domingo, 31 de janeiro de 2010

Chuva dourada... aiai.....

Para falar desse tema e contar o q houve, preciso me remeter a fatos q houveram antes mesmo de conhecer o DK... como algumas pessoas já sabem eu me tornei do DK por intermédio na nice... que já era minha amiga, quase um ano antes de eu conhecer ele... Nós éramos confidentes, mto amigas mesmo, e em uma de nossas conversas ela me contou q ele havia feito ela beber a urina dele...

Bom, akilo me deixou horrorizada, e eu fiquei até um pouco desacreditada achando que a nice estava exagerando, porém, qdo ela me apresentou a ele e cogitamos a possibilidade de eu ser dele, ele mesmo me disse: “vc vai beber meu ‘mijo’.” Eu não disse q não, embora eu duvidasse q conseguiria, akilo parecia um tanto improvável pra mim, na verdade eu achei q ele mesmo não teria coragem, embora ele tenha me afirmado q logo na primeira sessão ele faria isso comigo, e realmente fez...

Esse episódio está no relato da minha primeira sessão, ele fez sim, e eu, mesmo achando q não conseguiria tive q me sujeitar a isso... DK não tinha me amarrado, tb não me ameaçou, sequer me segurou na hora, apenas mandou, e eu obedeci... embora meu corpo estivesse resistindo, minha garganta fechando, eu lutei pra controlar a ânsia por obediência, chorei por não conseguir beber tudo, e por vários dias repetimos, até eu demonstrar q conseguia...

Isso se repetiu umas quatro ou cinco vezes, mas como evita nos forçar fazer algumas coisas dk passou a não me obrigar a beber sua urina, geralmente só me mandava lamber seu pênis após urinar, só pra humilhar mesmo...

Qdo fizemos a listinha das coisas q eu deveria superar essa semana, beber a urina logo foi lembrado, pq ficou marcado como algo q definitivamente eu não gostava de fazer... e q por isso mesmo teria q me acostumar a fazer sempre...

Felizmente DK tem seus métodos, e tratou de trabalhar meu psicológico primeiro... me pôs de quatro e me levou pro banheiro com uma latinha de fanta na mão , disse q não ia forçar nada e q só iríamos brincar...

Me mandou ficar de joelhos, e foi entornando fanta pelo corpo deixando descer enquanto eu bebia onde ela passava, barriga, pênis, pelos, testículos, virilha, bebi quase uma lata de falta assim, me deliciando no corpo do meu Dono aproveitando pra lamber e degustar cada centímetro...

Como eu estava toda lambuzada de fanta me deu a mão, me ajudou a me levantar e ligou o chuveiro, só então começou a urinar atingindo minha barriga e minha vagina... com um gesto de humildade eu estendi as mãos tocando a urina, tentando demonstrar q não estranhava mais akilo...

DK percebeu e sorriu com os olhos, e numa conversa posterior chegamos ao consenso q no dia em q eu estivesse bem do estômago, iríamos repetir a dose, porém, eu iria beber a urina...

Confesso q qdo ele me mandou ficar de quatro e me levou pro banheiro eu senti bastante medo... medo da sensação q eu já conhecia... medo de não conseguir... medo de fazer algo na hora q ele reprovasse... mas fui... dessa vez ele me deu outros estímulos, além de me fazer beber a fanta em seu corpo me mandou sentar no chão, e com os pés tocou meu clitóris e meu canal vaginal até me fazer gozar, mais e mais...

De repente, enquanto eu bebia a fanta q descia pelo seu pênis senti o gosto da urina se misturar, e atingir minha língua com um jato quente... mantive minha concentração e o sorriso no rosto, ele parou, colocou a latinha de fanta de lado, e eu comecei a fazer sexo oral até perceber q ele olhava sorrindo pra mim querendo me falar algo... parei e olhei pra ele sorrindo... ele perguntou: “vc sentiu”, eu respondi q sim, e q não tinha sido difícil... ele me perguntou se eu queria continuar, e eu acenei com a cabeça q sim... foi aí então q começou...

Eu fechei os olhos, abri a boca e procurei me concentrar... ele se apoiou na parede segurou o pênis com a outra mão e mirava dentro da minha boca... urinando em grande quantidade agora...

Estar no banheiro facilitou um pouco pra mim... qdo ele fez isso comigo no escritório eu não podia entornar nada, então era obrigada a engolir agüentando ou não... mas estando no banheiro, mantinha a boca aberta, deixava q a urina se entornasse e engolia apenas pequenos goles... nossa, durou mto tempo...

DK diz q em dias assim ele toma mta água, pra diluir a urina, porém, nossa, é mtaaaaaa urina, kkkkk.... felizmente desta vez, nem ânsia eu senti, precisei forçar prá engolir sim, mas como engoli em menor quantidade, não sofri tanto...

Sentia o sabor, o gosto, o cheiro, sentia a urina na minha lingua, e entornar no meu rosto, pescoço e seios, me senti escrava, cadela, submissa, me senti entregue... totalmente entregue as vontades dele...
Qdo terminou, ele pegou a latinha de fanta me deu pra beber, e perguntou se estava tudo bem... eu acenei com a cabeça positivamente, então ele me perguntou se eu tinha gostado... bom considerando o gosto, o cheiro e a força pra engolir tinha sido mto difícil, mas respondi q tinha gostado mto de me superar....

É uma sensação de humilhação extrema... lembro do olhar dele enquanto urinava na minha boca... lembro do sentimento de submissão, e do seu ar de autoridade sobre mim... mas acima de tudo lembro do sentimento de cumplicidade q construímos... e q situações como esta selavam minha pertença a ele... a sensação de q sou capaz de tudo para servi-lo....

Em uma conversa outro dia, comentamos sobre tudo, e DK deixou claro q vamos repetir mtooooo mais vezes até q eu consiga engolir uma quantidade maior... bom, não posso falar q foi ou vai ser fácil... mas se fosse fácil não teria tanto valor... termino essa postagem relembrando o q ele me disse a quase um ano atrás, em uma conversa sobre o mesmo assunto:

Eu disse q sabia q ele gostava disso e q queria, e q como ele já tinha percebido eu não gostava nem um pouco, ele disse: “está me dizendo isso achando q assim eu vou te poupar”, eu disse “não, pelo contrário, estou dizendo pq queria q o Senhor soubesse, q mesmo não gostando, se mandar eu vou fazer”, ele, como sempre respondeu: “eu sei que se eu mandar vc vai fazer, é por isso q eu estou deixando vc ficar pronta pra isso, se me dissesse q não vai fazer, eu já teria mandado”... então eu comentei sobre como era difícil forçar pra engolir, controlar a ânsia e respirar ao mesmo tempo, e ele me respondeu algo q eu sempre sonhei ouvir dele: “eu sei, percebo seu esforço, sei o qto é dificil e sinto por orgulho de vc por isso”...
O tempo passou e essa frase nunca saiu da minha cabeça... apesar de ser tão difícil, tão duro, faço tudo prá suportar certas coisas... mesmo q eu não consiga, ou não agüente... meu dono sabe q eu estou tentando, é isso q importa... honrar seu nome, ser fiel, dedicada, esforçada pra q ele tenha orgulho de mim... mesmo q sejam coisas q acontecem entre 4 paredes e q ninguém jamais saiba... mesmo q sejam renúncias q só nós dois sabemos, ele percebe q meu maior propósito é ver ele feliz, satisfeito, mesmo q eu faça coisas q não me agradam ou q até mesmo me ferem, enquanto eu puder fazer ele feliz tudo isso vai valer a pena...
Sou sua incondicionalmente, prá me usar quanto, onde e como quiser, enquanto quiser, e se depender de mim, pra vida inteira....
Beijos em teus pés, SUA {eliz}_DK

NOVOS PRAZERES...

Perder minha ultima virgindade foi um marco na minha sexualidade... comecei a me soltar mais, a ter instintos diferentes, a querer mais prazer e a expressar esse desejo...

É constrangedor, mas preciso admitir que o desejo da penetração anal começou a me estimular, e até durante a surra de cane, eu percebi q viajei sentindo apenas a excitação de estar sendo estimulada dakela forma.... é claro q dk aproveitou estes desejos aflorando em mim e a toda oportunidade, me pega desse jeito e me desarma rsrsrsrs.....

Foi assim, o início da sessão de sexta feira, eu fiz os cumprimentos, nos deitamos entre beijos, e de repente eu senti sua mão percorrendo minha bunda, como sempre dando pequenos apertões... ele se levantou e qdo eu ia me virar, me segurou com a mão, sinalizando e queria q eu continuasse de bruço...

Continuou me beijando, as costas, a nuca enquanto seus dedos invadiram meu anus, fazendo movimentos rápidos... me dava tapas e pequenas mordidas na bunda, ai eu me segurava pra não reagir, detestoooooooooooo mordidaaaaaaa, mas não seu besta de falar isso pra ele rsrs, hunnn, agora ele já sabe, kkkkk....

Senti sua língua percorrendo o início do meu reguinho, enquanto seus dedos forçavam meu kuzinho, sinceramente era como um choque em toda minha coluna, um prazer q não tinha como controlar, me agarrei ao lençol gemendo e me contorcendo... ele alternava a força e a velocidade penetrando os dedos dentro de mim e se deliciando com os espasmos do meu corpo...

Sentia a dor e o prazer tão juntos, q logo comecei a gozar... senti meu corpo todo tremer, e de repente era eu q forçava prá sentir a penetração... achei q ao perceber q eu estava gozando ele iria se dar por satisfeito e parar, mas não, continuou, e me fez gozar por mais duas, três vezes, enfiando os dedos no meu kuzinho sem dó... enquanto eu gemia e suava frio....

Só parou qdo viu q eu já tinha gozado tanto, e sentido tanta dor q já nem gemia mais...

Me encheu de beijos e fomos pro chuveiro, fazer mais carinhos e vencer mais um desafio, mas isso já é outra história ...
Sinto q esse desejo de penetração anal é crescente eu mim, algo q sempre me amedrontou tanto hj se tornou um desejo quase q incontrolável... mesmo sentindo dor ainda, quero e quero mto experimentar cada vez mais... foi assim q esses dias numa sessão virtual ele me fez gozar... me mandou molhar as mãos em água gelada e pegar um chinelo... em seguida me mandou penetrar meu cuzinho com meus dedos enquanto dava chineladas na minha vagina... elazinha começou a arder e queimar, mas eu estava extasiada de tanta vontade, reclamei com ele q minha vagina estava doendo mto por causa das chineladas, ele disse q era pra parar e molhar ela com água novamente, especialmente o clitores, mas sem deixar de fazer os movimentos com os dedos no cuzinho... achei q ele iria deixar eu me masturbar, mas me mandou continuar batendo, só depois de um tempo, qdo eu voltei a reclamar da dor, ele permitui q eu me molhasse com água gelada de novo me mandando acariciar elazinha em seguida, e agora eu não tinha só autorização pra gozar, eu tinha ordem, foi mto gostoso, eu gozei mtoooooo forte, enquanto tocava meu cuzinho eu o senti pulsar na hora do orgasmo, isso foi novo pra mim.... era como se meu corpo estivesse obedecendo sozinho, e estivesse agindo ignorando as minhas próprias vontades... eu sentia meu clitóris arder por causa das chineladas, minha vagina toda queimava... mas era um prazer mtoooo grande q tomou conta de tudo em mim... derreti na cadeira, deliciada, e claro, já combinando com ele q eu queria repetir a dose, kkkkkk.
Beijos em teus pés, sua cadelinha {eliz}_DK

Sem perder a ternura...

Esse relato se refere ao único momento em q eu chorei nas sessões deste mês...

Não foi uma semana fácil, foram momentos duros, mto difíceis e por escolha minha...
Eu tinha decidido me superar, e pra isso tinha assumido todos os riscos, tendo inclusive pedido ao meu dono pra me forçar na hora q eu fraquejasse...

Porém, mesmo entre os momentos duros e difíceis, no momento em q eu estava mais triste e desanimada, um gesto de carinho e ternura fez toda diferença...

Estar no rio pra mim tem apenas um significado, estou ali pra servir... sempre tive bem claro comigo q meu dono vai me dar carinho, vai me dar prazer qdo ele quiser, mas q meu objetivo único de ir ao Rio é dar prazer a ele... é claro q desse modo eu tb sinto prazer né...

Porém, DK sempre deixou uma coisa mto clara... se qualquer uma de nós estiver sentindo qualquer mal estar a sessão está suspensa... desse modo eu sempre evito correr o risco de passar mal enquanto estou no rio, dormindo bastante, tomando liquido, comendo coisas leves e saudáveis...
Infelizmente, na quarta feira dessa semana, isso não adiantou... eu tinha ido ao shoping pra poder tc com o dono durante o dia, ainda eram 3 horas da tarde e eu ainda tinha umas 2 horas de horário pago na lan... mas minha cabeça começou a doer mto, uma dor q eu não sabia explicar pq.... ao mesmo tempo senti meu estomago enjoado... pra não preocupar meu dono disse q meu horário na lan tinha acabado e q eu iria voltar pro hotel pra dormir...

Passei em uma farmácia comprei um digestivo e um analgésico, fui pro hotel, tomei e deitei...torcendo pra melhorar antes do DK chegar... infelizmente não deu certo... acordei meio tonta com o despertador, já eram 18:30, não conseguia nem levantar de tanta dor de cabeça, estava lenta pra tudo, tomei meu banho quase me arrastando e qdo eu menos esperava DK tocou a campainha do meu quarto...

Aiai, eu não estava pronta, nem vestida, nem arrumada... de qualquer modo eu tinha q abrir a porta, fui correndo e logo q ele olhou pra mim percebeu q algo estava acontecendo... e claro perguntou né... eu disse q tinha dormido demais e se ele permitisse eu ia terminar de me arrumar antes dos cumprimentos...

Me arrumei, fiz os cumprimentos, e ele não parava de me observar, eu tentava fazer tudo normal, mas era uma dor q me atrapalhava ate abrir os olhos...

DK perguntava se tinha acontecido alguma coisa, e eu sempre insistia q tava tudo bem...

Ele se deitou na cama, eu tirei sua roupa e comecei a fazer oral, queria distraí-lo pra q não percebesse, mas ele continuou me olhando, e a dor era mto forte, então me dei por vencida e falei q estava sentindo mta dor de cabeça, e q eu não tinha dito ainda pq não queria atrapalhar a sessão...

Bom, claro, como era de se esperar, ele parou tudo, me puxou pra deitar sobre seu peito e ficou me fazendo carinho até a hora de irmos pro escritório...

Eu me sentia culpada, na verdade me sentia imprestável por estar dakele jeito, e fiquei bem quietinha deixando ele trabalhar, nakele dia, nem cafuné eu fiz nele, pensava q já q eu não seria usada pra dar prazer a ele, pelo menos não devia atrapalhar...

Meu dono então me surpreendeu... claro q ele percebeu q eu tava triste por estar dakele jeito, inclusive por sentir falta da sessão tb... então ele me chamou pra perto dele, e me ofereceu de pegar o banco pra q eu pudesse deitar no seu colo...

Eu disse q não precisava, é claro... ainda estava com medo de atrapalhar seu trabalho... e ainda sentia q dakele jeito eu não servia pra nada... então ele riu, percebendo o qto eu estava chateada com a situação, foi no canto da sala, desocupou o banco, posicionou bem ao seu lado e me mandou deitar...

Pôs minha cabeça no colo, eu sentia tanta dor q estava até tonta, e suava frio como se estivesse a ponto de desmaiar... começou a alisar minha testa dizendo q fazia questão de cuidar de mim... e q eu tinha q me acostumar com isso, falava olhando dentro dos meus olhos com tanto carinho q me emocionou... qdo percebi as lágrimas estavam escorrendo... ele perguntou pq eu estava chorando, achando q eu estava triste com alguma coisa, eu disse q estava emocionada, ele alisou minha testa e sorriu...
Fiquei ali deitadinha por horas, cheguei a cochilar... ele trabalhava com uma mão só no teclado do computador, mantendo a outra o tempo todo na minha cabeça... e eu acabei me sentindo feliz por viver akele momento...

Me emocionei por 2 motivos, primeiro pq mesmo nas minhas relações baunilha, não estou acostumada a ser cuidada por ninguém... me viro, faço tudo sozinha e me acostumei a ser assim, depois pq sendo escrava eu sempre achei q não merecia toda akela consideração, aprendi q seria uma peça a ser usada pelo dono, portando qdo não estivesse bem não teria nenhuma utilidade pra ele...

Percebo q são maneiras diferentes de viver a submissão que estão mto mais ligadas ao sentimento de servidão em si do q aos fetiches sexuais, não sou do meu dono só pra q ele me use sexualmente pro seu prazer... haverá momentos q serei usada, assim como haverá momoentos q serei surrada, humilhada, posta a prova... mas acima de tudo isso, em todos os momentos, o sentimento de pertença é constante, e ele abarca todas as fazes, todas as situações, as felizes e as tristes... os momentos de castigo, de tortura, de humilhação e de ternura... viver cada um desses momentos torna a entrega completa, e o dominador que conseguir essa entrega não terá apenas o corpo de sua sub, será dono da sua alma, da sua inteligência e do seu coração.
Obrigada meu Senhor, por possuir tudo q há em mim, por aceitar tudo q eu sou e por me ensinar a me entregar totalmente, inclusive nos momentos eu q me achava inútil... isso me fez ver minha entrega com mais humildade... nem sempre estarei bem pra te servir, pra te dar prazer, mas nesse momento ainda serei sua, ainda assim estarei aos teus pés, e especialmente nestes momentos preciso e tenho seu cuidado, sua atenção e seu carinho... isso me faz ser a sub mais feliz do mundo....
TE AMO MAIS QUE TUDO, sua {eliz}_DK

domingo, 24 de janeiro de 2010

DOCINHO





No dia 12 de janeiro, meu aniversário de um ano de coleira, DK já tinha combinado qual seria o meu presente... seria uma sessão de massagem dakelas q só ele sabe fazer... eu estava ansiosa, passei na farmácia e comprei o óleo q ele tinha encomendado... tomei meu banho, passei o creme q eu gosto, me vesti e fiquei esperando, aiai, eu tava mtoooooo feliz...



DK chegou, fiz os cumprimentos, em seguida ele me abraçou, me beijou e qdo nos deitamos ele mencionou meu aniversário de coleira, me deu um beijo e disse q tinha presente....


Bom, eu já sabia q tinha a sessão de massagem como presente, mas ele me entregou um pequeno pacote e me mandou adivinhar o q era... hunnnnn, difícil viu... era um pacotinho em forma de envelope, prateado, dava pra q era algo pequeno e com um pouquinho de volume, mas não deu pra adivinhar...


Felizmente ele me deixou abrir logo, ele sabe q sou mtooooooo curiosa, e lá estava ela, a “docinho” foi assim q ele chamou assim q eu olhei pra ela, disse q se parecia comigo, era uma cadelinha linda, sorridente, cheia de strass e com uma coleirinha rosa.



Legal mesmo foi qdo ele contou q foi numas 20 lojas procurando um pingente de cachorro, rsrsrs, fiquei me sentindo privilegiada dele ter todo esse trabalho, rsss, mas realmente é difícil de se ver...


Desse dia em diante, todos os dias eu saí com ela desfilando no rio, rssss, digamos q é minha coleira de passeio, rssss... adoreiiiiiiiiiiiiiiiiiii....


DKZINHO tb gostou, agora ele tem companhia, os dois ficam dentro do mesmo estojinho, e eu desconfio q ele esteja apaixonado, rssss



Acho q é uma química entre docinho e DK, rsss, sabe akele sentimento irresistível q parece q tem um imã q te puxa, e q não tem nada q segure... pois é... tem coisas q não tem como explicar... só sentir, noooooossa, e como a gente senteeeee....


Senhor meu Dono, não precisava me dar presentes, só de ser como tem sido comigo já me deixa extremamente feliz... tb não existe nenhuma regra, nenhum costume q o obrigue a ser assim, e tenho certeza q sabia q eu não esperava nada disso, pq sei o meu lugar, e faço questão de não me esquecer... isso amplia o valor do seus gestos... do tratamento vip q eu ganhei no meu aniversário de servidão, o DKZINHO, a docinho e a sessão de massagem maravilhosa q eu ganhei... digo q amplia o valor pq sei q fez isso tudo por vontade, pq queria me deixar feliz... e realmente me deixou sem palavras, de tanta felicidade...


Obrigada Senhor,


Sua peça, escrava, sub...  sua docinho {eliz}_DK





Enfrentando a cane


Eu sempre tive curiosidade com a cane... sempre fui apaixonada por marcas, e elas deixavam uma marca linda... apesar de mtas subs falarem do qto a cane dói eu só acreditei vendo, ou melhor, sentindo... kkkkk...


Bom, fui eu mesma q comprei a cane pro dono, comprei em julho do ano passado, e no mesmo dia estreei, rsrs... entreguei toda serelepe achando q seria divertido, ele me mandou debruçar sobre um banquinho q tínhamos na casa da nice, e bateu, acho q nakele dia ele bateu sem dó... eu gritei de dor, mesmo ele mandando calar, não conseguia, e desde então eu peguei um certo medo da cane...

Era uma dor desesperada, eu sentia esmagar a carne, e dk tem um jeito de bater q prolonga o sofrimento, para marcar como ele quer, como ele gosta, ele bate com menos força, mas sempre no mesmo lugar, isso quer dizer q a dor vai aumentando a cada pancada, ele pára algumas vezes, faz carinho, e volta a bater em seguida no mesmo lugar, aiai...


Apanhei de cane umas quatro vezes, antes de janeiro... mas por ver q eu ficava apavorada qdo ele pegava a cane, dk começou a evitar usá-la, eu achava q minha resistência pra dor estava baixa, mas cheguei a comentar com ele q tinha saudade dos meus hematomas, e das marcas mais duradouras, ele disse q estava esperando eu pedir, então coloquei a cane na listinha da semana, e foi assim q foi comemorado meu aniversário de coleira, apanhando de cane....

Foi no dia 12 de janeiro, estávamos no escritório, relembrando inclusive como tinha sido minha primeira sessão, já era tarde, quase na hora de ir embora, ele me disse q era hora de começar, hunnnn....


Me mandou ficar de joelhos de frente pra mesa central do escritório... amarrou meus pulsos na lateral da mesa me deixando com os braços bem esticados... em seguida amarrou meus calcanhares, mas puxou de propósito meus pés de modo q quase não conseguiam tocar o chão, fazendo eu me apoiar somente nos joelhos, isso já provocou uma dor considerável, e só isso já era motivo pra eu me apavorar... depois pegou o chicote preto e a cane, e deixou na mesa do lado, onde eu pudesse ver, claro q tb de propósito, só o fato de estarem ali já me deixava com medo, pq eu sabia q seriam usados...


começou primeiro com o chicote nas minhas costas.... bateu bastante, enquanto chegava do lado e me deixava fazer oral, ele sempre brinca q é pra me distrair... mas no fundo eu sei q ele adora me ouvir gemer enquanto estou chupando...

Bateu até marcar bem minhas costas, até arrancar todos os gemidos q podia, então parou e fez questão de q eu percebesse q ele estava indo pegar a cane... sinceramente, minhas costas já estavam ardendo, meu joelho doía de maneira insuportável, eu realmente não sabia como iria fazer pra agüentar mais akela dor...


então ele me pôs pra chupa-lo e começou a bater, como sempre, várias vezes no mesmo lugar... a dor era mto forte, no início cheguei a sentir vontade de chorar, sobretudo por pensar em desistir e pedir pra parar, só o fato de pensar em desistir já me deixava triste... e eu sabia q se fizesse isso sofreria ainda mais, mais do q já estava sofrendo com akela dor, então decidi continuar...


depois ficou de joelhos atrás de mim, e começou a estimular meu kuzinho com o pênis enquanto continuava batendo, e nessa hora comecei a me excitar... senti q poderia agüentar a dor e q queria sentir o prazer q ele tinha pra me dar, lembro q eu mesma comecei a acompanhar os movimentos do corpo dele começando a penetração, e q mesmo toda amarrada, de maneira desconfortável e sentindo toda akela dor eu não queria q ele parasse, qdo percebi, meu primeiro hematoma tinha sido conquistado, ele estava fotografando, eu tinha vencido o medo da cane, e podia comemorar... na verdade ele teve q parar pq com a dor e o orgasmo eu tinha suado demais, a ponto de molhar o chão e meus joelhos além de extremamente doloridos agora estava escorregadios, e eu não conseguia mais me equilibrar só neles...


é claro q eu fui direto pro “parquinho”... me sentei no chão, ainda com a bunda doendo, ele começou a apertar meus biquinhos, me fazendo gemer, enquanto eu chupava com todo gosto, até q ele gozou na minha boca, só então eu senti q a sessão estava completa, assim como eu, estava completamente feliz...

dormi sentindo o hematoma doer... acordei e corri pra frente do espelho, tinha ficado um hematoma lindo, como eu não tinha fazia bastante tempo... pronto esse era o motivo q eu esperava pra pedir pro dono repetir a dose, kkkkk


é, parece maluquice, mas eu queria mais sim... queria aproveitar q o medo tinha passado, eu já sabia q doía, já sabia o qto doía, mas não tinha mais medo... e claro, na primeira oportunidade eu disse isso pro DK, e é lógico q ele me prometeu q repetiria a dose na primeira oportunidade, kkkk....

bom, essa oportunidade foi na quinta a noite, ele avisou pra colocar a corda, o chicote e a cane dentro da bolsa... e por volta das 9 da noite me mandou pegar a bolsa pq queria começar...

claro q akele friuzinho na barriga começou junto né, rsrsrs, fui pegar a bolsa, enquanto ele começou a desocupar a mesa, hunnnnn, ia me amarrar diferente hj, e fiquei aliviada em perceber q não seria mais de joelhos, rsrsrs


fez sinal mostrando como iria me amarrar, me mandando ficar de frente pra mesa e me debruçar sobre ela, em seguida amarrou meu pulsos, e por baixo da mesa amarrou a mesma corda nos meus tornozelos, de modo q eu fiquei tão esticada q se puxasse o pulso, puxaria tb o pé, não tinha como nem me mexer, qto mais mexia, mas desconfortável ficava a posição...

ele começou com o chicote preto, batendo na minha bunda, aiai, parecia q minha resistência estava a zero, por várias vezes eu soltei pequenos gritos, DK parou fez um carinho e continunou... hunnnn, parecia q estava doendo mais do q de costume, kkkk e estava mesmo, depois q terminou a sessão DK admitir q estava batendo bem mais forte do q costumava bater, rsrsrs, agora tava explicado...


apavorada com a dor do chicote, cheguei a gelar qdo DK fez questão de me mostrar q iria pegar a cane
ele tinha colocado ela na mesa onde eu estava bem na minha frente, pra eu ficar sofrendo só de olhar, rsrsrs....

sinceramente, nakele dia eu achei q o chicote doeu mais q a cane, não sei se é pq DK me deu alguns incentivos... rsrsrs... mas agüentei a cane bem melhor... ele bateu bem mais q no primeiro dia e eu reclamei menos... nakela noite tive q dormir numa posição diferente, o hematoma parecia um ovo na minha bunda, q doía sozinho, não precisava nem encostar... o bom é q toda hora q eu me mexia na cama lembrava do dono, sentia a dor e ele pertinho... no outro dia podia comemorar, uma marca linda pra guardar de recordação de mais um limite superado... não ia mais me deixar vencer pela cane, não precisava mais ter medo, e essa sensação era maravilhosa...


melhor do q isso era só a sensação de saber q tenho mais condições de servir o Dono, a sensação da coragem mesmo diante do medo, mesmo durante a dor, a sensação e a certeza de q meu amor por ele supera tudo e é forte, mais forte q eu, forte e incondicional, incondicional e desmedido, louco, maluco, descontrolado, um sentimento tão forte, tão intenso e tão profundo que nada mais parece importar... expresso agora na pele marcada, assinatura do dono em mim...

TE AMO MAIS QUE TUDO...

SUA peça, escrava e sub {eliz}_DK

Minha última virgindade... rsrsrs


Fazer sexo anal sempre me pareceu um desafio quase intransponível... em várias relações baunilhas eu relutei e me opus a isso... mas eu sabia q como sub eu não teria como escapar... porém sempre demonstrei meu medo...


Antes de ser do DOM KALLUS conversei com vários outros dominadores e isso parecia um absurdo pra eles... lembro de um q me disse q era ridículo uma sub ter medo de sexo anal... e me lembro de mtos outros q faziam disso quase q um requisito obrigatório para uma mulher se tornar sub, como se tantos outros fatores não fossem importantes...

Lembro q qdo conheci DK, durante uma de nossas tantas conversas, falei do assunto, na verdade senti mta vergonha e ao mesmo tempo senti medo q ele me desse a mesma resposta q os outros, pois, mesmo sem saber como ele lidaria com o assunto eu já queria ser dele... felizmente, ele me disse q eu seria treinada para isso, e q com o tempo não seria mais tão difícil, q tudo seria feito na hora certa e q ele não tinha pressa.... hunnnn, ele vive repetindo isso... rsrsrs

Bom, lembro q na minha segunda sessão meu dono me pôs debruçada em uma cadeira ao lado da nice, nós duas tivemos o pescoço amarrado a base do assento de modo q não podíamos sair dakela posição. Em seguida pegou o consolo se colocou atrás da nice, e eu só ouvia ela gemer, não podia nem me virar para ver, pronto fiquei em pânico, achei q logo de primeira minha virgindade anal ia pro espaço, rsrsrs, meus joelhos tremiam tanto que quase não conseguia me manter de pé... claro q ele não fez akilo né, como sempre ele riu do meu medo, penetrou o consolo na minha vagina e me fez gozar até ficar mole, rsrsrs....

E foi sempre assim... DK poderia ter me forçado, poderia, ele sempre soube q se fizesse eu não reclamaria, nunca ousaria dizer um não prá ele... ele poderia ter me forçado, poderia ter feito o q quisesse comigo, me machucado, me feito sangrar, e sabe q eu não reclamaria, poderia, mas não quis...

lembro de uma vez q estávamos conversando sobre subs q vão ao extremo por medo de perder o dono, eu argumentei q elas se permitem viver nesta situação, ele me respondeu com uma pergunta: “o que vc faria se eu te batesse até sangrar¿”... olhei surpresa com akela pergunta, eu sabia q ele não faria isso, mas ao mesmo tempo assustada ao pensar nessa possibilidade, respondi: “nada, não faria nada”, depois ele me disse que alguns dominadores não percebem que suas subs fazem isso por medo de perder, lembro q ele acrescentou q mesmo na surra de cane, qdo poderia pegar sempre mais pesado, ele evitava isso para não me assustar...

e foi assim q passei um ano, (quase um ano) sem fazer sexo anal com meu dono, ele foi esperando q eu estivesse pronta, brincando frequentemente com meu kuzinho pra despertar a vontade, demonstrando q ele queria mas q não iria me forçar, até chegar o momento q eu pedi...
disse quase um ano, pq perdi minha ultima virgindade um dia antes de completar um ano de coleira, kkkkkkk.....

era segunda feira, eu tinha chegado ao rio nakele dia e perguntei ao dono qual dos limites iriamos vencer, claro q ele não contou né , disse q iria me deixar curiosa...
antes de viajar, perguntei a ele se ele queria q eu procurasse nas farmácias uma solução prá fazer enema, visto q mtos dominadores preferem e até exigem q seja assim.... ele disse q não, q isso tudo seria mto novo prá mim, q eu poderia me sentir estranha fazendo, e q ele preferia q as coisas acontecessem naturalmente....
pois bem, então só me restava me arrumar e esperar para ver o q é q iria me acontecer... como sempre no primeiro dia de sessão a gente está com mta saudade, então logo depois dos cumprimentos, eu tiro a roupa dele, e ficamos um tempo deitados na cama, matando a saudade, mas dessa vez não demorou mto...

estávamos nos beijando, ele me pegou pelos ombros e me jogou de bruços em cima da cama, veio por trás beijando minha boca enquanto suas mãos já passeavam entre meu anus e minha vagina, seus dedos começaram a brincar com meus buraquinhos enquanto ele me beijava, me deixando mto excitada.... em seguida ficou na minha frente e me deixou fazer oral por uns segundos, e foi em direção a minha caixinha do kit, como já se podia prever, pegar o KY...

confesso q nessa hora eu tive um pouco de medo... mas eu temia q se ele percebesse q eu estava com medo poderia desistir e isso me faria me sentir frustrada, ele observava meu rosto, analisava minha fisionomia, e eu fiz de tudo pra manter a coragem e o sorriso, eu queria mto superar o medo q eu sentia e ele sabia disso...
fez questão de aplicar o lubrificante bem devagar, me deu a impressão q queria me dar a oportunidade de fazer qualquer gesto de desistência, mas fazia tudo com tanto cuidado, com tanto carinho q eu não queria q parasse...
se deitou sobre as minhas costas, continuou beijando minha nuca e foi penetrando devagar, forçou um pouco a primeira penetração pra q entrasse inteiro, e depois foi fazendo movimentos pequenos, bem devagar...


eu sentia dor, mas a excitação era maior, sentia meus músculos se constraírem, sentia a pele arder... mas ao mesmo tempo sentia seu pênis dentro de mim, não estava me “arrombando” como tantos dizem de maneira rude, ninguém arromba o q já lhe pertence... estava me abrindo, ocupando o q já era seu, nakele momento eu fazia a minha ultima entrega, a única q me faltava, a partir de então todo meu corpo conhecia seu toque, e o prazer q ele era capaz de me proporcionar, não sei qto tempo durou, por um instante o tempo parou pra mim, perdi a noção, estava gozando, sentia a dor, mas todo o medo tinha acabado... ficou apenas o prazer....

qdo eu achei q tinha acabado, ele se levantou pegou o consolo grande pôs uma camisinha e voltou pra cama... já está virando mania me fazer gozar vezes e mais vezes repetidas até perder a conta, rsrsrs
me mandou ficar de quatro, penetrou o consolo no meu kuzinho e com o pênis penetrou minha vagina, e novamente embarquei nakela onda de dor e prazer, no espelho na cabeceira da cama ele me olhava, analisava minhas reações e se deliciava com meu descontrole, eu estava totalmente entregue, entregue e feliz, gozando, sei lá quantas vezes, e feliz principalmente pq sentia q deixava mais um medo para trás e me tornava ainda mais dele, e por isso mais completa...
qdo ele percebeu q eu já não tinha mais força, e q já estava tomada pelo prazer, me soltou, derreti sobre a cama, ele se deitou e ficamos ali descansando, contemplando o momento, enquanto eu sorria agradecida por ter tido tanto cuidado e tanto carinho pra lidar comigo, com minhas dificuldades e com meus desafios, deste momento em diante passei a sentir desejos novos, q ainda não sei entender, apenas sinto q despertou um instinto q eu não tinha...
não sangrei, não me machucou, não tive dores posteriores como eu tanto temia, percebi q mesmo q fosse possível q isso acontecesse, com DK não foi assim, por causa desse cuidado, desse zelo extremo que sempre teve conosco suas subs...
mtos dominadores dizem q somos apenas peças, e somos, dk sempre falava q eu seria usada, e isso chegou a me revoltar algumas vezes, mas sim, ele me usa... me usa como quer, mas não quer estragar sua peça, não dispõe de nós como se fôssemos descartáveis, somos suas peças, suas escravas, mas que ele usa com cuidado para poder usar sempre, rsrsrs.... TE AMO MAIS QUE TUDO.
SUA peça, escrava e sub {eliz}_DK

SUPERANDO LIMITES...



As postagens deste mês são mto especiais pra mim... neste mês faço um ano de coleira... faz um ano q vivi minha primeira sessão... e meu dono e eu pensamos e planejamos as sessões deste mês com mto entusiasmo... DK sempre me permitiu demonstrar e expressar meus desejos, e como nós sempre soubemos q é ele q os inspira, claro ele acaba realizando todos... na verdade eu, a cada dia, vou aprendendo a decifrar os desejos dele, e vou assumindo como meus... e realmente quero poder um dia ser capaz de realizar todas as suas vontades sem medo e sem dificuldade....


Foi pensando nisso q eu fiz um pedido ao meu dono, mais ou menos uma semana antes de viajar, queria q a semana do meu aniversário de coleira fosse uma semana diferente, uma semana de superação de limites, uma semana de amadurecimento pra mim...

Lembro q foi esse argumento que usei qdo fiz meu pedido: “Não quero comemorar meu primeiro ano de coleira tendo os mesmos medos e as mesmas dificuldades q eu tinha na minha primeira sessão”... bom, eu sei q ele já esperava esse pedido, na verdade, ele já sabia q eu iria querer, felizmente eu me toquei q já estava na hora de ser um pouco mais corajosa...

Pode ser q algumas pessoas não entendam meus pedidos, mas eu sei q algumas subs q amam seus donos de verdade, vão saber pq fiz isso... pedi a ele q realizasse nakela semana as coisas q eu mais temia e as que eram mais difíceis pra mim... na hora, eu mesma estranhei minha vontade, e tive certeza q em um certo momento eu me arrependeria, mas pedi, e junto com ele fizemos uma listinha de 5 coisas q eu temia, ou que simplesmente não gostava pra q fossem realizadas durante a semana:


1 – sexo anal
2 – chuva dourada (beber urina)
3 – sair em publico com o plug anal
4 – surra de cane
5 – usar o potinho

Bom, sei q nesta listinha tem coisas q outras subs tb temem, assim como tem coisas q pra mtas são corriqueiras, mas pra mim sempre foram situações temidas ou pelo menos complicadas....



Tão complicadas q previamente ficou combinado entre nós q se fosse preciso o dono teria q forçar, brigar, mandar, me segurar, mas q eu queria superar akeles limites, e q mesmo sendo difícil isso me faria mto feliz...

Não vou entrar em detalhes agora, pq irei contar cada momento em seguida, o q posso adiantar é q deixei o rio no fim da semana me sentindo uma pessoa totalmente diferente, mais forte, mais corajosa e mais feliz... cada um de nós tem seus fantasmas, eu tinha e ainda tenho os meus... felizmente nesta semana eu exorcizei alguns, deixei alguns medos pra trás e senti mto prazer em poder servir meu dono e de me entregar ainda mais, a experiência foi linda, maravilhosa, eu cresci mto, e espero q gostem do q tenho pra contar...