domingo, 15 de abril de 2012

Janeiro - 2012/2: Felicidade

Os demais dias de janeiro que passei com meu dono seguiram a mesma intensidade, porém nos concentramos mais no meu treinamento para imobilização e resistência... dependendo da posição os músculos ainda estranhavam... eu ficava tentando disfarçar prá aumentar o tempo e melhorar meus resultados... mas vendada, não sabia qdo ele me observava e várias vezes acabei deixando transparecer que o limite havia chegado... ele me perguntava se estava tudo bem, eu respondia q sim, mas a expressão do meu rosto afirmava que não... ele chegava ao meu ouvido e perguntava: “se está tudo bem, pq vc está perdendo a cor?” RS, eu ria... falava q estava bem mesmo, e ele perguntava: “então pq seus  lábios estão brancos?”... não adiantava disfarçar pq meus sinais são mto nítidos qdo estou no limite... mãos geladas, suor frio e palidez... isso não tem como negar...

Meu senhor então me tirava da posição... me deixando descansar por uns minutos em seguida me colocava prá “fazer minha obrigação”, rsss, é o q ele diz.... assim passava as 2, 3horas restantes fazendo sexo oral, sendo cospida e esbofeteada por vezes seguida... me lembro que a um tempo atrás isso me causava vergonha... nossa como eu mudei...

A tempos atrás uma bofetada me soava como uma ofensa... uma agressão... como se me batendo forte dakela maneira ele quisesse me magoar... porém... com o tempo fui percebendo akele desejo no olhar e o sorriso no canto da boca... os olhos fixos em mim como se me repetissem que eu me tornava cada vez mais dele a cada bofetada... nossa e foram mtas, mto fortes...
Percebi que passei a gostar das bofetadas no mesmo instante que percebi que estava totalmente entregue... já não havia mais vergonha... não havia mais nenhuma timidez, nenhum medo... foi então que eu aprendi a sorrir em cada bofetada, eu não precisava mais disfarçar meu prazer em ser humilhada, subjulgada... podia me deliciar da saliva que ele cuspia em mim, na minha boca sem nenhum medo de qualquer pré-julgamento, ser pisada, ser usada como um objeto prá lhe dar o prazer que quisesse e essa era a melhor forma de me levar ao gozo, ao êxtase...

Vendada por horas em todas as sessões dakela semana eu me reduzia a apenas um objeto, por isso não falava, ficava muda... esperando ser usada... não perguntava nada, raramente gemia mesmo apanhando... mas ele sabia, via no meu rosto... que me reduzir a um objeto me causava um extremo prazer... tanto que as chicotadas nem ardiam tanto mais, pois eu já esperava que ele me tocasse me acariciando admirando os lanhos e vergões que ele havia desenhado em sua cadelinha obediente....

Cadelinha obediente... isso tem tido um significado mto especial prá mim... em várias de nossas conversas, nas ultimas semanas, enquanto eu comentava sobre algumas situações que poderiam inclusive me levar a uma pirraça, uma birra, e por conseqüência a um castigo... meu dono não me responde, apenas repete a mesma frase: “você é minha cadelinha obediente”... quase como uma forma de me fazer entender q o assunto não está em discussão...
uma forma carinhosa de me lembrar meu lugar, sem contudo, me afastar ou magoar... “você é minha cadelinha obediente” isso ressoa como um coro, repetido várias vezes,  que é como se hipnotizasse e consegue me demover  de qualquer pensamento fixo, me fazendo voltar a postura q eu preciso ter, sim dono sou sua cadelinha obediente...
E foi como cadelinha obediente q me despedi dele nakele mês, no dia 19 de janeiro... mesmo sem saber qdo eu voltaria, não chorei... não peguei pirraça... fiquei triste, alguns instantes... principalmente no ultimo beijo... ele largou minha mão com um certo pesar... repetindo: “você não tem q ficar assim, você sabe que vc sempre volta, e q eu estou aki sempre te esperando”...

Minutos depois, eu liguei no seu celular... e em vez de ouvir uma fileira de lamentações chorosas, no telefone estava sua cadelinha obediente, falando apressadamente do quanto estava feliz por tudo que havia vivido, e q em breve estaria de volta...
Ainda lembro como se fosse agora, RS, ressoando em meus ouvidos,  repetindo sempre no momento necessário meu consolo sempre infalível: “linda, não esquece, eu te amo”...

Disfarçando o nó na garganta, e o choro de felicidade que brota descontrolado, eu repito, mas ele já sabe tudo que sinto, e me despeço me lembrando sempre, que o que vivemos é mto forte, a ponto de se tornar eterno. Vim embora chorando e sorrindo, olhando as montanhas verdes de minas, e no meu mp3 as musicas q fazem meu coração arder... lembrando o quanto é grandioso viver o que sonhamos, nem que seja por um tempo, nem que seja por um curto tempo, arriscando, vivemos, intensamente, realizamos tudo que sonhamos...

Parti na certeza de que sempre vou voltar, e já voltei,  estou sempre grudada a ele, rssss, passei 3 dias de março aos pés do meu dono, mas isso fica prá próxima postagem, rsss, bjs.

Janeiro-2012/1: Intensidade


Contar histórias, é uma forma de perpetuar o que foi vivido, gravar os momentos mágicos imprimindo-os na memória de uma forma duradoura, o coração não esquece, o corpo vicia, e a razão... A razão é apenas um detalhe que no infinito de momentos tão inexplicáveis, quase impossíveis de se descrever, vou tentando traduzir em palavras o q meu coração sentiu, que meus olhos viram, quase sem acreditar... em resumo tudo que posso dizer é q apesar de todos os pesares, de todos os desafios e dificuldades trazidas  pela distância e da própria opção de vida que fiz, sou infinitamente feliz vivendo dias que antes só me eram possíveis nos sonhos...

Em janeiro eu pretendia passar um tempo maior aos pés do meu Senhor, mas a infeliz coincidência de um feriado na semana encurtou minha estada, e eu fiquei apenas 04 dias... bom, brinquei com o dono q teríamos que fazer 5 dias caber em 4, e realmente foram momentos tão intensos que 5 dias seriam poucos prá viver tudo q vivemos...

Dono já chegou com a corda toda, qdo ele chega falando pouco, já me preparo pq é sinal de q está faminto, não pelo sexo em si, não só por isso, mas pelo calor do momento quando bate e tortura mais intensamente, com uma vontade visível no olhar...  ele já chegou me puxando para o chão, e abrindo a calça ainda na porta me fez começar a chupá-lo quase me impedindo de respirar... me arrastando pelo cabelo, me levou até o quarto...

Os cumprimentos se seguiram misturados por mtas bofetadas... continuando em seguida a me fazer chupar, explorando minha garganta até arder... eu sentia a mistura da ânsia de vômito, seus dedos entrelaçados puxando meus cabelos, e o peso do seu corpo forçando seu pênis prá dentro da minha garganta me fazendo asfixiar... ajoelhada sentia a reação dakela fome em mim... meu corpo também respondia, me fazendo formigar de desejo... eu não pensava... não abria os olhos, quase não respirava... tudo pulsava em mim no compasso dakela força q ele me impunha de maneira tão voraz e esfaimada...

Me pegou pelos cabelos então e me levou até a cama, e com um chicote na mão me deitou no meio da cama deixando a cabeça pender pela beirada...encaixou minha cabeça entre as pernas penetrando novamente o pênis em minha garganta, socando com uma violência q eu sentia o vomito vir quase q inevitável... em algumas pausas me deixava respirar, mas em poucos segundos voltava a golpear minha garganta, me preenchendo inteira e me impedindo novamente de respirar, enquanto com uma mão apertava um dos meus seios, a outra mão passou a chicotear minha vagina e a parte inteira das minhas coxas...
De dor eu me contorcia, mas não conseguia soltar nenhum gemido, mal respirava... até q percebeu o quanto eu estava encharcada pelo  tesão de me sentir assim, como uma presa totalmente imóvel e impossibilitada de qualquer reação... então me pegou novamente pelos cabelos  me puxou prá cima da cama me colocando de quatro e me imprensando conta o espelho da cabeceira...
Eu via seu olho brilhar enquanto ele olhava prá mim com um sorriso quase sarcástico... ameaçador... e eu, tão entregue queria ser devorada por akele desejo q eu percebia tão forte nakele olhar... sem qualquer aviso ou preparo penetrou meu ânus com tanta força q eu soltei um grito... a presa tentava agora escapar... imobilizada pelo peso de seu corpo sobre mim tentei me esquivar do segundo golpe... foi  então q falou comigo pela primeira vez na noite... se abaixando ao meu ouvido... voltou a penetrar com força dizendo: “calma, vai passar... a dor vai passar...”

Realmente... com o vai e vem das estocadas dentro de mim, meu corpo foi se acostumando e voltando a delirar desejando mais e mais... e eram cada vez mais fortes mais profundas, me fazendo gozar em poucos segundos urrando de tanto prazer... qdo percebeu q eu tinha gozado... tão forte... ele me pegou novamente pelos cabelos, e retirando a camisinha, me deu de beber do seu gozo... farto... doce... delicioso... senti-lo gozar... e me alimentar deste prazer era ao final do momento o ponto culminante da minha busca... eu estava realizada... extremamente feliz.
Nos deitamos para descansar, conversamos mto, rimos, comemos, tomamos banho e saímos em direção ao local da sessão...
Logo na chegada meu dono me amarrou a uma estante... seria assim nos primeiros 3 dias... imobilizada e vendada eu seria chicoteada enquanto meu dono observaria minhas reações a fim de aumentar um pouco mais minha resistência... fruto de nossas conversas no mês q tinha se passado, esse seria o objetivo da semana: melhorar minha resistência, treinar minha concentração, e me acostumar com a imobilização buscando aumentar gradativamente o tempo...
Depois de uma hora de treino, meu dono me colocou prá fazer sexo oral... eu estava cansada, com os musculos doloridos, costas ardendo de tanto apanhar, mas me sentindo mto excitada... enquanto eu sugava com vontade de ser alimentada novamente ele me parou por várias vezes para cuspir no meu rosto e na minha boca dando em seguida fortes bofetadas que me deixavam atordada e ainda mais excitada... eu me sentia uma cadela, vadia, humilhada, apanhando tentando proporcionar prazer ao dono em troca do  premio de ter seu gozo escorrendo doce pela minha garganta...
me senti uma vadia tão vagabunda q resolvi descer ainda mais de nível... e meu dono leu no meu olhar o q eu queria... me deitei no chão, empoeirado, com a cabeça embaixo na cadeira... meu dono tirou o sapato q atolou agora o pé dentro da minha garganta, me sufocando novamente...
desprovida de qualquer vergonha, comecei a me masturbar como uma cadela, me esfregando na poeira, enquanto ele me asfixiava com os dedos já tocando fundo a minha garganta... começou então a chicotear meus peitos, me fazendo miar de dor e prazer... eu escorria pelo chão misturando meu liquido a poeira, e eu me sentia tão vagabunda que precisava fechar os olhos para acreditar q era eu mesma ali me esfregando no chão, feito cadela... gozei e gozei mto olhando para o dono, com a cara mais safada que se possa imaginar... eu estava imunda... e me sentia quase q irreconhecivel...

literalmente uma cadela que havia sito humilhada, pisada, torturada, sodomizada sem nenhuma pena... bebendo pela segunda vez nakele dia o leite do prazer do meu Senhor, o melhor alimento pra uma cadela encoleirada no corpo e na alma... totalmente dominada... e mto, mto feliz.

DUAS METADES

Pra falar do amor de verdade,
Vou começar pela melhor metade
Te mostrar tudo de bom que tenho
E se for preciso eu desenho
Eu amo você,
Que eu quero você
A outra metade é defeito
Você vai saber de qualquer jeito,
Anjo ou animal, suave ou fatal
O que de um grande amor se espera
É que tenha fogo,
Que domina o pensamento
E traga sentido novo
Que tenha paixão, desejo,
Que tenha abraço e beijo
E seja a melhor sensação,
Que preenche a vida vazia,
Mande embora a agonia
E que traga paz pro coração,
É você, é você
 
Que preenche a vida vazia,
Mande embora a agonia
E que trouxe paz pro coração
Que preencha a vida vazia,
Mande embora a agonia
E que é dono do meu coração,
É você, é você

E pra falar do amor de verdade
Vou começar pela melhor metade
É você, é você ...

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Sorri

Um pouquinho de nostalgia, vou deixar aki a música me embalou esta semana:
Sorri
Quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos, vazios
 
Sorri
Quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador
Sorri
Quando o sol perder a luz

E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados, doridos

Sorri
Vai mentindo a tua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz


Dezembro: Imobilização e spank 1

Era a primeira sessão de dezembro, eu estava cansada da viagem, mas mto excitada... pra começar o dono resolveu fazer uma das minhas torturas preferidas... me deixando sem fala de tanta dor ao apertar e torcer meus seios até arrebentar os vasinho e fazer aparecer o sangue embaixo da pele...
A tortura nos seios me desperta um tesão incontrolável e já houveram momentos q eu consegui gozar só sentindo esta dor, sem me tocar...
Depois de torturar meus seios dono comentou q essa semana íamos testar algumas posições de imobilização e na primeira iria ser bomzinho comigo, considerando q eu estava cansada da  viagem.

Me mandou sentar de frente para o encosto da cadeira, amarrou meus pés nos pés traseiros da cadeira, puxou meus pulsos, amarrando nos pés, deu algumas voltas no meu corpo com a cadeira, aproveitando o comprimento da corda, passando pela minha boca, fazendo uma espécie de mordaça q prá mim foi bom, pois eu teria algo para morder qdo o spank começasse... o q não demorou mto...
como ele ia usar o chicote apenas nas minhas costas, eu consegui manter a calma, pq sei q é onde tenho um pouco mais de resistencia a dor... respeirei fundo, fechei os olhos, me concentrei e fiquei esperando...

Como eu consegui controlar os gemidos, Dono bateu bem mais q o costume... qdo a dor aumentava eu mordia a corda e segurava qualquer reação, fiquei totalmente calada aguentando firme até o dono achar q tinha chegado onde queria... julgando pelas marcas deixadas...
já tinha se passado mais quase uma hora e meia... eu tinha colocado prá mim o limite mínimo de uma hora, então estava contente pelo q tinha suportado... Dono tirou as fotos, me perguntou o q eu tinha achado comentando q estava surpreso com o meu silêncio, visto q sempre reclamo mto durante o spank...

Fiquei tão feliz com esse comentário... apesar de não exigir resistência de mim, e de não evidenciar mto essa questão, eu sei q o dono aproveita melhor as sessões em q eu sou mais forte, brincando a vontade com sua peça sem tem q se preocupar com minhas lamentações.

Terminei a sessão como sempre fazendo um delicioso oral no dono, chupando por mais de uma hora e recebendo a recompensa do seu gozo me alimentando e me realizando enquanto cadela que serve apenas para o prazer do seu Senhor.


sábado, 25 de fevereiro de 2012

Reecontro... Dezembro

Continaundo as memórias de dezembro, ainda, nossa, rs, tenho tanta coisa (atrasada) prá contar, rs...
Eu teria 05 dias no rio, e isso me dava uma sensação de segurança, de felicidade... só quem está acostumado com distancias sabe o qto dói viver assim... a gente sente q nunca está inteira... por mais q ao nosso redor tudo corra bem... há sempre um vazio... o silêncio do fim da noite... os cantos escuros da rua ao voltar prá casa... a sensação de que o caminho vai sumir  (como nos pesadelos)... o som das pessoas rindo ao longe, com suas famílias dentro das casas, enquanto permanecemos só em silêncio, e sorrimos fingindo q está tudo bem...
(é já deu prá perceber que hj enquanto escrevo a saudade é tão cortante, que mesmo me lembrando de momentos tão felizes, não vou ter como exprimir  sensações diferentes nas minhas palavras... estou com tanta saudade que tenho a sensação permanente de um nó na garganta... a impressão  de que o choro vai explodir a qualquer momento... e o esforço para que ninguém perceba que de uns dias prá cá não sorrio mais...)
... mas escrever me faz bem... lembrar é bom, então continuando...
Ficar uma semana no rio, me fazia sentir q estava a salvo de tudo... já fazia 02 meses q eu não via o dono... e eu não me agüentava de tanta saudade... dormi um pouco a tarde, mas tava ansiosa, acelerada, doida prá vê-lo...
Preparei tudo e corri prá janela, fiquei de plantão, rs, felizmente ele não demorou... eu corri prá anti-sala e fiquei esperando... assim q ele entrou eu ataquei, rssss.... nem me importei pelo fato de ainda não ter feito os cumprimentos, agarrei assim q cruzou a porta, e não queria nem me mexer...
Ele me beijou demoradamente, foi bom sentir q meu dono Tb não tinha pressa, e que não estava bravo por eu não esperar de joelhos como de costume... ao contrário, eu o sentia me abraçando, me beijando... sem qualquer preocupação com as regras... em seguida  me apertou nos braços e eu fiquei quieta um segundo prá ouvir seu coração... batia forte, mto forte... então eu falei da minha saudade...
Ele disse q sabia, que entendia... e q Tb estava com saudade...  me deu um tapa forte na bunda, e me apontou o quarto... foi até o pé da cama e ficou esperando q eu me ajoelhasse para os cumprimentos... enfim a sessão ia começar...
Me ajoelhei, fiz os cumprimentos, e em seguida, ele se sentou para q eu pudesse tirar seus sapatos, e aproveitando, matei a saudade de poder beijar seus pés... em seguida ao tirar sua roupa , comecei um delicioso sexo oral, que o fez se deitar sorrindo enquanto eu me aconchegava em cima da cama prá continuar chupando,  ele começou a me dar apertões e tapas mto fortes... depois de dois meses sem sessão, a dor vinha junto com um susto, pq eu percebia q tinha perdido o costume de ser torturada... mas ia me acostumar de novo, rsss, com certeza, ia.
Apanhei mto enquanto transávamos, e gozei mto forte, várias vezes... Dono tem a mania de apertar meus seios de um jeito inexplicável, (aperta o centro do bico, bem forte como se fosse encostar na costela) provocando uma dor q me faz ficar alucinada... apesar de amar torturas nos seios, ele sabe q essa dor me faz desmontar, e se divertia olhando meus olhos apavorados ao sentir uma dor tão forte... estava extasiada de dor, tesão e felicidade... descansei nos seus braços alguns minutos... comemos, tomamos banho e fomos pro local da sessão...

Nas sessões de dezembro  dono se concentrou no spank e na imobilização... em todos os dias marcamos o tempo que eu suportei, nas diferentes posições, claro q eu preciso treinar, infelizmente o tempo q eu fico sem sessões dificulta a evolução da minha resistência, mas de qualquer forma foram momentos mto prazerosos, visto q eu adoro imobilização, assim como asfixia, venda, tudo, rsssss...
Como foram momentos distintos vou relatar separadamente nas próximas postagens.
É bom estar de volta, um beijo a todos.
eliz.  

domingo, 22 de janeiro de 2012

NO AEROPORTO


O aeroporto de vitória tem mtas histórias... são incontáveis as vezes q desci ali, do meu ônibus, que chega as 4:30 da manhã prá pegar o vôo das 6:30 para o rio...   sempre atravesso a pista no meio da madrugada, e sempre me vêm os mesmos pensamentos... estou numa cidade estranha, sozinha, no meio da madrugada... atravesso dois quarteirões arrastando uma mala, e chego ao estacionamento da rodoviária, com a certeza de q eu realmente não sou mto racional, rssss

Bom, mas vou relembrar aki dois momentos interessantes, na vdd engraçados... na ultima ida ao rio, em outubro, minha passagem estava marcada para o mesmo dia do primeiro show do justin bieber no Rio, e em vitória o tempo estava fechado... o aeroporto foi fechado para pousos e decolagens, e eu passei 9h esperando a oportunidade de embarcar... bom, eu tinha viajado a noite inteira prá chegar a vitória, só passaria 3 dias dakela semana com meu dono, e a idéia de não conseguir embarcar para vê-lo me deixava desesperada...

De tempos em tempos eu falava com o dono, ora no celular, ora no msn, e desabafava toda angustia de ficar presa em vitória sem poder vê-lo e perder um dia de uma semana q já seria tão curta...

Bem, acontece q com o fechamento do aeroporto, as dezenas de adolescentes de vitória q planejavam viajar para o rio também ficaram presas, e temiam não conseguir assistir ao show... o aeroporto parecia  o muro das lamentações, era menina choramingando por todos os cantos, umas mais histéricas, outras mais conformadas, mas não tinha um só canto do aeroporto q não houvesse alguém chorando.

Pro meu azar algumas senhoras, observavam enquanto eu ligava para o dono, mas eu não percebi o q estavam deduzindo... estava tão triste, com saudade do dono, e com medo de não conseguir vê-lo, distraída, via o olhar de reprovação delas pra mim, mas nem me preocupava com isso...
Quando desliguei o celular... uma delas resolveu me fazer entender... disse em voz alta, q até conseguia entender akele monte de adolescentes chorando por causa do justin biebber, mas uma mulher feita como eu era algo vergonhoso, kkkkkkk....

Aí q eu fui entender... q ela tava deduzindo q eu tava triste pq não ia ver o show, q vergonha, rssss, mas não ocupei tempo em me explicar, ela não tinha absolutamente nada a ver com meus motivos, e deixei ela pensar o q quisesse, tratei de correr pq o vôo finalmente ia sair as 4h da tarde, depois de onze horas  e meia q eu tinha chegado no aeroporto... bom, deu tudo certo, mas como foi mto engraçado, ficou gravado, rssss...

 Bom, o aeroporto de vitória realmente não tava me dando sorte, rsss... agora no meu retorno em dezembro, outro fato engraçado aconteceu... bom, na hora eu passei mto aperto...

Como estamos comemorando meus três anos de coleira, o dono caprichou na listinha de itens do kit q eu deveria levar pro rio... e como eu ia ficar uma semana inteira,  tinha q levar mta coisa, resumindo, minha mala estava lotada... qdo cheguei no guichê prá embarcar a mala, deu excesso de bagagem, então a funcionária da empresa me deu a opção de retirar algo da mala q pudesse ser levado na mão, ou pagar uma multa... bom, sem pensar mto eu lembrei q a bolsa do kit estava separada, e dava prá ser levada como bagagem de mão tranquilamente... rapidamente, abri a mala, puxei a bolsa do kit e despachei o resto... nossa, a bolsa do kit deu uma diferença de 7k no peso, rssss...
Porém, logo após despachar a mala, caiu a ficha, PQP!!!!!!!!!!  Eles sempre perguntam se na mala existem objetos cortantes, perfurantes, pontiagudos ou inflamáveis... e eu sempre declaro q não... mas estando na bagagem de mão, eu teria q passar a bolsa pelo raio X na entrada da sala de embarque... como eu ia fazer prá explicar a tesoura, canivete e as várias agulhas q eu levava... e se tivessem q revistar minha bolsa, como eu ia mostrar tantos chicotes, consolos, e o vibrador, nossa!

Cheguei a pensar em passar no banheiro e me desfazer de alguma coisa, mais escandalosa, rssss, mas tudo q eu tenho tem uma história, um significado, não tinha como eu simplesmente jogar fora...

Bom, decidi então ir com a cara e a coragem, e ir depressa, já q a sala de embarque tava quase vazia, qto menos pessoas assistissem a situação melhor... no trajeto eu me preparando prá contar o q era tudo akilo, felizmente tinha inclusive como provar, já q tenho fotos de tudo, e meu contrato na carteira, poderia passar vergonha como uma vadia, mas isso não é crime, kkkkkk...

Meu corpo suava inteiro, eu tremia, minha mão molhava... coloquei a bolsa na esteira e passei pelo raio X como se não devesse nada a ninguém... em mim não encontraram nada é claro, mas a aeromoça me chamou no fim na esteira apontando prá bolsa do kit, meu coração disparou...

Bom, prá minha surpresa ela me pediu apenas prá ver uma tesoura q estava no cantinho da bolsa... felizmente sempre trago tudo embalado em caixinhas e bolsinhas, dentro da bolsa maior... e a tesoura estava na caixinha de curativos... puxei a caixinha mais q depressa, e entreguei a tesoura, deixando claro q se precisasse deixaria com eles, pq não me faria falta... estava tão aliviada de terem visto só a tesoura q nem me dei conta q o canivete estava na mesma caixa, rsss, felizmente a aeromoça Tb não viu, kkkkkkk...

Ela mediu a tesoura, e me liberou em seguida, dizendo q estava dentro do tamanho permitido... me afastei deles ainda com as pernas trêmulas... nossa, tinha sido mta sorte... ainda acho q foi, rssss... mas afinal eu sou uma pessoa de mta sorte...

Bom, dessa vez embarquei no horário previsto, e cheguei ao rio com os olhos marejados de emoção... já fazia quase 3 meses q eu não via o dono... e tudo no rio me lembra ele... meu coração acelerava... é um sonho estar de volta...
Cheguei ao hotel... pedi um dos meus quartos favoritos, q são os do segundo andar da parte da frente, prá eu poder ficar esperando o dono da janela... peguei minhas chaves, e subi... nossa, o cheiro do hotel... como eu gosto dakele cheiro...

Em três anos algumas coisas mudaram...  mas o cheiro do hotel é sempre o mesmo... qdo entro na ante-sala, respiro fundo, me sinto em casa... é ali q eu o encontro... então eu já o sinto presente, em toda parte... fui para o quarto, arrumei minhas coisas, desfiz a mala, tomei meu banho... pronto, a cadelinha já podia dormir por algumas horas, e descansar prá ser usada pelo dono... depois de uma noite inteira de viagem, estava onde ele queria q eu estivesse, e onde eu sonhei tanto em estar...