domingo, 27 de maio de 2012

"Castigo e remissão... uma chance de recomeçar"


Era noite de segunda feira dia 16 de março... estávamos indo prá sessão, e esta sessão tinha um objetivo específico... eu tinha errado mto, em coisas simples, e Tb em situações bem complexas... eu sei... estou consciente de que se meu dono não me conhecesse tão bem, e fosse tão paciente, eu teria perdido minha coleira...
Eu sabia o risco q havia corrido, então, apesar de estar meio apreensiva pelo que iria acontecer no castigo, estava feliz por estar ali... por saber q apesar de todos os meus erros, ele ainda me queria... depois que o castigo acabasse eu teria seu colo, seu carinho e seu perdão...
No caminho o Dono falava de vários assuntos, mas não mencionou o castigo... brincava, ria, falava coisas da nossa rotina... enquanto meus pensamentos se prendiam na tensão... eu percebia q ele tentava me distrair... brincava sempre me passando pro canto da rua, como se estivesse me vigiando como se eu fosse uma criança... na vdd tentava me mostrar que apesar de tudo q havia acontecido, tudo permanecia como sempre foi... na vdd era uma forma de tentar me acalmar... e de me mostrar que estava tudo bem...

Subimos ao escritório, ele me fez sinal me mandando sentar, enquanto ajeitava algumas coisas do trabalho me deu ordens prá pegar meu not book e abrir em cima da mesa q ficava no centro da sala... achei estranho, apesar de sempre usar o not no escritório, geralmente durante a sessão ele não fica ligado, a não ser qdo o dono quer mostrar a sessão pela cam para alguém...
Como foi ordenado, eu liguei o not, entrei no MSN e no Orkut enquanto ele começava a trabalhar... sem q eu percebesse ele pegou os dois chicotes que havia levado e deixou ao alcance em sua mesa... encontrei uma amiga on line no chat do Orkut e comecei a tc com ela, comentei com o dono, e ele sorriu dizendo q eu podia conversar a vontade... como ele já estava cuidando de alguns afazeres continuei teclando... até q ele se virou, abaixou as alças do meu vestido, pôs meus cabelos de lado e começou a bater... meu primeiro instinto foi gritar, mas eu segurei, dono não gosta de escândalos...

No impulso, parei de tc, apertando as mãos conta o rosto, principalmente na boca, prá não soltar nenhum som... mas prá minha surpresa, meu dono, parou por uns segundos e me ordenou que continuasse tc, explicando q eu não podia parar de falar com minha amiga...
De repente, deu uma pausa, de alguns poucos minutos apenas, e começou novamente... e entre uma pausa e outra... ele batia mto, parecia q akele castigo nunca mais ia acabar... eu segurava prá não chorar pq sei q isso deixaria ele chateado... e poderia forçá-lo a me lembrar q eu estava sendo castigada, e portanto devia suportar como fui ensinada...
Desde o início, a 3 anos atrás, fui ensinada que durante o castigo não há espaço prá reclamações, nem lamentações... ao contrário, todo castigo deve ser suportado em silêncio até o fim... percebi que meu dono fez questão inclusive de me tirar todos os truques que geralmente utilizo prá aumentar minha resistência e suportar melhor as torturas...

Desde o início do meu adestramento dono e eu descobrimos algumas coisas me fazem suportar melhor a dor: estar vendada e amarrada me faz ficar concentrada, me torno mais forte, pensando fixamente apenas que preciso suportar, e me esquecendo de todo os outros pensamentos... também fico mais forte quanto meu dono segura a minha mão ou me deixa ao menos segurar nele, em qualquer parte do corpo durante a tortura, isso me acalma, me dá segurança e o pânico da dor passa... e por fim tb fico mais resistente qdo ele me dá uma ordem direta e firme durante a tortura: “suporta”... é como se meu corpo reagisse positivamente ao comando da voz do dono, tudo parece ficar mais fácil, mais suportável...
Porém, nakela noite ele me tirou todos os truques, permaneceu atrás de mim... longe, fora do meu alcance... não me permitia concentrar pq eu tinha q pensar no q estava tc, no que ia falar com minha amiga, e isso me fazia sentir a dor mais forte, despreparada, no susto... e em vez de me ordenar que suportasse... apenas cantarolava ao meu redor, se divertindo com minha aflição e meus gemidos...

As chicotadas traziam a sensação de q minha pele já estava sangrando... eu sei q ele não iria lesionar a minha pele, pq isso não faz o estilo do meu dono, mas eu segurava o choro já desesperada esperando o fim do castigo...
As vezes falar de castigo nos excita, mexe com a nossa libido, com nosso desejo... mas qdo ele realmente acontece, e chega ao nosso limite, percebemos que a situação não tem graça nenhuma, pelo contrário, é um momento de extrema dor e vergonha...
Nessas horas, quando sentimos o limite da dor... é q sentimos de vdd a nossa pequenez... enquanto não provamos o extremo nos achamos fortes, potentes, nos sentimos inatingíveis, tudo parece fácil no discurso, falar, falar é mto fácil... porém, quando chegamos ao limite, é que percebemos que não somos nada, nem fortes, nem invencíveis, nem inatingíveis... somos fracas... fomos vencidas por nossos próprios erros e estamos ali prostradas, esperando, abertas ao castigo, implorando prá que akele sofrimento possa nos reconciliar...
Experimentar o limite da dor nos leva a um sentimento intenso de solidão, pois sabemos que apesar de sermos amadas, apesar de não estarmos a sós, ninguém pode dividir conosco o que sentimos fisicamente, esta dor que está presa em meu corpo, pertence somente a mim, e assumi-la se torna condição para que eu possa merecer novamente a alegria de me sentir digna da coleira que possuo...

A dor extrema nos traz solidão pq percebemos que apesar de parecer insuportável esta é a única forma de recuperar a confiança perdida... pois esperamos o consolo justamente dakele que nos tortura... e é pro colo dele que pretendemos correr qdo a dor passar... apesar de ser dele que me vem tanta dor, é somente dele que eu quero o carinho depois que tudo acabar...
Depois de certo tempo apanhando, ele me contou que as pausas estavam sendo feitas a cada 50 chicotadas, e que ele já tinha feito 12 remessas de 50... e ainda ia continuar... ao todo foram mais de 2 horas de spanking distribuídas em 16 remessas de 50 totalizando 800 chicotadas...
Ao terminar dono procurava meu olhar analisando se eu estava bem... eu procurava sorrir, engolindo o choro... então finalmente ele se aproximou de mim... eu finalmente me agarrei as suas pernas, e então eu desisti de lutar contra as lágrimas, e me permiti chorar...
Dono ria, fazendo cafuné em minha cabeça, brincando com a situação falando q as marcas tinham ficado lindas... e que com certeza eu não me esqueceria desse dia... pegou em seguida um copo com água gelada, e molhando as mãos acariciava minhas costas ainda ardidas, quentes... até o carinho era dolorido... mas eu não queria q parasse mais... nunca mais...

Em seguida sentou-se em frente ao computador, e fez sinal prá eu ir “fazer minha obrigação” (rsrsss – prá quem ainda não segue o blog, é sexo oral mesmo, rsssss) porém, qdo me sentei no chão à sua frente ele começou a segunda fase do castigo, que inclusive eu já esperava...
Na vdd, é a conclusão... akela conversa séria q sempre temos antes ou depois do castigo... colocando todos os pontos em pratos limpos, e encerrando de vez o assunto...
Foi um papo complicado, na vdd nem conseguimos encerrar esse assunto definitivamente, considerando que alguns dos meus enganos cometidos neste período foi mto sério, dono falou de seu descontentamento olhando nos meus olhos... eu ainda sentia a dor do castigo físico, porém, doeu mto mais olhar prá ele percebendo o quanto eu havia contrariado a sua vontade...
Dono deixou claro que não admitiria outro erro como akele, que acompanharia de perto tudo q eu fizesse, e que meu comportamento seria analisado rigorosamente... akele era o basta que faltava para que eu percebesse que ele estava me colocando definitivamente em meu lugar... aos seus pés... que estava se posicionando como meu dono, mestre e Senhor e que toda e qualquer decisão em minha vida seria tomada por ele, sem discussão...
Eu sabia q tinha corrido o risco de perder minha coleira... dono não chegou a dizer isso... como em uma conversa anterior em q ele brincou sobre o assunto, disse nas entrelinhas: “não digo, que você merece perder a coleira, mas que merece uma surra, merece...” bom, ele brincou... nakele dia eu não sabia, mas era uma promessa... feita e cumprida...

Finalmente a dor física, moral, psicológica... emocional... me levaram a comprovar que de fato pertenço inteiramente a Ele... ainda que eu viva momentos de crise, cheia de dúvidas... meu coração... minha mente sempre estão presos a ele... é dele q sempre falo, é por causa dele que choro... sorrio... são dele as minhas palavras, minhas lágrimas e até o meu silêncio... foi ele q me prendeu... me adestrou de uma maneira singular... pq mesmo sem perceber acabo agindo e pensando como ele deseja... apesar de alguns tropeços é pros braços dele que eu sempre corro... e apesar de todas as dúvidas... é ele quem me toca de fato... que possui meu corpo para fazer o que tiver vontade, que manipula meus pensamentos como lhe convém, e que tem meus sentimentos nas mãos, manuseando-os com o cuidado de um menino que cuida de uma borboleta que pretende prender sem contudo machucar suas asas...
meu Dono... Mestre e Senhor... eu te agradeço pela paciência... por entender meus tropeços, meus enganos... meus erros... te agradeço pela franqueza, pelo cuidado, pela forma suave de me conduzir, me mostrando meus erros sem me fazer pagar proporcionalmente por eles... eu sei meu Senhor, errei mto... na vdd, apesar de ter passado o castigo... não me esqueço disso... não me esqueço das coisas erradas que falei, que pensei, que fiz... sei que após nossas ultimas conversas, em que lhe foram revelados novos detalhes desta fase, serei novamente castigada qdo eu voltar no fim deste mês... porém, já vou sabendo que fui totalmente redimida, não pelo meu merecimento... mas pela bondade do seu coração...

Não há nada que eu possa dar em retribuição a isso... tudo que eu posso é me colocar novamente diante do Senhor como uma sub obediente, resignada e disposta a fazer todas as suas vontades, sem restrições... te servir e viver os seus sonhos, como meus sonhos... estar ao seu lado em todas as situações... aos seus pés, em todas as circunstâncias... Obrigada por tudo...
bjs, sua eliz.

Março: Acertando as contas


Minha ida ao rio no mês de março foi decidida de última hora, com uma semana de antecedência, por alguns fatos acontecidos, meu dono me mandou escolher entre duas datas possíveis para ir ao rio... qdo eu disse q estava difícil me ausentar do trabalho, ele me disse: “se vira, você tem ordens pra vir, não importa se é por dois dias, três dias, vc terá q vir”.
Esta ordem tinha um motivo específico, mais de dois meses sem ver o dono, e 10 dias sem poder tc com ele, que estava de férias, fora do meu alcance, me levaram a cometer uma sucessão de erros, quase imperdoável...

Digo quase imperdoável, pq os erros mais evidentes tido sido por desobediência, enquanto os mais graves foram pelo medo da solidão mesmo... em alguns momentos a solidão rouba nosso raciocínio e o medo toma conta da realidade, e se torna quase real, é como se nossos maiores temores ganhassem vida, e em vez de nos assombrar, são eles que passam a nos guiar nos levando a cometer alguns enganos, e a desacreditar de tudo.

Ao retornar, dono encontrou sua sub perdida, amedrontada, e totalmente confusa... resolveu começar a aparar as arestas pela desobediência, na vdd o castigo pelos erros mais brandos foi me ajudando a enxergar meus enganos mais graves... O fato é q ao me relembrar quem dava as ordens, ele acabou por me esclarecer o q eu precisava ver com mais clareza: ele é meu DONO e tudo q me desviava disso, ou de qualquer de suas ordens iria ser castigado...
Foi com este objetivo que Ele me deu akela ordem: Não quero saber se pode vir, você tem duas opções de data, vai escolher uma delas e virá me encontrar...

Escolhi a data de 16 de março, sendo q no dia 19 eu já precisava estar de volta ao trabalho, mesmo assim ficaria com o dono por 3 noites, e isso já seria o suficiente prá matar a saudade e colocar tudo no lugar...

Viajei consciente de que eu seria castigada, e apesar de um certo medo, por não saber como seria o castigo, me dava um certo nó na garganta, de emoção e de saudade...

Fiz o mesmo trajeto q fiz na minha primeira sessão, passando por governador Valadares, fiquei 2h no ponto de apoio da Gontijo, esperando outro ônibus que viria de Teófilo Otoni... olhando akele lugar me lembrei de quanto estive ali a pouco mais de 3 anos atrás...
Uma lembrança gostosa... nakele dia, eu estava tão nervosa... me perguntava se era isso mesmo que eu queria... e se meu dono fosse um maluco... e se fosse um tarado só querendo me comer e me jogar fora... e se ele não gostasse de mim... eu não sabia (nakela época) quase nada dele, nem de sua vida, nem de sua aparência... nada... não sabia se era alto, baixo, negro, branco... tudo que eu sabia era q era um dominador que tinha me convencido a viajar 750 km a um lugar totalmente estranho, longe de tudo q eu conhecia...

E agora, no mesmo lugar... meu coração batia tão forte... vendo os mesmos ônibus, o mesmo vai e vem de gente, a 3 anos atrás eu tive vontade de fugir, e voltar prá casa... agora... agora eu queria ir logo ao seu encontro... me jogar aos seus pés e beijá-los demoradamente, e depois ganhar akele abraço que me faz esquecer tudo que acontece lá fora...

Eu cheguei ao rio cansada de uma noite inteira de viagem... era segunda feira, o transito estava infernal... que diferença da minha pequena cidade, onde os carros vem e vão livremente na rua, onde as ruas do centro cabem nos dedos da mão... mas estar no rio já me trazia de volta a sensação da sua presença, como se fosse possível que ele aparecesse em qualquer esquina com akele passo apressado, akele cabelo grisalho e akele sorriso acanhado como se fosse o homem mais bem comportado da cidade...

É ele já estava por perto, era o que sentia... cheguei ao hotel, dormi até a uma hora da tarde, e entrei no MSN prá avisar a ele q eu tinha chegado e estava tudo bem... dormi novamente, estava mto cansada... Ele me deu ordens para me preparar para o sexo anal... eu ia estrear minha bombinha de enema e com as orientações dele, experimentaria pela primeira vez um enema completo....

Pelo MSN ele foi determinando cada passo, começando as 16:30, o enema durou uma hora e meia... no inicio até desejei q ele mesmo estivesse ali para fazer o enema em mim, mas a medida q eu fui percebendo a dor das cólicas a cada nova duxa, que eu segurava conforme ele ordenava por 10, 15 minutos, fiquei feliz por ele não estar presente, era mto constrangedor e humilhante... a dor era mto forte, e ficar esperando a ordem prá me aliviar era vergonhoso... bom, de qualquer maneira a experiência foi válida pq realmente fiquei limpinha e totalmente a vontade prá ser usada...

Ele Chegou mto entusiasmado, eu o agarrei na porta, tão cheia de saudade que as lágrimas saíam dos meus olhos sem q eu percebesse... ele me puxou pro quarto, e qdo eu me ajoelhava prá beijar seus pés começou a me dar bofetadas... eu beijei seus pés, beijei as mãos, mas em vez de me dar a mão prá me levantar e me beijar, ele começou a me dar novas bofetadas, me segurando pelos cabelos com a outra mão... percebi q ele queria q eu começasse a fazer sexo oral mas eu não conseguia raciocinar nem prá abrir sua calça...
Ele batia mto, bem no meio das bochechas, tão forte que quase me derrubava, e minhas mãos se atrapalhavam tentando abrir o botão e o zíper... não tava dando certo... ele riu mto me vendo atordoada tentando abrir sua calça... deu uma pequena pausa prá q eu conseguisse enfim terminar de abrir o zíper e começasse a chupar.... hunnnn, que saudade...

Dessa vez não me deu mto tempo prá chupar... me pegou pelo cabelo me pôs de 4 sobre a cama e penetrou meu ânus de uma vez... nooooooosssa, foi mto fundo, ele me segurava pelo cabelo, como se estivesse cavalgando, metia com mta força, e me virando de lado voltou a bater forte no meu rosto... as bofetadas era tão fortes que eu sentia os vergões subindo na pele... alternava puxando meus cabelos... dando tapas nos seus seios e beliscando meus bicos com uma força que parecia q iria arrancar...

Eram as estocadas mais fundas q eu já havia sentido... sentia me abrindo, como se fosse me rasgar ao mesmo tempo q me segurava, me batia, e me puxava aos cabelos... qdo percebeu que já estava prestes a gozar, arrancou a camisinha apressado e me deu de beber do seu gozo... o q eu retribuí sorrindo feliz da vida, afinal esse é meu momento favorito...
Mas ainda não tinha se dado por satisfeito... pegou dois consolos que estava no sofá do kit, um deles de tamanho normal, o outro era o big Junior, um consolo de tamanho exagerado comprado prá me castigar a um tempo atrás...

Ele me mandou deitar de barriga prá cima, sobre a cama se sentou e prá minha felicidade pegou o KY e deixou por perto... eu já sabia o q ele faria, e fiquei mto entusiasmada... estava cumprimento a promessa de me ajudar a vencer o medo da penetração anal... lubrificou os dois consolos, e enquanto uma mão estimulava meu ponto G penetrando freneticamente minha vagina, com a outra meteu primeiro o consolo menor no meu anus... eu já estava me sentindo queimar, pelo sexo anal tão recente... mais sentindo o vai e vem do consolo dentro do meu anus, comecei a sentir o gozo surgindo... seus dedos esfregando meu ponto G faziam eu me abrir com mta facilidade... percebendo q eu já estava totalmente relaxada, retirou o consolo normal e começou a penetrar o big Junior... senti uma dor fina, mas até suportável se comparada ao medo q eu sentia...

ele começou a socar com força... o big é mto largo, e eu sentia como se fosse me rasgar... qdo eu senti q estava indo bem fundo, eu toquei sua mão, prá ver se ainda faltava mto... prá minha surpresa o big já tinha entrado inteiro... estava totalmente atolado dentro de mim... um consolo tão comprido e largo totalmente enfiado dentro de mim, isso finalmente me provava q eu não era tão frágil como pensava, e que definitivamente eu estava preparada pra penetração anal sem medo... com autorização do dono, que começou a estocar forte dentro do meu anus, eu me masturbei e gozei aos gritos, de tanto prazer... fiquei mole, o prazer me deixou totalmente esgotada, e aninhada nos braços dele conversamos sobre várias coisas, inclusive o q tinha se passado durante sua ausência...
O momento do prazer havia passado, agora, acolhida em seus braços eu fui informada q seria castigada em seguida, assim q a sessão começasse, e eu sabia mto bem pq... apesar de estar me sentindo amada, protegida, acolhida, eu estava consciente de q havia desobedecido meu senhor, e seria castigada como toda sub desobediente merece ser...

Ele separou dois chicotes, colocamos na bolsa, e partimos para a sessão, o castigo ia começar...

domingo, 15 de abril de 2012

Janeiro - 2012/2: Felicidade

Os demais dias de janeiro que passei com meu dono seguiram a mesma intensidade, porém nos concentramos mais no meu treinamento para imobilização e resistência... dependendo da posição os músculos ainda estranhavam... eu ficava tentando disfarçar prá aumentar o tempo e melhorar meus resultados... mas vendada, não sabia qdo ele me observava e várias vezes acabei deixando transparecer que o limite havia chegado... ele me perguntava se estava tudo bem, eu respondia q sim, mas a expressão do meu rosto afirmava que não... ele chegava ao meu ouvido e perguntava: “se está tudo bem, pq vc está perdendo a cor?” RS, eu ria... falava q estava bem mesmo, e ele perguntava: “então pq seus  lábios estão brancos?”... não adiantava disfarçar pq meus sinais são mto nítidos qdo estou no limite... mãos geladas, suor frio e palidez... isso não tem como negar...

Meu senhor então me tirava da posição... me deixando descansar por uns minutos em seguida me colocava prá “fazer minha obrigação”, rsss, é o q ele diz.... assim passava as 2, 3horas restantes fazendo sexo oral, sendo cospida e esbofeteada por vezes seguida... me lembro que a um tempo atrás isso me causava vergonha... nossa como eu mudei...

A tempos atrás uma bofetada me soava como uma ofensa... uma agressão... como se me batendo forte dakela maneira ele quisesse me magoar... porém... com o tempo fui percebendo akele desejo no olhar e o sorriso no canto da boca... os olhos fixos em mim como se me repetissem que eu me tornava cada vez mais dele a cada bofetada... nossa e foram mtas, mto fortes...
Percebi que passei a gostar das bofetadas no mesmo instante que percebi que estava totalmente entregue... já não havia mais vergonha... não havia mais nenhuma timidez, nenhum medo... foi então que eu aprendi a sorrir em cada bofetada, eu não precisava mais disfarçar meu prazer em ser humilhada, subjulgada... podia me deliciar da saliva que ele cuspia em mim, na minha boca sem nenhum medo de qualquer pré-julgamento, ser pisada, ser usada como um objeto prá lhe dar o prazer que quisesse e essa era a melhor forma de me levar ao gozo, ao êxtase...

Vendada por horas em todas as sessões dakela semana eu me reduzia a apenas um objeto, por isso não falava, ficava muda... esperando ser usada... não perguntava nada, raramente gemia mesmo apanhando... mas ele sabia, via no meu rosto... que me reduzir a um objeto me causava um extremo prazer... tanto que as chicotadas nem ardiam tanto mais, pois eu já esperava que ele me tocasse me acariciando admirando os lanhos e vergões que ele havia desenhado em sua cadelinha obediente....

Cadelinha obediente... isso tem tido um significado mto especial prá mim... em várias de nossas conversas, nas ultimas semanas, enquanto eu comentava sobre algumas situações que poderiam inclusive me levar a uma pirraça, uma birra, e por conseqüência a um castigo... meu dono não me responde, apenas repete a mesma frase: “você é minha cadelinha obediente”... quase como uma forma de me fazer entender q o assunto não está em discussão...
uma forma carinhosa de me lembrar meu lugar, sem contudo, me afastar ou magoar... “você é minha cadelinha obediente” isso ressoa como um coro, repetido várias vezes,  que é como se hipnotizasse e consegue me demover  de qualquer pensamento fixo, me fazendo voltar a postura q eu preciso ter, sim dono sou sua cadelinha obediente...
E foi como cadelinha obediente q me despedi dele nakele mês, no dia 19 de janeiro... mesmo sem saber qdo eu voltaria, não chorei... não peguei pirraça... fiquei triste, alguns instantes... principalmente no ultimo beijo... ele largou minha mão com um certo pesar... repetindo: “você não tem q ficar assim, você sabe que vc sempre volta, e q eu estou aki sempre te esperando”...

Minutos depois, eu liguei no seu celular... e em vez de ouvir uma fileira de lamentações chorosas, no telefone estava sua cadelinha obediente, falando apressadamente do quanto estava feliz por tudo que havia vivido, e q em breve estaria de volta...
Ainda lembro como se fosse agora, RS, ressoando em meus ouvidos,  repetindo sempre no momento necessário meu consolo sempre infalível: “linda, não esquece, eu te amo”...

Disfarçando o nó na garganta, e o choro de felicidade que brota descontrolado, eu repito, mas ele já sabe tudo que sinto, e me despeço me lembrando sempre, que o que vivemos é mto forte, a ponto de se tornar eterno. Vim embora chorando e sorrindo, olhando as montanhas verdes de minas, e no meu mp3 as musicas q fazem meu coração arder... lembrando o quanto é grandioso viver o que sonhamos, nem que seja por um tempo, nem que seja por um curto tempo, arriscando, vivemos, intensamente, realizamos tudo que sonhamos...

Parti na certeza de que sempre vou voltar, e já voltei,  estou sempre grudada a ele, rssss, passei 3 dias de março aos pés do meu dono, mas isso fica prá próxima postagem, rsss, bjs.

Janeiro-2012/1: Intensidade


Contar histórias, é uma forma de perpetuar o que foi vivido, gravar os momentos mágicos imprimindo-os na memória de uma forma duradoura, o coração não esquece, o corpo vicia, e a razão... A razão é apenas um detalhe que no infinito de momentos tão inexplicáveis, quase impossíveis de se descrever, vou tentando traduzir em palavras o q meu coração sentiu, que meus olhos viram, quase sem acreditar... em resumo tudo que posso dizer é q apesar de todos os pesares, de todos os desafios e dificuldades trazidas  pela distância e da própria opção de vida que fiz, sou infinitamente feliz vivendo dias que antes só me eram possíveis nos sonhos...

Em janeiro eu pretendia passar um tempo maior aos pés do meu Senhor, mas a infeliz coincidência de um feriado na semana encurtou minha estada, e eu fiquei apenas 04 dias... bom, brinquei com o dono q teríamos que fazer 5 dias caber em 4, e realmente foram momentos tão intensos que 5 dias seriam poucos prá viver tudo q vivemos...

Dono já chegou com a corda toda, qdo ele chega falando pouco, já me preparo pq é sinal de q está faminto, não pelo sexo em si, não só por isso, mas pelo calor do momento quando bate e tortura mais intensamente, com uma vontade visível no olhar...  ele já chegou me puxando para o chão, e abrindo a calça ainda na porta me fez começar a chupá-lo quase me impedindo de respirar... me arrastando pelo cabelo, me levou até o quarto...

Os cumprimentos se seguiram misturados por mtas bofetadas... continuando em seguida a me fazer chupar, explorando minha garganta até arder... eu sentia a mistura da ânsia de vômito, seus dedos entrelaçados puxando meus cabelos, e o peso do seu corpo forçando seu pênis prá dentro da minha garganta me fazendo asfixiar... ajoelhada sentia a reação dakela fome em mim... meu corpo também respondia, me fazendo formigar de desejo... eu não pensava... não abria os olhos, quase não respirava... tudo pulsava em mim no compasso dakela força q ele me impunha de maneira tão voraz e esfaimada...

Me pegou pelos cabelos então e me levou até a cama, e com um chicote na mão me deitou no meio da cama deixando a cabeça pender pela beirada...encaixou minha cabeça entre as pernas penetrando novamente o pênis em minha garganta, socando com uma violência q eu sentia o vomito vir quase q inevitável... em algumas pausas me deixava respirar, mas em poucos segundos voltava a golpear minha garganta, me preenchendo inteira e me impedindo novamente de respirar, enquanto com uma mão apertava um dos meus seios, a outra mão passou a chicotear minha vagina e a parte inteira das minhas coxas...
De dor eu me contorcia, mas não conseguia soltar nenhum gemido, mal respirava... até q percebeu o quanto eu estava encharcada pelo  tesão de me sentir assim, como uma presa totalmente imóvel e impossibilitada de qualquer reação... então me pegou novamente pelos cabelos  me puxou prá cima da cama me colocando de quatro e me imprensando conta o espelho da cabeceira...
Eu via seu olho brilhar enquanto ele olhava prá mim com um sorriso quase sarcástico... ameaçador... e eu, tão entregue queria ser devorada por akele desejo q eu percebia tão forte nakele olhar... sem qualquer aviso ou preparo penetrou meu ânus com tanta força q eu soltei um grito... a presa tentava agora escapar... imobilizada pelo peso de seu corpo sobre mim tentei me esquivar do segundo golpe... foi  então q falou comigo pela primeira vez na noite... se abaixando ao meu ouvido... voltou a penetrar com força dizendo: “calma, vai passar... a dor vai passar...”

Realmente... com o vai e vem das estocadas dentro de mim, meu corpo foi se acostumando e voltando a delirar desejando mais e mais... e eram cada vez mais fortes mais profundas, me fazendo gozar em poucos segundos urrando de tanto prazer... qdo percebeu q eu tinha gozado... tão forte... ele me pegou novamente pelos cabelos, e retirando a camisinha, me deu de beber do seu gozo... farto... doce... delicioso... senti-lo gozar... e me alimentar deste prazer era ao final do momento o ponto culminante da minha busca... eu estava realizada... extremamente feliz.
Nos deitamos para descansar, conversamos mto, rimos, comemos, tomamos banho e saímos em direção ao local da sessão...
Logo na chegada meu dono me amarrou a uma estante... seria assim nos primeiros 3 dias... imobilizada e vendada eu seria chicoteada enquanto meu dono observaria minhas reações a fim de aumentar um pouco mais minha resistência... fruto de nossas conversas no mês q tinha se passado, esse seria o objetivo da semana: melhorar minha resistência, treinar minha concentração, e me acostumar com a imobilização buscando aumentar gradativamente o tempo...
Depois de uma hora de treino, meu dono me colocou prá fazer sexo oral... eu estava cansada, com os musculos doloridos, costas ardendo de tanto apanhar, mas me sentindo mto excitada... enquanto eu sugava com vontade de ser alimentada novamente ele me parou por várias vezes para cuspir no meu rosto e na minha boca dando em seguida fortes bofetadas que me deixavam atordada e ainda mais excitada... eu me sentia uma cadela, vadia, humilhada, apanhando tentando proporcionar prazer ao dono em troca do  premio de ter seu gozo escorrendo doce pela minha garganta...
me senti uma vadia tão vagabunda q resolvi descer ainda mais de nível... e meu dono leu no meu olhar o q eu queria... me deitei no chão, empoeirado, com a cabeça embaixo na cadeira... meu dono tirou o sapato q atolou agora o pé dentro da minha garganta, me sufocando novamente...
desprovida de qualquer vergonha, comecei a me masturbar como uma cadela, me esfregando na poeira, enquanto ele me asfixiava com os dedos já tocando fundo a minha garganta... começou então a chicotear meus peitos, me fazendo miar de dor e prazer... eu escorria pelo chão misturando meu liquido a poeira, e eu me sentia tão vagabunda que precisava fechar os olhos para acreditar q era eu mesma ali me esfregando no chão, feito cadela... gozei e gozei mto olhando para o dono, com a cara mais safada que se possa imaginar... eu estava imunda... e me sentia quase q irreconhecivel...

literalmente uma cadela que havia sito humilhada, pisada, torturada, sodomizada sem nenhuma pena... bebendo pela segunda vez nakele dia o leite do prazer do meu Senhor, o melhor alimento pra uma cadela encoleirada no corpo e na alma... totalmente dominada... e mto, mto feliz.

DUAS METADES

Pra falar do amor de verdade,
Vou começar pela melhor metade
Te mostrar tudo de bom que tenho
E se for preciso eu desenho
Eu amo você,
Que eu quero você
A outra metade é defeito
Você vai saber de qualquer jeito,
Anjo ou animal, suave ou fatal
O que de um grande amor se espera
É que tenha fogo,
Que domina o pensamento
E traga sentido novo
Que tenha paixão, desejo,
Que tenha abraço e beijo
E seja a melhor sensação,
Que preenche a vida vazia,
Mande embora a agonia
E que traga paz pro coração,
É você, é você
 
Que preenche a vida vazia,
Mande embora a agonia
E que trouxe paz pro coração
Que preencha a vida vazia,
Mande embora a agonia
E que é dono do meu coração,
É você, é você

E pra falar do amor de verdade
Vou começar pela melhor metade
É você, é você ...