sexta-feira, 24 de julho de 2009

8ª Sessão: “pedrinhas no caminho”


A família DK já está acostumada com esta rotina a ilusão e o sonho de uma vida 24x7 tem q dar lugar a realidade de q cada um de nós tem uma vida, uma história, um trabalho, e um caminho diferente...

As vezes nos perguntamos como cada um de nós, com caminhos tão diferentes pudemos nos encontrar... como caminhos q estavam tão distantes se tornaram tão sobrepostos q agora se confundem e se misturam tanto q as vezes a gente nem sabe por qual deles seguir... as vezes acho q foi o próprio destino, nice e eu por exemplo não nos lembramos de qdo e como nos conhecemos, apenas fomos nos conhecendo, assim como sei q ela e DK qdo começaram a tc não tinham noção da intensidade q esta relação tomaria... tb me lembro do primeiro dia em q nice viu seu sub o raffa, lembro da forma como se olharam estranhamente, e hj estão tão juntos, tão inseparáveis... e do mesmo modo que agora kika foi se juntando a nós tão espontaneamente que não sabemos apontar o momento preciso em q ela passou a fazer parte de nós... lembro q qdo falei com DK pela primeira vez me senti atraída pela gentileza, e ao mesmo tempo pela forma dura e fria de falar q eu nunca poderia ser sua... enquanto, eu sei q no fundo nós dois já sabíamos q eu ia ficar...

E mesmo sobrepostos, misturados e confusos, nossos caminhos tem q ser seguidos, cada um de nós a sua forma... e por onde quer q nos levem estes caminhos, nós sabemos q mais cedo ou mais tarde sempre corremos pro colo do nosso dono, onde nos aconchegamos e repomos as energias pra continuar...

Todo esse discurso está sendo feito pra q se possa entender o q aconteceu nesta quarta feira... existem mtos Dominadores q acham q as subs não pensam, outros q elas não tem direito a ter defeitos, outros acham q elas não tem vida própria e por isso não tem problemas... mas os Donos de verdade sabem q mesmo sendo propriedades, e somos, temos nossos defeitos, q podem e devem ser corrigidos, nossas crises, nossos problemas, e q pra que nossa entrega seja perfeita e completa, precisamos ser cuidadas e orientadas para nos manter no caminho e na opção que fizemos...

Neste dia eu estava em crise, tinha merecido ser castigada sim, mas acima do castigo, eu precisava de orientação, de conselho, de ajuda e de colo... a pirraça, a manha, não vieram a mim por si só, pq meu universo não se limita aos muros desta casa... tenho meu caminho, minha vida pra cuidar, e estava me sentindo esgotada, machucada, e apesar de merecer o castigo DK, como sempre percebeu q podia me dar mto mais q isso...

Eu estava em crise, como poucos dias já teria ficado, nunca tinha estado diante dele tão calada, como dizem na minha terra, tão “empacada”... ele já sabia q eu havia aprontado durante o dia, e fez questão de me sinalizar mesmo antes de sair q sabia o q eu tinha feito, ou melhor, o q tinha deixado de fazer... eu baixei os olhos, pela primeira vez eu tava sem explicação pro acontecido, e não tinha justificativa... ele disse apenas: “mais tarde conversamos”...

Nós íamos pra sessão sem a nice, e eu me senti meio q perdida, pensando q seria castigada sessão e me sentindo despreparada pra isso...

A conversa começou no ônibus mesmo, como sempre eu apenas ouvi atentamente tudo q ele dizia, sem retrucar, sem questionar... eu sabia q ele estava certo... mas ele percebeu q de minha parte havia mais dor do q eu estava demonstrando, tendo em vista q eu estava descontrolada emocionalmente... eu realmente não estava bem, e assim q ele me perguntou, ou q sugeriu q um dos motivos por eu estar assim era q o dia de ir embora estava chegando, eu desabei, ao mesmo tempo q falava chorava, ainda na rua, tentava me controlar... e ao mesmo tempo em q eu falava tudo q vinha em mente, eu me arrependia pelo tom de algumas palavras, como medo de decepciona-lo, percebi q mesmo tendo parado de chorar, ele continuou andando silencioso, cabisbaixo e sério, e eu não me conformava de ter causado isso, qdo pedi desculpas apenas me disse, se vc disse a verdade do q está sentindo, quero q continue, vamos chegar primeiro, e lá eu vou deixar vc chorar...

Eu lembrava do chicote q ele tinha me mandado por dentro da bolsa... por uns instantes qdo saímos de cada, cheguei a pensar q ele seria usado pra me castigar... mas agora eu sabia q ele simplesmente não seria usado... por mais q eu merecesse eu sabia q DK não me castigaria nakele estado...

Chegamos ao local da sessão, nos sentamos frente a frente, e ele foi me perguntando sobre tudo q me afligia... na medida em q eu falava, chorava descontroladamente, tudo parecia desabar ao meu redor, problemas familiares, pessoais e de trabalho, somados a dor q eu já estou sentindo por estar chegando o dia de deixa-lo... estava tomada por uma angústia tão grande q meu choro não parava, e ele me deitou em seu colo pra q eu chorasse o qto eu precisasse, enquanto me fazia um cafuné, e me mostrava as saídas...

Chorei por umas duas horas, e disse tudo absolutamente... qdo terminei, meu coração estava leve e em paz... estava calma... os problemas ainda estavam todos no seu devido lugar, mas agora eu já conseguia raciocinar para enfrenta-los...

Nós, subs, sabemos o qto estes momentos são importantes, por mais q a gente ame ser usada, torturada de todas as formas que agradam nosso dono, há momentos em q o q precisamos é apenas de atenção, de cuidado e de apoio... lembro do dia q falei com DK que não gostava de falar dos meus problemas pra ele, pra não preocupa-lo, a resposta é inesquecível: “seus problemas são minha responsabilidade, pq vc é minha, cuido de tudo q me pertence”...

Não tivemos sessão de fato, mas tivemos a “sessão de colo”, como ele chamou... não saí com a pele marcada da sessão, mas saí de coração aberto, leve e tranqüilo, feliz da vida por poder contar com meu dono... pq é sempre pro colo dele q eu quero correr... eu sei q nem sempre ele terá a solução pra todos os meus problemas... é um ser humano, não é onipotente, mas é meu dono, sabe me entender, e me ajuda a pensar, a esfriar a cabeça, a organizar os pensamentos, e raciocinar diante dos problemas... ele não faz mágica na minha vida, não resolve meus problemas por mim, mas me faz ser forte para seguir meu caminho, ainda q esteja longe...

Em dois dias, vou fazer as malas e seguir meu caminho, mas, estranhamente, meu caminho sempre tem uma certa curva, q inexplicavelmente me trás de tempos em tempos ao mesmo lugar, os pés do meu dono, mestre e Senhor, onde me reabasteço, me alimento (rsrsrs) e me fortaleço para continuar meu caminho...

quarta-feira, 22 de julho de 2009

7ª sessão: inteiramente entregue em tuas mãos


passei o dia inteiro apreensiva... logo de manhã perguntei ao dono o q pretendia fazer na sessão e ele me disse q pretendia verificar como estava a minha "entrada"... rsrsrs... relembrando q fazia uma semana em q haviamos feito o ensaio do fisting pela primeira vez...


sempre tive medo de fisting, tanto qto tenho medo de agulhas... olhava os vídeos e as fotos de fisting e achava q era impossível prá mim... mas agora q minha nova irmazinha falava tão bem da sensação e do prazer, e q meu dono tinha se mostrado interessado em fazer, eu tb queria experimentar, apesar de manter um certo medo...


e o dia passou assim, misturado entre o medo e a excitação, ao mesmo tempo em q eu queria mto viver isso com meu dono, qto mais extremos são os momentos, mais me sinto dele, por isso é q temn hora q ele fala q eu tô querendo apanhar, rsrsrs... ao mesmo tempo eu tinha medo de sangrar, medo de machucar ou de não aguentar a dor...


ele mandou q eu mesma preparasse a bolsa do kit, me mandou colocar oleo prá lubrificar, alguns cintos, com certeza pra imobilizar se fosse preciso, vibrador, e prendedores, pq ele já sabe q gosto de sentir dor na hora de gozar... de quebra eu coloquei as pulseiras prá imobilizar pulsos e tornozelos, corda, outros prendedores, prá ter opção é claro, e um chicote, vai q ele resolve, rsrsrs...


como já tinha comentado com a minha irmazinha nova, e ela adora fisting, ela pediu ao nosso dono se podia fazer junto com a gente usando uma beringela, claro q ele deixou né, ele faria em mim e assistiria ela fazer pela cam...


chegamos ele preparou tudo... coloccou um banquinho comprido na frente da sua cadeira e me mandou sentar, ela ligou a cam dela e enquanto ela se masturbava ele acariciava meu clitores ainda sentada, foi me acariciando e me fazendo gozar, não me mandou deitar, ele sabia q na medida q eu fosse fiacando mole e excitada isso ia acontecer automaticamente... depois q eu gozei por umas 2 vezes ele começou a enfiar um dedo apenas, enfiando e tirando, estimulando a minha vagina, sem pressa, fui gozando mais vezes e me deitei, colocando as pernas em cima do banco, colando os tornozelos na bunda como ele tinha me ensinado na semana anterior, me deixando totalmente exposta prá ele... apesar de ser mto tímida, eu já não sentia vergonha... ele é dono de tudo q há em mim, e eu não tenho direito de ter vergonha...


começou a colocar 2, depois 3, bem devagar, e os orgasmos foram vindo em sequencia, por os 4 dedos, e começou a forçá-los prá dentro de mim, aumentando a minha excitação, me fazendo gozar de novo, nessa hora, parou, passou bastante oleo na mão, ligou o vibrador colocou no meu clitores e começou a empurrar os cinco dedos em forma de cone...


decidi parar de pensar no q ele estava fazendo nakele momento, apenas sentir...

me concentrei nas sensações... era uma excitação q me deixava em transe... minha vagina ardia, e eu já senti uma dor fina, como se fosse uma cólica, aumentando gradativamente dentro de mim, sentia ele empurrar num vai i vem, sem forçar mto, mais entrando cada vez mais, fechei meus olhos, e deixei meu corpo reagir naturalmente...


eu sabia q qto mais medo eu sentisse, mais dor sentiria, então me concentrei no prazer, apensar de sentir uma dor cada vez mais forte, minha excitãção e minha vontade de exprimentar viver akilo com meu dono, não me deixavam pedir para parar... a vontade foi aumentando a tal ponto q mesmo qdo ele para eu empurrava o corpo para q penetrasse mais, ele sentiu isso e me deixava empurrar, acho q pq ele sabia q eu poderia controlar o impulso na hora de forçar as paredes para se abrirem... realmente, era a hora q mais doia, uma dor cortante, quase insuportável, não fosse pelo prazer indescritível q eu sentia ao mesmo tempo... meu corpo inteiro tremia de dor e vontade, até q eu senti q não havia mais como empurrar, fui voltanto a mim aos poucos, como se estivesse acordando, a dor era grande, q cheguei a pedir para parar ali... até q por curiosidade eu resolvi tocar na mão dele, prá ter uma noção do qto faltava, prá ver se ia aguentar mesmo... prá minha supresa, ja estava no pulso, e eu tinha conseguido, meu prazer se misturou com uma alegria, e ele me olhava sorrindo com os olhos, percebedo o qto akilo era importante prá mim...


ele começou a impulsionar a mão dentro de mim, num vai e vem, e a dor foi virando um prazer incontrolável, eu comecei a estimular meu clitores sem perceber, só depois lembrei q eu precisava de autorização prá isso, pedi e ele deixou... ele continuava a meter a mão dentro de mim, e eu fui me masturbando, até q tive um ultimo orgasmo, incomparável, nunca senti tanto prazer como dakele momento, senti meu corpo se levantar no banco, meus ombros foram deslizando até q eu fui parar em baixo da mesa atras de mim, tudo em mim era um orgasmo só, forte, dolorido, devastador, meu corpo inteiro treimia, e ele não parava, socado a mao dentro da minha vagina cada vez mais forte, até q eu pedi prá parar, o prazer era tanto, e tão forte e doloroso, q meu corpo já estava mole, eu estava perplexa, tinha sentido um prazer jamais imaginado...


ele tirou a mão de dentro de mim devagar, e a dor foi diminuindo, até ficar só uma dorzinha levinha, estiquei as pernas sobre o colo dele, e ele ficou acariciando minha vagina devagar, prá eu relaxar, passava as unhas de leve na pele, e eu fiquei ali uns 15 minutos quietinha só ganhando carinho...


precisava ir ao banheiro, mas minhas pernas ainda tremiam... ele me mandou pegar agua, levantei com dificuldade, como se meus músculos não me obedecessem... peguei agua, fui ao banheiro, prá minha surpresa, eu não estava sangrando, não tinha machucado, e quase já não doía, como eu já confiava, DK foi mto cuidadoso... como sempre...


me sentei ao lado dele, descansei um pouco, dei uns beijinhos, mas já comecei a olhar do jeito "pidão" como ele sempre diz... ele já sabia o q eu queria... rsrsrs


abriu a calça, pôs o pênis prá fora q me disse: "pronto, pode brincar" rsrsrs (é mto divertido)


comecei a fazer sexo oral nele, como ainda sentia um pouco de dor e mta excitação pelo q havíamos feito chupei com mta vontade, até ficar quase na hora de ir embora...


qdo a hora de embora se aproximou, mudei de posição, e me ajoelhei na frente dele, nessa hora eu já conseguia, rsrsrs... ele acariciava a minha cabeça e eu chupava com toda vontade, até q olhei seus olhos estavam fechados e ele começava a gozar para a minha alegria, sentia o corpo dele relaxar com o prazer, serví-lo dessa forma é sempre maravilhoso, estar de joelhos na frente dele, tomando seu gozo, enquanto relaxa, sempre será minha prioridade, mais q meu próprio prazer... se bem q quem gozou mais fui eu né...


levantamos, eu me ajollhei na frente dele prá fazer os cumprimentos antes de sair... beijei os pés, beijei as mãos, e qdo me levantei e ganhei o beijo, olhei nos olhos dele e agradeci pela experiência e disse novamente q eu o amava...


sei q foi uma experiência linda, incrível e prazerosa, nada comparável a tantas experiências traumáticas vividas por amigas subs durante a mesma prática... não sei nada, sou apenas uma sub, experimento pela primeira vez o fisting... mas já aprendi o qto é importante o cuidado, o carinho e a aceitação da sub nesse momento... sei q meu dono jamais teria me forçado, e isso faz toda diferença, assim como faz diferença a confiança q tenho nele...


pensei em pedir prá parar algumas vezes mesmo, mas eu sabia q acima do prazer dele, ele sempre coloca a nossa segurança, e como sempre diz: "cuido, do q me pertece" (essa é a cura prá todos os males), portanto, não havia motivo prá parar, eu estava segura, me realizando, realizando o sonho de me superar cada vez mais... a cada experiência nova me sinto cada vez mais forte... a cada segundo de dor q eu sinto, me sinto cada vez mais sua.... a cada vez q me humilho, me sinto mais escrava... e sei q a cada sengundo aos teus pés, sou cada vez mais feliz...


obrigada por tudo, meu dono e Senhor... ser sua, estar nas tuas mãos é maravilhoso, e imcomparável, é inexplicável... mas difícil q falar das sensações do fisting é explicar o qto o amo e desejo serví-lo, prá isso sim, não tenho vocabulário... mas como estamos aprendendo a ler nos olhos, eles sempre saberão o q dizer, ainda q a gente se cale...


beijos em teus pés, {eliz}_DK

6ª sessão: o valor de cada momento


passei o fim de semana inteiro sonhando em reencontrar meu dono na segunda feira, fiquei colada no blog durante todo o domingo, prá escrever os relatos q faltavam, visto q tinha prometido ao dono q estariam prontos na segunda... mas estava chateada com uma coisa... umas das ordens q ele havia me dado pro fim de semana não tinha sido cumprida...

é complicado, as vezes por mais q a gente queira obeceder, fisicamente não conseguimos, e foi assim, eu tentei mto, mas não consegui fazer o q ele tinha me mandado...

acordei na segunda feliz, pq ia ver o dono a noite, mas ao mesmo tempo meio apreensiva por ter q contar a ele q não tinha cumprido todas as ordens recebidas... tinha q contar na primeira oportunidade, pq é isso q ele espera de nós, sempre q temos q contar q fizemos ou não fizemos nada, é melhor não adiar... então teria q contar assim q ele entrasse no msn lgo pela manhã, se bem q é melhor contar pelo msn do q pessoalmente, e isso era uma vantagem prá mim...

sabia q não seria castigada por causa disso, ele entenderia q era por questões físicas, e sabia q eu queria mto obedecê-lo, mas a questão é q é sempre ruim admitir q não obedeci, seja pela razão q for...

enquanto o esperava fui atualizando meu orkut e organizando as fotos... até q ele entrou... primeiro eu falei das ordens q eu cumpri, é claro... rsrsrs... depois falei da q eu não cumpri e ele entendeu perfeitamente... disse q deveria ser por conta do desgasti físico de uma semana inteira de sessões, porém, a noite, por conta deste "desgaste físico" fiquei só me recuperando, sei q ele fez isso pro meu bem, realmente valeu a penas... mas por outro lado era como um castigo prá mim... kkkkkk...

porém, a primeira coisa q uma sub tem q saber, é algo q meu dono já repetiu tantas vezes prá nós, q chegou a escutar a voz dele falando: "vc não tem q querer nada, quem tem q querer sou eu...", "vc não tem q gostar de nada, quem tem q gostar, sou eu"... "vc, não tem q preferir nada, quem tem q preferir sou eu"...

a parte boa de aprender isso de verdade, é q a gente passa a ter mais capacidade de aproveitar o momento, sem ficar pegando pirraça toda vez q o dono deixa de fazer o q a gente quer, ou faz o q a gente não quer... qdo não se tem vontades, o sabor do momento fica mais interessante, eu demorei a aprender isso, mas felizmente aprendi... então, me colocando no meu lugar de escrava q estava ali apenas para serví-lo, não fiz manha, nem pirraça, continuei com um lindo sorriso no rosto, fazendo akilo q ele queria e q por consequencia eu queria tb...

fiz uns carinhos q fazem ele fechar os olhos, adoro qdo ele fecha os olhos e se deixa levar pelo prazer... nesse dia isso aconteceu várias vezes... assumi meu lugar no chão, a sua frente, primeiro de joelhos, euquanto foi possível, depois sentada no chão, e servi meu dono como uma boa escrava fazendo sexo oral com mta vontade e sentindo o quanto isso dava prazer a nós dois...

de tempos em tempos eu parava e pegava ele me olhando, era mto gostoso estar ali, e saber q ele me queria ali nakele momento, e pensar q eu era capaz de trazer um pouquinho de prazer a ele... o tempo foi passando, e quando já tinha mais de uma hora e meia q eu estava ali, senti q ele queria gozar, começou a segurar a minha cabeça, depois a apartar e beliscar meus seios, ele sabe q isso muda a intensidade da minha vontade e me faz chupar cada vez mais forte, na medida q a minha dor aumenta, e eu sei q quanto mais me tortura, mas ele quer... até q eu senti o gozo doce e delicioso se espalhando na minha boca... tomei com mto prazer, e até a ultima gota, até me certificar q nada se perderia... distraida bebendo o gozo, nem percebi q ele olhava prá mim com um carinho enorme, me aconcheguei nas suas pernas, deitando a cabeça nas coxas, enquanto ele me acariciava, senti q o prazer de tê-lo assim, de porder sirví-lo deste modo, superava o prazer q eu sentiria se eu mesma tivesse gozado... não exite nada q uma cadelinha goste mais do q o carinho e o colo do dono, rsrsrs... eu estava realizada... me levantei, me vesti, e fomos embora...

ele acariciava minhas pernas, e a parte de trás dos meus joelhos, (que é muuuuuuuito sensível) dentro do ônubus... qdo ele apertou, eu dei um salto, quase gritei, felizmente tinha chegado ao nosso ponto, e estava na hora de descer... rsrsrs... a gente seguiu até em casa rindo do acontecido... ele costuma nos desafiar, prá ver até quanto a gente consegue segurar sem gemer em público, rsrsrs, espero q eu continue conseguindo segurar, para o bem de nós dois...

sempre será necessário exercitar a minha entrega, aprender e reaprender a cada dia q a vontade dele é mais importante, fico feliz toda vez q consigo fazer isso... apesar de ser estranho alguém se sentir feliz pq abre mão dakilo q quer... isso faz parte da nossa opção... e como sempre digo: "sou escrava por opção e livre escolha"... esse é o preço de ser assim, e isso q eu quero e é isso q devo aprender sempre.

obrigada por estar me ensinando, meu dono, a mim e a minhas irmãs, a sermos escravas cada vez melhores, isso nos realiza, e nos faz desejar estar sempre aos teus pés, qto mais crescemos, mais suas nos sentimos... qtos mais evoluímos mais humildes e mais obedientes aprendemos a ser, e sabemos q aos teus pés esta é a unica forma de ser feliz, então assim seremos....

beijos em teus pés, {eliz}_DK

domingo, 19 de julho de 2009

5ª sessão: o novo sabor de todas as coisas...


Acordei meio q em choque por tudo q havia acontecido na noite anterior... antes de qualquer outra coisa, mandei um email pro meu dono pra q ele soubesse como eu me sinto...

Porém qdo ele se conectou no msn, não tive coragem de tocar no assunto diretamente, estava constrangida, com medo de ter me enganado, ou de estar exagerando com a situação, talvez nem todos entenderam o q nice e eu sentimos, mas acho q as subs tem uma grande chance se compreender pq isso tudo foi tão forte dentro de nós...

Falamos sobre outras coisas, mas até pra conversar com ele, agora é diferente sinto q posso ser um pouco menos formal e para de ficar escolhendo as palavras, começo a acreditar que ele realmente me aceita como sou, e q não me quer por perto apenas por pena de mim, começo a entender q apesar de cuidar das pessoas ser um caráter da sua personalidade, ele tem um cuidado por nós mto especial, isso me faz sentir as sessões de uma maneira nova, tudo tem um gosto novo, pq sinto q ele deseja tudo de uma maneira especial, q eu não sabia q existia...

Preparamos o jantar, ele entrou na casa com um sorriso brilhante e a cada momento q eu olhava pra ele meu coração disparava como se fosse a primeira vez, foi engraçado, abraça-lo e reparar pela primeira vez q seu coração batia tão forte... não sei se foi sempre assim, mas era a primeira vez q eu o abraçava pensando apenas no seu coração, como se eu tivesse acabado de descobrir q ele tinha um (rsrsrs)

Nice tinha q providenciar umas coisas e saiu com seu sub, eles nos deixaram no lugar da sessão, durante todo trajeto, fazíamos alguns carinhos, entramos rindo mto, pelas minhas palhaçadas na hora de atravessar a rua, entrando na frente dos carros, até o lugar da sessão parecia diferente.

Beijei os pés com um prazer novo, sabia q ele me via, como sou de verdade, e q me queria ali nakele momento, e depois de um beijo com asfixia, perfeito, nos sentamos pra conversar... acho q ele queria me perguntar sobre toda essa surpresa por causa do q ele tinha falado... tentei explicar o q eu pensava e como tudo era diferente pra mim agora... mas percebi q ele esperava q eu já tivesse notado pelo modo como nos tratava, mas agora é como se nós nos olhássemos com outros olhos...

Comecei a beija-lo, ele sentado, eu de pé entre as pernas dele, e enquanto eu o beijava começou a me dar palmadas do lado direito da bunda, sempre no mesmo lugar, ele costuma dizer q o q marca mais não é a força, mas a repetição, começou com palmadas leves e foi aumentando a força, batendo sobre o vestido... eu continuava beijando, e ele sugava minha língua com tanta força q parecia q ia arrancar... eu mesma levantei meu vestido para q ele tivesse a chance de me marcar com mais força, me mandou virar para ver como estava ficando, e em seguida nos beijamos e ele continuou a bater, com uma força cada vez maior... eu gemia entre um beijo e outro e me segurava nele pra conseguir agüentar a dor, mas era um momento incrível q me trouxe um prazer descontrolado, quase comparável ao orgasmo, sempre apanhei do DK por submissão, obediência e entrega, sempre desejei q ele me marcasse por causa do fascínio q eu tinha por ele, mas era a primeira vez q eu sentia tamanho prazer apenas sentindo dor, sem q ele me tocasse ou me estimulasse para gozar... ele me beijava com tanta vontade, e me batia com os olhos fechados, sentir o peso da sua mão nakele momento, era incrível, e o gosto novo de todas as coisas, me mostrou q agora teria muitas novas formas de sentir prazer...

Depois disso, voltamos a nossa rotina, me ajoelhei, depois me sentei no chão, fiz sexo oral no meu dono por mais de 2 horas, enquanto ele trabalhava e tc com minhas irmãos e outros conhecidos, eu parava olhava pra ele e sorria, era incrível estar ali... as vezes ficava tanto tempo olhando, q ele dava um tapinha na minha cabeça e me dizia, “vamos, faça o seu trabalho” e assim eu fiz, chupei com todo gosto e o qto eu pude, sentindo ele tocar na minha nuca, sabia q estava prestes a gozar, e até o gozo do meu dono me parecia mais gostoso, apesar de sempre ser uma delícia, bebi tudo, saboreei cada gota... ele viu q eu tinha engolido com mta vontade e comentou sorrindo: “agora vc já está alimentada pelo fim de semana inteiro” me levantei, ajudei a arrumar as coisas, fiz os cumprimentos e fomos embora...

Era noite de sexta, mas não tinha choradeira, não dessa vez, me despedi após receber as ordens para o fim de semana... e estou feliz por ter tido tanta coisa pra contar, pq além de ter vivido tudo isso, contar me ajuda a matar a saudade e a passar o tempo, já é fim de tarde de domingo, quero q o dia termine logo, para vê-lo novamente amanhã, já estou com saudade... morrendo de vontade de me jogar aos teus pés novamente...

Aos q nos acompanham, nossos amigos estimados, q vivemos as mesmas experiências q nós, ou experiências parecidas, desejo q sejam felizes como temos sido, e apesar de todos os espinhos vividos, apesar de todos os desafios, de todas as dificuldades... apesar da incompreensão de mta gente, vale a pena pagar o preço prá viver essa história...

A vida é mto curta... nós somos frágeis e limitados... só a entrega, a vivencia da entrega e do amor, podem nos ajudar a superar nossa pequenez, para percebermos q podemos viver uma história mto linda, mto maior do q nós mesmos...

Tenho uma semana ainda pela frente, e com certeza terei mta coisa pra contar, espero q gostem, pq eu como meu dono já sabe, vou gostar de tudo q ele faz, sempre...

4ª sessão – sonhos impossíveis se realizam



Desde o dia do meu encoleiramento eu não me sentia tão feliz como nesse dia, na verdade, ainda não consegui comparar a felicidade q eu senti nesse dia com nenhuma outra, nem com o dia da minha formatura, talvez com o nascimento dos meus sobrinhos q são como filhos pra mim... mas essa felicidade q eu senti foi diferente, pq eu já esperava o nascimento deles, fiquei nove meses na expectativa, e o fato q aconteceu nesse dia não, não esperava, nunca imaginei q ia acontecer... chorei de felicideade, e neste momento enquanto digito, choro novamente, na verdade sempre q eu lembro eu choro... o choro vem incontrolável e inexplicável.

Bem, vamos começar do começo, hj DK queria uma sessão com suas 3 escravas, então levamos o not para a sessão, ligamos nossa cam e a kika ligou a dela, e tudo q ele fissesse conosco, kika tb faria do outro lado pra ele assistir, torturou nossos seios,  várias vezes com vários prendedores diferentes, adoro tortura nos seios, e enquanto sentíamos dor ele tocou nosso ponto G, até gozarmos várias vezes, em seguida eu e nice fizemos sexo oral nele, alternando com beijos e outros carinhos até q ele gozou e nós dividimos, mostrando o gozo em nossa boca para a kika pela cam, até aí tudo normal...


Porém, para entender o fato e a emoção q se seguiu, temos q explicar que bem antes, desde q conheci DK nós temos uma tradição, toda vez q uma de nós duas diz q o ama, ele responde: “eu sei”, é uma forma dele dizer q não precisamos nem falar pq ele percebe por nossas atitudes, obediência e entrega o qto o amamos...

Porém, existe uma questão, ainda mto obscura dentro do bdsm e q precisa mto ser discutida por todos nós, as subs por sua entrega e sacrifício sempre provam o seu amor incondicional pelo dono, por outro lado, os dominadores, por sua autoridade, auto-controle e sadismo, geralmente são visto como indivíduos desprovidos de alguns sentimentos, e o amor seria um deles... digo q isso é discutível, pq é a imagem q nós temos na prática,e por isso nós subs nos sentimos sempre como objetos, propriedade....

DK sempre soube dessa minha visão das coisas, e em algumas vezes até brigou comigo, pq eu disse q era um objeto descartável, ele me perguntou se eu nunca tinha olhado nos olhos dele enquanto me usava, e q se fizesse isso saberia o q ele sente... sim eu já tinha olhado nos olhos, mas não queria me iludir, nem me enganar, portanto continuava me sentindo um objetivo descartável q estava aos pés dele para servi-lo, mas q se não agisse adequadamente poderia ser prontamente substituída por outra...

Apesar de ter sido perdoada tantas vezes por tantos erros diferentes, eu continuava pensando assim... nice sempre tentou me convencer do contrário, mas eu não acreditava... qdo eu dizia q o amava, já esperava a resposta “eu sei” e isso já era o suficiente pra mim...

Até q nesse dia, da 4ª sessão de julho, terminado o sexo oral, eu o abracei, olhei nos olhos dele e disse eu te amo Senhor: dessa vez ele me respondeu: “que bom” (achei estranho ele ter mudado a resposta padrão, mas tudo bem) então ele chamou nice, q estava distraída com a kika no msn, e disse: “olha pra mim, as duas, EU AMO VOCÊS DUAS, será q nunca perceberam isso, será q eu preciso falar....

Olhei pra nice espantada, sorrimos com os olhos, mas em seguida me debrucei no peito dele e chorei, como não chorava a tempos, e ouvi o a nice fazendo o mesmo... os soluços vinham incontroláveis, e mil coisas se passaram pela minha cabeça, ele nos abraçava forte, nos chamando querendo conversar, estranhando nossa reação como se tivesse dito algo q obrigatoriamente já deveríamos saber, me levantei ainda chorando e olhei pra ele, e mesmo q eu sempre tenha tanta coisa pra falar, nakele momento estava sem palavras, ele tinha os olhos umidecidos, e eu segurava forte na mão da nice como se quisesse ter certeza de q não era um sonho, e ao mesmo tempo me perguntava se tinha ouvido direito, na verdade me pergunto isso até agora...
Terminanos a sessão, meio q em transe, e meus olhos voltaram a lacrimejar por várias vezes, eu estava “passada”, em choque mesmo, tinha um silêncio no ar.

eu me sentia confusa, afinal depois de um ano de submissão, e de seis meses com DK, me parecia q eu estava começando tudo nakele momento... fiquei meio q sem saber agir, como se eu tivesse q mudar alguma coisa no meu comportamento... porém, agora eu sei q nada do q eu sou vai mudar...

continuo tendo q ser akilo q ele deseja em cada momento: submissa, escrava, puta, cadelinha, mulher... e não vou confundir as coisas achando q por causa do q ele disse algo vai mudar, a única coisa q muda, é q agora consigo vê-lo ainda mais humano q antes, o q não quer dizer q perderá sua autoridade sobre mim, pelo contrário, agora, mas q nunca sei q ele manda em mim, q determina como devo ser e me comportar, q dita as minhas atitudes, castiga as minhas faltas, me domina, cuida e instrui, me tortura e me dá prazer... porém, acima da utilização da força, do sadismo e da autoridade, o q guia a nossa entrega foi sempre o amor temos por ele, e q agora surpreendentemente descobri q ele também tem por nós.

Termino esta postagem com fragmentos do email enviado a meu dono na manhã do dia seguinte:

“eu sempre disse q o Senhor realiza os meus sonhos, sempre comentei q me faz muuuuuuito feliz... porém, dessa vez, o Senhor foi longe demais, o q aconteceu ontem é algo q eu nunca ousei nem sonhar... na verdade se sua palavra não fosse lei prá mim, eu até duvidaria...mas tudo q diz fica marcado no meu coração, e dessa vez conseguiu ir onde eu jamais esperava, não, eu não imaginava, e tentava manter minha percepção longe para evitar ilusões...
mas agora tudo é diferente, vejo tudo com outros olhos...

alcançar seu coração parecia tão impossível prá mim... q eu vivia tentando proteger o meu...não parece, mas eu tentei mto não amá-lo, tentei não me entregar emocionalmentetentei manter uma distância segura... q com o tempo foi sumindo até fazer minha entrega ser realmente total e completa...
meus sentimentos estão todos fora do lugar, se redefinindo como um terremoto dentro de mim, mudando inclusive a minha forma de ver a mim mesma... ainda tento não me deixar levar ela empolgação, na verdade me pergunto se eu realmente ouvi direito, rsrsr, mas a questão é q eu finalmente deixei de me ver como um objeto seu, deixei de ser mais uma... sei q não gostava q eu pensasse assim, mas acho q é uma questão de instinto, eu não queria me iludir, nem apostava em nada, mas eu me senti diferente diante do Senhor, porém, não sei explicar pq. só sei q foi um divisor de águas dentro de mim... falei tuuudo isso, para dizer q eu não vou confundir os papeis, nem esquecer o meu lugar, e q eu vou continuar a servi-lo incondicionalmente... percebe q eu não repeti, nem citei nehuma vez o q o Senhor disse? é como se fosse uma descoberta tão grande e tão incrível,
que a gente fica contemplando, sem falar nada... sempre soube q me enxergava como pessoa, como uma mulher como todas as outras, com suas qualidades e defeitos... mas é como se, eu mesma não me visse assim, eu me via como objeto, uma escrava simplesmente, sem nenhum atrativo... sem nada de especial... como estou em choque, rsrsrs, nem escrever estou conseguindo, tanto q não sei terminar este email... é a primeira vez q eu fico assim, perplexa, sem palavras... só agradeço a vida, a sorte, ao destino a oportunidade de ficar mais uma semana aki, e aproveitar o gosto novo de tudo q eu já vivi com o Senhor... tudo está diferente, inclusive eu... espero conseguir arrumar as coisas aki dentro, prá saborear a liberdade q estou vivendo...
não adianta tentar, por mais q eu diga o qto estou feliz, é inexplicável, mas como tudo q é inexplicável em mim, sei q mais uma vez o Senhor entende... EU TE AMO, muito além da minha servidão, da minha obediência, e da minha entrega... beijos em teus pés, {eliz}_DK”

3ª sessão: me divertindo junto com a nova irmãzinha...




Cuidei de algumas obrigações durante o dia, sempre concentrada no q deveria preparar pra esta noite, nice estava responsável pelo jantar, qdo ele chegou, tudo estava em silêncio, ele comeu, conversamos bastante e novamente eu fui pra sessão sozinha, antes de sairmos ouvi ele ir ao quarto do kit e abrir um dos pacotes de vela, eu sabia a partir de então o q me esperava para mais tarde...

Brincamos um pouco no ônibus, eu tocando seu pênis atrás da pasta, e ele tocando meus seios... conversamos de maneira descontraída, bem diferente do clima do dia anterior, eu me sentia mto feliz, ele tirava sarro de tudo q eu fazia, entramos, fiz os cumprimentos, ganhei um beijo com asfixia do jeito q eu adoro e ele se sentou e começou a tc com a kika nossa nova irmãzinha, disse q queria brincar com nós duas, mandou q ela pegasse uma vela, e q eu pegasse a q ele trouxe dentro da bolsa...

Me mandou cruzar a perna esquerda colocando o calcanhar sobre o joelho da outra, alisou a parte interna da minha coxa e comentou aki dói mais... achei q ele estava dizendo isso como uma de falar q estava resolvendo não fazer ali... hummm, pelo contrário, ele queria pingar ali por isso mesmo, isso me surpreendeu um pouco, mas eu não disse nada... geralmente ele não gosta de fazer a gente sentir muita dor, mas isso não é regra, o q me deixa tranqüila, é q ele sempre faz a gente sentir a dor na medida em q ele quer e nunca perde o controle, mandou q a kika fizesse o k com a vela pela cam, enquanto ele faria o mesmo comigo, permaneci com a perna firme no lugar, e me segurei na cadeira me preparando prá dor, ele começou a pingar, mas doía mto, quase insuportável, chegava bem perto e emendava um pingo no outro dando a sensação de q estava queimando quase q no mesmo lugar, eu fechei os olhos, mas piorou pq além da dor eu me assustava, e me mexia com o susto, começando a estragar o desenho dele, o K ficou meio q tremido, teve um momento q doeu tanto q eu desci a perna correndo, num grito, e ele me falou sério “não faz isso”, respirei e coloquei no lugar novamente bem rapidinho, ai, finalmente o K estava terminado, kika tb mostou o dela, tinha ficado ótimo. Então ele mandou passarmos pro peito, tirei o vestido, para q não pingasse vela nele... fiquei totalmente nua, joguei o cabelo para trás, me segurei na cadeira e fechei os olhos... nooooooossa q dor... meu dono não se incomodava com meus gemidos, as vezes doía tanto q eu pulava da cadeira, agüentei firme até o fim, pq estava interessada pelo resultado...

Ficaram lindos os dois K´s desenhados um na coxa outro no peito, ele comentou com minha irmãzinha q tinha gostado de ver sua cara de dor, e q eu tb tinha gemido gostoso aki... sempre soube q ele gostava de ouvir os gemidos, mas era a primeira vez q ele falava isso deixei a dor passar um pouco, para então retirar a cera, a pele ardia mto, o da coxa principalmente, porém o do peito queimou mais, nos dia seguinte apareceu o resultado uma marca de queimadura mesmo, com três bolhas, acho q se a pele arrancar vai ficar bem marcado... se por um lado não quero q fique por deixar uma mancha feia no meu peito, por outro desejo q fique prá q eu guarde a minha primeira cicatriz definitiva de lembrança... hj (domingo) a pele começou a soltar, duas das três bolhas estouraram, ainda não decidi se quero ou não uma cicatriz num lugar tão visível, mas com certeza, marcado vai ficar...

Pra não fugir a regra fiz sexo oral até a hora de ir embora.... adoooro, enquanto isso meu dono tc com minha irmãzinha... terminava mais uma sessão maravilhosa, meu fascínio pelas marcas estava em alta, toda hora eu tocava o lugar da queimadura pra me certificar q ela estava ali, DK sempre nota esse tipo de coisa e ri, engraçado, pq mesmo q a gente não saiba explicar o q sente, ele sempre entende perfeitamente.

2ª sessão de julho... errar é humano...


neste dia um acontecimento me deixou triste logo que abri os olhos... na verdade eu chorei, e chorei prá valer... na noite anterior DK me deu uma ordem: “quero q sinta a minha presença a noite inteira, então vai pegar dois cintos, um prenderá nas duas pernas pouco acima do joelho e outro acima dos tornozelos... isso impedirá os seus movimentos, mas sentirá q estou com vc enquanto dorme... fiquei feliz por ter me dado esta ordem pq já sabia q ele tinha dado a mesma ordem pras minhas duas irmãos, em outras ocasiões, mas q por motivos meus ele não tinha me mandado fazer...

me sentir incapaz de cumprir uma vontade dele, seja por q motivo for, sempre me deixa triste, então se ele estava mandando eu faria com toda alegria...

cheguei da sessão, peguei os dois cintos e amarrei como havia sido ordenado, porém, percebi q o dos tornozelos estava descendo, então peguei uma das correias de couro do kit e prendi o cinto dos joelhos ao cinto do tornozelo, senti realmente mto incomodo por não poder me mexer, parecia q eu nem ia conseguir dormir, mas pensar q era DK q tinha desejado akilo me deixava um pouco mais tranqüila...

apesar das dificuldades eu dormi, e qdo acordei, pra minha decepção os cintos tinham saído durante o meu sono, portanto eu chorei de frustração, eu não tinha conseguido cumprir uma ordem q teria sido relativamente fácil pras minhas duas irmãs...

dentro de mim o q mais doía era ter q contar isso prá ele... eu sabia q não seria castigada pq DK não é de castigar por motivos assim, principalmente pq ele já conhecia a vontade q eu tenho de fazer isso, mas doía por me sentir incapaz...

nice acordou cedo e me ouviu chorando e veio me consolar, dizendo q DK entenderia completamente o q tinha acontecido, e q se ele mandasse de novo, ela mesma me ajudaria a prender de uma forma q não saísse mais...

mesmo assim eu me sentia péssima, primeiro por não ter conseguido, depois por ter q contar pra ele

fui cuidar de algumas obrigações e postar minha sessão anterior, até q DK entrou e eu contei o ocorrido, ele entendeu, como já era de se esperar, e disse q ele mesmo me ensinaria a prender...

como já era esperado, DK entrou no msn e já fui contando o q tinha acontecido e ele entendeu, sabia q eu queria ter feito direitinho, mas aconteceu, e então ele mesmo me ensinaria como fazer a noite... e realmente do jeito q ele mostrou não sai....

conversamos sobre várias coisas até q eu disse “também sei fazer pirraça qdo eu quero”, (comentário infeliz) DK acha graça e não perde a oportunidade: “ta precisando é apanhar” e envia uma figura de uma mulher apanhando com a bunda extremamente vermelha, me conhecendo como conhece sabe q eu adorei a cena, comento do meu entusiasmo com o q vejo e ele responde: “seu desejo é uma ordem” rsrsrs

DK vive dizendo isso, toda vez q percebe nosso entusiasmo com algo, mas é como se ele dissesse “veremos se vão gostar tanto mesmo”, hummm, fiquei toda animada pra sessão, como era pra me deixar vermelha, já sabia q não usaria a cane pq ela me deixa roxa, não sabia o q ia usar, mas se não era a cane eu já estava tranqüila... na verdade o desafio de suportar a cane me trás um sentimento misturado, sinto prazer por passar uma experiência tão extrema pq isso prova a minha entrega ao meu dono, porém, eu já sei o qto dói, sei o qto eu gritei e me desesperei da primeira vez, tenho até cuiriosidade de saber se vou agir diferente na próxima, espero estar mais preparada e ser mais forte, e estou consciente de q esta oportunidade virá a qualquer momento.

Infelizmente a tarde cometi um erro grave, acho q por pura ingenuidade, tanta ingenuidade q fui toda inocente contar pro meu dono o q tinha feito, achando q estava agindo certo... DK me ouviu contar em silêncio, mas nos segundo seguintes me fez perceber q eu tinha dado uma grande mancada, fiquei sem chão, sem ação, pq eu tinha quebrado uma das maiores regras dele, por sorte ele tinha percebido q não tinha sido intencionalmente, mas de qualquer modo eu tinha q ter me dado conta, eu fiquei atordoada, não sabia nem o q dizer pra ele, só me justifiquei dizendo q ainda não tinha visto a questão dakela forma, mas q ele estava coberto de razão... com DK a única forma de lidar com o erro é admitir q errou... ele me disse q não me diria nada por enquanto, que ia pensar no q ia fazer comigo e q a noite conversaríamos... chorei bastante, passei o resto da tarde melancólica, na verdade eu não sabia se ele ia me castigar ou simplesmente me mandar tomar alguma atitude referente ao caso.

Chorei, não por medo do castigo, mas por estar desapontada comigo mesma, e por imaginar q DK tb estaria... alguns erros entre nós são até compreensíveis, mas o q eu tinha feito não...

Corri pra arrumar tudo pra noite, ajeitei a casa, e como sempre tomei um banho caprichado, me perfumei e coloquei um vestidinho puro, sem mais nada, meu coração estava tão apertado q chegava a doer...

Assim q nice chegou eu contei a ela o q tinha acontecido, e ela, assim como DK perceberam logo na primeira versão dos fatos q eu tinha errado feio... contei a ela pra q soubesse do q se tratava na hora q DK fosse falar do assunto...

Ele chegou, eu corri pra abrir o portão, como sempre, mas não sabia nem como olhar pra ele, fiz os cumprimentos em silêncio e de olhos baixos, ele percebeu mas não disse nada, tb não tocou no assunto nakele momento... a nice ficou em casa com seu sub e eu fui pra sessão sozinha com ele...

No caminho falávamos de vários assuntos, mas meu coração não descansava, até q ele começou a falar do ocorrido, me explicando de outras formas onde eu tinha errado, para q ficasse bem claro... eu, mesmo engasgada de tristeza tentei mostrar a forma como eu tinha visto as coisas, e q realmente não tinha percebido o q eu estava fazendo, repetindo é claro q ele realmente tinha razão e q eu tinha errado mesmo... não perguntei se ia me castigar, a tristeza q eu sentia era tanta q nenhum castigo poderia ser pior, e foi exatamente nisso ele pensou tb... chegamos no local da sessão, fui fazer os cumprimentos, e já me ajoelhei nos pés dele chorando, pois o q eu tinha feito colocava dúvidas sobre a autoridade dele sobre mim, o q estava longe da verdade, porém, ele, felizmente ele sabia disso...

me pegou pelos ombros, segurou meu rosto e me mandou parar de chorar... disse q tinha entendido o q eu tinha feito, e q sabia q eu não tinha feito por mal, e q por isso não estava bravo comigo... tendo dito isso me abraçou até eu me acalmar, porém, meu coração doía pq eu já sabia qual seria o meu castigo... sabia q ele não me daria nenhum castigo físico, mas me deixaria carregar a culpa, ele costuma dizer q esse é o pior castigo, e realmente é... ainda olhando nos olhos pedi perdão a ele, e ele me perdoou, me fez um carinho, e felizmente agora estava tudo bem...

como prometido, ele havia colocado a raquete com lixa dentro da bolsa, e começou um spanking, q ele chama de spanking leve, (rsrsrs), mas q não era tão leve assim... fui sentindo a pele arder, doía mto, e como sempre gemer era inevitável, ele se divertiu bastante, olhar dele nessas horas fica fantástico, como percebeu q eu já tava sentindo muuuuita dor, deixou a raquete e começou a bater com a mão, o q não fez mta diferença, pq ele tem a mão pesada qdo quer, minha pele ficou bem vermelha com algumas pintinhas roxas, ele ficou olhando pro resultado e sorrindo, estava gostando mto de como tinha ficado...

me ajoelhei e fiquei fazendo sexo oral até o fim da sessão, enquanto ele fazia carinho na minha cabeça e beliscando meus seios, era maravilhoso sentir q ele realmente tinha me perdoado, eu sei q sempre q eu lembrar do q eu fiz, vou ficar triste por isso, porém vai garantir q isso nunca mais vai voltar a se repetir, DK me deu ordens para reparar o q eu tinha feito, beijei os pés dele pedindo perdão mais uma vez e voltamos pra casa...

percebo q errar faz parte da condição de sub q assumi, e é bom para q eu não me torne prepotente achando q posso acertar sempre, me faz exercitar minha humildade, minha capacidade de pedir perdão, admitir meu erros e meus defeitos... percebo q ser sub é exatamente assim, ser incompleta e precisar de uma única pessoa q seja capaz de preencher meus pontos falhos, meu dono... é estar sempre pronta pra ver a verdade q ele me mostra, ouvir e aceitar o q ele diz, sem nenhum tipo de resistência... e admitir que nunca serei perfeita, sempre vou errar e agradecer imensamente por te-lo por perto para me compreender mas também para corrigir meus erros, me orientar, me castigar, me fortalecer...

errar me faz sofrer mto, sinto vergonha, remorso, tristeza, arrependimento, mas é necessário para q eu possa me lembrar sempre q essa é uma de suas funções na minha vida, meu dono, me corrigir, para q eu saiba q todas as vezes q eu cair, o Senhor saberá me ajudar a me erguer novamente e continuar o caminho q eu escolhi pra mim... te amo....