber falar frases de efeito, desfilar com subs e mais subs na coleira, ou ficar trocando de relações, colecionando histórias como quem coleciona figurinhas...
O verdadeiro dominador não precisa marcar a pele, pq marca a alma... sem violência, sem gritos, sem shows de exibição, nada disso é preciso quem se sabe prender uma mulher no mais intimo do seu ser... e não com correntes, são laços, são vínculos que nada quebram, são nós q não se desatam por mais q algumas pessoas queiram, quanto mais tentam mais fortes são os nós, mais atados estamos... é um mistério...
Fui pro hotel akela noite sabendo q não ia dormir... akela conversa estava fervendo dentro de mim, e eu estava grata, por num momento de castigo eu me descobri como uma sub privilegiada por poder viver tão intensamente minha submissão, na despedida eu chorei, não de tristeza, pq a semana só estava começando e eu ainda teria quatro dias com ele, mas chorei de emoção, por gratidão, gratidão a Deus por me proporcionar a vida, a saúde e a liberdade prá viver tudo que vivo, gratidão à vida que nos mistérios de seus caminhos me trouxe até aki e gratidão ao meu Dono por ser mais q um sonho...
Quando a cabeça não pensa... o corpo padece... nakela noite eu soube, o corpo doía, e doía mto, mas a alma estava em festa e o coração estava em paz... eu estava perto e tinha mtos, mtos outros momentos lindus para viver... eu estava perdoada e totalmente livre de todas as culpas, e quanto amanhecesse uma nova história ia começar, uma nova experiência, uma nova oportunidade prá crescer, prá aprender...
No dia seguinte receberíamos uma amiga, nesse dia tive uma experiência incrível... mas por hj é só, na próxima postagem eu conto, vcs vão se surpreender...
Bjs a todos,
{eliz}_DOM KALLUS

domingo, 27 de maio de 2012

"Castigo e remissão... uma chance de recomeçar"


Era noite de segunda feira dia 16 de março... estávamos indo prá sessão, e esta sessão tinha um objetivo específico... eu tinha errado mto, em coisas simples, e Tb em situações bem complexas... eu sei... estou consciente de que se meu dono não me conhecesse tão bem, e fosse tão paciente, eu teria perdido minha coleira...
Eu sabia o risco q havia corrido, então, apesar de estar meio apreensiva pelo que iria acontecer no castigo, estava feliz por estar ali... por saber q apesar de todos os meus erros, ele ainda me queria... depois que o castigo acabasse eu teria seu colo, seu carinho e seu perdão...
No caminho o Dono falava de vários assuntos, mas não mencionou o castigo... brincava, ria, falava coisas da nossa rotina... enquanto meus pensamentos se prendiam na tensão... eu percebia q ele tentava me distrair... brincava sempre me passando pro canto da rua, como se estivesse me vigiando como se eu fosse uma criança... na vdd tentava me mostrar que apesar de tudo q havia acontecido, tudo permanecia como sempre foi... na vdd era uma forma de tentar me acalmar... e de me mostrar que estava tudo bem...

Subimos ao escritório, ele me fez sinal me mandando sentar, enquanto ajeitava algumas coisas do trabalho me deu ordens prá pegar meu not book e abrir em cima da mesa q ficava no centro da sala... achei estranho, apesar de sempre usar o not no escritório, geralmente durante a sessão ele não fica ligado, a não ser qdo o dono quer mostrar a sessão pela cam para alguém...
Como foi ordenado, eu liguei o not, entrei no MSN e no Orkut enquanto ele começava a trabalhar... sem q eu percebesse ele pegou os dois chicotes que havia levado e deixou ao alcance em sua mesa... encontrei uma amiga on line no chat do Orkut e comecei a tc com ela, comentei com o dono, e ele sorriu dizendo q eu podia conversar a vontade... como ele já estava cuidando de alguns afazeres continuei teclando... até q ele se virou, abaixou as alças do meu vestido, pôs meus cabelos de lado e começou a bater... meu primeiro instinto foi gritar, mas eu segurei, dono não gosta de escândalos...

No impulso, parei de tc, apertando as mãos conta o rosto, principalmente na boca, prá não soltar nenhum som... mas prá minha surpresa, meu dono, parou por uns segundos e me ordenou que continuasse tc, explicando q eu não podia parar de falar com minha amiga...
De repente, deu uma pausa, de alguns poucos minutos apenas, e começou novamente... e entre uma pausa e outra... ele batia mto, parecia q akele castigo nunca mais ia acabar... eu segurava prá não chorar pq sei q isso deixaria ele chateado... e poderia forçá-lo a me lembrar q eu estava sendo castigada, e portanto devia suportar como fui ensinada...
Desde o início, a 3 anos atrás, fui ensinada que durante o castigo não há espaço prá reclamações, nem lamentações... ao contrário, todo castigo deve ser suportado em silêncio até o fim... percebi que meu dono fez questão inclusive de me tirar todos os truques que geralmente utilizo prá aumentar minha resistência e suportar melhor as torturas...

Desde o início do meu adestramento dono e eu descobrimos algumas coisas me fazem suportar melhor a dor: estar vendada e amarrada me faz ficar concentrada, me torno mais forte, pensando fixamente apenas que preciso suportar, e me esquecendo de todo os outros pensamentos... também fico mais forte quanto meu dono segura a minha mão ou me deixa ao menos segurar nele, em qualquer parte do corpo durante a tortura, isso me acalma, me dá segurança e o pânico da dor passa... e por fim tb fico mais resistente qdo ele me dá uma ordem direta e firme durante a tortura: “suporta”... é como se meu corpo reagisse positivamente ao comando da voz do dono, tudo parece ficar mais fácil, mais suportável...
Porém, nakela noite ele me tirou todos os truques, permaneceu atrás de mim... longe, fora do meu alcance... não me permitia concentrar pq eu tinha q pensar no q estava tc, no que ia falar com minha amiga, e isso me fazia sentir a dor mais forte, despreparada, no susto... e em vez de me ordenar que suportasse... apenas cantarolava ao meu redor, se divertindo com minha aflição e meus gemidos...

As chicotadas traziam a sensação de q minha pele já estava sangrando... eu sei q ele não iria lesionar a minha pele, pq isso não faz o estilo do meu dono, mas eu segurava o choro já desesperada esperando o fim do castigo...
As vezes falar de castigo nos excita, mexe com a nossa libido, com nosso desejo... mas qdo ele realmente acontece, e chega ao nosso limite, percebemos que a situação não tem graça nenhuma, pelo contrário, é um momento de extrema dor e vergonha...
Nessas horas, quando sentimos o limite da dor... é q sentimos de vdd a nossa pequenez... enquanto não provamos o extremo nos achamos fortes, potentes, nos sentimos inatingíveis, tudo parece fácil no discurso, falar, falar é mto fácil... porém, quando chegamos ao limite, é que percebemos que não somos nada, nem fortes, nem invencíveis, nem inatingíveis... somos fracas... fomos vencidas por nossos próprios erros e estamos ali prostradas, esperando, abertas ao castigo, implorando prá que akele sofrimento possa nos reconciliar...
Experimentar o limite da dor nos leva a um sentimento intenso de solidão, pois sabemos que apesar de sermos amadas, apesar de não estarmos a sós, ninguém pode dividir conosco o que sentimos fisicamente, esta dor que está presa em meu corpo, pertence somente a mim, e assumi-la se torna condição para que eu possa merecer novamente a alegria de me sentir digna da coleira que possuo...

A dor extrema nos traz solidão pq percebemos que apesar de parecer insuportável esta é a única forma de recuperar a confiança perdida... pois esperamos o consolo justamente dakele que nos tortura... e é pro colo dele que pretendemos correr qdo a dor passar... apesar de ser dele que me vem tanta dor, é somente dele que eu quero o carinho depois que tudo acabar...
Depois de certo tempo apanhando, ele me contou que as pausas estavam sendo feitas a cada 50 chicotadas, e que ele já tinha feito 12 remessas de 50... e ainda ia continuar... ao todo foram mais de 2 horas de spanking distribuídas em 16 remessas de 50 totalizando 800 chicotadas...
Ao terminar dono procurava meu olhar analisando se eu estava bem... eu procurava sorrir, engolindo o choro... então finalmente ele se aproximou de mim... eu finalmente me agarrei as suas pernas, e então eu desisti de lutar contra as lágrimas, e me permiti chorar...
Dono ria, fazendo cafuné em minha cabeça, brincando com a situação falando q as marcas tinham ficado lindas... e que com certeza eu não me esqueceria desse dia... pegou em seguida um copo com água gelada, e molhando as mãos acariciava minhas costas ainda ardidas, quentes... até o carinho era dolorido... mas eu não queria q parasse mais... nunca mais...

Em seguida sentou-se em frente ao computador, e fez sinal prá eu ir “fazer minha obrigação” (rsrsss – prá quem ainda não segue o blog, é sexo oral mesmo, rsssss) porém, qdo me sentei no chão à sua frente ele começou a segunda fase do castigo, que inclusive eu já esperava...
Na vdd, é a conclusão... akela conversa séria q sempre temos antes ou depois do castigo... colocando todos os pontos em pratos limpos, e encerrando de vez o assunto...
Foi um papo complicado, na vdd nem conseguimos encerrar esse assunto definitivamente, considerando que alguns dos meus enganos cometidos neste período foi mto sério, dono falou de seu descontentamento olhando nos meus olhos... eu ainda sentia a dor do castigo físico, porém, doeu mto mais olhar prá ele percebendo o quanto eu havia contrariado a sua vontade...
Dono deixou claro que não admitiria outro erro como akele, que acompanharia de perto tudo q eu fizesse, e que meu comportamento seria analisado rigorosamente... akele era o basta que faltava para que eu percebesse que ele estava me colocando definitivamente em meu lugar... aos seus pés... que estava se posicionando como meu dono, mestre e Senhor e que toda e qualquer decisão em minha vida seria tomada por ele, sem discussão...
Eu sabia q tinha corrido o risco de perder minha coleira... dono não chegou a dizer isso... como em uma conversa anterior em q ele brincou sobre o assunto, disse nas entrelinhas: “não digo, que você merece perder a coleira, mas que merece uma surra, merece...” bom, ele brincou... nakele dia eu não sabia, mas era uma promessa... feita e cumprida...

Finalmente a dor física, moral, psicológica... emocional... me levaram a comprovar que de fato pertenço inteiramente a Ele... ainda que eu viva momentos de crise, cheia de dúvidas... meu coração... minha mente sempre estão presos a ele... é dele q sempre falo, é por causa dele que choro... sorrio... são dele as minhas palavras, minhas lágrimas e até o meu silêncio... foi ele q me prendeu... me adestrou de uma maneira singular... pq mesmo sem perceber acabo agindo e pensando como ele deseja... apesar de alguns tropeços é pros braços dele que eu sempre corro... e apesar de todas as dúvidas... é ele quem me toca de fato... que possui meu corpo para fazer o que tiver vontade, que manipula meus pensamentos como lhe convém, e que tem meus sentimentos nas mãos, manuseando-os com o cuidado de um menino que cuida de uma borboleta que pretende prender sem contudo machucar suas asas...
meu Dono... Mestre e Senhor... eu te agradeço pela paciência... por entender meus tropeços, meus enganos... meus erros... te agradeço pela franqueza, pelo cuidado, pela forma suave de me conduzir, me mostrando meus erros sem me fazer pagar proporcionalmente por eles... eu sei meu Senhor, errei mto... na vdd, apesar de ter passado o castigo... não me esqueço disso... não me esqueço das coisas erradas que falei, que pensei, que fiz... sei que após nossas ultimas conversas, em que lhe foram revelados novos detalhes desta fase, serei novamente castigada qdo eu voltar no fim deste mês... porém, já vou sabendo que fui totalmente redimida, não pelo meu merecimento... mas pela bondade do seu coração...

Não há nada que eu possa dar em retribuição a isso... tudo que eu posso é me colocar novamente diante do Senhor como uma sub obediente, resignada e disposta a fazer todas as suas vontades, sem restrições... te servir e viver os seus sonhos, como meus sonhos... estar ao seu lado em todas as situações... aos seus pés, em todas as circunstâncias... Obrigada por tudo...
bjs, sua eliz.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Dezembro: Imobilização e spank 1

Era a primeira sessão de dezembro, eu estava cansada da viagem, mas mto excitada... pra começar o dono resolveu fazer uma das minhas torturas preferidas... me deixando sem fala de tanta dor ao apertar e torcer meus seios até arrebentar os vasinho e fazer aparecer o sangue embaixo da pele...
A tortura nos seios me desperta um tesão incontrolável e já houveram momentos q eu consegui gozar só sentindo esta dor, sem me tocar...
Depois de torturar meus seios dono comentou q essa semana íamos testar algumas posições de imobilização e na primeira iria ser bomzinho comigo, considerando q eu estava cansada da  viagem.

Me mandou sentar de frente para o encosto da cadeira, amarrou meus pés nos pés traseiros da cadeira, puxou meus pulsos, amarrando nos pés, deu algumas voltas no meu corpo com a cadeira, aproveitando o comprimento da corda, passando pela minha boca, fazendo uma espécie de mordaça q prá mim foi bom, pois eu teria algo para morder qdo o spank começasse... o q não demorou mto...
como ele ia usar o chicote apenas nas minhas costas, eu consegui manter a calma, pq sei q é onde tenho um pouco mais de resistencia a dor... respeirei fundo, fechei os olhos, me concentrei e fiquei esperando...

Como eu consegui controlar os gemidos, Dono bateu bem mais q o costume... qdo a dor aumentava eu mordia a corda e segurava qualquer reação, fiquei totalmente calada aguentando firme até o dono achar q tinha chegado onde queria... julgando pelas marcas deixadas...
já tinha se passado mais quase uma hora e meia... eu tinha colocado prá mim o limite mínimo de uma hora, então estava contente pelo q tinha suportado... Dono tirou as fotos, me perguntou o q eu tinha achado comentando q estava surpreso com o meu silêncio, visto q sempre reclamo mto durante o spank...

Fiquei tão feliz com esse comentário... apesar de não exigir resistência de mim, e de não evidenciar mto essa questão, eu sei q o dono aproveita melhor as sessões em q eu sou mais forte, brincando a vontade com sua peça sem tem q se preocupar com minhas lamentações.

Terminei a sessão como sempre fazendo um delicioso oral no dono, chupando por mais de uma hora e recebendo a recompensa do seu gozo me alimentando e me realizando enquanto cadela que serve apenas para o prazer do seu Senhor.


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Felicidade...


Não sei se é possível definir a felicidade... tem mta gente q nem acredita q ela exista... o que eu acredito é que não existe ninguém q seja feliz o tempo todo... mas que cada pessoa tem uma forma única de definir a felicidade, e esta felicidade está exatamente em reconhecer a importância de cada momento e vivê-lo com intensidade...

Era um dia mto especial... o dia dos pais. Eu estava de malas prontas, tudo arrumado, ainda houve tempo prá sair com meu “velho” prá comemorar... este momento com ele tem sua importância... assim como a companhia marcante de minha mãe... sempre que olho nakelas rugas, e nakeles olhos azuis vejo uma parte de mim... assim como a percebo nas minhas atitudes mais sutis... mesmo com a agitação dakele dia foi gostoso estar com eles, tê-los por perto me ajuda a manter viva em mim a clareza do q é mais importante na vida, me faz lembrar sempre quem sou e o que eles me ensinaram a ser: dar mais importância para o ser do que para o ter... ser, antes de querer aparecer... e acima de tudo ser feliz porque a vida é linda, mas é única.

E foi tendo isso em mente q eu parti rumo ao rio... na mala, o kit do dono, meus vestidos, perfumes... minha coleira... viajei durante 16 horas sem cansaço... eu estava elétrica... dessa vez quase não dormi na viagem... não sei se pelos vários problemas q havia deixado no trabalho, ou pela saudade do dono q me fazia ficar tão ansiosa, ou ainda pelo receio dos dois castigos q eu tinha pra pagar... acho q tudo se misturando dentro de mim... me manteve quase toda noite acordada... nem mesmo quando cheguei ao hotel, consegui relaxar...

Eu só queria q a noite chegasse logo, e q o castigo passasse logo... falei com ele no MSN, e ele, feliz com a minha chegada, repetiu várias vezes q eu não devia me preocupar... uma das coisas q meu dono mais reprova é q eu tenha medo... ele sempre diz q medo é falta de confiança, e q quer meu respeito, não meu medo...

Dormi um pouco... e finalmente a noite chegou... ele dobrou a esquina no horário previsto... e deu um sorriso lindo ao me ver na janela... eu estava mais calma, mas mto ansiosa... qdo ele entrou eu nem quis saber de cumprimentos, ataquei, rssss, beijando, abraçando, cheirando, agarrando... até ele me arrastar pro quarto...

Eu fiquei olhando prá ele, dando uma de desentendida, enquanto ele esperava q eu me ajoelhasse... ajoelhei beijei seus pés, e senti uma chicotada forte na bunda, levantei num susto, enquanto ele se divertia... beijei as mãos, levantei, e ele me beijou, me asfixiando até q eu perdesse totalmente o fôlego e começasse a me debater...

Meu coração estava acelerado... quando se passa mto tempo depois da ultima sessão parece q a gente fica mais sensível prá dor, pq sempre se espanta com as primeiras pancadas...

Ele se sentou, e como sempre eu comecei a tirar seus sapatos e a beijar e lamber seus pés... conversávamos sobre diversas coisas, mas por dentro eu só sentia vontade de perguntar em q momento ele me castigaria... porém, ele não iria me responder, pq sempre diz q a surpresa é q faz ser divertido... tirei toda sua roupa e fiquei quietinha fazendo sexo oral, até q ele se levantou e pegou o chicote de couro que estava sobre o sofá...

Começou a dar chicotadas fortes nas minhas costas, bem mais fortes do que de costume... na vdd eu acho q ele nunca tinha me batido com tanta força... as chicotadas queimavam nas minhas costas e eu, sem querer soltava pequenos gritos, quase q incontroláveis, ele me mandou pegar uma camisinha, mas continuou batendo... no nervosismo, minhas mãos tremiam, fazendo a simples tarefa de abrir um pacote de camisinha algo quase impossível...

O impacto das chicotadas era mto doloroso, ardia, queimava e qdo eu entreguei a camisinha a ele, achei q ia parar, mas só parou o tempo suficiente para colocá-la, me pegou pelo cabelo para me colocar de quatro sobre a cama, na direção que ele queria, penetrou minha vagina e continuou batendo com a mesma força... e mesmo apanhando, sentir meu dono dentro de mim me fez gozar, mto forte, o q na verdade era o sinal q ele esperava prá passar para a segunda parte...

De repente, ele puxou meus joelhos, me fazendo ficar deitada de bruços, com o quadril levemente levantado, e ajoelhado em torno nas minhas coxas  penetrou meu kuzinho sem qualquer cuidado...

 Eu não estava entendo meu senhor... ele não costumava me bater assim... e sempre que fazia sexo anal comigo, tinha todo cuidado de me preparar antes, me estimular, lubrificar... nakele momento a dor era tão aguda q eu fiquei alucinada... tentei me esquivar e olhei prá ele pelo espelho suplicando que parasse pq estava doendo mto...

Acho q nunca vou esquecer da expressão do seu rosto, olhando prá mim pelo espelho... eu estava apavorada, e ele sério, com olhar altivo fazendo questão de mostrar que não se importava, respondeu apenas: “suporta, este é seu castigo... suporta”...  Akelas palavras me deixaram ainda mais apavorada, pq sendo castigo, eu não podia mais reclamar, ou pedir clemência... apenas me agarrei eu travesseiro, e respondi: “sim senhor”... era como se akela dor estivesse me cortando... percebendo q eu havia entendido a situação ele ordenou q eu me tocasse, claro q com o objetivo de diminuir um pouco a dor...

Eu obedeci imediatamente, percebendo q ele aumentava a força das estocadas, e me penetrava sem qualquer pena... a sensação era como se meu kuzinho estivesse rasgando... ele tinha parado de me bater, mas a dor era mto mais forte do q a do chicote... então ele me perguntou se eu ia voltar a cometer o mesmo erro... me fazendo inclusive falar em detalhes o q eu tinha feito... as palavras se misturavam a gemidos, e quase chorando eu pedi perdão...

Ele não me respondeu... mas eu vi q fui perdoada pela mudança de atitude... ele sorriu... me lubrificou melhor e passou a dar estocadas mais compassadas fazendo a penetração se tornar prazerosa e me fazendo gozar várias vezes, inclusive depois que parei de me tocar...

Qdo se deu por satisfeito, se deitou ao meu lado, me puxando pro seu braço... era mto gostoso sentir q o castigo havia passado, e q agora era hora só de carinho, começamos a brincar com nossos corpos, fazendo carinhos em lugares inusitados, e eu realizei fantasias que me encheram tanto de tesão que pela primeira vez meu corpo reagiu e gozou sem qualquer toque, todo o conjunto da situação, me levou a uma excitação indescritível, uma sensação que jamais vou esquecer...

Ficamos na cama descansando o máximo que podíamos, tomamos nosso banho e seguimos pro local onde seria a sessão, na bolsa, apenas o chinelo, que eu já sabia q seria usado para o segundo castigo... chegamos, fui cuidar de umas coisas do meu trabalho, enquanto ele tb trabalhava, e as 10h ele decidiu começar...

Mandou q eu pegasse o chinelo, puxou uma cadeira para o seu lado, onde me mandou debruçar e começou a bater... como já era de se prever todas as chineladas no mesmo lugar...

Eu senti o calombo inchar na pele, as chineladas queimavam, ardiam, mas dessa vez me segurei calada, pq ele já tinha avisado que era castigo... e o motivo era mto justo... apesar de ser sempre bastante submissa eu tinha respondido ele, tinha sido mto malcriada, desrespeitando meu senhor em uma ordem mto simples q ele tinha me dado... passado o momento me senti tão mal q eu mesma pedi a ele q me castigasse... ele como sempre estava esperando que eu me tocasse do q tinha feito, e já sabia inclusive q isso iria acontecer em poucos minutos...

Eu felizmente agüentei calada, (tirando, uns gemidos, pq tb não sou de ferro, né) e ele bateu o quanto julgou q era justo... terminado o segundo castigo, ele me mandou sentar prá fazer “minha obrigação”, rssss (sexo oral no dono, rssss) o q obedeci toda feliz, pq adoro, e também pq sinalizava q os castigos felizmente tinham terminado...

Nakele dia minha tarefa foi mais difícil, pq eu estava com a bunda dolorida, e com dificuldade prá sentar por causa da penetração anal forçada... na vdd isso me fez ficar dolorida por mais dois dias... mas não me lamentei... akela noite, dormi sentindo akela dor e me lembrando do dono... eu sei q meu dono não é de ficar castigando... gosta de bater, torturar, mas por prazer...

Mas castiga qdo é preciso, inclusive, pela necessidade de me tornar como ele quer... o q o impede de fechar os olhos pros meus defeitos... e na adversidade senti o gosto de uma felicidade diferente... me sinto cuidada, conduzida, e portanto segura... sei q o caminho prá me tornar uma boa sub é um caminho difícil, duro, doloroso... mas mesmo sofrendo as vezes, mesmo castigada, enquanto o dono segurar minha mão eu serei feliz... esta presença constante, essa sensação de segurança, este sentimento de pertença é a minha tradução da felicidade, isso é a minha felicidade...

domingo, 8 de agosto de 2010

Travessuras: Respeito x Medo

A questão do respeito no BDSM é algo mto interessante, sobretudo quando confrontamos a questão do respeito com o medo... eu levei um certo tempo prá conseguir entender a diferença entre esses dois sentimentos, q hoje se parecem mto distintos prá mim...


Como já contei, meu início foi com outro Dono numa relação apenas virtual, porém que utilizava práticas extremamente dolorosas... inclusive psicologicamente. Naquele tempo eu não entendia ainda essa diferença, e depois q a relação com ele acabou ele mesmo me afirmou q me dominava pelo medo... e realmente eu sentia mto medo... medo das palavras cortantes q ele usava comigo, desfazendo de mim como pessoa, como sub e até como mulher qdo eu errava... o medo da indiferença q as vezes ele usava como castigo, e o medo das dores sempre fortes e quase insuportáveis que suas punições provocavam em qualquer mínimo erro q eu cometesse...

Qdo DK me recebeu já cheguei com medo... tinha sim mto medo dele... lembro do tremor na primeira sessão qdo ele olhava fixo prá mim “com cara de mal” (rsrs) e me dava as ordens com firmeza de quem tem total controle de tudo... lembro das mãos suando frio qdo eu o olhava nos olhos, era como se meu corpo todo conseguisse suar num segundo, lembro da sensação de desmaio, como se meu sangue estivesse sumindo, cada vez q eu desconfiava q tinha dado uma mancada, e tinha mesmo, kkkkkk....

Com o passar das sessões eu fui experimentando outros medos... tinha mto medo de apanhar... nossa, cada vez q ele pegava algo diferente prá me bater, eu entrava em pânico, mas Tb tinha medo dele ficar mais bravo ainda, então por mais apavorada q eu estivesse ficava quietinha e imóvel... porém, algo foi mudando dentro de mim...

Depois das sessões eu sempre refletia sobre a sensação de servi-lo e percebia q todo prazer q eu sentia vinha do jeito dele mesmo me tratar... sem saber despertava fantasias q eu escondia desde criança, mas ao mesmo tempo, com cuidado, ele batia no limite do meu momento... me fazia sentir dores q estavam dentro das minhas próprias expectativas e q por isso não me assustavam tanto... e acima de tudo, o mais importante prá mim... me tratava com carinho... cuidava dos meus sentimentos... nunca me xingava... nunca me diminuía, ao contrário, mesmo durante os castigos repetia q eu era uma boa sub, que apenas precisava aprender um pouco mais...

Fui percebendo q minha vontade de agradá-lo foi mudando de sentido, ele tinha autoridade sobre mim, mas não por que eu tinha medo, mas pq eu reconhecia nele o Dono q eu precisava ter... a autoridade q ele tinha e tem sobre mim era resultado do próprio respeito q ele tinha por si mesmo e por mim, demonstrando a todo tempo seu caráter, sua índole e sua segurança ao me dominar... não me dominava só pq tinha um fetiche sexual... me dominava e me domina pq tem autoridade e a partir do momento q entendi isso todo o medo sumiu... afinal eu sabia q ele “cuida do q o pertence” (ele vive repetindo isso, rsrs, adoooooro ouvir) sempre me usaria de uma forma que fosse prazerosa e ainda q tivesse que me punir, seria justo e saberia dosar o castigo conforme minha condição de recebê-lo.

Desde então o respeito pelo dono é tão grande qto meu amor por ele... as vezes eu e Nice brigávamos, eu falava, esbravejava, respondia... era só o Dono chegar não precisava nem falar nada, nem brigar, as vezes nem ficava sabendo... só a presença dele já servia prá me fazer mudar de idéia e parar com minhas teimosias e pirraças... suas ordens, mtas vezes recebidas em meio a lágrimas, pq as vezes eram coisas q me pareciam impossíveis de fazer, mesmo assim seriam cumpridas... as vezes eu planejava, q pelo menos de brincadeira iria respondê-lo, ou discordar de qualquer coisa, prá provocá-lo... mas na hora q ele estava ali perto de mim, não tinha jeito... era como se eu funcionasse por controle remoto, não conseguia fazer nada q pudesse contrariá-lo...

Esse sentimento de respeito é mto gostoso... toda vez q ele chega meu comportamento se torna espontâneo: ajoelho, beijo os sapatos, tiro os sapatos, beijo vagarosamente os pés, tiro sua roupa e faço sexo oral, sorrindo e conversando como se estivesse fazendo a coisa mais natural do mundo... da mesma forma q é uma sensação gostosa, me ajoelhar no Box durante o banho prá lavar os seus pés fazendo questão q ele os apóie em minhas coxas, é um sentimento de adoração, q inclusive durante algum tempo me fazia me sentir culpada de estar cometendo idolatria, mas isso já está mto bem resolvido dentro de mim...

Porém com o passar do tempo, a intimidade foi aumentando, e acabei falando sobre as travessuras q eu tinha vontade de fazer, ele, claro, gostou da idéia, me disse: “pode fazer, o máximo q pode acontecer é você apanhar”... bom isso eu até gosto, mas minha preocupação é q ele achasse q eu estava perdendo o respeito ou querendo desafiá-lo de alguma forma, o q ele sempre comenta q é uma “brincadeira perigosa”, mas então ficamos combinados q se caso eu viesse a dizer um não, ou a dar qualquer resposta atravessada durante a sessão ele saberia q era só brincadeira, e vontade de apanhar, rsrs... nada mais q isso....

Bom, nas primeiras vezes eu ainda engasgava na hora de falar não... fui educada consciente de q falar não pro DK é sempre um risco enorme de dizer vários sim prá coisas q eu não quero... mas dessa vez eu podia, então comecei a empacar em coisas simples q ele me mandava fazer, mesmo sem coragem de falar não, eu não saia do lugar, e ria com a cara mais porca do mundo, ele já percebia q era brincadeira de uma cadelinha travessa cheia de vontade de apanhar, e claro q não me deixando na vontade, batia com todo gosto, me dando palmadas fortes dakelas de levantar o vergão na hora...

Depois passei a acenar negativamente com a cabeça... até aprender a falar “não vou”, “quero não”, claro q sabendo o momento q posso brincar e o momento q tenho q obedecer... ele varia com criatividade, rsrs, bate com o q estiver ao alcance, kkk... as vezes empaco no dogplay só prá levar umas lambadas, mas me esqueço de observar o q está mais a mão, kkkk... da ultima vez foi a cane azul, eu empaquei enquanto ele puxava a minha guia... ele gargalhava, me batendo com a cane azul, acho q andei de quatro tão rápido q parecia até uma cadelinha de verdade, kkk...

As vezes falo não na hora do sexo oral, rsrs, aprendi até a dar uns beliscõezinhos prá chamar a atenção pq chupo enquanto ele trabalha, rsrs, aí qdo ele me olha rindo, eu respondo com o olhar mais pidão do mundo, e na hora ele já entende q estou querendo uns tapas, rsrs, e me retribui com bofetadas bem mais fortes do q costumava dar...

É uma sensação de cumplicidade gostosa, pq ele sabe q minha admiração e meu respeito por ele continuam intactos, mas é gostoso provocá-lo no meio da rua, e ganhar uma palmada em público, ou uma bofetada na porta do hotel, assim como Tb é gostoso acabar de dar uma resposta mal criada, e sentir as bofetadas fortes vindo sem dó, ao mesmo tempo em q ele cospe no meu rosto e na minha boca, sorrindo com um charme q só ele tem...

É uma intimidade, uma sintonia, q mesmo batendo, brigando nosso olhar não se desgruda, os olhos dele brilham como se pudesse soltar faíscas de prazer por poder estar ali e me surrar dakela forma...

Porém, aproveito o fim desta postagem prá confessar que em uma dessas brincadeirinhas me dei bem mal... acabei passando um pouquinho do limite, por sorte o dono percebeu q minha intenção era brincar, e q acabei não medindo o tamanho da malcriação... nessa hora eu realmente fiquei apavorada não por “medo” de apanhar ou de qualquer outro castigo q ele pudesse me dar... mas pelo medo de q ele ficasse decepcionado comigo e perdesse a confiança q tem em mim... não vou contar aki o q eu fiz, assumir prá ele já foi doloroso, e eu realmente me envergonho... e essa “brincadeira perigosa” não me rendeu uma surra, nem sequer uma palmada...

Resultou em uma conversa séria e franca onde ele me corrigiu e me disse coisas q doeram mto mais do q todas as pancadas q eu tinha levado durante a semana inteira... isso é uma forma de exemplificar a diferença entre medo e respeito... eu sabia q ele não ia me castigar, mas o fato de ter errado com ele, já me causa uma dor moral capaz de me fazer me arrepender e voltar atrás em qualquer erro... esse respeito é uma junção da autoridade q ele tem sobre mim com a admiração e o amor q eu sinto por ele, q o tornam diante de mim alguém a quem desejo ouvir e obedecer, não pq pode me bater, me castigar ou me obrigar a fazer o q não quero... mas pq sei q ele é digno deste respeito e eu o amo...

Sua cadelinha dá mtas mancadas Senhor é verdade... essa semana mesmo, escapei de dois castigos por pura sorte... o q certamente não vai se repetir na semana q vem... porém... mesmo travessa, malcriada, as vezes até desobediente, o Senhor sabe que já adestrou meu corpo, minha mente e meu coração... e q mesmo q aconteçam algumas pirraças, algumas crises ou paranóias, depois de uma madrugada eu volto a pensar e a fazer sua vontade ainda q me sejam pesadas e dolorosas... respeito, obediência e amor q o Senhor conquistou em mim e q dedico ao Senhor livremente sem restrições, sem exceções e sem reservas...

Linddoooooooooo, te amo viu... sua cadelinha adestrada... {eliz}_DK