sábado, 25 de fevereiro de 2012

Reecontro... Dezembro

Continaundo as memórias de dezembro, ainda, nossa, rs, tenho tanta coisa (atrasada) prá contar, rs...
Eu teria 05 dias no rio, e isso me dava uma sensação de segurança, de felicidade... só quem está acostumado com distancias sabe o qto dói viver assim... a gente sente q nunca está inteira... por mais q ao nosso redor tudo corra bem... há sempre um vazio... o silêncio do fim da noite... os cantos escuros da rua ao voltar prá casa... a sensação de que o caminho vai sumir  (como nos pesadelos)... o som das pessoas rindo ao longe, com suas famílias dentro das casas, enquanto permanecemos só em silêncio, e sorrimos fingindo q está tudo bem...
(é já deu prá perceber que hj enquanto escrevo a saudade é tão cortante, que mesmo me lembrando de momentos tão felizes, não vou ter como exprimir  sensações diferentes nas minhas palavras... estou com tanta saudade que tenho a sensação permanente de um nó na garganta... a impressão  de que o choro vai explodir a qualquer momento... e o esforço para que ninguém perceba que de uns dias prá cá não sorrio mais...)
... mas escrever me faz bem... lembrar é bom, então continuando...
Ficar uma semana no rio, me fazia sentir q estava a salvo de tudo... já fazia 02 meses q eu não via o dono... e eu não me agüentava de tanta saudade... dormi um pouco a tarde, mas tava ansiosa, acelerada, doida prá vê-lo...
Preparei tudo e corri prá janela, fiquei de plantão, rs, felizmente ele não demorou... eu corri prá anti-sala e fiquei esperando... assim q ele entrou eu ataquei, rssss.... nem me importei pelo fato de ainda não ter feito os cumprimentos, agarrei assim q cruzou a porta, e não queria nem me mexer...
Ele me beijou demoradamente, foi bom sentir q meu dono Tb não tinha pressa, e que não estava bravo por eu não esperar de joelhos como de costume... ao contrário, eu o sentia me abraçando, me beijando... sem qualquer preocupação com as regras... em seguida  me apertou nos braços e eu fiquei quieta um segundo prá ouvir seu coração... batia forte, mto forte... então eu falei da minha saudade...
Ele disse q sabia, que entendia... e q Tb estava com saudade...  me deu um tapa forte na bunda, e me apontou o quarto... foi até o pé da cama e ficou esperando q eu me ajoelhasse para os cumprimentos... enfim a sessão ia começar...
Me ajoelhei, fiz os cumprimentos, e em seguida, ele se sentou para q eu pudesse tirar seus sapatos, e aproveitando, matei a saudade de poder beijar seus pés... em seguida ao tirar sua roupa , comecei um delicioso sexo oral, que o fez se deitar sorrindo enquanto eu me aconchegava em cima da cama prá continuar chupando,  ele começou a me dar apertões e tapas mto fortes... depois de dois meses sem sessão, a dor vinha junto com um susto, pq eu percebia q tinha perdido o costume de ser torturada... mas ia me acostumar de novo, rsss, com certeza, ia.
Apanhei mto enquanto transávamos, e gozei mto forte, várias vezes... Dono tem a mania de apertar meus seios de um jeito inexplicável, (aperta o centro do bico, bem forte como se fosse encostar na costela) provocando uma dor q me faz ficar alucinada... apesar de amar torturas nos seios, ele sabe q essa dor me faz desmontar, e se divertia olhando meus olhos apavorados ao sentir uma dor tão forte... estava extasiada de dor, tesão e felicidade... descansei nos seus braços alguns minutos... comemos, tomamos banho e fomos pro local da sessão...

Nas sessões de dezembro  dono se concentrou no spank e na imobilização... em todos os dias marcamos o tempo que eu suportei, nas diferentes posições, claro q eu preciso treinar, infelizmente o tempo q eu fico sem sessões dificulta a evolução da minha resistência, mas de qualquer forma foram momentos mto prazerosos, visto q eu adoro imobilização, assim como asfixia, venda, tudo, rsssss...
Como foram momentos distintos vou relatar separadamente nas próximas postagens.
É bom estar de volta, um beijo a todos.
eliz.  

domingo, 22 de janeiro de 2012

NO AEROPORTO


O aeroporto de vitória tem mtas histórias... são incontáveis as vezes q desci ali, do meu ônibus, que chega as 4:30 da manhã prá pegar o vôo das 6:30 para o rio...   sempre atravesso a pista no meio da madrugada, e sempre me vêm os mesmos pensamentos... estou numa cidade estranha, sozinha, no meio da madrugada... atravesso dois quarteirões arrastando uma mala, e chego ao estacionamento da rodoviária, com a certeza de q eu realmente não sou mto racional, rssss

Bom, mas vou relembrar aki dois momentos interessantes, na vdd engraçados... na ultima ida ao rio, em outubro, minha passagem estava marcada para o mesmo dia do primeiro show do justin bieber no Rio, e em vitória o tempo estava fechado... o aeroporto foi fechado para pousos e decolagens, e eu passei 9h esperando a oportunidade de embarcar... bom, eu tinha viajado a noite inteira prá chegar a vitória, só passaria 3 dias dakela semana com meu dono, e a idéia de não conseguir embarcar para vê-lo me deixava desesperada...

De tempos em tempos eu falava com o dono, ora no celular, ora no msn, e desabafava toda angustia de ficar presa em vitória sem poder vê-lo e perder um dia de uma semana q já seria tão curta...

Bem, acontece q com o fechamento do aeroporto, as dezenas de adolescentes de vitória q planejavam viajar para o rio também ficaram presas, e temiam não conseguir assistir ao show... o aeroporto parecia  o muro das lamentações, era menina choramingando por todos os cantos, umas mais histéricas, outras mais conformadas, mas não tinha um só canto do aeroporto q não houvesse alguém chorando.

Pro meu azar algumas senhoras, observavam enquanto eu ligava para o dono, mas eu não percebi o q estavam deduzindo... estava tão triste, com saudade do dono, e com medo de não conseguir vê-lo, distraída, via o olhar de reprovação delas pra mim, mas nem me preocupava com isso...
Quando desliguei o celular... uma delas resolveu me fazer entender... disse em voz alta, q até conseguia entender akele monte de adolescentes chorando por causa do justin biebber, mas uma mulher feita como eu era algo vergonhoso, kkkkkkk....

Aí q eu fui entender... q ela tava deduzindo q eu tava triste pq não ia ver o show, q vergonha, rssss, mas não ocupei tempo em me explicar, ela não tinha absolutamente nada a ver com meus motivos, e deixei ela pensar o q quisesse, tratei de correr pq o vôo finalmente ia sair as 4h da tarde, depois de onze horas  e meia q eu tinha chegado no aeroporto... bom, deu tudo certo, mas como foi mto engraçado, ficou gravado, rssss...

 Bom, o aeroporto de vitória realmente não tava me dando sorte, rsss... agora no meu retorno em dezembro, outro fato engraçado aconteceu... bom, na hora eu passei mto aperto...

Como estamos comemorando meus três anos de coleira, o dono caprichou na listinha de itens do kit q eu deveria levar pro rio... e como eu ia ficar uma semana inteira,  tinha q levar mta coisa, resumindo, minha mala estava lotada... qdo cheguei no guichê prá embarcar a mala, deu excesso de bagagem, então a funcionária da empresa me deu a opção de retirar algo da mala q pudesse ser levado na mão, ou pagar uma multa... bom, sem pensar mto eu lembrei q a bolsa do kit estava separada, e dava prá ser levada como bagagem de mão tranquilamente... rapidamente, abri a mala, puxei a bolsa do kit e despachei o resto... nossa, a bolsa do kit deu uma diferença de 7k no peso, rssss...
Porém, logo após despachar a mala, caiu a ficha, PQP!!!!!!!!!!  Eles sempre perguntam se na mala existem objetos cortantes, perfurantes, pontiagudos ou inflamáveis... e eu sempre declaro q não... mas estando na bagagem de mão, eu teria q passar a bolsa pelo raio X na entrada da sala de embarque... como eu ia fazer prá explicar a tesoura, canivete e as várias agulhas q eu levava... e se tivessem q revistar minha bolsa, como eu ia mostrar tantos chicotes, consolos, e o vibrador, nossa!

Cheguei a pensar em passar no banheiro e me desfazer de alguma coisa, mais escandalosa, rssss, mas tudo q eu tenho tem uma história, um significado, não tinha como eu simplesmente jogar fora...

Bom, decidi então ir com a cara e a coragem, e ir depressa, já q a sala de embarque tava quase vazia, qto menos pessoas assistissem a situação melhor... no trajeto eu me preparando prá contar o q era tudo akilo, felizmente tinha inclusive como provar, já q tenho fotos de tudo, e meu contrato na carteira, poderia passar vergonha como uma vadia, mas isso não é crime, kkkkkk...

Meu corpo suava inteiro, eu tremia, minha mão molhava... coloquei a bolsa na esteira e passei pelo raio X como se não devesse nada a ninguém... em mim não encontraram nada é claro, mas a aeromoça me chamou no fim na esteira apontando prá bolsa do kit, meu coração disparou...

Bom, prá minha surpresa ela me pediu apenas prá ver uma tesoura q estava no cantinho da bolsa... felizmente sempre trago tudo embalado em caixinhas e bolsinhas, dentro da bolsa maior... e a tesoura estava na caixinha de curativos... puxei a caixinha mais q depressa, e entreguei a tesoura, deixando claro q se precisasse deixaria com eles, pq não me faria falta... estava tão aliviada de terem visto só a tesoura q nem me dei conta q o canivete estava na mesma caixa, rsss, felizmente a aeromoça Tb não viu, kkkkkkk...

Ela mediu a tesoura, e me liberou em seguida, dizendo q estava dentro do tamanho permitido... me afastei deles ainda com as pernas trêmulas... nossa, tinha sido mta sorte... ainda acho q foi, rssss... mas afinal eu sou uma pessoa de mta sorte...

Bom, dessa vez embarquei no horário previsto, e cheguei ao rio com os olhos marejados de emoção... já fazia quase 3 meses q eu não via o dono... e tudo no rio me lembra ele... meu coração acelerava... é um sonho estar de volta...
Cheguei ao hotel... pedi um dos meus quartos favoritos, q são os do segundo andar da parte da frente, prá eu poder ficar esperando o dono da janela... peguei minhas chaves, e subi... nossa, o cheiro do hotel... como eu gosto dakele cheiro...

Em três anos algumas coisas mudaram...  mas o cheiro do hotel é sempre o mesmo... qdo entro na ante-sala, respiro fundo, me sinto em casa... é ali q eu o encontro... então eu já o sinto presente, em toda parte... fui para o quarto, arrumei minhas coisas, desfiz a mala, tomei meu banho... pronto, a cadelinha já podia dormir por algumas horas, e descansar prá ser usada pelo dono... depois de uma noite inteira de viagem, estava onde ele queria q eu estivesse, e onde eu sonhei tanto em estar...

DESCOBERTAS...


“onde há mto amor, há mta dor”... recebi isso de uma amiga mto querida a um tempo atrás, e percebi o qto isso fazia sentido prá mim, prá nós... pro nosso universo...

Vivemos relações tão intensas, tão fortes... onde os sentimentos ficam tão escancarados... onde as verdades são ditas impiedosamente... onde assumimos desde as fantasias mais intimas até os desejos mais absurdos abertamente... onde as emoções são inconstantes...

Em segundos viajamos do céu ao inferno e vemos nossa vida, nossos corações, nossa respiração depender de uma única pessoa, de um gesto de quem amamos... a quem nos entregamos...
Era assim q eu me sentia qdo voltei do rio... após uma semana com o dono, e dois dias com meu nego... tudo estava tão diferente... eu me sentia feliz... mas não era só isso, eu estava eufórica... como se tivesse acabado de descobrir um tesouro escondido a séculos...

Na vdd o q eu tinha descoberto não tinha nenhuma importância prá mais ninguém... mas era o q eu sempre procurei... e a felicidade q eu sentia nem parecia com as sensações de um retorno... eu sempre volto do rio cabisbaixa, melancólica e desanimada... já com saudade do dono e do que deixei prá trás...

Mas nakele dia eu sentia tudo diferente, as montanhas do caminho pareciam mais verdes, o ar parecia doce, e as musicas em meu MP4 me reportavam a lembranças impregnadas de significado.
Bom, mas devem estar pensando que descoberta foi essa capaz de mexer tanto comigo... eu vou explicar.

Passei cinco dias com meu dono, claro, q em outras postagens vamos falar disso... e na volta do rio, fiquei dois dias com meu sub ivan... andávamos meio q estremecidos, por causa de algumas besteiras q ele andou fazendo... por alguns meses tivemos duvidas se ele continuaria comigo... enquanto eu viajava do rio a Colatina onde eu o veria, fui refletindo o q exatamente eu devia fazer, como consertar as coisas, q atitudes tomar para q ele entendesse o q eu queria...
Nesse dia, lembrei de algumas palavras do dono sobre o significado de ser sub, e de algumas coisas q minha madrinha jade me ensinou... conversamos mto e ela sempre me lembra o significado do papel q o sub tem, comecei a refletir sobre isso na viagem e planejei exatamente o q ia fazer qdo estivesse com o Ivan...

Acontece q qdo eu conversava com ele mais tarde, nesse mesmo dia, ao mesmo tempo comecei a analisar minha própria história...na medida em q eu exigia dele as atitudes e a postura prá q a nossa história desse certo, tb fui refletindo, sentindo pensando...

Tive que mudar meu modo de agir com ele, Tb tive q mudar de postura... e fui percebendo como um dominador se sentia em relação ao sub... fui percebendo o significado de cada gesto... a sensação de alguns momentos... o sentimento q se tem qdo dominamos... o afeto de um dominador pelo sub...

Ah, como é difícil explicar... o a aconteceu, foi que eu experimentei estar do outro lado do chicote, e então pude entender coisas q eu nunca tinha conseguido nem mesmo acreditar... é, eu tinha dominado o Ivan outras vezes, ele é meu a mais de um ano... mas nakele dia, eu assumi esta posição de fato, de uma maneira pensada, consciente, lúcida...


Nesses dois dias, pude perceber q o sentimento do dominador pelo sub é real... o carinho, o afeto, o sentimento de posse é exatamente o reflexo do que o sub sente... pude experimentar a preocupação, a responsabilidade, até a insegurança de quem domina... e finalmente pude entender coisas q o dono sempre me disse, mas q até então eram um mistério prá mim...

A cada gesto de carinho com meu sub, a cada momento de ternura, a cada repreensão, em todas as sessões... fui me lembrando de momentos parecidos q eu mesma havia vivido... e percebendo q de fato tudo é impregnado de sentimento...
Ao viver este papel de maneira tão consciente, era como se meus olhos tivessem acabado de se abrir... e sabendo como o dom se sentia ao dominar, dos sentimentos q tem pelo sub, e lembrando da forma como o dono me trata, de tudo q faz por mim, de toda atenção, de todas as coisas q ele me diz...

Descobri meu tesouro... uma coisa tão rara... q prá mtos pode ser até banal, mas q prá nós submissas é tudo, absolutamente tudo q desejamos... descobri q o dono realmente me ama... rs, é irônico, e sei q ele vai rir qdo ler isso... assim como riu qdo outro dia repeti um monte de coisas q ele mesmo sempre me disse... mas é diferente... é como estar diante de um espelho vendo uma linda paisagem, mas por algum tempo não sabermos q estamos dentro dela... admiramos, nos encantamos, mas só qdo a tocamos é q podemos descobrir como é linda de vdd...
Ficamos olhando pro espelho, enquanto o q é mais linda está exatamente onde estamos ao nosso lado, ao nosso redor... Finalmente, senti q tudo q eu achava q era um sonho, é real... é sólido... no meu sentimento pelo Ivan, acabei entendendo o sentimento do dono por mim... e nakele fim de tarde... tudo a minha volta parecia ganhar vida, tudo estava mais alegre, mais bonito...

A partida não estava doendo desta vez... vivi dois dias lindos com o Ivan... (apesar do acerto de contas, rsss) e estava voltando prá casa cheia de marcas e lembranças de uma história q está apenas começando, e q vivo intensamente, segundo por segundo...

Bom, rs, foi engraçado, comecei a contar pelo fim, rsss, pelo menos vcs sabem q tudo terminou bem... mas como tenho algumas ordens prá cumprir, até o fim da semana vcs saberão como foram meus dias no rio... só posso dizer q foram lindus, inesquecíveis...

Sei  q não tenho como explicar de maneira objetiva tudo q eu vivi... mas acho q mta gente me entende rs, prá quem não entende, eu faço um convite, viva, seja vc dominador, submissa, fetichista, sei lá, só provando mesmo, prá saber como é.
Bjs a todos e até a próxima.

Amor, não tem que se acabar
Eu quero e sei que vou ficar
Até o fim, eu vou te amar
Até que a vida em mim resolva se apagar
Amor
É como a rosa num jardim
A gente cuida,a gente olha,
A gente deixa o sol bater pra crescer, pra crescer
A rosa do amor tem sempre que crescer
A rosa do amor não vai despetalar
Pra quem cuida bem da rosa
Pra quem sabe cultivar
Amor não tem que se acabar
Até o fim da minha vida eu vou te amar
Eu sei que o amor não tem
Não tem que se apagar
Até o fim da minha vida eu vou te amar
Eu sei que o amor não tem que se acabar

domingo, 11 de dezembro de 2011

Três anos de coleira

Primeira foto após o encoleiramento
Três anos de coleira... e o que eu sinto é tão intenso, que se torna quase inexplicável... como fazer 03 anos caber em um depoimento¿ lembro q eu não acreditava que passaria de 2 meses... lembro q o Senhor ria do meu medo de tudo... e me falava q ainda teríamos mto tempo... eu confesso... no meu íntimo eu não acreditava... te achava otimista demais com relação às expectativas a meu respeito... o Senhor repetia q acreditava mto em mim... e no fundo eu tinha mto medo de te decepcionar...
Este é o DKZINHO, Dono me deu de presente de aniversário em 2009, disse q o DKZINHO iria me vigiar, prá eu lembrar q ele estava sempre comigo, rss.
lembro de tantos momentos que vivemos... de todos os momentos de tensão, dor, carinho... lembro de cada castigo, repreensão... lembro de todos os conselhos, e de todas as formas que o Senhor disse e demonstrou me amar... lembro das brincadeiras... das risadas e do seu silêncio... do silencio de ternura... de quietude... de tristeza e de contemplação...
Como símbolo da minha escravidão, Dono colocou esta tornozeleira em mim em janeiro de 2010, uma corrente, com um pingente de coração com as iniciais DK gravadas.

Quanta coisa vivemos! Quantas histórias! Quantas confidências... depois destes três anos, me olho no espelho e vejo o qto mudei... lembro dakela menina assustada que te esperava numa kit net numa tarde ensolarada de janeiro... com vontade de pular a janela de tanto medo, rssss... eu não tinha noção do qto seria feliz... e o q eu experimentei nakele dia e nos dias que se seguiram foi capaz de me modificar como pessoa... como mulher... modificou meus sonhos, meu modo de falar, de vestir, de ver o mundo, de viver...
Esta é a docinho, um pingentinho de cadelinha dado pelo dono em janeiro de 2010, recebeu este nome por causa do jeito carinhoso do dono me chamar Docinho...

a três anos atrás coloquei sua coleira... no dia 09 de dezembro, um fim de tarde de uma terça feira em 2008... depois de um tratamento de choque (rsss) e mto choro... decidi que queria ser sua...
Anel de dois anos, colocado em meu dedo pelo dono em janeiro de 2011, tem três estrelas douradas, com um significado mto especial para nós, e as inicias DK gravadas por dentro... este anel, assim como a tornozeleira nunca tiro, nem prá dormir... Ele está sempre comigo
e hj depois de tantos momentos lindos, mágicos e difíceis, venho a publico reafirmar que não desejo nada mais do q ser sua em qualquer condição, da forma que desejar, aconteça o que acontecer, me sinto parte do Senhor... sou cúmplice, confidente, amiga, cadela, sub, sou dependente, sou apaixonada...
esta é uma entre as tantas fotos que já tirei do dono, é a minha preferida, ficou mto linda... sei q mta gente concorda comigo, rssss... bom fui a fotógrafa né, rsss, mas ele é lindu mesmo, rsss.

Tenho poucas certezas nesta vida... mas uma delas é q te amo e estou disposta a tudo prá te ver feliz... “que seja eterno enquanto dure...” que venham os próximos 3 meses, 3 anos, 30 anos... quem sabe... tudo o q sei é q meu lugar é aki aos teus pés... sou sua... não é um momento, não é uma fase... estou impregnada desse amor... o senhor já faz parte do que sou... do que sonho e do que vivo... sou sua propriedade, sua peça, sua cadela... sou o q o senhor fez de mim...
cicatriz q ainda carrego
Obrigada senhor por me moldar, podar, educar... obrigada por cuidar tão bem de mim... por me acalmar... me ouvir... obrigada por me entender nas horas q nem eu mesma me entendo, e me aceitar de forma q nem eu aceito... obrigada por cada gesto, cada palavra, por todos os dias e noites q se ocupou comigo, me dando atenção, me aconselhando, sempre presente, sempre constante, foi assim q cheguei até aki, foi por isso que permaneci, e é por isso q vamos seguir, cada dia mais juntos, cada dia mais felizes.
Marca na pele que o Dono renova todos os meses

Te amo mais que tudo.
Bjs em teus pés, sempre sua... eliz.

Alguns momentos, rssss:

Ângulo em que a cadelinha sempre vê o Dono, estou a seus pés...



Chuva dourada


Arrumadinha prá esperar o Dono

Tapetinho

Lição de Casa


Tarefa prá noite
o primeiro hematoma a gente nunca esquece, rsss, em julho de 2009, estreei a cane, doeu mto, mas adorei o resultado, rsss
Quero uma igual, de novo, rssss...




domingo, 23 de outubro de 2011

ÚLTIMA SESSÃO DE AGOSTO

Após um longo periodo sem escrever, vou tentar reorganizar a memória, prá não perder nenhum fato importante... tenho mta coisa prá colocar aki, nossa, considerando tudo q ainda pretendo contar, vai dar umas 30 postagens mais ou menos, rsss, paciência, vamos aos poucos, e a gente chega lá...

em minha ultima postagem falei sobre o penultimo dia do mes de agosto que estive com o dono, uma quarta-feira, dia 17, foi qdo fiquei doente... bom, então vamos partir daí...

Depois de uma noite de febre, mal estar, e sonhos turbulentos, acordei ainda mto fraca e apreensiva, com medo q as dores voltassem... um pouco de chá de cidreira e algumas torradas eram o suficiente prá me alimentar... eu tinha um objetivo... tomaria meus remédios e ficaria bem quietinha prá ficar bem até a noite, qdo o dono chegasse... eu precisava curtir plenamente com ele o ultimo dia, normalmente seria dia de fisting, mas eu precisava estar bem prá aguentar...

conversei com o Dono na net, ele estava preocupado, queria saber como tinha passado a noite, e como eu já havia pensado, confirmou que se pudesse teria ficado comigo, que percebeu meu pânico por ter q ficar sozinha nakele estado, e que tinha lhe custado mto me deixar... akelas palavras me emocionaram vinham confirmar tudo q eu tinha sentido... chorei sem deixar ele perceber... e disse a ele o quanto eu era grata por poder pertencer a ele...

tentei me poupar ao máximo... pq ainda desconfio q meu mal estar é mais emocional do q físico... então não fiquei mto na net... tomei um banho e adormeci novamente... não quis sair akele dia... queria estar com energia para ser fistada... e finalmente a tarde chegou...

me preparei prá chegada do dono anciosa, pois não sabia se ele ia querer me fistar, se ia acreditar q eu estava recuperada, e se ia querer ter sessão depois do mal q eu tinha passado na noite anterior...

o que me restava era parecer o melhor possivel... e eu realmente tinha melhorado....

quando ele chegou, preparei meu melhor sorriso, rsss, e ele ficou observando cada detalhe prá ter certeza de q eu não tava só disfarçando, como percebeu q eu realmente estava bem, concordou em me fistar, mas disse q não haveria sessão, pq não queria me desgastar mto, pois ainda estava fraca...

o fisting akele dia foi delicioso, (se bem q eu não me lembro de nenhuma vez q não tenha sido, kkkk) mas é q eu estava mto ensiosa prá ser penetrada, tanto q a dor não foi tão forte desta vez, e dentro de poucos minutos, senti a passagem completa da mão dele dentro do meu canal vaginal. eu sentia dor, mas estava excitada ao estremo... ele fechou a mão e foi girando dentro de mim, me fazendo sentir espasmos incríveis, e num momento de vai e vem socava a mão e me fazia gozar freneticamente, eu gritei de prazer até sentir a sensação de q ia desmaiar de tanto gozar... só então ele retirou a mão, rsss...

eu suava gelado, realmente, estava fraca, mas estava felizzzzzzzzzz da vida, kkkkk....
nos deitamos juntos, ele me abraçou... e eu só queria ficar em silencio, curtinho o calor e cheiro dele... minha respiração estava ofegante, e ele foi me acariciando, me alisando, me acalmando...

tomamos um banho e fomos pro escritório... lá não tivemos sessão, ele apenas marcou minha pele com o lápis desenhando o K, que sinceramente, é uma das coisas q mais dói... mas ele adora, rssss... e conversamos mtooooo... ele me explicou q não me castigaria akele dia pela malcriação q eu tinha feito no inicio da semana, pois ele achava q eu ainda não tinha me recuperado totalmente... mas voltou a me repreender pelo q eu tinha feito, mostrando seu descontentamento pela forma como eu tinha me comportado, principalmente pq não havia motivos para isso....

meu dono sabe que uma conversa séria e uma repreesão geralmente doem mto mais do q o castigo em si... e eu realmente preferia ter sido castigda do que passar pela conversa... ele não precisa me insultar, nem ser grosso, nem me torturar psicologicamente... apenas o fato de me mostrar o quanto reprova o q eu fiz, já faz doer mais do q qualquer surra q ele pudesse me dar...

felizmente, depois da conversa, ele esquece o ocorrido totalmente, e voltamos a nos acariciar... era hora de despedida, e eu nao tinha nem nõção de qdo o veria de novo... mas ele não permitiu q eu me entristecesse, me lembrou de como temos sorte de ter nos encontrado num universo tão imenso como é o bdsm, de como é bom tê-lo sempre ao alcance pelo msn, telefone, celular... sempre q eu quiser... e principalmente me lembrou q qdo a saudade aperta, eu dou meu jeito e sempre volto... é eu sempre volto... e já voltei, rsss, por 3 dias em outubro, e vou contar, mas só nas próximas postagens, bjs.

domingo, 28 de agosto de 2011

Aconchego


Foi uma noite mal dormida... eu me sentia mal... me sentia uma péssima sub... mas acima de tudo sentia q tinha q fazer alguma coisa prá compensar o q eu tinha feito... Fiquei rolando na cama, sem conseguir dormir, torcendo para q amanhecesse logo... q noite longa... mas enfim, deu onze da manhã, e o dono entrou prá q pudéssemos conversar...

Falei do meu arrependimento, reconhecendo mais uma vez q tinha sido uma atitude infantil, e então eu pedi q ele me castigasse... percebi q ele já esperava por isso... q não falou em castigo exatamente prá me deixar refletir... mas já pretendia me castigar, pois comentou inclusive q já tinha planejado o castigo... e q seria nakela noite...

Só então senti meu coração tranqüilo e dormi...

Acordei eram quase 3h da tarde, e eu precisava comprar umas coisas no shopping... pedi permissão ao dono e saí... comprei o q eu queria e almocei por lá... voltei ao hotel eram quase 5h da tarde... eu não estava bem... mas não quis comentar com o dono... esperava melhorar antes q ele chegasse...

Mas infelizmente não estava melhorando... estava passando mto mal... e comecei a ficar desesperada pq estava dando a hora do dono chegar e eu só piorava... me preparei, me arrumei... e fiquei esperando, indecisa se eu contava ou não q estava passando mal...

Eu sabia q seria castigada akela noite, e Tb sabia q o dono tinha vários planos prá sessão... eu sabia q não estava mal por medo do castigo... mas Tb não queria perder o q ele tinha pensado prá mim... então decidi tentar fingir q estava bem....

Dono chegou, me beijou, mas só de me olhar já percebeu q tinha alguma coisa errada... então eu desisti de tentar fingir q estava bem, e contei q já fazia umas 2h q eu estava passando mal... já falei querendo chorar por saber de tudo q eu perderia... dono já sabe o q eu sinto qdo essas coisas acontecem... se deitou na cama, me puxou pro seu braço e ficou me consolando, falando q cuidaria de mim, e q de qualquer forma seria bom, porque estávamos juntos...

Realmente foi uma noite linda... ficamos grudados o tempo todo... mesmo no escritório, ele puxou um banquinho prá perto da cadeira, onde me mandou deitar acomodando minha cabeça no seu colo, alisava minha testa, fazia cafuné, até me fazer dormir no seu colo... porém apesar de me sentir tão cuidada... eu continuei piorando...

Me sentia fraca... e sentia dores fortes q pareciam cortar meu estomago e me deixavam assustada... eu já tinha tomado remédio... mas nessas horas a gente sempre se lamenta por estar longe de casa... ao mesmo tempo q eu Tb lamentava o fato de já ser o penúltimo dia, e eu não estar podendo curtir o dono...

Dono percebeu q eu tava com medo de piorar... eu via a preocupação no rosto dele, embora me falasse o tempo todo q tudo terminaria bem... akela noite ele voltou comigo ao hotel e subiu até o quarto prá me deixar na cama... pela primeira vez, em quase 3 anos, eu percebi q ele estava com pesar de me deixar... estava preocupado e percebia meu medo... eu senti q ele queria ficar... mas era impossível... então disfarçava a preocupação falando q tudo iria ficar bem... me deu um beijo terno e saiu...

Por um instante eu me lamentei pq ele não podia ficar... porém ao mesmo tempo me peguei feliz por ter sentido nele tamanha preocupação, carinho e cuidado... me lembrei de um dominador q conheci uma vez q me falou q uma sub doente não servia para nada, e de todas as outras vezes q outras subs comentaram comigo q por não estarem bem não viam seus donos... apenas em sessões...

Enquanto eu tinha ficado exatas 05horas no colo do meu dono, sentindo o aconchego e o carinho dele, e por fim toda akela preocupação e todo o pesar por ter q me deixar sozinha... eu percebia, tinha certeza de q se ele pudesse não teria desgrudado de mim akela noite...

Tomei os remédios e me deitei, enquanto estes pensamentos fluíam dentro de mim... não sei se pela fraqueza, ou pela febre... comecei a adormecer... me sentia quase q em transe... pensando em tudo akilo... o olhar preocupado e triste dele na hora de sair... o calor dos braços, o aconchego do colo... eu adormeci tento a estranha sensação de q ele estava ali comigo ...

Pensando bem é uma sensação inexplicável q me acompanha quase q o tempo todo, a presença da alma, a presença do coração, o bem querer, o querer bem tão forte... tão intenso q a distância física e todos os problemas não conseguem nos afastar... coisas do coração que só quem sente acredita, incompreensível aos olhos dos racionais, um mistério q só quem vive ou já viveu consegue desvendar...

Desejo...

Acordei akele dia já eram quase onze da manhã, nossa, dormi 9h direto, e, mesmo dolorida, me sentia feliz e cheia de vontade... Já entrei no MSN falando com o dono que tinha acordado no cio,  e, mesmo tendo gozado freneticamente na noite anterior, eu precisava de mais... mas ele não me autorizou fazer nada sozinha...
Eu queria sair com um vestido mais escandaloso, mas ele percebeu q eu tava mto assanhada e podia acabar fazendo besteira na rua, então mandou q eu colocasse uma bermuda jeans e uma blusa comportada, disse q era prá guardar o tesão prá noite, rssss.
Saí no Méier procurando minhas bugigangas  de sempre... akele bairro parece o paraíso prá mim... tudo nele me lembra o dono... em várias ruas, várias lembranças, mtas histórias... mesmo q ninguém saiba o q eu vivo ali, me sinto diferente, afinal, ali foi onde eu saí marcada com as costas à mostra, nakelas ruas q meu dono me tocou em publico, me deu bofetadas, me disse coisas memoráveis... nekalas farmácias q eu passei por varias vezes a humilhação de pedir KY ao balconista, mesmo vendo q estava na prateleira ao meu lado, só pq o dono queria q eu passasse por essa humilhação... tantas histórias...
Almocei na rua, comprei o q queria, e voltei ao hotel... tomei um banho e dormi... meu kuzinho ainda estava dolorido, e isso me incomodava um pouco... não tinha medo q meu dono quisesse me usar de novo, pois eu sabia q ele ia me poupar até eu sarar por completo... mas a sentir meu kuzinho dolorido  sempre me deixava um pouco incomodada, insegura, sempre q eu me sentava lembrava dakela cena...  só quem já passou por isso prá entender...
Acordei já quase na hora do dono sair do trabalho, continuava mto cheia de tesão, e nesse sentido, sentir akela dor aumentava minha excitação... meu dono repetiu q eu não devia me tocar pq qdo ele chegasse, ele resolveria meu problema...
Nossa, ele chegou, eu o beijei, e percebi q ele tava chupando uma bala... não é mto comum, mas não achei q tivesse nada demais... acontece q era uma halls preta... e era de propósito sim... logo depois dos cumprimentos ele me deitou na cama, levantou meu vestido e começou a fazer sexo oral em mim...
Noooooosssa, akela língua gelada foi deixando minha vagina tão sensível... eu parecia ferver por dentro, ele sugava meu grelinho com tanta força q parecia q ia arrancar... passava a língua por dentro dos meus lábios vaginais, dentro do canalzinho da minha vagina, e voltava a sugar, morder, lamber.... nossa... comecei uma seqüência de orgasmos incrível, ele não parava, eu me contorcia, gemia, me debatia e ele continuava, me fazendo gozar várias vezes seguidas... não sei quantas vezes gozei, só sei q depois de um certo tempo o gozo chegava a doer... era como um choque dolorido q tomava conta da minha vagina, e descia pelas pernas, me fazendo perder o controle dos músculos e gritar de tanto prazer...
A cada vez q eu me contorcia e gritava gozando ele dava uma gargalhada, e me lembrava q valeu a pena segurar o tesão o dia inteiro prá q ele me fizesse gozar assim... quando eu já estava sem forças de tanto gozar, ele se deitou ao meu lado e me deitei sobre a sua barriga e qdo dei por mim, já estava fazendo oral nele...
Seu pênis me atraiu como se fosse uma hipnose, então eu comecei a chupar deliciosamente fazendo questão de engolir inteiro e deixar q ele tocasse no fundo da minha garganta... gosto da sensação de impotência q sinto qdo ele me segura assim com o pênis atolado na garganta...
Então fiquei de quatro, e ele prendeu minha cabeça entre as pernas... segurando minha cabeça, começou a fazer os movimentos de vai e vem dentro da minha garganta... eu tentava respirar prá controlar a ânsia, enquanto ele literalmente fodia minha garganta... qdo percebia q eu estava no limite, ele me prendia com o pau atolado bem fundo me asfixiando, e segurava forte, me deixando ficar completamente sem ar, até começar a me debater... qdo começava a me debater ele me segurava mais, até amolecer sufocada, então ele me soltava...
Ele repetiu isso umas cinco vezes, prendendo minha cabeça entre as pernas, socando o pau no fundo da minha garganta  e me asfixiando em seguida até o limite... essa seqüência aumentou minha sensação de impotência nas mãos dele pq eu já estava mole, cansada, mas essa impotência, essa fragilidade me deixava ainda mais excitada... afinal, toda sub gosta de se sentir um brinquedo nas mãos do dono, impotente, indefesa, frágil... o prazer está em ser usadas das formas mais selvagens para lhe dar prazer, todo prazer q for possível. Quanto mais forte, quanto mais voraz, mais prazeroso se torna prá nós...

Já mole na cama, ele me deixou descansar... abraçadinha é claro... depois de um tempo fomos para o banho, e no banho fiz questão de fazer algo q sempre acho difícil, mas que o dono adora... qdo entramos no chuveiro, percebi q ele queria urinar... ele as vezes manda, as vezes deixa q eu escolha... nesse dia eu quis fazer... me ajoelhei comecei a lamber seu pênis  por inteiro, especialmente a cabeça, até sentir a urina saindo... controlei meu impulso, e continuei chupando como se fosse sexo oral normal... fui deixando a urina escorrer dentro da minha boca, entornando no meu corpo, em vez de me forçar prá engolir, preferi caprichar no q estava fazendo, e continuei chupando ele enquanto urinava... qdo já estava no fim, intensifiquei as chupadas, engoli um pouco da urina e continuei chupando até ele me pegar pela mão e me levantar para terminarmos o banho...
É raro eu fazer isso por opção, mas vou tornar um hábito... sei q tem mto mais valor eu me humilhar sem q ele mande, especialmente nakilo q ele sabe q é difícil prá mim... assim como outras situações q nós dois já sabemos q eu tenho dificuldade... me humilhar pro meu senhor nunca pode ser difícil, pois sei q a humilhação é uma das práticas preferidas do dono.
Terminado o banho, ele separou o q queria usar na sessão: uma corda  e uma colher de pau... avisou q iria torturar meus seios, o q me deixou mto animada, pois adoro tortura nos seios, e fico excitadíssima qdo sinto dor neles, me sinto pilhada, e mesmo tendo gozado tanto, fiquei cheia de tesão...
Fomos para o escritório conversando descontraídos, eu estava mto feliz... os castigos já tinham passado, e eu só estava no inicio da semana, não precisava pensar em despedida, estava tudo perfeito...
Chegando ao escritório ele adiantou o q tinha q fazer enquanto eu me agarrava as suas costas, beijando sua nuca, cheirando o cabelo... mordendo a orelha... podem acreditar ele consegue trabalhar assim... só q as vezes eu o pego de olhos fechados curtindo, mas ele disfarça e volta ao trabalho, aí eu pergunto, se estou atrapalhando, rsss, e ele responde q não q eu devo continuar minha obrigação, rssss...
Toda vez q descrevo estes detalhes me lembro das amigas subs q sempre comentam o blog, pois sei q só nós conseguimos entender como esses detalhes são importantes prá uma submissa... guardamos cada detalhe do dono em nós como se fosse um tesouro... tudo é marcante... o cheiro, a testura da pele, o toque, o gosto... nos apegamos a todos os pormenores com a intenção de gravá-los em nós... sei q nessas horas o dono ouve minha respiração mudar... e as vezes se preocupa... mas na verdade é apenas a emoção de estar ali e o desejo profundo de guardar akele momento, se pudéssemos perpetuaríamos akele momento para q ele não passasse nunca... minha respiração muda pela emoção e pela melancolia de me lembrar que ainda vou sentir mta saudade desse instante...
Dono encerrou o q estava fazendo e me mandou pegar o q ele havia separado... a corda e a colher de pau q estavam na bolsa...
Me sentei já ofegante, adooooro torturas nos seios... ele amarrou meus seios bem apertados, prendendo bastante o sangue... enquanto eles mudavam de cor foi fazendo carinho com as pontas dos dedos, me fazendo deliciar com a sensação de sensibilidade q os seios ficam qdo são amarrados assim... depois de uns 15 minutos meus seios já estava bem roxos, ele pegou a colher de pau e começou a bater...
Escolheu um lugar onde eu pudesse ficar marcada, prá não aparecer nos meus decotes... e começou a dar pancadas fortes no mesmo lugar... eu sentia queimar o lugar onde batia... sentia os vazinhos estourando como se fossem várias agulhas cravando na pele, qto dei por mim eu já podia sentir o sangue alto debaixo da pele, nossa, os hematomas ficariam lindos...
Dono repetiu o mesmo processo nos dois seios... a dor é bem intensa, mas prá quem gosta de hematomas eu recomendo... assim com os seios amarrados eles ficam bem mais fortes, adorei o resultado...
Depois de bater nos meus seios até conseguir o resultado q queria dono ainda deixou amarrado por mais um tempo, me proporcionando mais dor... pois o lugar dos hematomas queimava como se o sangue quisesse rasgar a pele, ao mesmo tempo ele fazia carinho especialmente nos bicos aproveitando a sensibilidade q nakele momento estava 10 vezes maior... foi um momento mto gostoso...
Em seguida ele me mandou tomar meu “posto” no chão, fazendo sexo oral nele, como de costume... enquanto ele ficava navegando na net vendo filmes SM e batendo papo...assim o fiz... adoro este momento no fim da sessão qdo sempre fico fazendo oral no dono até ele gozar e me alimentar, rsss... mas...
Por infantilidade minha, durante o tenho q eu fazia oral no dono, fui malcriada, fiz pirraça, por uma bobagem sem qualquer sentido... como sempre ele segurou a irritação, prá não estragar o momento... dono nunca perde a calma... me deixou terminar... gozou e só então conversamos... a conversa foi séria... difícil... e me tirou o sono akela noite...
Dono não falou em me castigar... mas estava chateado com meu comportamento... e eu senti q o castigo seria a única forma de zerar tudo e ficar tudo bem de novo... então... já na quarta feira, esperei q ele entrasse no MSN e contei q tinha passado quase toda noite em claro...
Depois de tanto desejo... tanto tesão... errei em uma coisa tão simples... e senti na prática o quanto a relação bdsm supera o simples fetiche de ser usada por alguém... do desejo de gozar... do desejo de ser usada, humilhada... do desejo de ter sexo de todas as formas q o dono quisesse... passei ao simples, e profundo desejo q ele me perdoasse, e de q eu pudesse reparar a malcriação q eu tinha feito...
Este desejo forte no meu intimo só vem confirmar o q eu sempre acreditei e senti... q para além do sexo... a submissão está na essência da alma... na forma de ser... o q me faz concluir q a submissão não é uma opção... é akilo q sou, q sempre fui e q sempre serei...