quinta-feira, 15 de outubro de 2009

primeira sessão de outubro: a emoção de novas sensações

entre as sessões de setembro e outubro aconteceram mtas coisas, deixei de ter irmãs, agora estou sozinha, me sinto meio q perdida, na verdade a minha maior preocupação e a mais angustiante é a sensação de q não sou suficiente prá ele...


tentei distrair meu dono, nãao queria pensar nem na possibilidade de ver ele triste... já bastavam os problemas da sua vida baunilha aos quais eu não tinha nem acesso, queria q ele pelo menos enquanto dominador fosse feliz, e estava disposta a qualquer sacrificio para isso...

infelizmente meus sacrificios não foram suficientes, existem coisas q não dependiam de mim e q o deixaram triste, decepcionado, e eu não podia fazer nada, a sensação de importência diante dessa situação me feriu mto, e eu chorei amargarmente por pensar na possibilidade dele estar sofrendo... e ainda choro, toda vez q penso nisso...


felizmente, ao vê-lo comprovei o q ele já tinha me dito, q estava bem, q estava em paz... ele tinha o sorriso nos olhos como sempre... e por isso meu coração conseguiu descansar um pouco...

contei a ele como tinha sido a experiência de comprar meus acessorios novos no sex shop enquanto outros cliente me olham escolher descaradamente um vibrador novo e um plug anal... da mesma forma q tive q passar pelo constragimento de entrar numa farmácia prá comprar camisinhas e passar com os 3 pacotes pelo caixa enquanto algumas senhoras me olhavam com ar de reprovação... foi uma sensação de liberdade, misturada com o sentimento de submissao q me excitou e me fez agir como se fosse a coisa mas natural do mundo...

meu dono se divertiu me vendo contar, rsrsrs...

como tinhamos pouco tempo prá ficar no hotel, fizemos apenas alguns carinhos na cama, ele me deu algumas palmadas e alguns beliscões, ainda não entendo essa força q ele tem nas mãos, fiz alguns minutos de oral e fomos para o banho... no chuveiro enquanto ele se molhava começou a urinar em mim, acertando propositalmente minha barriga, vagina e coxas...


como eu já tinha passado pela experiência de beber a urina dele, a sensação de recebê-la na pele não foi nada demais, ee foi um tanto erótico, o olhar q ele mantinha nesse momento era incrível, ele ria percebendo meu olhar meio q amedrontado e ele sabia pq, eu temia a possibilidade de uma ordem para beber, tendo em vista q ainda não consigo fazer isso com facilidade... ele fez questão de dizer q eu poderia ficar tranquila pq ele não estava com vontade de fazer isso hj, e eu respondi q se ele me mandasse eu obedeceria... prá não perder a oportunidade ele fez questão de dizer q tinha certeza q eu obedeceria e q por isso não fazia questão nenhuma, e eu sorrindo retruquei q nunca neguei e nunca negaria por estar consiente de q isso é q ativa a sua vontade...


(com DK é assim, ... eu não sou boba de falar q não vou... pq se eu disser q não, aí é q eu vou ter q ir mesmo... felizmente aprendi isso rápido e demonstrar obediência tem me poupado vários sacrificios... rsrsrs... sou pessoa de sorte, rsrsrs)


saímos do banho e fomos comer, enquanto comíamos contei a ele q tinha sido cantada pelo taxista... e ele me lembrou de um antigo pânico q eu tenho, me falando da facilidade q eu teria se ele mandasse eu me vender... claro q nem esperou eu expressar meu medo, e logo acrescentou q não planeja me mandar fazer isso, mas q sabia q eu faria se ele mandasse...



essa história de me vender é um dos desafios q me fez qdo me aceitou... perguntou se eu obedeceria, e eu, apesar da minha inexperiência já sabia q não podia dizer não, disse q se mandasse seria mto dificil, q me sentiria desvaloriza, o q me magoaria mto, mas q eu faria por obediência... a partir de então eu sempre tive medo dessa ordem, mas qdo comecei a conhecê-lo melhor percebi q ele tinha feito akilo prá me testar e q realmente faz de tudo prá não me magoar... isso só aconteceria como um castigo extremo, no qual eu acredito q ele tb não teria nenhum prazer em me aplicar, e numa circunstância grave, o q não há de acontecer nunca, assim espero...



fomos para a sessão, ele quis levar as codas, o rolo de viés q eu comprei e os prendedores... me disse q eu iria experimentar sensações novas hj e a primeira foi logo q entramos no elevador, eu sempre soube q o elevador do prédio tinha uma câmera, mas inexplicávelmente ele abriu a calça e me mandou fazer oral, sem perguntar nada eu fiz, só qdo parei é q fui perguntar sobre a câmera, e ele explicou q havia sido desligada, mas até ai eu jpa tinha quase enfartado, kkkkk...


saindo do eleevador outra surpresa, em vez de me conduuzir até a porta do escritório, me pegou pelo ombro e foi me levando pro outro lado do corredor entrando numa porta q dava para as escadas, me colocou no canto da porta, abriu a calça e qdo eu ia começar o oral apavorada me deu uma bofetada mto forte, me deixando chupá-lo em seguida... eu estava com mto medo, e a pele do meu rosto ardia, depois de alguns minutos, me levantou, fechou a calça e tocou meu ombro me coonduzindo de volta pro corredor... perguntou baixinho se eu tinha gostado... e eu respondi num sorriso: "adoreiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii" rsrsrs



é estranho fazer os cumprimentos sozinha, é nessa hora q eu sempre lembro q sou unica... apesar de saber q tem gente nova chegando, uma candidata forte, e querida, q sinto q gosta mto do dk, e desde q faça ele feliz e o respeite terá meu total apoio, e será mto bom tê-la comigo...


DK tirou meu vestido, me sentada, puxou meu braços para traz e os amarrou, amarrando em seguida os meus seios, entrelaçando o meu pescoço, começando uma asfixia leve, q nõ chega a sufocar, perguntou várias vezes se eu conseguia respirar, e me mandou avisar se a respiração ficasse dificil, em seguida começou a brincar com meus seios, colocando prendedores em forma de K na pele, os coloridos doem, mas é uma dor suportável, mas os pretos doem de maaneira incontrolável, dor q foi esquecida na medida em q ele foi controlando meu clitores e me estimulando ao mesmo tempo em q me beijava, tive vários orgasmos seguindos, meu clitores chegava a doer de tanto prazer, e eu não consiga me controlar...



especialmente pq nesse momento ele me mostrou uma outra sensação nova, a asfixia durante o orgasmo, é uma coisa incrível, pq geralmente durante o orgasmo costumo contrair meus musculos, e durante a asfixia fiz o contrário, amoleci o corpo e me entreguei ao orgasmo, enquanto ele apertava a minha garganta e me masturbava com a outra mão, relaxei inteira e me entreguei ao prazer, q fooi indescritivel, noooooosssaaaaaa.....



DK esperou q meu corpo de acalmasse e resolver testar outra amarração... me mandou debruçar sobre a cadeira, e com o vies foi amarrando minhas coxas, braços, costas, até q eu fiquei totalmente imobilizada presa a cadeira começou então se divertir comigo, totalmente imobiliada e entregue... primeiro me colocou prá fazer sexo oral me dando fortes bofetadas, dakelas de deixar tonta e desorientada, alternando com os momentos em q ele dava a volta encaixava o penis na entrada do meu anus e me estimulava sem forçar a penetração, apenas me enchendo de vontade, e voltava ao sexo oral e as bofetadas, fez isso por um bom tempo, o q me excitou demais tb, alternando com palmadas fortes, não sei dizer em q momento eu gozei, só sei q gozei de novo, rsrsrs...


meu corpo inteiro doia, fiquei acho q uns 40 minutos nakela posição, desde o início dk me avisou q são posições incômodas q doem com o tempo, e realmente dói bastante... preciso melhorar minha flexibilidade muscular, aiai, tô perdida...



depois de desamarrada, fui sentar pertinho dele, prá sentir o cheiro e fazer uns carinhos, claro q não demorou mto prá eu começar fazer oral de novo, e como a posição era favorável, dk começou a penetrar com os dedos no meu ânus, me arrancando gemidos de dor e ao mesmo tempo de prazer, o q me fazia chupar ainda com mais vigor e vontade, fazendo-o gozar deliciosamente dentro da minha boca, e é claro, saboreei tudo sem disperdiçar uma gota sequer... eu fiiquei molinha recostada no peito dele, olhei nos olhos dele e repeti q o amava, e acrescentei q eu já sabia q não era sempre q ele me diria o mesmo... ele riu e disse q realmente não me dirá sempre, q isso seria usado como uma recompensa prá mim, mas q hj eu estava merecendo... olhou nos meus olhos e me disse: "eu te amo"... eu não tive palavras, meu corpo gelou, fiquei engasgada, apenas debrucei no seu peito suspirando pedindo q o tempo parasse prá q akela felicidade q eu sentia não passasse nunca mais...



por mais q eu tenha ficado muda, sei q o Senhor sabe o q se passa dentro de mim... há momentos q não há como explicar, não há o q falar, mas sei q sabe o q eu sinto...


fomos juntos até a portaria do hotel, me beijou, se despediu e eu entrei... sem tristeza, apenas a empolgação de poder viver esses 4 dias de sonho ao lado do meu dominador... TE AMO MAIS Q TUDO...


{eliz}_DK

sábado, 26 de setembro de 2009

3º sessão de setembro: a dor e a dooçura de ser escrava

Fiquei acordada a madrugada inteira, pensando na sessão anterior, um misto de sentimentos me invadia, e por vezes eu chorei me questionando sobre como eu deveria agir de agora em diante, em apenas uma noite, na verdade em poucos instantes eu conheci os dois extremos vividos por uma escrava: a dor e a doçura... a dor do spanking q eu não consegui aguentar e a doçura das palavras de amor nos lábios do meu dono...


o q mais me incomodava era exatamente essa contradiçãao de sentimentos, pois se resistir a dor é um sinal de entrega e do amor da sub por seu dono, eu estava longe de comprovar o amor q eu sentia, agindo como eu tinha agido...

precisava ser mais forte, e precisaria da ajuda do meu dono prá isso... precisava aprender a aguentar de forma q eu não fosse mais limitar as vontades dele... meu desejo era q ele pudesse fazer tudo q quisesse sem ter q se preocupar comigo... e eu iria pedir a ajuda dele prá isso...


tendo chegado a essas conclusões consegui dormir por algumas horas... mas tive q levantar cedo, tinha q resolver alguns assuntos da familia...

era minha responsabilidade, precisava solucionaar alguns problemas burocráticos q envolviam todos nós... passei o dia inteiro correndo atrás disso, sem mto sucesso, fiz o q eu pude, na verdade quase nada... mas tentei, e em todo o dia, em todo desgaste das negocições em pensava nele, e desejava resolver tudo para q ele se orgulhasse de mim... é uma pena... mas...

ao entrar no msn ele disse q queria estar comigo prá me ajudar, comentei q sentia ele presente, e sentia mesmo...

enquanto a maninha kika falava com ele no msn fui preparar minha mala, separar as coisas do kit e me preparar, tinha suado mto, tomado mto sol, e estava um caco...

tomei meu banho me arrumei, decidimos o jantar, e ficamos esperando ele chegar...
fui até a rua recebê-lo, subimo e eu fiz os cumprimentos e a kika em seguida... nos deitamos juntos, tiramos as roupas dele, e eu tirei meu vestido sem ele mandar...rsss
era goostoso fiicar abraçadinha sentindo a pele dele... fizemos mto carinho, e ele aproveitou prá fazer mais umas marquinhas em nós...

comemos juntos, rimos bastante e fomos prá sessão, esse dia era dia de brincar com os seios, eu adoreiiiiiiiiiiiiiiiii, qto mais forte é a dor nos seios mais prazer eu sinto... não sei nem explicar... e DK brincou a vontade... foram dores mto fortes... mas deliciosas...




fizemos alguns carinhos, e eu olhei com akele olhar pidão, dk já sabia o q eu queria, esticou as pernas, e disse: "tá bom pode vir" me ajoelhei na frente dele prá fazer akele sexo oral gostoso, fiquei uns 30 minutos de joelhos, aqté q meus joelhos começaram a doer, qdo eu ia me sentar no chão como de costume para continuar, estava toda contente, sorria como se nem fosse noite de despedida, mas minha irmãzinha brincou perguntando se eu não ia usar os raladores, acabou a minha alegria.... aiiiii

nós tinhamos brincado q iriamos usar os raladores prá ficar de joelho durante o sexo oral, mas nakela altura eu já tava com os joelhos doloridos, e eu sabia q eu nao ia aguentar, princialmente pq eu nunca tinha nem tentado, por outro lado eu não tinha coragem de falar q não queria por causa de ter fraquejado na sessao anterior...


ele me perguntou se eu queria tentar, e eu respondi engasgada q sim... minha irmã se levantou sorrinddo prá buscar os raladores, peguei coloquei no chão e fiquei olhando prá eles por um tempo, DK e kika conversavam sorrindo sem perceber meu desespero, segurei nas pernas dele coloquei meus joelhos, mas não aguentei soltar o corpo, meus joelhos estavam doloridos, e os raladores doiam de maneira insuportável, saí, tentei de novo, e de novo, até dizer a eles q eu realmente não conseguia...



DK disse q não tinha problema nenhum, pq meus joelhos já estavam doloridos, olhei pra eles no chão me sentindo mais frustrada do q nunca, nakele momento tive a impressao q eu era a pior escrava do mundo, afinal era a segunda vez q eu falhava em duas sessões seguidas, não me sentia capaz de suportar mais dor alguma, comecei a chorar desconsoladamente me sentindo sem valor algum prá ele... de q servia uma submissa tão fraca, tão fresca, incapaz de suportar coisas tão simples, como eu poderia serví-lo e amá-lo tanto se não conseguia fazer o q ele esperava de mim...debrucei sobre seus joelhos e me entreguei aos soluços sem conseguir me controlar, até q ele me disse: "eliz, olha prá mim" eu não sabia como olhar, nem o q fazer, ele repetiu a ordem, ainda mais firme, eu olhei e ele me disse: "acaboou, tá ouvindo, acabou..." akela ordem era prá eu conter minhas lágrimas e claro voltar ao q estava fazendo...
comecei o oral meio sem graça, ainda engolindo o choro, mas logo senti a mão dele me fazedo um cafuné, olhei prá ele e li seus lábios novamente dizendo q me amava... akele "- eu amo você -" gesticulado com os lábios sem o menor ruido, invadiuu meu coração tirando toda dor q eu sentia, ele sabia q era a forma de tirar meu sofrimento, e percebendo q eu voltei a ficar bem em tão pouco tempo, ele sorriu prá mim...

o fim da sessão se aproximava, e eu já sabia q ia chorar mto, e ele tb...

de minuto em minuto eu o olhava mais um pouquinho prá matar a saudade como se eu pudesse compensar todo o tempo q eu passo com votade de vê-lo, eu evitava chorar, pq sei q ele não gosta de me ver assim, porém, minha tristeza era visivel, apesar do meu esforço...

me ajoelhei prá prá beijar os pés dele na despedida, sabendo q isso me faria mta falta, ele me jogou no armário, apertou minha garganta e me beijou, (nossa, eu adooooooro qdo ele faz isso) eu e kika nos abraçamos a ele, e ficamos nos consolando por um tempo... em seguida nos arrumamos e voltamos pra o hotel...

fui caminhando com eles calada, qualquer coisa q eu falasse poderia disparar meu choro, e eu não queria q ele me deixasse chorando como das outras vezes, pois isso poderia deixá-lo triste...

me despedi dele na porta do hotel, como se metade da minha vida estivesse sendo levada por ele... o choro estava preso na minha garganta, e eu não conseguia dizer nada, deu um beijo em cada uma de nós e nos esperou chegar a potaria... olhei mais uma vez pra tras, e o vi sumindo pela calçada...

kika e eu entramos para hotel, sem palavras, ainda tento entender pq sinto esse desespero toda vez q me despeço dele... é uma sensação de perda, como se eu nunca mais fosse vê-lo... sinto como se nada mais tivesse sentido, pq ele nao estará mais lá por mais q eu chore ou o q quer q eu faça... felizmente em algumas horas eu melhoro e nos dias seguintes volto ao sentí-lo perto como sempre...

faltam 14 dias para vê-lo novamente, agora em uma situaçao diferente... a dois dias minha irmãzinha kika deixou a familia por decisão de nosso dono...

pela primeira vez estou sozinha... em 2 meses passei de irmã mais nova, a irmã do meio, em seguida a irmã mais velha, e agora única... são coisas da vida, cada mudança um motivo, e uma nova postura da minha parte é necessária... só tenho certeza de q estou grudadinha aos pés do meu dono, e tudo que me preocupa agora é fazer o possível para q ele se sinta feliz, passo o tempo todo me perguntando o q eu posso fazer para ser melhor, para agradá-lo...

pedi a ele q me ajude com relação a minha resistência a dor, ele prometeu me ajudar a superar o medo e a aumentar a minha resistência, disse q é uma questão de treino, e q tem ccerteza q eu vou conseguir... (bom, eu não tenho tanta certeza assim, mas se ele diz, só me resta acreditar... rsss) vamos começar a trabalhar nisso essa semana, espero q na próxima sessão eu já veja algum resultado...

vivo um momento novo... entre a dor e a doçura... experimentando a cada instate a força, o medo, a fraqueza e a superação, a saudade e a presença constante, a autoridade e o amor de meu dono, a tortura e o carinho, a felicidade da atenção que ele me dá e a solidão das noites escuras e vazias...



a dor e a doçura q faz tudo valer a pena, tudo, absolutamente tudo q desejo agora é q ele esteja feliz, é prá isso q eu sirvo e prá isso eu vou dedicar todos os meus esforços... ainda q os outros não me entendam, ainda q eu faça coisas q ninguém espera de mim, farei tudo q eu puder para q ele esteja sempre feliz como merece...

eu sou sua meu Senhor, pra tudo q quiser, estarei sempre em suas mãos, prá fazer todas as suas vontades, sinto sim mto medo de ser insuficiente, também sinto medo de te perder... estou sozinha pela primeira vez... eu me entrego ao seu dominio, para ser o q quiser fazer de mim: sua escrava, sua cadela, sua submissa, ssempre a sua disposição, esperando suas ordens... e daki a 14 dias estarei diante do Senhor, completamente entregue diante de seus pés... te amo mais que tudo...

beijos em teus pés, {eliz}_DK

domingo, 20 de setembro de 2009

2º Dia: a escrava mais feliz do mundoooooooooooooo



Minha irmãzinha chegou de madrugada, como sempre a gente tem tanta coisa pra falar que não conseguimos dormir... pedi um café e ficamos conversando até por volta de sete da manhã... pegamos no sono e qdo acordamos já passava das onze... liguei pra nice que tinha ficado de aparecer pra almoçar com a gente, mas ela não poderia, queria apenas nos ver pra entregar alguns documentos, fomos nos encontrar com ela, na volta almoçamos juntas e voltamos correndo para o hotel pra falar com nosso dono no msn, ficamos a tarde inteira falando com ele, cochilando e nos preparando para a noite...

Na conversa com ele adiantamos o q ele iria querer pro jantar e o q deveríamos separar pra sessão... mandou separar o chicote q a kika fez, a cane, a cane azul e as gags... aiai, pelo visto era noite de spanking, isso me excitava e me assustava ao mesmo tempo...

Fui espera-lo na rua, dessa vez demorou um pouco por causa do engarrafamento, mas eu não reclamei, valia a pena esperar... subimos e entramos no quarto, eu fiz os cumprimentos primeiro e a kika em seguida... ele se deitou na cama e nós duas fomos fazer carinho...

Tiramos as suas roupas começamos a beija-lo por todo corpo, desde os pés, até a pontinha da orelha, nos revezávamos fazendo sexo oral nele, enquanto ele nos masturbava, gozei enquanto eu o beijava, e ele começou a torturar meu seio direito, com o objetivo de fazer um hematoma pra acompanhar o do dia anterior... ele sabia q essa dor me faria gozar de novo, e fez... enquanto eu sentia meus vazinhos arrebentando como espinhos cravando na carne fui gozando vezes seguidas até perceber q o sangue já se mostrava embaixo da pele... enquanto ele chupava e mordia meu biquinho, fazia minha irmãzinha gozar repetidas vezes... até q ficamos os três estirados na cama tentando recuperar o fôlego de tanto prazer...

Ele disse q queria tomar um banho, e suas escravas é claro, iriam trata-lo como um rei, levamos para o banheiro, e enquanto a gente ensaboava aproveitava pra fazer uns carinhos extras, principalmente nakela bunda maravilhosa que ele tem... lavamos tudo direitinho, secamos cada cantinho, e o vestimos novamente....

Eu servi o jantar na boca como sempre, enquanto ele fiscalizava a kika insistindo para q ela comesse, e eu também rsrsrs...

Terminamos de jantar e fomos para a sessão conversando e rindo da vida... chegamos fizemos os cumprimentos e enquanto ele colocava algumas coisas em dia, nós duas fomos disputando espaço para fazer carinhos, então ele mandou pegar o chicote e as canes pq a sessão de spanking iria começar...

Ele disse q a kika seria a primeira, isso me aliviou e me preocupou ao mesmo tempo... ser a segunda a apanhar tem um prejuízo, pq eu fico vendo a outra sofrer, sabendo q a minha vez já vai chegar, e imaginando o qto vai doer... teimosa e persistente a kika reclamou que as marcas estavam ficando fraquinhas, enquanto ele usava o chicote, ele pegou a cane em silêncio e bateu com uma vontade q é raro de ver, ela se segurou, se manteve firme, e quase nem gemeu, mas eu do lado, me segurava pra não gemer por ela imaginando como a dor devia ser forte, visto q eu sei como a cane dói... em seguida ele pegou a cane azul q nós duas tememos tanto, e continuou batendo, e ela continuou se segurando, enquanto eu ficava ainda mais em pânico, temendo a minha vez de apanhar... e minha vez chegou...

Eu senti vontade de pedir para ele me poupar, mas eu tinha me prometido q iria superar esse medo de sentir dor q eu tenho... ele me mandou ficar na posição, e eu me ajoelhei tremendo, debruçando sobre a cadeira desesperada... me preparei pra dor e percebi q ele tinha parado pra rir de mim e do meu medo... eu até consegui rir um pouquinho, mas em seguida voltei a me concentrar, nossa, as chicotadas já começaram doendo demais... uma dor quase insuportável, e tentando me esquivar fui empurrando a cadeira pra frente, quase escapando do seu alcance... achei q ele ia me dispensar, mas ele permaneceu sério e apenas me mandou voltar pro lugar... voltei e ele pegou a cane azul, aiai... akelas pontas batiam na pele e dava a impressão q estavam cortando, era uma dor forte, desesperada, e eu gemia alto sem conseguir me controlar, até q eu coloquei a mão na frente das chicotadas e gritei pedindo q parasse por favor...

Levei mais umas duas pancadas e ele parou, debrucei na cadeira ouvindo o click da máquina e pensando no qto eu tinha me prometido ser mais forte e resistente, e sem conseguir me controlar eu chorei, chorei de arrependimento, de frustração e de tristeza por ser uma escrava tão fraca... meu dono percebeu, se abaixou e me abraçou, mandou a kika pegar água gelado e foi passando nas minhas marcas, enquanto me ouvia chorar e pedir desculpas baixinho por ter me acovardado...

Ele repetiu, como tantas outras vezes, q não estava triste comigo, e q eu ainda ia conseguir me acostumar, e q em breve eu ia conseguir suportar... aos poucos eu fui me acalmando, me sentei no chão e recostei a cabeça em seu colo, enquanto a kika fazia o mesmo do outro lado, foi então que uma coisa mágica aconteceu...

Enquanto meus soluços se acalmavam olhei pra ele e li em seus lábios algo q eu nunca nem ousei sonhar... palavras q não foram propriamente ditas, mas q eu entendi, não ouvi, mas li, me ajoelhei e o beijei novamente enquanto o choro parava na minha garganta de tanta emoção... meu coração queimava, parecia q ia explodir de tanta felicidade, parecia q nada mais no mundo importava, apenas akele segundo qdo eu pude ler akeles lábios repetirem o q eu tanto queria ouvir...

Essa era a cura para todos os males... mais forte do que qualquer outra coisa q ele poderia fazer por mim... apesar de continuar achando q não mereço tanto, tudo q qualquer coisa q eu faça por ele vale a pena por causa desse momento...

Eu me sentia completa, feliz e realizada... a escrava mais feliz do mundo... descansando no colo do dono, se sentindo amada, protegida e compreendida, apesar de todas as minhas imperfeições, todos os meus defeitos e limitações... eu sou assim, meu dono me conhece, conhece cada fisionomia, cada reação, cada centímetro do meu corpo, conhece meus defeitos, minhas crises, meus limites e minhas pirraças, e mesmo assim ele me aceita, e mesmo assim ele me quer... eu não preciso de mais nada... afinal hj eu sou a escrava mais feliz no mundo...

1ª Sessão de setembro: noite perfeita



A viagem desta vez seria em horário e percurso novo pra mim, depois de 3 longas e sonolentas horas de espera na rodoviária de Vitória, finalmente eu tomava o caminho q eu queria, seriam mais 8 horas de viagem até o rio, e eu nem sentia o peso da noite mau dormida no banco do ônibus, estava mto feliz, eu ia viver um dia do qual eu já previa q teria saudade, é o tipo de momento tão lindo q a gente tem vontade de agarrar para q ele não passe nunca...

Consegui conectar e falar com meu dono por alguns minutos no horário do almoço em uma das paradas, infelizmente a conexão não durou mto, mas foi o suficiente pra me deixar feliz, só de saber q ele estava a minha espera, me concentrei na paisagem q por um motivo bem lógico parecia mto mais bonita q de costume, enquanto eu me lembrava dos acessórios q eu tinha improvisado para a sessão desta noite...

Cheguei ao rio ansiosa, com medo de não conseguir voltar à internet antes das 6 prá falar pra ele q eu havia chegado e q estaria esperando na porta do hotel, felizmente a conexão funcionou, e antes de qualquer outra coisa eu entrei pra falar q havia chegado...

Conversamos um pouco no msn e logo ele se despediu, estava saindo do trabalho e vindo me encontrar, pronto... eu só tinha uma hora para aprontar tudo... peguei meus “acessórios improvisados” deixei sobre o sofá... tomei um banho, passei meu perfume preferido, coloquei um vestido novo, com decote nas costas é claro, rsrsrs, pedi uma taboa de frios pra servir pra ele, escolhi umas músicas e deixei em uma pasta separadas, minha intenção era colocar pra tocar qdo ele chegasse (na hora, eu nem lembrei kkkk)... pra meu alívio rapidinho o tempo passou já era 19:15 horário marcado...

Desci correndo, não queria correr o risco dele chegar e não me encontrar como combinado, fiquei apenas alguns minutos em frente ao hotel e lá estava ele vindo, com passos sempre calmos, como e mesmo sorriso e o mesmo brilho nos olhos, rsrs... me deu um beijo no rosto perguntou como havia sido a viagem, e tão logo entramos no elevador me agarrou e me deu um beijo, nossa q saudade, pena q estávamos no segundo andar, bem q esse hotel podia ser mais alto, kkkk.... simulou q ia sair do elevador levantando meu vestido e, como estando com ele não posso usar calcinha, deu a entender q me deixaria no corredor de bumbum de fora... nós dois rimos da situação, é claro q ele soltou meu vestido e fomos para o quarto...


É sempre emocionante, estranho e constrangedor me ajoelhar diante dele a cada vez q chego de viagem, sinto q estou vivendo uma mudança de ciclos, nessa hora q eu deixo de ser tudo q sou para ser somente escrava, acho q é por isso q meu coração sempre acelera, e minha respiração sempre falha... fiz os cumprimentos, e logo ele se deitou na cama dizendo q queria carinho...

Hunnnn eu adoro fazer isso, tirei sua calça jeans, seus sapatos e meias, beijei seus pés, pernas, mãos, e claro me encaminhei para começar um delicioso sexo oral do jeito q ele gosta e q eu adoro... não por mto tempo, ele levantou me jogou na cama me colocando de bruços, levantou meu vestido e se ajoelhou em tornou das minhas coxas, deixando minhas pernas imobilizadas, e meus joelhos levemente encurvados de modo q meu anus e vagina ficaram de fácil acesso, começou a me tocar me deixando excitada, encaixando o pênis de leve no meu anus, como em outros momentos apenas pra me encher de vontade... eu me concentrei achando q seria desta vez q eu perderia a virgindade e experimentaria a penetração anal pela primeira vez, mas ele desceu rapidamente, penetrou a minha vagina, enquanto seus dedos estimulavam meu anus, e me vez gozar duas vezes seguidas desvairadamente, me virou, começou a apertar meus seios, ajoelhou em torno dos meus ombros, me deixando totalmente imobilizada, e começou a penetrar o pênis em minha boca, adorei akela posição, ele controlava o impulso, eu estava totalmente entregue apenas saboreando meu dono, até q ele tirou o pênis da minha boca e me deu várias bofetadas... voltando a mesma seqüência de sexo oral e bofetadas por umas 3 ou 4 vezes... os tapas no meu rosto ardiam, humilhavam, mas me deixavam ainda mais entregue, ainda mais excitada....

Ele se deitou ao meu lado e nos beijamos longamente enquanto ele apertava meu seio esquerdo, com uma força q eu nunca consegui entender ( o hematoma desse apertão, ficou lindo, rssss), meu seio doía, queimava, e eu ficava ainda mais excitada, começou a apertar e a mordiscar meus biquinhos, me causando uma dor tão forte e tão aguda q eu gozei novamente... ficamos nos acariciando e nos enroscando na cama até nos acalmar, nos levantamos ele se vestiu e sentamos prá comer, claro, eu servi os frios na boca, enquanto ele colocou o pé na minha cadeira, e foi tocando com os dedos meu clitóris, até q eu me deixei amolecer na cadeira enquanto ele me estimulava cada vez mais e gozei mais uma vez... me recompus, terminamos de comer e fomos nos preparar para sair, foi então q eu tive q experimentar algo q eu sempre procurei adiar....

Fui mostrar a ele antes de sair as coisas q eu tinha improvisado para a sessão: uma colher de pau, um chicote de couro, uma lixa de madeira, cordas, prendedores variados, sugadores, e uma cumbuquinha...

Cumbuquinha é o nome q meu dono dá praquelas tigelinhas de cachorro... eu realmente não sei pq, mas eu tenho pânico delas desde o início... até esse dia, DK tinha me poupado de usá-la, mas brincando sobre o assunto na semana anterior ele me disse q usaria, eu, sabendo q não teria mta opção só pedi q fosse em um dia em que estivéssemos sozinhos, pra me poupar do constrangimento, pq sei q seria um momento complicado, e foi...

Mostrei a cumbuquinha com uma cara de infeliz pra ele, e ele apenas sorriu e falou: “pq vc não gosta”, respondi q não sabia, e ele logo pegou da minha mão, demonstrando q estava decidido... foi com ela para o banheiro, e eu me senti estática, sentada na cama como se estivesse colada... ele lavou, foi para a ante-sala e colocou coca-cola nela...

Meu coração batia acelerado, parecia ter pimenta nas minhas veias, ele percebeu meu pânico, colocou no chão em frente ao sofá, me olhou sorrindo e disse: “bebe” – respondi: “eu não consigo”, (permanecendo sentada e me agarrando ao lençol da cama)....

Era complicado pra mim, pq nunca tinha desobedecido meu Senhor em nada, mas eu não conseguia me mecher do lugar... ele então ficou sério, estava decidido, não adiantava tentar pedir piedade com o olhar... ele pegou o chicote de couro e começou a me bater, repetindo a ordem entre uma chicotada e outra sem levantar a voz... as chicotadas pegavam nos meus braços, costas e coxas, era uma dor forte, mas o q mais me doía era estar merecendo uma reação assim da parte dele, na medida em q a dor das chicotadas foi aumentando eu fui me levantando e me movendo no susto até bater de joelhos no chão... ele largou o chicote, fez um carinho na minha cabeça me forçando pra baixo, me segurou pelo ombro me deixando de quatro com o rosto bem próximo a ela, se posicionou atrás de mim, levantou meu vestido e novamente começou a encaixar o pênis no meu anus, me excitando e estimulando... eu olhava praquela vasilha na minha frente e pela primeira vez eu odiei coca-cola rsrsrs...

Eu não sabia como fazer, era mto humilhante, na verdade meu intimo se negava a fazer akilo, então ele se deitou no chão ao meu lado, com o rosto quase colado ao meu, começou a acariciar minha cabeça e me mandou usar a língua para beber... me medida q eu fui obedecendo ele me beijava, e ria da minha situação... até q me disse “bebe q vai ter uma recompensa”, me pegou pelos cabelos pôs o pênis na minha boca, e com puxões nos meus cabelos foi controlando os movimentos, gozando rapidamente, me fazendo beber seu leite, (realmente, foi uma recompensa)... me deu mais um beijo, e eu fui me recompor para sair....em conversa mais tarde eu perguntei se ele tinha me batido para me ensinar ou pq estava bravo comigo, e ele me respondeu: “não fiquei bravo, bati para te mostrar quem manda”.... rsrsrs, (como se eu não soubesse, rsrsrs – mas tá bom, só não quero pensar na próxima vez)

Fomos pra sessão conversando, a noite tava lindo, minha saudade não me deixava desgrudar dele, mas como ele tinha umas coisas prá fazer, fui obrigada a deixa-lo trabalhar um pouquinho, pouco antes das 10 ele me mandou pegar a colher de pau e a lixa de madeira, ele iria me dar algumas marquinhas...

Percebi q minha resistência pra dor não estava lá grandes coisas, a lixa fazia a pele arder e queimar, e como ele sempre diz, qdo sinto dor fico meio escandalosa, não q eu grite, mas soltei alguns gemidos sim....

Fiz sexo oral de novo, adoro ver ele relaxar fechando os olhos e se recostando na cadeira com akela fisionomia de prazer... Caprichei o melhor fazendo-o gozar novamente na minha boca... Conversamos mais um pouco, nos arrumamos e fomos embora...

Sinto q minha capacidade de amar meu dono está nessa forma que ele tem de se apossar de mim... uma amiga disse q as vezes qdo ela conversa comigo, parece estar falando com ele, e é engraçado como até meus pensamentos, as vezes, parecem ser monitorados...

Segui ao lado dele pensando nisso nakela noite, não sou apenas uma escrava, sou a eliz escrava de DK, antes dele eu não era uma escrava propriamente, sou escrava pq pertenço a ele... me despedi dele com um sorriso escancarado, na verdade cheia de gratidão... por mais q ele insista dizendo q mereço todo carinho e atenção q ele me dá, sinto, tenho certeza q sou o q ele faz de mim...

Adormeci feliz... acertei o relógio despertar as 5:30 qdo minha irmãzinha kika iria chegar, não quis pensar em mais nada, apenas apaguei tudo, e tentei dormir pra continuar o sonho q eu tinha vivido nakela noite...

sábado, 29 de agosto de 2009

sessões de agosto: emoções fortes

as sessões deste mês já começaram meio malucas, eu tinha planejado viajar na quarta, mas na terça amanheci com a idéia fixa de q não iria esperar mais, tinha q viajar... passei o dia inteiro correndo, tinha mto trabalho, mta coisa prá resolver, e aida tinha q preparar a mala, conseguir as passagens e comprar o presente da niice, em um horári de trabalho q iria até as 22 horas.

consegui um ônibus a meia noite prá vitória, não era meu percurso de costume, mas não tinha problema, porém, de vitória para o rio, não conseguia horários bons para chegar a tempo dde ver o DK, mas eu estava decidida a ir, não impotava como...
fiz minhas contas, entrei na internet e comprei uma pssagem de avião de vitória pro rio, ia apertar um pouquinho, mas minha saudade não me deixava esperar... 16 horas de ônibus iriam me deixar aflita, e mais um dia sem ele era uma agonia prá mim...

trabalhei o dia inteiro prá deixar tudo pronto, fui em casa rapidinho, em 40 minutos eu já estava de banho tomado e mala pronta, rsrsrs

voltei prá faculdade, dei minhas aulas e pronto, já podia viajar... nossa q felicidade...

a todo momento eu tocava o voolume da cane escondida dentro da mala...

eu já tinha dado uma cane pro DK, mas ela é enorme, então comprei outra pequena, mais fácil de

levar prás sessões... quem lê me perguntaria se eu gosto tanto assim da cane... mas quem já leu os meus outros relatos sabe o qto eu a temo, "era" a dor mais forte q eu tinha provado até akele dia (digo q era, pq nesse mês eu provei uma outra pior), mas mesmo assim, fez marcas lindas q meu dono adorou, e isso era mais importante prá mim.

passei a viagem olhando prá estrada, é incrivel coomo ée diferente a paisagem na ida, mesmo escuro, tudo parece mais bonito, mais alegre... desci em frente ao aeroporto antes das 5 da manhã, meu voo era as 7:00...

por um instante olhei prá estrada, chovia e fazia um frio de cortar, ninguém sabia onde eu estava, nem prá onde eu estava indo, nem o q eu estava fazendo... atravessei as pistas pensando em como é bonito tomar as rédeas do nosso distino e direcioná-lo para akilo q amamos, apesar de todos os preços pagos, de todos os riscos q eu corro, de toda dor e de todo sacrifício, eu preferia estar ali sozinha, no meio da estrada, de madrugada e com frio, do q no aconchego da minha cama...

cheguei ao rio ainda pela manhã, foi pouco mais de uma hora de vôo, conheci a kika, na verdade eu a abracei sentindo q já nos conheciamos, a nice tava indo pro trabalho, e eu passei a manhã inteira batendo papo com a kika, falando do nosso assunto preferido é claro, almoçamos com a nice, passamos no supermercado prá comprar as coisas pro jantar do nosso Rei, é mto boom tê-la comigo, eu estava acostumada a fazer isso soozinha, e a tensão de preparar as coisas prá ele era mto grande, estar com ela me dava uma certa segurança, e uma ajudava a outra...

tb é engraçado ver q ela tem algumas coisas em comum comigo, algumas coisas em comum com a nice e algumas características mto proprias dela... isso reforçava o q DK sempre me disse: "nenhuma substitui a outra, gosto exatamente pq são diferentes, mas tem o mesmo objtivo, cada uma é especial"

esse jeito dele falar de nós, sempre ajudou a gente a lidar com uma relação q agora é a 4, monstrar q cada uma é unica e exclusiva, e q é amada do jeito q é. (com alguns ajustes a fazer sempre, é claro, rsrsrs - nada q seja incorrigível)

foi dando a hora do meu amado dono chegar, tomei meu banho, preparei os ""detalhes", me perfumei, coloquei um vestido, passei um gloss, e estava pronta.... pronta prá ter um infarte... kkkkk, meu coração parecia q ia sair pela boca, de tanta ansiedade, saudade, emoção...

a nice chegou, e logo em seguida a campanhinha tocou, e eu fui correndo, como ja era de se esperar eu voei pro portão, ele tava lindooooooo, sorrindo da minha pressa... assim q ele entrou na sala, eu me ajoelhei, beijei os pés, fiquei uns segundos matando a saudade de estar ali, beijei as mãos, e fiquei de pé, q saudade dakele beijo, minha garganta apertada por uma mão, os cabelos da nuca puxados pela outra, mas eu nem sentia, só sentia o beijo.

Servimos o jantar q saiu meio atrapalhado, meio atrasado rsrsrs, estando as três ainda ficava mais fácil, tudo parecia mais descontraído... DK se diverte com isso... comemos juntos, e ele foi pro quarto separar o q ia usar em nós na sessão.

Eu já tinha alguma noção do q ele faria, pelo menos em parte.
Fomos para o ponto, pegamos o ônibus, e nós demos a preferência pra nossa estreante de se sentar com ele e ganhar seus “carinhos” em público....

Fomos para o local da sessão, após fazer os cumprimentos, ele fez algo q já não fazia a algum tempo, despiu as três e amarrou na mesa, lembro q passei por isso umas duas vezes apenas...
Ficamos ali nuas, as três, sentadas no chão e amarradas a armação da mesa, até q ele emparelhou 3 cadeiras e nos mandou ajoelhar sobre elas. Vendou uma por uma e ficou em silêncio...

Eu sabia q ele ia cumpri a vontade da kika pra nossa primeira sessão com a família inteira, um spanking coletivo... ele escolheu vários instrumentos: entre os q eu me lembro uns 3 chicotes diferentes, uma colher de pau e a cane, fiquei na cadeira da ponta e não conseguia manter os dois joelhos sobre a cadeira, na verdade eu imaginava q a qualquer momento ele poderia me bater com a cane, e como eu já sabia a dor q ela causava, temia perder o equilíbrio e cair, me mantive com o joelho esquerdo sobre a cadeira, e o pé direito no chão, mantendo a posição q ele tinha me mandado, senti uma dor forte, foi a primeira pancada, eu não definia o q era, depois descobri q era uma colher de pau, comprida e larga, q eu mesma comprei, hummmm,... rsrsrs

As vezes eu ouvia os guisos, e sabia q o chicote de esferas ia ser usado, nossa, parece q arranca a pele, o mais complicadoera ouvir minhas irmãs gemendo, sem saber pq, e ter q esperar minha vez, ai, acho q a espera doía tanto qto as chicotadas... ficava uns instantes em silêncio, aumentando nossa ansiedade, de repente senti uma dor cortante, era ele mordendo na minha bunda, aiiiiiiiiiiiiiiiii

Lembro das brigas q eu já tive com antigos namorados por causa de mordidas eu gritava, brigava, me debatia, dizendo “eu detestoooooo mordida”, mas.... agora só me restava respirar fundo e ficar bem calminha... kkkkk, (sob o risco de reclamar e ganhar mais).

Ele fotografou nossas marcas, bateu na bunda, nas costas, nos pés, no fim da sessão ainda me colocou junto com a kika de quatro pra fazer marcas com a cane... desta vez a cane doeu menos, na verdade ele quis q doesse menos... porém, tb marcou menos né...
Quase no fim da sessão, um momento tenso.... caí na besteira de brincar dias antes q eu ia tomar o gozo do dono sozinha, visto q eu adooooro sexo oral e tinha feito isso sozinha por várias sessões qdo minhas irmãs não estavam. DK sabia q era brincadeira, mas nunca deixava de me avisar q eu não podia fazer isso e q tinha q dividir, pois bem, começamos a fazer sexo oral nele, mas rapidinho as meninas se distraíram e, é claro, eu continuei, a nice foi pra internet e a kika ficou fazendo carinhos, dando beijos e fazendo cafuné... eu não queria fazer mais nada, me sentei no chão e continuei chupando meu dono com todo gosto, dedicação e vontade, até q ele tocou na minha cabeça, e disse: “tem q dividir”...

Ele estava gozando, e eu achei q ele mesmo daria o sinal pra q minhas irmãs viesse, continuei fazendo meu trabalho, esperando q elas chegasse perto, e nada, envolvida no prazer q eu sentia nakele momento qdo dei por mim, tinha tomado tudo sozinha, e elas nem tinham se mexido do lugar... terminando de saborear, foi como acordar de um sonho, me deparei com o olha de reprovação do meu dono e as duas irmãs me olhando desapontadas, cada uma no seu canto... ele só me disse: “eu falei q tinha q dividir”... ele não estava exatamente brigando comigo, mas akilo me soou como uma bofetada, eu não conseguia me explicar, e por causa da brincadeira q eu tinha feito dias atrás ficava mesmo parecendo q tinha feito de propósito...

Ele viu q eu estava constrangida e triste com a situação, repetiu q eu não devia ter feito akilo, mas acrescentou q não tinha problema, já tinha passado... eu disfarcei que tinha passado pra mim tb, me levantei e fui pro banheiro, na verdade queria chorar escondido... logo percebi q ele estava vindo atrás de mim, tentei me controlar antes q ele chegasse, mas não conseguia, ele entrou no banheiro, olhou pra mim e disse: “não fica assim, não estou brigando com você, não estou bravo, se eu estivesse bravo, não teria vindo atrás de você pra te dar um beijinho”, me abraçou me deu um beijo, e repetiu q não queria q eu chorasse mais.

Eu sai ainda constrangida com as minhas irmãs, ao mesmo tempo q ficava brava, por elas terem ficado paradas esperando, eu fazer o q não devia, rsrsrs. (só não pretendo brincar com esse tipo de coisa mais)

Nos despedimos, terminava o primeiro dia, o melhor de tudo era saber q haviam mais dois pela frente, nessa hora, já q não podemos dormir com ele, a gente fica grande parte da noite juntas, acordadas, beliscando coisas gostosas e comentando das sessões, dos medos e das excitações, a kika tava tão emocionada q desabou e qdo eu vi, já tinha dormido, a nice ficou me fazendo companhia, eu tava elétrica, mas felizmente consegui dormir, pra sonhar com meu dono, é claro... queria q a noite passasse depressa pra poder sonhar acordada outra vez...

Nas sessõs seguintes, conheci novas formas de prazer, experimetei um fisting em dupla, rsrsrs, DK fitou kika e a mim ao mesmo tempo... fizemos sexo oral juntas, e dessa vez eu dividi, rsrsrs...

ele foi ao banheio e me chamou, fui um pouco trêmula, fazia tempo q ele não me fazia beber urina, mas como ele havia feito isso com a kika recentemente, fiquei com medo sim...

felizmente ele se recostou na frente do vaso, esperando q eu abrisse sua calça pra ele urinar, bom, isso era fácil, o único risco q eu corria era errar a mira e deixar respingar no banheiro, eu estava grata por ele ter me poupado, por isso nem pensei, assim q ele terminou, não esperei me mandar limpar, me abaixei sem cerimônia (esperei q a ultima gota pingasse, é claro, rsrsrs) e chupei pra deixar limpinho... voltamos pra a sessão, e ele foi estrear a cane azul em nós, nossa, DK bateu uma vez, eu gemi, na segunda eu reclamei, na terceira eu pedi pra parar, dizendo q não ia agüentar, ele deu mais uma bem forte nas duas, q nós desmontamos sobre o sofá, e não bateu mais... era uma dor cortante, forte, desesperada, causada pelas três pontas de corta, q são tão duras q parecem ter arame por dentro...

no dia seguinte vi ele tc com uma sub amiga da família falando sobre o qto gosta de spanking, de como gosta de ver a pele ficando marcada e de ouvir os gemidos, fiquei me sentindo culpada por ter pedido pra parar... na verdade me arrependi mesmo...

O q dói é o sentimento de ter privado ele de algo q ele queria. Sinto uma culpa q não passa... sei q se ele quisesse teria continuado mesmo contra a minha vontade, foi o q ele me disse qdo eu toquei no assunto, disse q parou pq quis, mas eu sei q se eu não tivesse pedido, tinha batido mais... de todo modo, pedi q ele me deixei experimentar a cane azul da próxima vez, e q desta vez seja amarrada e amordaçada, pra não pedir pra parar e me acovardar de novo...

A cane azul, é a dor mais forte q eu já senti até hj, o fisting dói mto, mas com a excitação a gente não sente tanto, porém, nessa circunstância, dói mais pensar no q ele gosta e q eu não fui capaz de fazer, se torna cada vez mais incrível o qto eu mudei, nunca gostei de sentir dor, e ainda não gosto, não deixei de sentir medo da dor, especialmente das desconhecidas (como DK sempre diz), a vontade de servir ao meu dono é mais forte q o medo... o medo de desagrada-lo dói mais do q a cane azul... então entre todas as dores, e todos os medos, sempre faço a minha opção...

Escolho ser escrava a cada segundo de dor, a cada humilhação...
Me lembro q sou livre a cada vez q recomeça uma sessão...
Lembro quem sou toda vez q me ajoelho diante dele...
E toda vez escolho ser dele de novo...
Apesar de todos os desafios, medos e dificuldades....
É tudo o q eu quero...
Apesar da cane azul, estou ansiosa pela nossa sessão...
Ansiosa prá me entregar a ele sem medida, sem restrições, e agora sem covardia, nem q seja na base da mordaça, kkkk....

No fim da terceira sessão, ao nos despedir, minhas lágrimas começaram a escapar, mas eu disfarcei... DK percebeu, as meninas não... ele sempre me diz pra não chorar, e como eu sou “obediente” seguro sempre o máximo q posso... kika já estava se derramando no percurso de volta pra casa, e eu agüentando firme... até q ela comentou q estava admirada como eu tinha fama de chorona e estava segurando ainda... DK respondeu q eu estava me controlando... eu sabia q do portão de casa não passava, já estava explodindo...

Chegamos ao portão, nice se despediu e entrou, agora eu tinha kika pra chorar comigo...
Fomos até o portão, e eu pedi q a gente voltasse com ele pelo corredor até a rua, ele deixou, e eu comecei a chorar, ele pegou na minha mão enquanto a kika se abraçava pelo outro lado, nice chamou pra entregar a blusa dele q ela tinha usado, enquanto ele voltava pra pegar encostei na parede do beco e desabei, chorava tanto q não conseguia respirar DK veio apressado, me abraçou me mandou olhar pra ele, e me lembrou q eu voltaria em breve, abraçou a kika com o outro braço e ficamos uns instantes ali, chorando no peito dele... eu temia a hora dele cruzar o portão... depois q ele sai é o pior momento... chegamos ao portão, ele disse q queria nos ver entrar, então voltamos sozinhas olhando pra trás, até ver ele dar o ultimo tchau se sumir... aí sim eu chorei pra valer, kika antes de dormir, disse q sempre achou q era exagero meu sofrimento por causa da distância, e da despedida, mas q agora ela entendia...


Sei q mta gente q lê nosso blog pensa como ela pensava, q somos apegadas, dependentes demais... na verdade eu não espero q entendam, assim como minha irmã só me entendeu qdo viveu a mesma situação q eu... imagino q já fomos julgadas e até reprovadas por outras subs como nós, q não pensam o mesmo de seus dominadores, não sei explicar direito, só sei que sinto falta não é apenas do meu dono, nem só da dominação dele sobre mim, nem só do prazer ou das torturas q ele me proporciona, sinto falta do q eu sou qdo estou diante dele, sinto falta de me sentir completa e autentica, sinto falta do olhar, do sorriso, e do abraço, sinto falta das palavras sérias e da segurança q ele me dá, sinto falta da sensação de que tudo na minha vida faz sentido, e todas estas coisas estão reunidas em uma só pessoa... se vcs conseguiram encontrar tudo isso em um único homem, em um único dominador, vão entender o q eu sinto... a quem não entende, não posso julgar vcs, na verdade eu apenas encontrei o q busquei a vida inteira, mesmo antes de me tornar sub, e desejo profundamente que cada um q tenha passado por aki, tenha encontrado na vida akeles a quem procuravam, se não encontraram, não desanimem, nossa busca, é como a nossa escolha, recomeça a cada dia.

Um beijo em seus pés meu Senhor, a ti meu amor e minha entrega incondicional.

sua escrava {eliz}_DK

sábado, 8 de agosto de 2009

10ª Sessão: apenas um até logo

minha sexta feira acompanhou meu ritmo triste e silenciosa... os dias q passei aki foram mágico, duas semanas aos pés do meu dono, momentos inesquecíveis... mto prazer, mta emoção... fiquei tentando não pensar em nada, na verdade o dia inteiro fiquei com akele pesar, era hora de me despedir e eu já previa q eu ia chorar mto, pois foram assim todas as outras vezes... no primeiro dia qdo me ajoelhei aos pés dele e em seguida o abracei foi sobre isso q eu comentei: "eu já tinha q ter me acostumado, mas é sempre assim, fico nervosa e trêmula qdo ele chega, e choro desesperadamente na hora de ir embora"...

mas já estava decidida q não ia deixar isso atrapalhar o momento, então evitei comentar a minha tristeza durante o dia com ele... geralmente dia de despedida não temos sessão, só carinhos, mas eu queria viver o mais intensamente possível akele momento...
o q mais me doia era a indefinição do meu caminho, era não saber o q fazer e o desejo de ficar... mas ao mesmo tempo me consolova a conversa q eu tinha tido dois dias antes com meu dono, qdo ele olhou nos meus olhos e me disse prá não desistir de me mudar de vez prá lá... ainda q eu não posso ir por enquanto, saber q ele me quer por perto, já é um paraíso prá mim... eu q nunca quis me iludir vou aos poucos juntando pedacinhos de esperança, q vão enchendo meu coração de felicidade, num dia ele diz q nos ama (a mim e nice), no outro ele me pede prá continuar pensando em me mudar, e por ultimo admite q vai sentir a minha falta... eu realmente não podia ficar triste, não tinha motivos prá isso, pelo contrário, nestes dias eu tive mto mais alegrias do q esperava...
ele me mandou colocar um chicote dentro da bolsa q levaria prá sessão, procurei não falar de nenhum problema, apenas falamos de coisas do nosso dia dia, relembramos meus primeiros tempos, meus medos, minha timidez, meu nervosismo... (bem, o nervosismo ainda não passou, todas as vezes q eu ajoelho diante do meu Senhor minhas mãos gelam, meu corpo treme, meu coração acelera, e todas as vezes ele ri...rsrsrs)


chegamos ao local da sessão, ele adiantou alguns afazeres e como já era de se esperar eu fiquei grudada, gardando o cheiro... ele abriu o msn e começou a falar com minha irmãzinha kika, eu continuava quietinha fazendo e ganhando carinho, como já sabia hj não era dia de apanhar pq era dia de despedida, ele mandou q ela amarrasse os seios, e enquanto ele atendia o telefone eu fui esperta, corri na bolsa e peguei 2 cadarços (são itens básicos q nunca saem da bolsa)...



qdo ele desligou o telefone eu já estava prontinha na frente dele com os dois cadarços na mão, ele riu, eu não precisava dizer nada, ele já sabia o q eu queria.... daí por diante tudo q ele fizesse com a kika virtualmente nakela sessão ia fazer comigo tb...

Ele amarrou meus seios, eu adoro isso, primeiro de registrar os movimentos das mãos dele amarrando, depois, pq os seios ficam muuuuuuuuito sensível, e qualquer toque é infinitamente mais gostoso, e ainda pq eu adoro qualquer tortura nos seios, sinto um prazer inexplicável...

Ele ficou passando as unhas nos meus seios, que sensação gostosa... mas gostoso foi qdo ele sugou o biquinho do meu seio esquerdo qdo já estava bem roxinho... tava sensível e foi mto prazeroso....

Qdo meus seios já começavam a doer eu pedi pra fazer sexo oral... quem leu minhas ultimas postagens já sabe q eu adoro fazer sexo oral sentindo dor... comecei mas sem pressa, queria aproveitar bastante, dos 10 dias q estive com DK fiz sexo oral todos os dias, e ia sentir mta falta, como estou sentindo agora...

É engraçado pensar o qto eu gosto de sexo oral, é como se eu pudesse me tornar mais escrava ainda, não sei se deixou de ser humilhante como era pra mim qdo eu não gostava... ou talvez exatamente por ser humilhante me faça me sentir assim, entregue ao meu papel, escrava, serva, submissa e “puta” do meu dono... essa palavra tem uma conotação um tanto pesada para mim... na verdade ainda não consigo pronunciar com liberdade, mas sei q sou... sou pq ele faz de mim tudo q quer, e eu mesma faço tudo q ele quiser, sem medo, sem vergonha, talvez alguns instantes de timidez, mas ele é meu dono, não há nada em mim q ele não possa vez, parte nenhuma q ele não possa tocar, não há nada q ele queria q eu possa negar, estou diante dele para ser usada, como uma puta a disposição do meu Senhor... e por mais formal q eu tente ser, é assim q quero ser tratada, levada aos limites do prazer e da dor... a satisfação plena do sexo e das vontades do meu Senhor... tudo em mim está a seu serviço... e foi assim q eu fiz sexo oral durante 10 dias seguidos, sendo a puta q ele deseja q eu fosse, ouvindo sorridente ele dizer com carinho “vem minha putinha”... ainda bem q já consigo escrever... ainda q eu não consiga falar com liberdade... importa ser sua de todas as formas, anjo e puta no momento em q quiser...

Estava chupando meu dono a umas duas horas, tranqüila, até q alguém bateu na porta... o porteiro ia fechar mais cedo... de um sobressalto eu me levantei me vesti, calcei meus sapatos, DK se vestiu, mas me fez um sinal, me mandou sentar numa cadeira pra terminar o “serviço”... chupei mais uns 05 minutos, até sentir o gozo delicioso jorrando na minha boca... ele sempre brinca q na sexta feira tem q me deixar “alimentada” e considerando q eu ia passar 19 dias sem vê-lo, não era justo q eu saísse dali sem poder beber o gozo q eu tanto adoro...

A alguns dias atrás eu brinquei com ele q me acostumei a beber sozinha, nesses dias todos só dividi uma vez com a nice... brinquei q na próxima sessão com as minhas irmãs eu ia beber tudo sozinha e depois dizer q foi por acidente, pq não deu tempo...rsrsrs
Ele tb levou na brincadeira... mas eu sei q se eu fizer isso de verdade, as coisas ficarão sérias pro meu lado... rsrsrs... aí eu não sei quem vai querer me bater, se vai ser ele ou minhas 2 irmas, ou os três... kkkkkk


Beijei os pés e as mãos já querendo chorar... fomos quase q silenciosos pra casa... e enquanto ele entrava pra se despedir da nice, me sentei na sala e chorei feito criança... um choro doído, profundo e forte q parecia arrancar meu coração.


DK se abaixou até a mim... me abraçou... me beijou... me fez carinho e me disse q eu deveria levar em consideração todas as coisas novas q eu vivi, as novas formas de prazer, os momentos lindos q vivemos... o meu amadurecimento... e realmente eu não tinha tantas razões pra chorar... mas pensar em ficar longe dele me tira o chão... me angustia e me dói... nesses momentos de despedida me sinto tão triste e desconsolada q parece q a dor nunca vai passar... ele ficou ali mais um tempo até eu me acalmar...


Eu pedi pra acompanha-lo até o portão... desde o primeiro dia eu imaginei como seria doloroso ver ele cruzar akele beco pela ultima vez, e o qto eu ia chorar até q ele chegasse ao portão... então eu preferia acompanha-lo e assim o fiz... enquanto andávamos ele foi me recomendando pra dormir bem, tomar meus remédios, tomar água, me cuidar, e tuuuuudo mais... no portão eu o beijei mais uma vez e repeti q o amava, me virei e comecei a cruzar o beco, segurando pra não desabar no choro novamente... sem perceber q ele me olhava fui andando e chorando até q ele me chamou... olhei pra traz e ele ainda estava lá... (com certeza pra vigiar se eu ia conseguir me controlar até entrar em casa) chorando baixinho eu me virei, ele acenou, me jogou um beijo e foi embora... entrei em casa chorando tanto q a nice me chamou e eu não conseguia responder... a voz não saia embargada pelas lágrimas...

Como sempre ela sabe o q eu sinto, me entende e reparte essas horas comigo, eu só queria chorar, mas ela me chamou para o seu quarto e começamos a ver umas coisas na internet até q parei de chorar, deitei na minha cama e adormeci...

Viajei pra casa, olhando para a estrada escura e chorando pois deixava meu dono pra trás... não tem jeito de não sofrer, não consigo me acostumar... porém... agora só faltam 5 dias pra eu voltar, dessa vez só fico 2 dias, mas já é o suficiente pra poder me manter feliz...

Temos conversado mto, cada dia eu conheço mais um pouco dele, e vivendo tantos momentos, percebemos q estamos nos identificando mais... ainda sinto saudade e mta...
Fecho os olhos e o vejo na minha frente, saio na rua e fico imaginando q vou encontra-lo, fico sonhando q a qualquer hora ele vai entrar nos lugares onde estou com akele sorriso nos olhos me desarmando e fazendo meu coração disparar... sei q isso não vai acontecer... mas é o suficiente pra q eu me pegue sorrindo sem motivo, olhando pro tempo passando ao meu redor...

Sei q está comigo, sinto isso, pq se faz presente, me conhece, sabe quem eu sou e o q eu sinto, não me cobra provas de submissão ou de obediência, mas consegue me comprovar todos os dias q tem autoridade sobre mim e sobre minhas atitudes...

Tenho falhado mto meu Senhor, mto mais do q deveria... sei q me entende e q é paciente... não posso pedir mais nada... apenas agradecer por estar tão presente, em minha vida, ao meu lado, dentro de mim...

Te amo incondicionalmente, beijos em teus pés, {eliz}_DK

domingo, 2 de agosto de 2009

9ª Sessão: fazendo as malas...

Já era quase dia de ir embora... e por mais q eu tentasse me distrair, não conseguia parar de pensar nisso, ao mesmo tempo em q eu me prometia q não ia mais perder tempo com choradeira.... meu dono já sabia de uma certa fantasia q eu sempre tive, onde eu sairia com um vestido decotado e com marcas a mostra, são pequenos sinais apenas, mas pra nós carregados de significado... ser usada em público... deixar a mostra as minhas marcas já trazem o gosto do q seria poder assumir minha opção publicamente... ele me disse então q levasse 3 chicotes, escolheu 2 deles e deixou o terceiro a minha escolha...

Ele escolheu o chicote pequeno de três tiras trançadas e o de couro grande q eu trouxe da minha cidade, eu não tinha experimentado nenhum dos dois ainda... eu escolhi o de couro de tiras trançadas, apesar de doer mto marca rápido e isso é bom...

Saímos de casa, e eu procurei não mencionar mto os meus erros e os problemas q havíamos comentado no dia anterior... queria apenas aproveitar o presente, conversamos sobre vários assuntos, rimos mto, e ele finalmente admitiu q é o culpado pelas minhas trapalhadas na hora de atravessar a rua, rsrsrs.... uma mania de ficar sempre deixando a gente no canto da rua o faz ficar trocando de lado enquanto a gente atravessa, e toda vez q ele sai do meu lado eu paro, (o problema é q é sempre no meio da rua) rsrsrs...

É engraçado, pq eu me acostumei a estar do lado dele, quando ele passa por trás de mim, perco a referência e só volto a andar qdo ele chega ao outro lado... pelo menos agora ele deixa pra trocar de lado na calçada.... rsrsrs - kkkkkkk

Chegamos ao local da sessão, fiz os cumprimentos, e alguns carinhos, como ele diz: “pra guardar o cheiro”... existem algumas práticas pouco discutidas dentro do bdsm, e nesse momento eu vivi uma cena q pra uma grande amiga sub e pra mtas outras é um tanto contraditória... por isso contarei a cena q se seguiu e falarei da minha forma de ver o assunto...

Meu dono me chamou, queria fazer xixi, desde a minha primeira sessão qdo ele me fez engolir sua urina, nós temos trabalhado esta questão que hoje representa mais uma dificuldade física do q psicológica... a parte boa desta história é q eu já consegui superar, ou melhor, entender o significado da humilhação... ele me chamou, urinou e qdo ainda pingavam as ultimas gotas me disse: "limpa"... das 9 sessões desta temporada, acho q isso aconteceu umas 5 vezes... e cada vez é menos difícil... acho q com este gesto ele quer me mostrar q mesmo sendo capaz de me dispensar do esforço de engolir a urina, ele quer q eu me submeta a humilhação de sentir o gosto... e eu me lembro da indagação desta minha amiga me questionando “como pode existir amor numa coisa assim?”...

A crise existencial desta minha amiga foi com relação a bofetadas, q tb mais doem pela humilhação do q pela dor do tapa em si... como disse a algumas postagens atrás, sou apenas uma sub, não sei de nada, só posso falar do pouco q já experimentei, vivi e aprendi, mas a primeira questão a meu ver é q nem todos os dominadores amam suas subs, pelo contrário, acredito q isso seja bem raro... mas vamos nos focalizar neste pequeno número, pq tanto eu, minhas irmãs e esta amiga querida tivemos a sorte de fazer parte do pequeno grupo de subs q tem dominadores cuidadosos q sabem valorizar o q possuem... nestes casos, como é possível entender q estes dominadores possam humilhar ao extremo e ao mesmo tempo dizer q amam... simples...

A relação D/s não é uma relação de aparências, nem de formalidades, nem de declarações de amor exageradas... há q se compreender q nós vivemos isto tudo na pele, na prática, e a submissa sente necessidade de ser posta a prova, para q possa demonstrar seu amor, submissão e entrega... o dominador por outro lado, deseja sentir e assistir esta entrega e esta submissão diaramente, e dá a sua submissa a oportunidade de se exercitar, se lembrar e por em prática tudo akilo q ela diz ser...

Cenas de humilhação como bofetadas, chuva dourada, dog play e tantas outras não tem nada a ver com qualquer sentimento de desprezo do dominador com relação a sua submissa, pode ser q no universo baunilha, tudo isso seja pensado assim, mas a partir dos nossos princípios de entrega absoluta e cumplicidade total, vivemos diante dos nossos donos situações q não viveríamos com mais ninguém, apenas eles podem nos submeter a isso, e isso mostra q são únicos em nossa vida... apenas diante deles nos humilhamos, nos entregamos e provamos nossa submissão... diante deles não existe nenhum orgulho, nem sentimentos como timidez e vergonha são necessários, afinal meu dono me conhece, sabe quem eu sou, o q sei e o q preciso aprender, diante dele não vivo de aparências, e por isso a demonstração do meu amor não é feita apenas em palavras...

Portanto eu me submeto e me submeti, me abaixei, senti as ultimas gotas de urina tocarem a minha língua, não repudiei seu gosto, nem pensei, apenas me humilhei suguei com vontade até q ele percebesse q se não me mandasse parar eu ia começar a fazer sexo oral nakela hora mesmo... (rsrsrs)

Saímos do banheiro, ele tinha me mandado trazer 3 chicotes, um era pra marcar as costas e aparecer no decote, os outros dois eram pra marcar a bunda, um de cada lado... me mandou recostar na cadeira, levantou meu vestido e começou a bater com o chicote de couro longo q eu trouxe da minha cidade, estava ardendo e queimando, mas não doía tanto e como estava marcando bem eu caí na besteira de comentar: “gostei desse chicote, marca mto e não dói tanto”... DK respondeu: “não dói pq eu não quis q doesse, quer ver?"... antes q eu respondesse ele deu uma só, com tanta força q o grito de “AI!!!!” saiu sem eu perceber, uma dor forte e cortante parecida com a dor da cane, mas mesmo com vontade de chorar de dor, eu acabei rindo, q língua a minha, kkkkk

Chegou a hora de experimentar o outro chicote, o de três tiras trançadas q a nice comprou na feira dos paraíbas... akele doía mesmo, não tinha jeito de bater com “carinho” como sempre diz o DK, eu abafava os gemidos, e percebia o DK sempre mudando de posição, batendo no mesmo lugar, é isso q mais dói...

Ele me deixou fazer sexo oral, em seguida, pra cumprir a rotina, e pra matar minha vontade é claro, to sempre com vontade... já comecei avisada de q ele marcaria minhas costas assim q eu terminasse... e assim q ele gozou, q eu terminei de engolir ele gesticulou me mandando virar e debruçar no assento da cadeira q estava atrás de mim, pegou o chicote de tiras trançadas e bateu sem dó, a pele queimava e ardinha, e eu sentia os calombos dos lanhos inchando na minha pele, ele permitiu q eu visse como estava fotografando e me mostrando a imagem... louca por marcas como sou, por mais q estivesse doendo, pedi q continuasse ate q ele mesmo julgou q estava bom... levantei, prendi meu cabelo, para deixar as marcas a mostra e saímos...

Eu me sentia diferente e extremamente feliz... era uma noite fria, mas eu vestia apenas um vestido de malha bem pelado, estava morrendo de calor, minhas costas queimavam, e meu rosto tb, rsrsrs...pegamos um ônibus lotado, quase não havia lugares, percebi alguns olhares, minhas marcas estavam bem aparentes, e estar ao lado do meu dono, tendo acabado de apanhar até ficar marcada dakela forma ampliava a minha sensação de submissão...

DK percebia meu sorriso e o brilho dos meus olhos e ria de mim, da minha euforia, e ao mesmo tempo da estranheza das pessoas, observando minhas costas lanhadas de vergões vermelhos ao mesmo tempo em q eu parecia estar tão feliz... eu sorria, não pela situação de humilhação q eu me encontrava, mas por sentir publicamente o poder de DK sobre mim, sentia q todo mundo q olhasse as minhas marcas poderia perceber ainda q inconscientemente q eu pertencia a ele, e q akelas marcas, eram as marcas dele em mim...

Descrever este sentimento de pertença é quase impossível, porém eu sei q as submissas conseguem mensurar o tamanho da minha emoção, estar publicamente sob o poder e a autoridade do meu dono me fazia sentir mais escrava, sentir suas marcas a mostra queimando nas minhas costas me fazia sentir mais completa, completamente sua...

Viver akele momento ao seu lado meu Senhor, como já sabe foi a realização de um sonho pra mim... ser sua já é um sonho... sentir suas mãos me tocando, torturando e provando seu poder sobre mim é incrível... poder assumir minha submissão, escravidão e entrega são coisas q eu sempre desejei e vou continuar buscando sempre...

Ser surrada, usada, humilhada, como já discuti nesta postagem, são formas de demonstrar minha entrega e levar meu amor ao extremo... qto mais sinto dor, qto mais me humilho, mas cresce o meu amor, a minha entrega e a minha devoção... qto mais me tortura, me humilha, me usa, mais extrai a essência da minha submissão, mais me entrego, mais desejo me entregar...

Foi desse jeito q eu cresci nestes 6 meses, completados no dia 12 de julho, 6 meses q pertenço ao meu dono DOM KALLUS, foi assim q ele me fez crescer, q me ensinou a me humilhar, a me entregar para ser usada segundo a sua vontade... me provando gradativamente, desafiando, forçando meus limites, me fazendo superar... me tomando a cada segundo de maneira mais forte, mais terna e mais intensa...

Sei q já sou sua completamente, mas a cada dia ao teu lado descubro novas formas de lhe pertencer... descubro novos modos de me entregar e de viver o amor extremo e incontrolável q eu sinto... um amor q é cada vez maior, um amor q as vezes dói, q as vezes arde, e q as vezes expõe a alma em humilhações... um amor q me eleva em ternura, que me expõe e me deflora, me torna anjo e devassa... um amor conquistado pelos olhares, pelos toques e pelo silêncio... construído em cada palavra, em cada gesto e em cada castigo... um amor diferente de todos os outros q já senti, e incomparável a todas as outras coisas q já experimentei.., um amor único, triplo, vivido no coração de três pessoas distintas e totalmente diferentes... um amor q já se solidificou no coração de {nice}_DK, criou raízes e cresceu no coração de {eliz}_DK e agora floresce no coração fértil e dócil de {kika}_DK... somos 3 sim, e pq não, mas nesse amor, nessa entrega, somos apenas uma, amamos incondicionalmente a um único homem... e este amor é tão grande e tão forte, q realmente só cabia em 3 corações, um único não ia suportar, estes 3 batem juntos, amam juntos e juntos se entregam...

Nós te amamos Senhor: {eliz}_DK, {nice}_DK e {kika}_DK