segunda-feira, 2 de novembro de 2009

AMOR CEGO = ENTREGA SEM RESERVAS


Depois de um domingo de chuva, pensando nos acontecimentos, meu coração está leve, voltei a me sentir segura, afinal meu porto seguro está onde sempre esteve...
Venho descrever as emoções vividas na terceira sessão do mês de outubro...
Estava aproveitando minha estada no rio para descansar... acostumada a trabalhar até 15 horas diárias sem interrupção, eu realmente precisava de um tempo de descanso... considerando que meu dono nunca faz uma sessão se a gente estiver sentindo qualquer mal estar, nem q seja uma dor de cabeça, eu sempre procuro me poupar o máximo para estar inteirinha pra ele...
Acordei já era quase 11 da manhã e dk já estava on line, perguntei se ele queria q eu comprasse mais algo para a sessão e ele me disse q não precisava, ele já sabia o q queria fazer e tinha tudo que precisava... aproveitei pra perguntar o q ele queria q eu separasse pra sessão, é claro q ele percebeu q eu estava curiosa qto ao q me esperava nakela noite, e não fez mistério... me mandou separar cordas, vibrador, as velas coloridas, o isqueiro, um chicote e o óleo de amêndoas para lubrificar... sim, eu já sabia o q me esperava, ele iria me fistar...

Gosto de fisting... já tinha sido fistada 3 vezes até akele dia.... mas sempre dá akele friozinho na barriga lembrando da dor aguda q eu sinto na hora, porém o prazer é sempre maior.... pedi o almoço no quarto mesmo e passei a tarde cochilando e teclando com meu dono... tendo chegado as 18h ele saiu do trabalho e eu fui me arrumar...

Preparei a bolsa com tudo q ele mandou, tomei um banho gostoso, me perfumei, me vesti (com o vestido, sempre sem nada por baixo) e fui prá porta esperá-lo...

Não esperei mto, logo ele chegou e subimos... ao sair do elevador ele reclamou q não tinha ganhado beijo, e eu brinquei q esperei ser beijada, mas que dakele dia em diante eu ia aprender a ataca-lo, rsrsrs....
Fiz os cumprimentos e seguimos para os carinhos como ele gosta... tirei suas roupas, começando sempre pelos sapatos e meias, beijando com devoção os pés, chupando cada dedinho, tirei sua calça jeans, sua camisa e tudo mais, beijei suas pernas, coxas, barriga, suas mãos, seu pescoço, orelhas e me demorei beijando sua boca....
Nos acostumamos a brincar com o beijo, geralmente a língua dele persegue a minha, kkkkk, q tenta se esconder e qdo é pega é tão sugada q parece q vai arrancar... fez isso tantas vezes q qdo cheguei em casa percebi o motivo se sentir a língua tão dolorida, havia um calo de sangue debaixo da língua, kkkkk.

Meu Senhor continuou a me torturar e acariciar alternadamente, me dando tapas e apertões por todos os lados, principalmente nos seios, a cada gemido meu eu sentia que ele se excitava, e eu me empolgava sugando seu pênis com tanto gosto que nem senti o tempo passar... já estava em cima da nossa hora e corremos pro banho, jantamos rapidinho e fomos pra sessão...

Chegando ao escritório como sempre, meu dono deu uma importância especial aos cumprimentos, por mais q a gente ria juntos, fale de assuntos corriqueiros, e até discuta política, em nenhum momento nossos papéis se confundem, e a hora dos cumprimentos é uma recordação de q eu sou a escrava e ele o Senhor... no início eu ficava constrangida de parar o papo na metade pra me ajoelhar e beijar os seus pés, sobretudo nas sessões em q eu estava sozinha...

Com o passar do tempo, fui aprendendo a saborear esse momento, sentir q é carregado de importância e de significado e q pra mim é sempre um momento único, ainda q eu faça tantas vezes, cada dia uma entrega, e ele entende isso, é como se repetisse a cada vez q pertenço a ele inteiramente e a cada beijo q me dá ao final do cumprimento, é como se selasse o momento aceitando a minha entrega... não há portanto motivo pra nenhum constrangimento, por que este gesto não é uma humilhação, é um sinal de nós dois estamos conscientes de nossos papeis, e q nos entregamos akele momento com mta alegria por sem sempre um momento único...

Terminado o cumprimento dk começou a preparar o lugar para o fisting, tinha me dito q iria me amarrar prá me fistar, e isso não me assustava, pelo contrário, me deixava mais excitava, só ia dificultar o final, já q eu adoooro me masturbar durante o fisting.

Colocou o banco na frente da sua cadeira, e ao alcance o vibrador, o chicote, as velas, o isqueiro e o óleo de amêndoas... me mandou deitar, amarrou meus calcanhares nas laterais dos pés do banco deixando minhas pernas bem abertas, amarrou meus punhos na barra de ferro q tem debaixo da mesa, pouco acima da minha cabeça, e já foi me avisando q dessa vez não ia ter como eu me soltar sozinha como de costume, realmente tinha ficado mto bem amarrada...

Terminando de amarrar meus pulsos, já começou a dar tapas no meu rosto e nos meus seios, claro, ele não perde tempo, rsrsrs...

Pegou o chicote me deu umas chicotadas nas coxas e na vagina só pra esquentar, hummmmmmmmmmmm, em seguida pegou a vela, e comentou q achava q ela poderia me queimar mto pq tinha mta tinta, tanto q estava saindo no plástico, como eu já tinha ficado com uma queimadura no seio direito, q me deixou cicatrizes, disse a ele q estava com medo...

Foi mto bom ver a postura dele nessa hora, achei q ele ia insistir, mas não, apenas disse: “se vc está com medo, não vamos usar”, deixou a vela de lado, ligou o vibrador e começou a me estimular... enquanto eu me entregava ao prazer e deixa meu corpo reagir, comecei a pensar em como era bom saber q ele entendia o meu medo... eu estava amarra, não poderia escapar, e me conhecendo como conhece, ele sabia q eu não iria reclamar se usasse a vela contra a minha vontade, mas ao contrário, ainda q totalmente dominada e exposta, minha vontade foi considerada...

Bom eu sei q isso não é “regra” em mtas ocasiões dk dobrou a minha vontade, me submeteu, me obrigou a fazer o q ele queria, entendi q ele recuou pq desta vez eu correia o risco de ficar com outras queimaduras e futuramente outras cicatrizes, e portanto era a vontade dele me ouvir, sua vontade prevaleceu sobre a minha, como sempre foi...

Fui me deixando levar pelo prazer, e gozando inúmeras vezes enquanto ele estimulava meu clitóris e se preparava para me fistar, já penetrando minha vagina com os dedos, após alguns orgasmos ele parou e passou óleo de amêndoas por toda a mão, minha barriga gelou, estava na hora do fisting começar....

Como sempre, fechei os olhos e tentei esquecer o medo da dor, fui aproveitando os orgasmos, e sentindo a força dele se impulsionando dentro de mim, me sentia tomada por um prazer forte e doloroso, tão intenso q meu corpo inteiro tremia... ele forçava a penetração com calma, bem devagar, e a cada vez q eu gozava, avançava mais um pouco dentro de mim, comecei a sentir q ele mexia a mão, virando-a me arrancando gemidos alucinados, e dor e de prazer intenso, e eu tinha orgasmos tão fortes, e a dor era tão aguda, q meu corpo inteiro suava frio e tremia, de repente olhou pra mim, perguntou como eu estava me sentindo, e eu só respondi q não queria parar, mas seus olhos estavam preocupados, e ele me disse q eu estava com os lábios brancos, sem uma gota de sangue, e se ele continuasse eu poderia desmaiar....
Eu não queria realmente q ele parasse, mas me sentia tão mole e tão fraca q tb não duvidava da possibilidade de um desmaio... e ele foi retirando a mão devagar, fui sentindo a dor aliviando, com apenas uma mão ele desamarrou meus calcanhares, pra q eu pudesse descansar as pernas, e foi lavar a mão, me trazendo água em seguida, me dando de beber, e passando as mãos com água fria no meu corpo pra me acalmar. Desamarrou minhas mãos, se sentou novamente na cadeira e ficou acariciando meu corpo, com a pontinha dos dedos, me fazendo arrepiar...
Minha respiração foi voltando ao normal... fui relaxando, estiquei as pernas e braços pra descansar do tempo q estive amarrada, e qdo estava bem, me sentei e recostei no seu ombro...
Ele estava no msn contando o q tinha feito pra stela... na verdade sentia q ele queria mesmo era ter nós duas juntas nakela noite... já descansada tomei meu posto, sentando no chão a sua frente, como ele fala: “vem fazer sua obrigação” rsrsrs... e fiquei fazendo sexo oral até a hora de sairmos... estava acabando o meu 3º dia com ele, e eu já me preparava pra choradeira do dia seguinte, dia de ir embora...

Fiz novamente os cumprimentos, e fomos para o hotel... me despedi e entrei ainda sentindo meu corpo reagir aos prazeres dakela noite... estava feliz, me sentia realizada, e ainda teria mais um dia pra viver akele sonho...

Hj já é manhã de segunda feira meu Senhor, sei q qdo ler este relato, já vai ter uma breve noção do q eu passei esses dias longe do teu contato...
Sim, sofri bastante por alguns fatos, chorei, tive insônia, mas como sabe, depois das minhas crises, consigo pensar...
Vejo melhor as coisas, consigo ver onde errei e o q pode ser feito...
Errei me deixando levar por bobagens, por acontecimentos q, diante de tudo q somos e vivemos, não têm nenhuma importância...
Me entreguei a dúvida na hora em q fiquei triste, comecei a fraquejar...
Mas hj vendo e pensando melhor nos fatos, percebo q sou forte, pq o Senhor me fez forte e equilibrada, minha força vem do amor q eu sinto e da confiança cega q tenho no Senhor meu dono, apesar de todos as nossas tempestades, o Senhor continua sendo meu porto seguro, digno do meu amor, e da minha entrega incondicional, meu sentimento pelo Senhor não se abalou, e como eu já disse em outras oportunidades não vai se abalar...
Sim, mta coisa me assunta, o Senhor conhece meus medos e meus pontos fracos, e cuida pra q eu não me perca...
Há pessoas q tb conheceram meus pontos fracos, e q ao contrario do Senhor, tentaram me fazer desmoronar,
Não vou sucumbir conforme a vontade destas pessoas, pq meu sonho e sua vontade em minha vida são mtoooo mais fortes... nasci sub, cresci como sub aos teus pés, e não vou perder o q eu sou, o q o Senhor fez de mim por causa de acontecimentos banais... fui mto bem ensinada meu Senhor, mto obrigada, nessas horas, percebo o qto aprendi, e realmente sinto q sou sua extensão, o Senhor está em mim, dentro de mim, na minha mente, no meu coração, e na minha alma...

Eu entendo suas atitudes, sem q me explique, e nada vai mudar o q o Senhor é pra mim: é meu Dono, meu mestre. meu Senhor, o Dominador da minha vontade, e eu permaneço a seus pés: sou sua escrava, sua submissa, e tudo mais que quiser fazer de mim...


TE AMO MAIS Q TUDO, beijos em teus pés, sua eliz.


AMOR CEGO = CONFIANÇA CEGA


Nestas noites q se tornam mto mais escuras, mto mais longas e mto frias, qdo o amor q eu sinto de tão cego consegue me esconder as saídas, e me dói tanto e machuca a ponto de me desorientar, percebo que minha confiança precisará ser ainda mais cega que meu amor, diante da minha impotência, da minha pequenez, da minha insignificância, nada posso fazer a não ser amar e confiar e resistir a dor que a cada dia que passa me parece mais forte e mais cortante.

Quisera eu que essa dor estivesse na minha pele, na minha carne, e q cessasse segundo a vontade do meu dono... mas não está... fruto desse amor cego, minha dor ultrapassou meu coração, atingiu a minha alma e é uma dor q sei q ele não deseja q eu sinta... me sinto atada, humilhada, impotente, insignificante... e na minha insignificância sinto o abandono, o frio e a escuridão...

Nesse amor cego, minha confiança há de ser cega, e minha alma há de ser forte, e meu coração há de suportar, e apesar de todas as palavras q eu já calei, e apesar de todo meu silêncio, meu dono, q há tanto tempo aprendeu a ler meus sinais, há de decifrar meu sofrimento e trazer algum alivio para o meu coração.

Bem, isso é o q eu sinto no exato momento em q escrevo, madrugada de domingo, tão escura, tão longa e tão fria, mas me alivia lembrar dos últimos dias de sonho q passei aos pés do meu dono...

Era quarta feira, segundo dia de sessão, eu ainda ficaria até sexta, me sentia feliz e realizada, tinha ordens para comprar alguns itens: velas coloridas, um isqueiro, e material para confeccionar um chicote... não tinha mta noção de onde procurar, mas estava excitada com a idéia de confeccionar sozinha um chicote pro dono usar em mim...

Não demorei mto a encontrar, depois de passar por alguns camelôs, e por algumas lojas cheguei a uma galeria q eu já conhecia bem, e me lembrei de uma loja especializada em bijuteria que provavelmente teria o q eu precisava, e tinha....

Lá eu comprei tiras de couro pretas, tiras vermelhas de algodão encerado, q eu achei interessante, pingentes pra amarrar nas pontinhas, algumas peças q poderiam me ajudar a fazer o cabo, e umas cordinhas pra dar acabamento. Na mesma galeria achei uma loja de produtos esotéricos onde comprei as velas coloridas, e o isqueiro comprei num camelô no caminho de volta... precisava de material prá fazer os cabos, vi de longe uma loja de materiais de construção e enquanto eu mudava meu caminho fui pensando numa forma de explicar o q eu queria pro vendedor....

Perguntei se ele vendia o cano de pvc, mas q eu queria dois pedaços pequenos... ele disse q só vendia o metro, eu disse q não tinha problema, eu pagaria o metro, mas queria dois pedaços pequenos de quinze centímetros, constrangida sem coragem de falar pro q era, disse q precisava de encaixar em um conserto com akele tamanho, o vendedor insistiu q mesmo assim, deveria trazer o metro inteiro, bom, eu insisti mais, até q ele cortou os dois pedaços de cano, me fazendo trazer o restante do metro, aiaai, passei numa papelaria comprei fita isolante e fita adesiva vermelha, pronto, encontrei tudo q eu tinha pensado, voltei pro hotel, precisava começar a trabalhar...

Enquanto eu falava com meu dono no msn fui montando o chicote, e experimentando akela sensação de humilhação e entrega que isso me proporcionava, montar o chicote com o qual eu mesma iria apanhar, me parecia irônico e engraçado, ao mesmo tempo em que me dava um gostinho gostoso de sentir q evoluí mais um pouquinho como escrava...

Nesta tarde, nossa conversa tinha teor especial, eu e meu dono conversamos sobre a possibilidade da entrada da stela, e como já era de se esperar ele queria a minha opinião... isso é regra na família, alguém só entra se for do desejo de todos, nakele momento todos éramos só nós dois, rsrsrs... stela já vinha conversando com dk desde maio, já era outubro e vinha mantendo uma postura mto madura, mto centrada, como diz o dk, ele me pontuava o qto ela tinha amadurecido nestes meses e eu percebia nas palavras dele q ele realmente desejava q ela viesse... tb avaliei q ela tinha mto q somar se juntando a nós, e q sempre teve mta consideração e amizade por mim, concordei com a vinda dela, fato q percebo, alegrou mto meu dono.

Os chicotes estavam prontos... já eram quase seis da tarde... decidimos o jantar e ele saiu do trabalho pra vir me encontrar... tomei meu banho, pedi o jantar no quarto, deixei os chicotes sobre a cama e fui pra porta do hotel encontra-lo... enquanto eu estava chegando, já o avistei imponente vindo ao meu encontro... pra mim akela é a visão do paraíso, do meu paraíso...

Me deu um beijo no rosto, perguntou como eu estava e seguimos juntos pro hotel... como de costume nos beijamos no elevador, chegando ao quarto eu fiz os cumprimentos, entreguei os chicotes e fomos nos aconchegando na cama, fazendo carinhos, e como eu já esperava, enquanto me acariciava ele foi testando os chicotes em mim... aproveitei para completar o momento fazendo um delicioso sexo oral enquanto ele me batia... nossa, pra mim essa cena é sempre perfeita... e como ele gozou deliciosamente, acho q ele tb gosta, rsrsrs...

Nos levantamos, fomos pro chuveiro, e nos beijamos longamente durante o banho, comemos juntos e ele foi separar o que queria levar para a sessão: cordas, vibrador, plug anal e os chicotes novos, é sempre arrepiante e excitante assistir ele separar o q vai usar, e é delicioso o modo como ele me olha a cada peça q escolhe...

Chegamos ao escritório, beijei os pés, as mãos, ele me beijou, e logo em seguida começou a pensar em como iria me amarrar, foi gostoso ver ele mesmo pontuar a entrega e a confiança de quem se deixa amarrar, observando de maneira, quase ameaçadora: “vc fica totalmente imobilizada, e eu faço tudo q eu quiser”, hummm isso não me assusta, ao contrario, só expressa a maneira como eu me sinto durante as 24 horas de cada dia q eu vivo...

Me mandou deitar de bruços sobre um banco, procurou uma posição q eu agüentasse sem me forçar tanto... me mandou sentar bem na ponta... ou melhor deitar na ponta de forma q minha vagina ficasse exposta fora do banco, amarrou meus calcanhares nos pés do banco, esticou meus braços amarrando meus pulsos nos pés dianteiros... pelo modo em q eu fiquei esticada me sentia imóvel, com pouquíssima folga para movimentar as pernas e descansar de vez em qdo...

Não sei ao certo, mas fiquei mais de uma hora amarrada nakela posição... dk começou experimentando os chicotes nas minhas costas, enquanto me fazia chupar o vibrador e o plug anal afim de lubrifica-los para ele usar em mim... encaixou o vibrador ligado dentro da minha vaginha e me pôs o plug, e foi fazendo movimentos com eles dentro de mim até q eu gozasse várias vezes seguidas, nem sei qtas foram... com o plug encaixado e o vibrador ainda ligado continuou a bater, pelo jeito meus presentes tinham agradado, os chicotes novos renderam bons gemidos e minha pele bem marcada do jeito q o dono gosta... ele acariciava as minhas marcas, me cravando as unhas e fazendo arder ainda mais...

Depois de perceber q eu já estava mole de tanto apanhar e gozar ele me desamarrou, me deu água e me deixou descansando pertinho dele...

Como já era de se esperar, eu não demorei mto a pedir pra fazer sexo oral de novo, e assim fiquei sugando e saboreando até a hora de ir embora... enquanto isso meu dono entrou no msn, e todo feliz declarou a stela q a partir dakele dia deveria usar suas iniciais, estávamos os três mto felizes...

Os fantasmas q me cercavam estavam ficando pra trás, o sorriso dele, e a confirmação de q ele estava bem era o q eu precisava para me tranqüilizar, me vesti novamente, e viemos pro hotel, onde eu descansei nakela noite, repleta da dor e do prazer q eu senti, já sonhando como seriam os dias q estavam por vir...

Já está amanhecendo, é manhã de domingo... minha dor não passou... me resta tentar cochilar por algumas horas, o máximo q eu puder, para q o feriado passe rápido, para q a terça venha e traga meu dono de volta prá mim, para q ele possa me acalentar e acalmar meu coração... até lá... vai doer... e eu vou ter q agüentar...

Te amo dono, e percebo, q tenho a confiança cega q eu precisava para sobreviver a tudo isso... tenho medo de sofrer, ainda mais do q estou sofrendo... mais sei, por tudo q vivi, q essa dor vale a pela, pelas palavras de amor que tem dedicado a mim...

Beijos em teus pés, sua eliz...



quinta-feira, 15 de outubro de 2009

primeira sessão de outubro: a emoção de novas sensações

entre as sessões de setembro e outubro aconteceram mtas coisas, deixei de ter irmãs, agora estou sozinha, me sinto meio q perdida, na verdade a minha maior preocupação e a mais angustiante é a sensação de q não sou suficiente prá ele...


tentei distrair meu dono, nãao queria pensar nem na possibilidade de ver ele triste... já bastavam os problemas da sua vida baunilha aos quais eu não tinha nem acesso, queria q ele pelo menos enquanto dominador fosse feliz, e estava disposta a qualquer sacrificio para isso...

infelizmente meus sacrificios não foram suficientes, existem coisas q não dependiam de mim e q o deixaram triste, decepcionado, e eu não podia fazer nada, a sensação de importência diante dessa situação me feriu mto, e eu chorei amargarmente por pensar na possibilidade dele estar sofrendo... e ainda choro, toda vez q penso nisso...


felizmente, ao vê-lo comprovei o q ele já tinha me dito, q estava bem, q estava em paz... ele tinha o sorriso nos olhos como sempre... e por isso meu coração conseguiu descansar um pouco...

contei a ele como tinha sido a experiência de comprar meus acessorios novos no sex shop enquanto outros cliente me olham escolher descaradamente um vibrador novo e um plug anal... da mesma forma q tive q passar pelo constragimento de entrar numa farmácia prá comprar camisinhas e passar com os 3 pacotes pelo caixa enquanto algumas senhoras me olhavam com ar de reprovação... foi uma sensação de liberdade, misturada com o sentimento de submissao q me excitou e me fez agir como se fosse a coisa mas natural do mundo...

meu dono se divertiu me vendo contar, rsrsrs...

como tinhamos pouco tempo prá ficar no hotel, fizemos apenas alguns carinhos na cama, ele me deu algumas palmadas e alguns beliscões, ainda não entendo essa força q ele tem nas mãos, fiz alguns minutos de oral e fomos para o banho... no chuveiro enquanto ele se molhava começou a urinar em mim, acertando propositalmente minha barriga, vagina e coxas...


como eu já tinha passado pela experiência de beber a urina dele, a sensação de recebê-la na pele não foi nada demais, ee foi um tanto erótico, o olhar q ele mantinha nesse momento era incrível, ele ria percebendo meu olhar meio q amedrontado e ele sabia pq, eu temia a possibilidade de uma ordem para beber, tendo em vista q ainda não consigo fazer isso com facilidade... ele fez questão de dizer q eu poderia ficar tranquila pq ele não estava com vontade de fazer isso hj, e eu respondi q se ele me mandasse eu obedeceria... prá não perder a oportunidade ele fez questão de dizer q tinha certeza q eu obedeceria e q por isso não fazia questão nenhuma, e eu sorrindo retruquei q nunca neguei e nunca negaria por estar consiente de q isso é q ativa a sua vontade...


(com DK é assim, ... eu não sou boba de falar q não vou... pq se eu disser q não, aí é q eu vou ter q ir mesmo... felizmente aprendi isso rápido e demonstrar obediência tem me poupado vários sacrificios... rsrsrs... sou pessoa de sorte, rsrsrs)


saímos do banho e fomos comer, enquanto comíamos contei a ele q tinha sido cantada pelo taxista... e ele me lembrou de um antigo pânico q eu tenho, me falando da facilidade q eu teria se ele mandasse eu me vender... claro q nem esperou eu expressar meu medo, e logo acrescentou q não planeja me mandar fazer isso, mas q sabia q eu faria se ele mandasse...



essa história de me vender é um dos desafios q me fez qdo me aceitou... perguntou se eu obedeceria, e eu, apesar da minha inexperiência já sabia q não podia dizer não, disse q se mandasse seria mto dificil, q me sentiria desvaloriza, o q me magoaria mto, mas q eu faria por obediência... a partir de então eu sempre tive medo dessa ordem, mas qdo comecei a conhecê-lo melhor percebi q ele tinha feito akilo prá me testar e q realmente faz de tudo prá não me magoar... isso só aconteceria como um castigo extremo, no qual eu acredito q ele tb não teria nenhum prazer em me aplicar, e numa circunstância grave, o q não há de acontecer nunca, assim espero...



fomos para a sessão, ele quis levar as codas, o rolo de viés q eu comprei e os prendedores... me disse q eu iria experimentar sensações novas hj e a primeira foi logo q entramos no elevador, eu sempre soube q o elevador do prédio tinha uma câmera, mas inexplicávelmente ele abriu a calça e me mandou fazer oral, sem perguntar nada eu fiz, só qdo parei é q fui perguntar sobre a câmera, e ele explicou q havia sido desligada, mas até ai eu jpa tinha quase enfartado, kkkkk...


saindo do eleevador outra surpresa, em vez de me conduuzir até a porta do escritório, me pegou pelo ombro e foi me levando pro outro lado do corredor entrando numa porta q dava para as escadas, me colocou no canto da porta, abriu a calça e qdo eu ia começar o oral apavorada me deu uma bofetada mto forte, me deixando chupá-lo em seguida... eu estava com mto medo, e a pele do meu rosto ardia, depois de alguns minutos, me levantou, fechou a calça e tocou meu ombro me coonduzindo de volta pro corredor... perguntou baixinho se eu tinha gostado... e eu respondi num sorriso: "adoreiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii" rsrsrs



é estranho fazer os cumprimentos sozinha, é nessa hora q eu sempre lembro q sou unica... apesar de saber q tem gente nova chegando, uma candidata forte, e querida, q sinto q gosta mto do dk, e desde q faça ele feliz e o respeite terá meu total apoio, e será mto bom tê-la comigo...


DK tirou meu vestido, me sentada, puxou meu braços para traz e os amarrou, amarrando em seguida os meus seios, entrelaçando o meu pescoço, começando uma asfixia leve, q nõ chega a sufocar, perguntou várias vezes se eu conseguia respirar, e me mandou avisar se a respiração ficasse dificil, em seguida começou a brincar com meus seios, colocando prendedores em forma de K na pele, os coloridos doem, mas é uma dor suportável, mas os pretos doem de maaneira incontrolável, dor q foi esquecida na medida em q ele foi controlando meu clitores e me estimulando ao mesmo tempo em q me beijava, tive vários orgasmos seguindos, meu clitores chegava a doer de tanto prazer, e eu não consiga me controlar...



especialmente pq nesse momento ele me mostrou uma outra sensação nova, a asfixia durante o orgasmo, é uma coisa incrível, pq geralmente durante o orgasmo costumo contrair meus musculos, e durante a asfixia fiz o contrário, amoleci o corpo e me entreguei ao orgasmo, enquanto ele apertava a minha garganta e me masturbava com a outra mão, relaxei inteira e me entreguei ao prazer, q fooi indescritivel, noooooosssaaaaaa.....



DK esperou q meu corpo de acalmasse e resolver testar outra amarração... me mandou debruçar sobre a cadeira, e com o vies foi amarrando minhas coxas, braços, costas, até q eu fiquei totalmente imobilizada presa a cadeira começou então se divertir comigo, totalmente imobiliada e entregue... primeiro me colocou prá fazer sexo oral me dando fortes bofetadas, dakelas de deixar tonta e desorientada, alternando com os momentos em q ele dava a volta encaixava o penis na entrada do meu anus e me estimulava sem forçar a penetração, apenas me enchendo de vontade, e voltava ao sexo oral e as bofetadas, fez isso por um bom tempo, o q me excitou demais tb, alternando com palmadas fortes, não sei dizer em q momento eu gozei, só sei q gozei de novo, rsrsrs...


meu corpo inteiro doia, fiquei acho q uns 40 minutos nakela posição, desde o início dk me avisou q são posições incômodas q doem com o tempo, e realmente dói bastante... preciso melhorar minha flexibilidade muscular, aiai, tô perdida...



depois de desamarrada, fui sentar pertinho dele, prá sentir o cheiro e fazer uns carinhos, claro q não demorou mto prá eu começar fazer oral de novo, e como a posição era favorável, dk começou a penetrar com os dedos no meu ânus, me arrancando gemidos de dor e ao mesmo tempo de prazer, o q me fazia chupar ainda com mais vigor e vontade, fazendo-o gozar deliciosamente dentro da minha boca, e é claro, saboreei tudo sem disperdiçar uma gota sequer... eu fiiquei molinha recostada no peito dele, olhei nos olhos dele e repeti q o amava, e acrescentei q eu já sabia q não era sempre q ele me diria o mesmo... ele riu e disse q realmente não me dirá sempre, q isso seria usado como uma recompensa prá mim, mas q hj eu estava merecendo... olhou nos meus olhos e me disse: "eu te amo"... eu não tive palavras, meu corpo gelou, fiquei engasgada, apenas debrucei no seu peito suspirando pedindo q o tempo parasse prá q akela felicidade q eu sentia não passasse nunca mais...



por mais q eu tenha ficado muda, sei q o Senhor sabe o q se passa dentro de mim... há momentos q não há como explicar, não há o q falar, mas sei q sabe o q eu sinto...


fomos juntos até a portaria do hotel, me beijou, se despediu e eu entrei... sem tristeza, apenas a empolgação de poder viver esses 4 dias de sonho ao lado do meu dominador... TE AMO MAIS Q TUDO...


{eliz}_DK

sábado, 26 de setembro de 2009

3º sessão de setembro: a dor e a dooçura de ser escrava

Fiquei acordada a madrugada inteira, pensando na sessão anterior, um misto de sentimentos me invadia, e por vezes eu chorei me questionando sobre como eu deveria agir de agora em diante, em apenas uma noite, na verdade em poucos instantes eu conheci os dois extremos vividos por uma escrava: a dor e a doçura... a dor do spanking q eu não consegui aguentar e a doçura das palavras de amor nos lábios do meu dono...


o q mais me incomodava era exatamente essa contradiçãao de sentimentos, pois se resistir a dor é um sinal de entrega e do amor da sub por seu dono, eu estava longe de comprovar o amor q eu sentia, agindo como eu tinha agido...

precisava ser mais forte, e precisaria da ajuda do meu dono prá isso... precisava aprender a aguentar de forma q eu não fosse mais limitar as vontades dele... meu desejo era q ele pudesse fazer tudo q quisesse sem ter q se preocupar comigo... e eu iria pedir a ajuda dele prá isso...


tendo chegado a essas conclusões consegui dormir por algumas horas... mas tive q levantar cedo, tinha q resolver alguns assuntos da familia...

era minha responsabilidade, precisava solucionaar alguns problemas burocráticos q envolviam todos nós... passei o dia inteiro correndo atrás disso, sem mto sucesso, fiz o q eu pude, na verdade quase nada... mas tentei, e em todo o dia, em todo desgaste das negocições em pensava nele, e desejava resolver tudo para q ele se orgulhasse de mim... é uma pena... mas...

ao entrar no msn ele disse q queria estar comigo prá me ajudar, comentei q sentia ele presente, e sentia mesmo...

enquanto a maninha kika falava com ele no msn fui preparar minha mala, separar as coisas do kit e me preparar, tinha suado mto, tomado mto sol, e estava um caco...

tomei meu banho me arrumei, decidimos o jantar, e ficamos esperando ele chegar...
fui até a rua recebê-lo, subimo e eu fiz os cumprimentos e a kika em seguida... nos deitamos juntos, tiramos as roupas dele, e eu tirei meu vestido sem ele mandar...rsss
era goostoso fiicar abraçadinha sentindo a pele dele... fizemos mto carinho, e ele aproveitou prá fazer mais umas marquinhas em nós...

comemos juntos, rimos bastante e fomos prá sessão, esse dia era dia de brincar com os seios, eu adoreiiiiiiiiiiiiiiiii, qto mais forte é a dor nos seios mais prazer eu sinto... não sei nem explicar... e DK brincou a vontade... foram dores mto fortes... mas deliciosas...




fizemos alguns carinhos, e eu olhei com akele olhar pidão, dk já sabia o q eu queria, esticou as pernas, e disse: "tá bom pode vir" me ajoelhei na frente dele prá fazer akele sexo oral gostoso, fiquei uns 30 minutos de joelhos, aqté q meus joelhos começaram a doer, qdo eu ia me sentar no chão como de costume para continuar, estava toda contente, sorria como se nem fosse noite de despedida, mas minha irmãzinha brincou perguntando se eu não ia usar os raladores, acabou a minha alegria.... aiiiii

nós tinhamos brincado q iriamos usar os raladores prá ficar de joelho durante o sexo oral, mas nakela altura eu já tava com os joelhos doloridos, e eu sabia q eu nao ia aguentar, princialmente pq eu nunca tinha nem tentado, por outro lado eu não tinha coragem de falar q não queria por causa de ter fraquejado na sessao anterior...


ele me perguntou se eu queria tentar, e eu respondi engasgada q sim... minha irmã se levantou sorrinddo prá buscar os raladores, peguei coloquei no chão e fiquei olhando prá eles por um tempo, DK e kika conversavam sorrindo sem perceber meu desespero, segurei nas pernas dele coloquei meus joelhos, mas não aguentei soltar o corpo, meus joelhos estavam doloridos, e os raladores doiam de maneira insuportável, saí, tentei de novo, e de novo, até dizer a eles q eu realmente não conseguia...



DK disse q não tinha problema nenhum, pq meus joelhos já estavam doloridos, olhei pra eles no chão me sentindo mais frustrada do q nunca, nakele momento tive a impressao q eu era a pior escrava do mundo, afinal era a segunda vez q eu falhava em duas sessões seguidas, não me sentia capaz de suportar mais dor alguma, comecei a chorar desconsoladamente me sentindo sem valor algum prá ele... de q servia uma submissa tão fraca, tão fresca, incapaz de suportar coisas tão simples, como eu poderia serví-lo e amá-lo tanto se não conseguia fazer o q ele esperava de mim...debrucei sobre seus joelhos e me entreguei aos soluços sem conseguir me controlar, até q ele me disse: "eliz, olha prá mim" eu não sabia como olhar, nem o q fazer, ele repetiu a ordem, ainda mais firme, eu olhei e ele me disse: "acaboou, tá ouvindo, acabou..." akela ordem era prá eu conter minhas lágrimas e claro voltar ao q estava fazendo...
comecei o oral meio sem graça, ainda engolindo o choro, mas logo senti a mão dele me fazedo um cafuné, olhei prá ele e li seus lábios novamente dizendo q me amava... akele "- eu amo você -" gesticulado com os lábios sem o menor ruido, invadiuu meu coração tirando toda dor q eu sentia, ele sabia q era a forma de tirar meu sofrimento, e percebendo q eu voltei a ficar bem em tão pouco tempo, ele sorriu prá mim...

o fim da sessão se aproximava, e eu já sabia q ia chorar mto, e ele tb...

de minuto em minuto eu o olhava mais um pouquinho prá matar a saudade como se eu pudesse compensar todo o tempo q eu passo com votade de vê-lo, eu evitava chorar, pq sei q ele não gosta de me ver assim, porém, minha tristeza era visivel, apesar do meu esforço...

me ajoelhei prá prá beijar os pés dele na despedida, sabendo q isso me faria mta falta, ele me jogou no armário, apertou minha garganta e me beijou, (nossa, eu adooooooro qdo ele faz isso) eu e kika nos abraçamos a ele, e ficamos nos consolando por um tempo... em seguida nos arrumamos e voltamos pra o hotel...

fui caminhando com eles calada, qualquer coisa q eu falasse poderia disparar meu choro, e eu não queria q ele me deixasse chorando como das outras vezes, pois isso poderia deixá-lo triste...

me despedi dele na porta do hotel, como se metade da minha vida estivesse sendo levada por ele... o choro estava preso na minha garganta, e eu não conseguia dizer nada, deu um beijo em cada uma de nós e nos esperou chegar a potaria... olhei mais uma vez pra tras, e o vi sumindo pela calçada...

kika e eu entramos para hotel, sem palavras, ainda tento entender pq sinto esse desespero toda vez q me despeço dele... é uma sensação de perda, como se eu nunca mais fosse vê-lo... sinto como se nada mais tivesse sentido, pq ele nao estará mais lá por mais q eu chore ou o q quer q eu faça... felizmente em algumas horas eu melhoro e nos dias seguintes volto ao sentí-lo perto como sempre...

faltam 14 dias para vê-lo novamente, agora em uma situaçao diferente... a dois dias minha irmãzinha kika deixou a familia por decisão de nosso dono...

pela primeira vez estou sozinha... em 2 meses passei de irmã mais nova, a irmã do meio, em seguida a irmã mais velha, e agora única... são coisas da vida, cada mudança um motivo, e uma nova postura da minha parte é necessária... só tenho certeza de q estou grudadinha aos pés do meu dono, e tudo que me preocupa agora é fazer o possível para q ele se sinta feliz, passo o tempo todo me perguntando o q eu posso fazer para ser melhor, para agradá-lo...

pedi a ele q me ajude com relação a minha resistência a dor, ele prometeu me ajudar a superar o medo e a aumentar a minha resistência, disse q é uma questão de treino, e q tem ccerteza q eu vou conseguir... (bom, eu não tenho tanta certeza assim, mas se ele diz, só me resta acreditar... rsss) vamos começar a trabalhar nisso essa semana, espero q na próxima sessão eu já veja algum resultado...

vivo um momento novo... entre a dor e a doçura... experimentando a cada instate a força, o medo, a fraqueza e a superação, a saudade e a presença constante, a autoridade e o amor de meu dono, a tortura e o carinho, a felicidade da atenção que ele me dá e a solidão das noites escuras e vazias...



a dor e a doçura q faz tudo valer a pena, tudo, absolutamente tudo q desejo agora é q ele esteja feliz, é prá isso q eu sirvo e prá isso eu vou dedicar todos os meus esforços... ainda q os outros não me entendam, ainda q eu faça coisas q ninguém espera de mim, farei tudo q eu puder para q ele esteja sempre feliz como merece...

eu sou sua meu Senhor, pra tudo q quiser, estarei sempre em suas mãos, prá fazer todas as suas vontades, sinto sim mto medo de ser insuficiente, também sinto medo de te perder... estou sozinha pela primeira vez... eu me entrego ao seu dominio, para ser o q quiser fazer de mim: sua escrava, sua cadela, sua submissa, ssempre a sua disposição, esperando suas ordens... e daki a 14 dias estarei diante do Senhor, completamente entregue diante de seus pés... te amo mais que tudo...

beijos em teus pés, {eliz}_DK

domingo, 20 de setembro de 2009

2º Dia: a escrava mais feliz do mundoooooooooooooo



Minha irmãzinha chegou de madrugada, como sempre a gente tem tanta coisa pra falar que não conseguimos dormir... pedi um café e ficamos conversando até por volta de sete da manhã... pegamos no sono e qdo acordamos já passava das onze... liguei pra nice que tinha ficado de aparecer pra almoçar com a gente, mas ela não poderia, queria apenas nos ver pra entregar alguns documentos, fomos nos encontrar com ela, na volta almoçamos juntas e voltamos correndo para o hotel pra falar com nosso dono no msn, ficamos a tarde inteira falando com ele, cochilando e nos preparando para a noite...

Na conversa com ele adiantamos o q ele iria querer pro jantar e o q deveríamos separar pra sessão... mandou separar o chicote q a kika fez, a cane, a cane azul e as gags... aiai, pelo visto era noite de spanking, isso me excitava e me assustava ao mesmo tempo...

Fui espera-lo na rua, dessa vez demorou um pouco por causa do engarrafamento, mas eu não reclamei, valia a pena esperar... subimos e entramos no quarto, eu fiz os cumprimentos primeiro e a kika em seguida... ele se deitou na cama e nós duas fomos fazer carinho...

Tiramos as suas roupas começamos a beija-lo por todo corpo, desde os pés, até a pontinha da orelha, nos revezávamos fazendo sexo oral nele, enquanto ele nos masturbava, gozei enquanto eu o beijava, e ele começou a torturar meu seio direito, com o objetivo de fazer um hematoma pra acompanhar o do dia anterior... ele sabia q essa dor me faria gozar de novo, e fez... enquanto eu sentia meus vazinhos arrebentando como espinhos cravando na carne fui gozando vezes seguidas até perceber q o sangue já se mostrava embaixo da pele... enquanto ele chupava e mordia meu biquinho, fazia minha irmãzinha gozar repetidas vezes... até q ficamos os três estirados na cama tentando recuperar o fôlego de tanto prazer...

Ele disse q queria tomar um banho, e suas escravas é claro, iriam trata-lo como um rei, levamos para o banheiro, e enquanto a gente ensaboava aproveitava pra fazer uns carinhos extras, principalmente nakela bunda maravilhosa que ele tem... lavamos tudo direitinho, secamos cada cantinho, e o vestimos novamente....

Eu servi o jantar na boca como sempre, enquanto ele fiscalizava a kika insistindo para q ela comesse, e eu também rsrsrs...

Terminamos de jantar e fomos para a sessão conversando e rindo da vida... chegamos fizemos os cumprimentos e enquanto ele colocava algumas coisas em dia, nós duas fomos disputando espaço para fazer carinhos, então ele mandou pegar o chicote e as canes pq a sessão de spanking iria começar...

Ele disse q a kika seria a primeira, isso me aliviou e me preocupou ao mesmo tempo... ser a segunda a apanhar tem um prejuízo, pq eu fico vendo a outra sofrer, sabendo q a minha vez já vai chegar, e imaginando o qto vai doer... teimosa e persistente a kika reclamou que as marcas estavam ficando fraquinhas, enquanto ele usava o chicote, ele pegou a cane em silêncio e bateu com uma vontade q é raro de ver, ela se segurou, se manteve firme, e quase nem gemeu, mas eu do lado, me segurava pra não gemer por ela imaginando como a dor devia ser forte, visto q eu sei como a cane dói... em seguida ele pegou a cane azul q nós duas tememos tanto, e continuou batendo, e ela continuou se segurando, enquanto eu ficava ainda mais em pânico, temendo a minha vez de apanhar... e minha vez chegou...

Eu senti vontade de pedir para ele me poupar, mas eu tinha me prometido q iria superar esse medo de sentir dor q eu tenho... ele me mandou ficar na posição, e eu me ajoelhei tremendo, debruçando sobre a cadeira desesperada... me preparei pra dor e percebi q ele tinha parado pra rir de mim e do meu medo... eu até consegui rir um pouquinho, mas em seguida voltei a me concentrar, nossa, as chicotadas já começaram doendo demais... uma dor quase insuportável, e tentando me esquivar fui empurrando a cadeira pra frente, quase escapando do seu alcance... achei q ele ia me dispensar, mas ele permaneceu sério e apenas me mandou voltar pro lugar... voltei e ele pegou a cane azul, aiai... akelas pontas batiam na pele e dava a impressão q estavam cortando, era uma dor forte, desesperada, e eu gemia alto sem conseguir me controlar, até q eu coloquei a mão na frente das chicotadas e gritei pedindo q parasse por favor...

Levei mais umas duas pancadas e ele parou, debrucei na cadeira ouvindo o click da máquina e pensando no qto eu tinha me prometido ser mais forte e resistente, e sem conseguir me controlar eu chorei, chorei de arrependimento, de frustração e de tristeza por ser uma escrava tão fraca... meu dono percebeu, se abaixou e me abraçou, mandou a kika pegar água gelado e foi passando nas minhas marcas, enquanto me ouvia chorar e pedir desculpas baixinho por ter me acovardado...

Ele repetiu, como tantas outras vezes, q não estava triste comigo, e q eu ainda ia conseguir me acostumar, e q em breve eu ia conseguir suportar... aos poucos eu fui me acalmando, me sentei no chão e recostei a cabeça em seu colo, enquanto a kika fazia o mesmo do outro lado, foi então que uma coisa mágica aconteceu...

Enquanto meus soluços se acalmavam olhei pra ele e li em seus lábios algo q eu nunca nem ousei sonhar... palavras q não foram propriamente ditas, mas q eu entendi, não ouvi, mas li, me ajoelhei e o beijei novamente enquanto o choro parava na minha garganta de tanta emoção... meu coração queimava, parecia q ia explodir de tanta felicidade, parecia q nada mais no mundo importava, apenas akele segundo qdo eu pude ler akeles lábios repetirem o q eu tanto queria ouvir...

Essa era a cura para todos os males... mais forte do que qualquer outra coisa q ele poderia fazer por mim... apesar de continuar achando q não mereço tanto, tudo q qualquer coisa q eu faça por ele vale a pena por causa desse momento...

Eu me sentia completa, feliz e realizada... a escrava mais feliz do mundo... descansando no colo do dono, se sentindo amada, protegida e compreendida, apesar de todas as minhas imperfeições, todos os meus defeitos e limitações... eu sou assim, meu dono me conhece, conhece cada fisionomia, cada reação, cada centímetro do meu corpo, conhece meus defeitos, minhas crises, meus limites e minhas pirraças, e mesmo assim ele me aceita, e mesmo assim ele me quer... eu não preciso de mais nada... afinal hj eu sou a escrava mais feliz no mundo...

1ª Sessão de setembro: noite perfeita



A viagem desta vez seria em horário e percurso novo pra mim, depois de 3 longas e sonolentas horas de espera na rodoviária de Vitória, finalmente eu tomava o caminho q eu queria, seriam mais 8 horas de viagem até o rio, e eu nem sentia o peso da noite mau dormida no banco do ônibus, estava mto feliz, eu ia viver um dia do qual eu já previa q teria saudade, é o tipo de momento tão lindo q a gente tem vontade de agarrar para q ele não passe nunca...

Consegui conectar e falar com meu dono por alguns minutos no horário do almoço em uma das paradas, infelizmente a conexão não durou mto, mas foi o suficiente pra me deixar feliz, só de saber q ele estava a minha espera, me concentrei na paisagem q por um motivo bem lógico parecia mto mais bonita q de costume, enquanto eu me lembrava dos acessórios q eu tinha improvisado para a sessão desta noite...

Cheguei ao rio ansiosa, com medo de não conseguir voltar à internet antes das 6 prá falar pra ele q eu havia chegado e q estaria esperando na porta do hotel, felizmente a conexão funcionou, e antes de qualquer outra coisa eu entrei pra falar q havia chegado...

Conversamos um pouco no msn e logo ele se despediu, estava saindo do trabalho e vindo me encontrar, pronto... eu só tinha uma hora para aprontar tudo... peguei meus “acessórios improvisados” deixei sobre o sofá... tomei um banho, passei meu perfume preferido, coloquei um vestido novo, com decote nas costas é claro, rsrsrs, pedi uma taboa de frios pra servir pra ele, escolhi umas músicas e deixei em uma pasta separadas, minha intenção era colocar pra tocar qdo ele chegasse (na hora, eu nem lembrei kkkk)... pra meu alívio rapidinho o tempo passou já era 19:15 horário marcado...

Desci correndo, não queria correr o risco dele chegar e não me encontrar como combinado, fiquei apenas alguns minutos em frente ao hotel e lá estava ele vindo, com passos sempre calmos, como e mesmo sorriso e o mesmo brilho nos olhos, rsrs... me deu um beijo no rosto perguntou como havia sido a viagem, e tão logo entramos no elevador me agarrou e me deu um beijo, nossa q saudade, pena q estávamos no segundo andar, bem q esse hotel podia ser mais alto, kkkk.... simulou q ia sair do elevador levantando meu vestido e, como estando com ele não posso usar calcinha, deu a entender q me deixaria no corredor de bumbum de fora... nós dois rimos da situação, é claro q ele soltou meu vestido e fomos para o quarto...


É sempre emocionante, estranho e constrangedor me ajoelhar diante dele a cada vez q chego de viagem, sinto q estou vivendo uma mudança de ciclos, nessa hora q eu deixo de ser tudo q sou para ser somente escrava, acho q é por isso q meu coração sempre acelera, e minha respiração sempre falha... fiz os cumprimentos, e logo ele se deitou na cama dizendo q queria carinho...

Hunnnn eu adoro fazer isso, tirei sua calça jeans, seus sapatos e meias, beijei seus pés, pernas, mãos, e claro me encaminhei para começar um delicioso sexo oral do jeito q ele gosta e q eu adoro... não por mto tempo, ele levantou me jogou na cama me colocando de bruços, levantou meu vestido e se ajoelhou em tornou das minhas coxas, deixando minhas pernas imobilizadas, e meus joelhos levemente encurvados de modo q meu anus e vagina ficaram de fácil acesso, começou a me tocar me deixando excitada, encaixando o pênis de leve no meu anus, como em outros momentos apenas pra me encher de vontade... eu me concentrei achando q seria desta vez q eu perderia a virgindade e experimentaria a penetração anal pela primeira vez, mas ele desceu rapidamente, penetrou a minha vagina, enquanto seus dedos estimulavam meu anus, e me vez gozar duas vezes seguidas desvairadamente, me virou, começou a apertar meus seios, ajoelhou em torno dos meus ombros, me deixando totalmente imobilizada, e começou a penetrar o pênis em minha boca, adorei akela posição, ele controlava o impulso, eu estava totalmente entregue apenas saboreando meu dono, até q ele tirou o pênis da minha boca e me deu várias bofetadas... voltando a mesma seqüência de sexo oral e bofetadas por umas 3 ou 4 vezes... os tapas no meu rosto ardiam, humilhavam, mas me deixavam ainda mais entregue, ainda mais excitada....

Ele se deitou ao meu lado e nos beijamos longamente enquanto ele apertava meu seio esquerdo, com uma força q eu nunca consegui entender ( o hematoma desse apertão, ficou lindo, rssss), meu seio doía, queimava, e eu ficava ainda mais excitada, começou a apertar e a mordiscar meus biquinhos, me causando uma dor tão forte e tão aguda q eu gozei novamente... ficamos nos acariciando e nos enroscando na cama até nos acalmar, nos levantamos ele se vestiu e sentamos prá comer, claro, eu servi os frios na boca, enquanto ele colocou o pé na minha cadeira, e foi tocando com os dedos meu clitóris, até q eu me deixei amolecer na cadeira enquanto ele me estimulava cada vez mais e gozei mais uma vez... me recompus, terminamos de comer e fomos nos preparar para sair, foi então q eu tive q experimentar algo q eu sempre procurei adiar....

Fui mostrar a ele antes de sair as coisas q eu tinha improvisado para a sessão: uma colher de pau, um chicote de couro, uma lixa de madeira, cordas, prendedores variados, sugadores, e uma cumbuquinha...

Cumbuquinha é o nome q meu dono dá praquelas tigelinhas de cachorro... eu realmente não sei pq, mas eu tenho pânico delas desde o início... até esse dia, DK tinha me poupado de usá-la, mas brincando sobre o assunto na semana anterior ele me disse q usaria, eu, sabendo q não teria mta opção só pedi q fosse em um dia em que estivéssemos sozinhos, pra me poupar do constrangimento, pq sei q seria um momento complicado, e foi...

Mostrei a cumbuquinha com uma cara de infeliz pra ele, e ele apenas sorriu e falou: “pq vc não gosta”, respondi q não sabia, e ele logo pegou da minha mão, demonstrando q estava decidido... foi com ela para o banheiro, e eu me senti estática, sentada na cama como se estivesse colada... ele lavou, foi para a ante-sala e colocou coca-cola nela...

Meu coração batia acelerado, parecia ter pimenta nas minhas veias, ele percebeu meu pânico, colocou no chão em frente ao sofá, me olhou sorrindo e disse: “bebe” – respondi: “eu não consigo”, (permanecendo sentada e me agarrando ao lençol da cama)....

Era complicado pra mim, pq nunca tinha desobedecido meu Senhor em nada, mas eu não conseguia me mecher do lugar... ele então ficou sério, estava decidido, não adiantava tentar pedir piedade com o olhar... ele pegou o chicote de couro e começou a me bater, repetindo a ordem entre uma chicotada e outra sem levantar a voz... as chicotadas pegavam nos meus braços, costas e coxas, era uma dor forte, mas o q mais me doía era estar merecendo uma reação assim da parte dele, na medida em q a dor das chicotadas foi aumentando eu fui me levantando e me movendo no susto até bater de joelhos no chão... ele largou o chicote, fez um carinho na minha cabeça me forçando pra baixo, me segurou pelo ombro me deixando de quatro com o rosto bem próximo a ela, se posicionou atrás de mim, levantou meu vestido e novamente começou a encaixar o pênis no meu anus, me excitando e estimulando... eu olhava praquela vasilha na minha frente e pela primeira vez eu odiei coca-cola rsrsrs...

Eu não sabia como fazer, era mto humilhante, na verdade meu intimo se negava a fazer akilo, então ele se deitou no chão ao meu lado, com o rosto quase colado ao meu, começou a acariciar minha cabeça e me mandou usar a língua para beber... me medida q eu fui obedecendo ele me beijava, e ria da minha situação... até q me disse “bebe q vai ter uma recompensa”, me pegou pelos cabelos pôs o pênis na minha boca, e com puxões nos meus cabelos foi controlando os movimentos, gozando rapidamente, me fazendo beber seu leite, (realmente, foi uma recompensa)... me deu mais um beijo, e eu fui me recompor para sair....em conversa mais tarde eu perguntei se ele tinha me batido para me ensinar ou pq estava bravo comigo, e ele me respondeu: “não fiquei bravo, bati para te mostrar quem manda”.... rsrsrs, (como se eu não soubesse, rsrsrs – mas tá bom, só não quero pensar na próxima vez)

Fomos pra sessão conversando, a noite tava lindo, minha saudade não me deixava desgrudar dele, mas como ele tinha umas coisas prá fazer, fui obrigada a deixa-lo trabalhar um pouquinho, pouco antes das 10 ele me mandou pegar a colher de pau e a lixa de madeira, ele iria me dar algumas marquinhas...

Percebi q minha resistência pra dor não estava lá grandes coisas, a lixa fazia a pele arder e queimar, e como ele sempre diz, qdo sinto dor fico meio escandalosa, não q eu grite, mas soltei alguns gemidos sim....

Fiz sexo oral de novo, adoro ver ele relaxar fechando os olhos e se recostando na cadeira com akela fisionomia de prazer... Caprichei o melhor fazendo-o gozar novamente na minha boca... Conversamos mais um pouco, nos arrumamos e fomos embora...

Sinto q minha capacidade de amar meu dono está nessa forma que ele tem de se apossar de mim... uma amiga disse q as vezes qdo ela conversa comigo, parece estar falando com ele, e é engraçado como até meus pensamentos, as vezes, parecem ser monitorados...

Segui ao lado dele pensando nisso nakela noite, não sou apenas uma escrava, sou a eliz escrava de DK, antes dele eu não era uma escrava propriamente, sou escrava pq pertenço a ele... me despedi dele com um sorriso escancarado, na verdade cheia de gratidão... por mais q ele insista dizendo q mereço todo carinho e atenção q ele me dá, sinto, tenho certeza q sou o q ele faz de mim...

Adormeci feliz... acertei o relógio despertar as 5:30 qdo minha irmãzinha kika iria chegar, não quis pensar em mais nada, apenas apaguei tudo, e tentei dormir pra continuar o sonho q eu tinha vivido nakela noite...

sábado, 29 de agosto de 2009

sessões de agosto: emoções fortes

as sessões deste mês já começaram meio malucas, eu tinha planejado viajar na quarta, mas na terça amanheci com a idéia fixa de q não iria esperar mais, tinha q viajar... passei o dia inteiro correndo, tinha mto trabalho, mta coisa prá resolver, e aida tinha q preparar a mala, conseguir as passagens e comprar o presente da niice, em um horári de trabalho q iria até as 22 horas.

consegui um ônibus a meia noite prá vitória, não era meu percurso de costume, mas não tinha problema, porém, de vitória para o rio, não conseguia horários bons para chegar a tempo dde ver o DK, mas eu estava decidida a ir, não impotava como...
fiz minhas contas, entrei na internet e comprei uma pssagem de avião de vitória pro rio, ia apertar um pouquinho, mas minha saudade não me deixava esperar... 16 horas de ônibus iriam me deixar aflita, e mais um dia sem ele era uma agonia prá mim...

trabalhei o dia inteiro prá deixar tudo pronto, fui em casa rapidinho, em 40 minutos eu já estava de banho tomado e mala pronta, rsrsrs

voltei prá faculdade, dei minhas aulas e pronto, já podia viajar... nossa q felicidade...

a todo momento eu tocava o voolume da cane escondida dentro da mala...

eu já tinha dado uma cane pro DK, mas ela é enorme, então comprei outra pequena, mais fácil de

levar prás sessões... quem lê me perguntaria se eu gosto tanto assim da cane... mas quem já leu os meus outros relatos sabe o qto eu a temo, "era" a dor mais forte q eu tinha provado até akele dia (digo q era, pq nesse mês eu provei uma outra pior), mas mesmo assim, fez marcas lindas q meu dono adorou, e isso era mais importante prá mim.

passei a viagem olhando prá estrada, é incrivel coomo ée diferente a paisagem na ida, mesmo escuro, tudo parece mais bonito, mais alegre... desci em frente ao aeroporto antes das 5 da manhã, meu voo era as 7:00...

por um instante olhei prá estrada, chovia e fazia um frio de cortar, ninguém sabia onde eu estava, nem prá onde eu estava indo, nem o q eu estava fazendo... atravessei as pistas pensando em como é bonito tomar as rédeas do nosso distino e direcioná-lo para akilo q amamos, apesar de todos os preços pagos, de todos os riscos q eu corro, de toda dor e de todo sacrifício, eu preferia estar ali sozinha, no meio da estrada, de madrugada e com frio, do q no aconchego da minha cama...

cheguei ao rio ainda pela manhã, foi pouco mais de uma hora de vôo, conheci a kika, na verdade eu a abracei sentindo q já nos conheciamos, a nice tava indo pro trabalho, e eu passei a manhã inteira batendo papo com a kika, falando do nosso assunto preferido é claro, almoçamos com a nice, passamos no supermercado prá comprar as coisas pro jantar do nosso Rei, é mto boom tê-la comigo, eu estava acostumada a fazer isso soozinha, e a tensão de preparar as coisas prá ele era mto grande, estar com ela me dava uma certa segurança, e uma ajudava a outra...

tb é engraçado ver q ela tem algumas coisas em comum comigo, algumas coisas em comum com a nice e algumas características mto proprias dela... isso reforçava o q DK sempre me disse: "nenhuma substitui a outra, gosto exatamente pq são diferentes, mas tem o mesmo objtivo, cada uma é especial"

esse jeito dele falar de nós, sempre ajudou a gente a lidar com uma relação q agora é a 4, monstrar q cada uma é unica e exclusiva, e q é amada do jeito q é. (com alguns ajustes a fazer sempre, é claro, rsrsrs - nada q seja incorrigível)

foi dando a hora do meu amado dono chegar, tomei meu banho, preparei os ""detalhes", me perfumei, coloquei um vestido, passei um gloss, e estava pronta.... pronta prá ter um infarte... kkkkk, meu coração parecia q ia sair pela boca, de tanta ansiedade, saudade, emoção...

a nice chegou, e logo em seguida a campanhinha tocou, e eu fui correndo, como ja era de se esperar eu voei pro portão, ele tava lindooooooo, sorrindo da minha pressa... assim q ele entrou na sala, eu me ajoelhei, beijei os pés, fiquei uns segundos matando a saudade de estar ali, beijei as mãos, e fiquei de pé, q saudade dakele beijo, minha garganta apertada por uma mão, os cabelos da nuca puxados pela outra, mas eu nem sentia, só sentia o beijo.

Servimos o jantar q saiu meio atrapalhado, meio atrasado rsrsrs, estando as três ainda ficava mais fácil, tudo parecia mais descontraído... DK se diverte com isso... comemos juntos, e ele foi pro quarto separar o q ia usar em nós na sessão.

Eu já tinha alguma noção do q ele faria, pelo menos em parte.
Fomos para o ponto, pegamos o ônibus, e nós demos a preferência pra nossa estreante de se sentar com ele e ganhar seus “carinhos” em público....

Fomos para o local da sessão, após fazer os cumprimentos, ele fez algo q já não fazia a algum tempo, despiu as três e amarrou na mesa, lembro q passei por isso umas duas vezes apenas...
Ficamos ali nuas, as três, sentadas no chão e amarradas a armação da mesa, até q ele emparelhou 3 cadeiras e nos mandou ajoelhar sobre elas. Vendou uma por uma e ficou em silêncio...

Eu sabia q ele ia cumpri a vontade da kika pra nossa primeira sessão com a família inteira, um spanking coletivo... ele escolheu vários instrumentos: entre os q eu me lembro uns 3 chicotes diferentes, uma colher de pau e a cane, fiquei na cadeira da ponta e não conseguia manter os dois joelhos sobre a cadeira, na verdade eu imaginava q a qualquer momento ele poderia me bater com a cane, e como eu já sabia a dor q ela causava, temia perder o equilíbrio e cair, me mantive com o joelho esquerdo sobre a cadeira, e o pé direito no chão, mantendo a posição q ele tinha me mandado, senti uma dor forte, foi a primeira pancada, eu não definia o q era, depois descobri q era uma colher de pau, comprida e larga, q eu mesma comprei, hummmm,... rsrsrs

As vezes eu ouvia os guisos, e sabia q o chicote de esferas ia ser usado, nossa, parece q arranca a pele, o mais complicadoera ouvir minhas irmãs gemendo, sem saber pq, e ter q esperar minha vez, ai, acho q a espera doía tanto qto as chicotadas... ficava uns instantes em silêncio, aumentando nossa ansiedade, de repente senti uma dor cortante, era ele mordendo na minha bunda, aiiiiiiiiiiiiiiiii

Lembro das brigas q eu já tive com antigos namorados por causa de mordidas eu gritava, brigava, me debatia, dizendo “eu detestoooooo mordida”, mas.... agora só me restava respirar fundo e ficar bem calminha... kkkkk, (sob o risco de reclamar e ganhar mais).

Ele fotografou nossas marcas, bateu na bunda, nas costas, nos pés, no fim da sessão ainda me colocou junto com a kika de quatro pra fazer marcas com a cane... desta vez a cane doeu menos, na verdade ele quis q doesse menos... porém, tb marcou menos né...
Quase no fim da sessão, um momento tenso.... caí na besteira de brincar dias antes q eu ia tomar o gozo do dono sozinha, visto q eu adooooro sexo oral e tinha feito isso sozinha por várias sessões qdo minhas irmãs não estavam. DK sabia q era brincadeira, mas nunca deixava de me avisar q eu não podia fazer isso e q tinha q dividir, pois bem, começamos a fazer sexo oral nele, mas rapidinho as meninas se distraíram e, é claro, eu continuei, a nice foi pra internet e a kika ficou fazendo carinhos, dando beijos e fazendo cafuné... eu não queria fazer mais nada, me sentei no chão e continuei chupando meu dono com todo gosto, dedicação e vontade, até q ele tocou na minha cabeça, e disse: “tem q dividir”...

Ele estava gozando, e eu achei q ele mesmo daria o sinal pra q minhas irmãs viesse, continuei fazendo meu trabalho, esperando q elas chegasse perto, e nada, envolvida no prazer q eu sentia nakele momento qdo dei por mim, tinha tomado tudo sozinha, e elas nem tinham se mexido do lugar... terminando de saborear, foi como acordar de um sonho, me deparei com o olha de reprovação do meu dono e as duas irmãs me olhando desapontadas, cada uma no seu canto... ele só me disse: “eu falei q tinha q dividir”... ele não estava exatamente brigando comigo, mas akilo me soou como uma bofetada, eu não conseguia me explicar, e por causa da brincadeira q eu tinha feito dias atrás ficava mesmo parecendo q tinha feito de propósito...

Ele viu q eu estava constrangida e triste com a situação, repetiu q eu não devia ter feito akilo, mas acrescentou q não tinha problema, já tinha passado... eu disfarcei que tinha passado pra mim tb, me levantei e fui pro banheiro, na verdade queria chorar escondido... logo percebi q ele estava vindo atrás de mim, tentei me controlar antes q ele chegasse, mas não conseguia, ele entrou no banheiro, olhou pra mim e disse: “não fica assim, não estou brigando com você, não estou bravo, se eu estivesse bravo, não teria vindo atrás de você pra te dar um beijinho”, me abraçou me deu um beijo, e repetiu q não queria q eu chorasse mais.

Eu sai ainda constrangida com as minhas irmãs, ao mesmo tempo q ficava brava, por elas terem ficado paradas esperando, eu fazer o q não devia, rsrsrs. (só não pretendo brincar com esse tipo de coisa mais)

Nos despedimos, terminava o primeiro dia, o melhor de tudo era saber q haviam mais dois pela frente, nessa hora, já q não podemos dormir com ele, a gente fica grande parte da noite juntas, acordadas, beliscando coisas gostosas e comentando das sessões, dos medos e das excitações, a kika tava tão emocionada q desabou e qdo eu vi, já tinha dormido, a nice ficou me fazendo companhia, eu tava elétrica, mas felizmente consegui dormir, pra sonhar com meu dono, é claro... queria q a noite passasse depressa pra poder sonhar acordada outra vez...

Nas sessõs seguintes, conheci novas formas de prazer, experimetei um fisting em dupla, rsrsrs, DK fitou kika e a mim ao mesmo tempo... fizemos sexo oral juntas, e dessa vez eu dividi, rsrsrs...

ele foi ao banheio e me chamou, fui um pouco trêmula, fazia tempo q ele não me fazia beber urina, mas como ele havia feito isso com a kika recentemente, fiquei com medo sim...

felizmente ele se recostou na frente do vaso, esperando q eu abrisse sua calça pra ele urinar, bom, isso era fácil, o único risco q eu corria era errar a mira e deixar respingar no banheiro, eu estava grata por ele ter me poupado, por isso nem pensei, assim q ele terminou, não esperei me mandar limpar, me abaixei sem cerimônia (esperei q a ultima gota pingasse, é claro, rsrsrs) e chupei pra deixar limpinho... voltamos pra a sessão, e ele foi estrear a cane azul em nós, nossa, DK bateu uma vez, eu gemi, na segunda eu reclamei, na terceira eu pedi pra parar, dizendo q não ia agüentar, ele deu mais uma bem forte nas duas, q nós desmontamos sobre o sofá, e não bateu mais... era uma dor cortante, forte, desesperada, causada pelas três pontas de corta, q são tão duras q parecem ter arame por dentro...

no dia seguinte vi ele tc com uma sub amiga da família falando sobre o qto gosta de spanking, de como gosta de ver a pele ficando marcada e de ouvir os gemidos, fiquei me sentindo culpada por ter pedido pra parar... na verdade me arrependi mesmo...

O q dói é o sentimento de ter privado ele de algo q ele queria. Sinto uma culpa q não passa... sei q se ele quisesse teria continuado mesmo contra a minha vontade, foi o q ele me disse qdo eu toquei no assunto, disse q parou pq quis, mas eu sei q se eu não tivesse pedido, tinha batido mais... de todo modo, pedi q ele me deixei experimentar a cane azul da próxima vez, e q desta vez seja amarrada e amordaçada, pra não pedir pra parar e me acovardar de novo...

A cane azul, é a dor mais forte q eu já senti até hj, o fisting dói mto, mas com a excitação a gente não sente tanto, porém, nessa circunstância, dói mais pensar no q ele gosta e q eu não fui capaz de fazer, se torna cada vez mais incrível o qto eu mudei, nunca gostei de sentir dor, e ainda não gosto, não deixei de sentir medo da dor, especialmente das desconhecidas (como DK sempre diz), a vontade de servir ao meu dono é mais forte q o medo... o medo de desagrada-lo dói mais do q a cane azul... então entre todas as dores, e todos os medos, sempre faço a minha opção...

Escolho ser escrava a cada segundo de dor, a cada humilhação...
Me lembro q sou livre a cada vez q recomeça uma sessão...
Lembro quem sou toda vez q me ajoelho diante dele...
E toda vez escolho ser dele de novo...
Apesar de todos os desafios, medos e dificuldades....
É tudo o q eu quero...
Apesar da cane azul, estou ansiosa pela nossa sessão...
Ansiosa prá me entregar a ele sem medida, sem restrições, e agora sem covardia, nem q seja na base da mordaça, kkkk....

No fim da terceira sessão, ao nos despedir, minhas lágrimas começaram a escapar, mas eu disfarcei... DK percebeu, as meninas não... ele sempre me diz pra não chorar, e como eu sou “obediente” seguro sempre o máximo q posso... kika já estava se derramando no percurso de volta pra casa, e eu agüentando firme... até q ela comentou q estava admirada como eu tinha fama de chorona e estava segurando ainda... DK respondeu q eu estava me controlando... eu sabia q do portão de casa não passava, já estava explodindo...

Chegamos ao portão, nice se despediu e entrou, agora eu tinha kika pra chorar comigo...
Fomos até o portão, e eu pedi q a gente voltasse com ele pelo corredor até a rua, ele deixou, e eu comecei a chorar, ele pegou na minha mão enquanto a kika se abraçava pelo outro lado, nice chamou pra entregar a blusa dele q ela tinha usado, enquanto ele voltava pra pegar encostei na parede do beco e desabei, chorava tanto q não conseguia respirar DK veio apressado, me abraçou me mandou olhar pra ele, e me lembrou q eu voltaria em breve, abraçou a kika com o outro braço e ficamos uns instantes ali, chorando no peito dele... eu temia a hora dele cruzar o portão... depois q ele sai é o pior momento... chegamos ao portão, ele disse q queria nos ver entrar, então voltamos sozinhas olhando pra trás, até ver ele dar o ultimo tchau se sumir... aí sim eu chorei pra valer, kika antes de dormir, disse q sempre achou q era exagero meu sofrimento por causa da distância, e da despedida, mas q agora ela entendia...


Sei q mta gente q lê nosso blog pensa como ela pensava, q somos apegadas, dependentes demais... na verdade eu não espero q entendam, assim como minha irmã só me entendeu qdo viveu a mesma situação q eu... imagino q já fomos julgadas e até reprovadas por outras subs como nós, q não pensam o mesmo de seus dominadores, não sei explicar direito, só sei que sinto falta não é apenas do meu dono, nem só da dominação dele sobre mim, nem só do prazer ou das torturas q ele me proporciona, sinto falta do q eu sou qdo estou diante dele, sinto falta de me sentir completa e autentica, sinto falta do olhar, do sorriso, e do abraço, sinto falta das palavras sérias e da segurança q ele me dá, sinto falta da sensação de que tudo na minha vida faz sentido, e todas estas coisas estão reunidas em uma só pessoa... se vcs conseguiram encontrar tudo isso em um único homem, em um único dominador, vão entender o q eu sinto... a quem não entende, não posso julgar vcs, na verdade eu apenas encontrei o q busquei a vida inteira, mesmo antes de me tornar sub, e desejo profundamente que cada um q tenha passado por aki, tenha encontrado na vida akeles a quem procuravam, se não encontraram, não desanimem, nossa busca, é como a nossa escolha, recomeça a cada dia.

Um beijo em seus pés meu Senhor, a ti meu amor e minha entrega incondicional.

sua escrava {eliz}_DK